O Contrato.

10 Capitulo 9.


Notas iniciais
Meninas adorei cada comentário e é bom saber que vocês estão gostando da historia e do rumo dela. Quero agradecer á THA1836 pela linda recomendação eu amei cada palavra sua. Então espero que goste do capitulo por que vou dedicar ela para você.

Capitulo 9.

Nós estávamos dentro do carro á caminho do hotel Sheraton Seattle, eu havia estado lá há muito tempo atrás quando minha mãe ainda era casada com Carrick. Mas eu não entendia o motivo de Christian estar me levando com ele e muito menos o motivo de ele ter aceitado Summer conosco essa noite. Ele estava calado desde que eu o fiz sair escondido do quarto para que minha sobrinha não o visse. Eu queria manter essa relação que temos o mais distante possível de Summer, e eu sabia que se ela o viesse muitas perguntas seriam feitas e poucas seriam as respostas que eu poderia dar a ela. Então fiz Christian ficar em meu quarto até que eu a distraísse para que ele pudesse sair, ficando na sala como se estivesse acabado de chegar.

E agora nós estávamos em seu carro, com Taylor dirigindo calmamente e Summer estava ao meu lado bastante animada com tudo, já que eram poucas as vezes que eu pude a levar em qualquer passeio. Ela olhava pela janela tudo ao seu redor sorrindo enquanto se debruçava sobre Christian para que pudesse ver tudo melhor.Ele não pareceu se importar com o seu atrevimento e a deixou ali durante todo o caminho para o hotel. E não demorou muito para que chegássemos e víssemos o quanto tudo estava movimentado.

Taylor parou o carro, mas não fez qualquer movimento de saída, enquanto alguns seguranças se aproximavam para que os fotógrafos que estavam no local não pudessem chegar muito perto. Assim que os seguranças estavam apostos, Taylor saiu do carro e veio até a minha porta a abrindo enquanto o outro segurança fazia o mesmo com Christian. Eu nunca havia me acostumado com todos os flashes e assim que Taylor me ajudou a sair, eu me virei para pegar a mão de Summer, mas para a minha surpresa ela estava saindo com Christian que deu a volta no carro ficando ao meu lado.

Assim que sua mão pousou em minha cintura todos os fotógrafos dispararam ainda mais fotos chamando por Christian que segurou firmemente a mão de Summer e começou a caminhar para a entrada do hotel. Ele parecia desconfortável com todas aquelas pessoas chamando o seu nome e foi obrigado a parar já que todos ali queriam uma foto. Assim que nos viramos, Christian me apertou mais contra ele enquanto minha sobrinha abraçava sua perna e sua mão ia aos seus cabelos fazendo carinho naquela região. Todos ali pareceram surpresos, mas suas maquinas disparavam flashes a todo o momento me fazendo ficar um pouco zonza.

—Acabamos. –Christian disse para alguém que estava próximo, fazendo o homem assentir enquanto abria a porta para que nós entrássemos.

—Mamãe... –Summer me chamou assim que estávamos do lado de dentro, me fazendo soltar de Christian para me abaixar em sua frente a vendo coçar seus olhinhos verdes. –Esta doendo mamãe. –Ela choramingou.

—Feche os olhos querida, eles logo vão parar de doer. –Digo passando minha mão em seus cabelos a puxando para mim e a pegando no colo a fazendo se enrolar em meus braços.

—Tudo bem? –Christian me perguntou me fazendo assentir vendo que algumas pessoas que estavam ali olhavam curiosas.

—Sim, os olhos dela estão doendo um pouco, isso é tudo. –O vejo olhar para Summer a vendo abrir os olhos e assentir, voltando á colocar a mão em minha cintura me guiando para o salão de festas onde todos esperavam. A cada passo que dávamos eu podia sentir cada vez mais pessoas com os olhos sobre nós, Christian parecia muito mais confortável aqui dentro do que quando estávamos do lado de fora .

—Senhor Grey. –Um homem muito mais velho apareceu ao nosso lado com um sorriso em seu rosto. –Senhorita. –Ele levou sua mão até os cabelos de Summer. –E essa menina linda.

—Linc essa á minha acompanhante Anastácia Steele. –O homem olhou para mim parecendo assustado ao escutar meu nome, mas mesmo assim estende sua mão para mim me fazendo apoiar Summer na lateral do meu corpo para estender minha mão para ele.

—É um prazer senhorita Steele. –Ele beija minha mão e logo uma voz muito conhecida para mim encheu meus ouvidos, enquanto uma mulher se aproximava segurando o braço do homem a minha frente. – Helena meu amor conheça meus amigos. –Linc aponta para mim e para Christian fazendo meu corpo gelar e todo o corpo de Christian ficar tenso.

—Quem são.... –Ela não consegue terminar sua frase por que assim que seus olhos caíram sobre mim eu pude ver medo dentro deles e isso era algo novo para mim, já que minha mãe quase nunca demonstrava qualquer sentimento por alguém.

—Mamãe. –Summer me chamou colocando sua mão em meu rosto fazendo os olhos de Helena irem direto para ela. –Eu quelo ir ao banhelo.

Eu olho para todas as pessoas que estavam ali olhando para mim e com um sorriso forçado, eu seguro o braço de Christian o incentivando a ir comigo. Eu podia sentir que a presença de Helena ainda o incomoda muito, e mesmo estando com raiva dele nesse momento por ter me trazido aqui sem dizer que minha mãe estaria nessa festa, eu não poderia o deixar aqui sozinho com eles.

—Você pode nos acompanhar? –Pergunto o vendo assentir enquanto pega Summer de meu colo. –Foi um prazer conhecer você senhor Linc. –Digo dando um sorriso á ele. –Senhora. –Me viro para minha mãe que continua estática sem dizer nenhuma palavra.

Christian cumprimentou algumas pessoas enquanto nos levava até o banheiro para que Summer pudesse usa-lo, e para a minha surpresa, assim que chegamos ao invés de esperar do lado de fora ele entrou comigo colocando Summer no chão á fazendo correr para á cabine. Assim que sua porta foi fechada eu me virei para ele caminhando para perto olhando em seus olhos.

—Por que não me disse que ela estaria aqui?–Continuei o olhando e ele não parecia abalado com minha pergunta.

—Helena fez coisas ruins demais para minha família, a fazer perder o marido é apernas um favor que quero retribuir a ela e você pode me ajudar nisso. – Ele segurou meu braço colando seu corpo ao meu.

—É por isso que precisa de mim aqui. –Digo me afastando. -Você poderia muito bem dizer a ele o que ela fez com sua família. –Ele nega com a cabeça. –O que você quer então? –Minha pergunta é simples, mas me parece que sua resposta não seja.

—Eu não acho que aqui seja o melhor lugar para conversarmos Anastácia. –Ele diz assim que Summer abre a porta e vai até a pia para lavar suas mãos.

—Plonto. –Ela sorri estendendo suas mãos para nós, fazendo com que nós dois pegássemos sua mão. –Eu posso come bolo?–Ela perguntou sorrindo nos fazendo sorrir.

—Vamos lá para fora, eu preciso fazer um discurso antes que a comida seja servida, dai sim você pode comer o bolo. –Ele disse para ela a fazendo assentir enquanto olhava para mim.

Christian não havia respondido a minha pergunta e duvido que á responda em outra hora. Assim que saímos do banheiro ele levou Summer com ele enquanto cumprimentava algumas pessoas até chegar ao palco que havia sido montado para ele. Ele a colocou ao seu lado enquanto Andreia se aproximava dizendo algo para ele que assente e logo a despensa. Eu posso ver minha mãe do outro lado do salão com os olhos colados em Christian e em Summer que se mantem ali com ele. Eu não entendo os motivos de ele a aceitar do seu lado, Christian nunca gostou de minha família por que aceitaria que a filha de Jack se apegasse a ele?

—Eu queria agradecer a todos que vieram a essa noite muito importante para mim e para minha mãe. –Ele aponta para uma das mesas onde uma senhora está sentada. –Ela é pediatra de um dos melhores hospitais de Seattle e sei o quanto essa causa é importante para ela. –Ele olha para Summer que está ao seu lado somente prestando atenção em tudo o que ele fala. —As crianças são o futuro desse país e temos o dever de dar á elas todo o nosso apoio e vocês fizeram isso nessa noite especial, quando abriram seus talões e doaram para a fundação Grey para que todas as crianças possam ser atendidas como se deve. —Ele pegou Summer em seu colo. — A doutora Grace Grey vem fazendo um trabalho maravilhoso e ela irá continuar graças á ajuda de você. Obrigado e espero que se divirtam essa noite. – Seu agradecimento faz com que todas as pessoas o aplaudam.

—Ele sempre soube como fazer um discurso. –Me viro vendo José e seu filho Logan, ao meu lado. –Me desculpe chegar sem avisar. Boa noite! –Ele sorri me fazendo sorrir também.

—Eu estava distraída. –Digo para ele que assente. –Boa noite. –Passo minhas mãos nos cabelos de Logan que sorri para mim. –Você o conhece há muito tempo? –Pergunto me virando para ver onde Christian está com Summer.

—Estudamos juntos. –José diz parecendo não se importar. –Ele era quieto no começo e algumas pessoas o achavam agressivo, mas veja só aonde ele chegou. –Ele diz apontando para o salão ao redor.

—Christian tem algo bom. –Digo o defendendo e isso faz José sorrir. –Ele pode não demonstrar isso sempre, mas eu sei que ele tem algo de bom ele somente esconde isso das pessoas.

—Você o conhece há muito tempo? –Sua pergunta me fez gelar, eu não sabia exatamente sobre o que podia ou não falar.

—Nós nos conhecemos no passado e voltamos a nos encontrar agora. –Digo dando o mínimo de informações possível.

—Talvez o Christian que você conheceu no passado não exista mais. –Ele disse e eu olhei para o homem que se aproximava com Summer. –Mas isso é só você quem pode me dizer. –Ele disse pegando Logan assim que uma mulher para ao seu lado e Christian ao meu.

—Mamãe. –O menino no colo de José fala pra a mulher fazendo meus olhos irem para o seu rosto a vendo. Ela era a ultima pessoa que eu imaginava ver e ela parecia sentir o mesmo sobre mim, já que seus olhos se arregalaram quando nos encontramos.

—Leila. –Digo sentindo uma raiva crescendo dentro de mim. –O que você está fazendo aqui? –Digo fazendo com que Christian segure meu braço.

—Vocês se conhecem? –Christian me pergunta e eu olho em seus olhos e depois para Summer que se mantem colada ao pescoço de Christian, e meu olhar parece bastar para ele entender o que aquela mulher representa para mim. –Vamos embora. –Ele tenta puxar meu braço mais eu o impeço.

—Você teve um filho? –Eu pergunto olhando diretamente para ela que continua sem saber o que fazer. –Me diga, você teve um filho ou não Leila?

—Mamãe? –Summer me chama fazendo com que eu quebre meu contato visual com Leila e me vire para minha menina que parecia assustada com meu tom de voz. –A tia bunita disse que quer ver ocê. –Ela disse me fazendo olhar para Christian que sussurrou o nome de sua mãe.

—Ela é sua filha? –As palavras de Leila me fizeram voltar para ela e para José, que olha para nós sem entender absolutamente nada.

—Acho que eu fiz a mesma pergunta para você e não tive uma resposta,então não sou obrigada a responder a sua. –Digo sentindo algumas pessoas olhando para nós.

—Logan é meu filho, sua mãe o abandonou quando ele nasceu e eu logo conheci Leila e ela ame ajudou a criar ele então ela é sim sua mãe. –Escutar essas palavras me fez quebrar, ela havia abandonado a sua própria filha dizendo que não queria crianças, mas cuidou de uma que não era dela.

—Anastácia nós precisamos conversar eu... –Ela tentou mas minha raiva foi maior do que qualquer coisa que havia em mim, e quando dei por mim minha mão estava em seu rosto fazendo com que todos escutassem o tapa que eu havia acabado de lhe dar.

—Nós não precisamos conversa e eu espero não ver você nunca mais em minha frente. –Digo a vendo segurando o seu rosto enquanto José olha entre mim e ela espantado.

Christian me puxou pelo braço me levando para longe de todos ali, e enquanto atravessamos o mar de gente eu pude ver Helena ali olhando para nós e nos seguindo, e antes que eu possa dizer algo para Christian, ele me coloca dentro de uma sala fechando a porta e vai para a outra a abrindo e saindo por ela junto com minha sobrinha me fazendo chorar. Eu nunca me descontrolava, mas ver Leila essa noite fez com que isso acontecesse.

—Nunca há vi assim. –Olhei para a porta vendo minha mãe ali. –Nunca pensei que poderia reagir assim quando a visse. –Ela fechou a porta e veio para perto.

—Você sabia onde ela estava esse tempo todo e nunca disse nada? –Pergunto olhando para ela que não me responde absolutamente nada. –Mas como poderia? Você abandonou seus próprios filhos, que moral você tem não é mesmo. –Digo soltando minha raiva sobre ela.

—Eu fiz o que tinha que fazer. –Ela estava nervosa e eu podia ver isso mesmo ela tentando disfarçar. –Você e seu irmão não eram mais crianças e sabiam se virar muito bem sem mim.

—Jack estava morrendo e você sabia disso. –Eu a acuso. –Você passou anos sem dar qualquer noticia e duvido que se eu não a tivesse encontrado hoje se eu a veria novamente.

—Não seja dramática Anastácia, seu irmão não gostaria disso e você sabe muito bem. –Ela tentou se defender. –E não foi para falar sobre o seu irmão que vim até aqui e sim para saber o motivo de estar aqui com Christian. –A curiosidade era evidente em seu rosto.

—Isso não é da sua conta. –Me levanto. –O que eu estou fazendo aqui com Christian não diz respeito a você e nem a mais ninguém esta me ouvindo? –Ela segura meu braço me virando para ela.

—Acha que eu sou burra, á dois meses eu voltei para Seattle com Linc e descobri que ele é um dos homens de negócios de Christian e pouco tempo depois você me aparece e quer dizer que isso não é da minha conta? –Ela parecia completamente nervosa.

—Por que está tão preocupado com o que Christian tem em mente? –Me solto dela olhando em seus olhos. –Você não contou a ele não é mesmo? Não contou que abandonou seus filhos na sarjeta? –Ela revira os olhos.

—Ele sabe que eu tenho filhos e acha que eles não querem saber de mim e é assim que as coisas vão ficar, eu não quero você no meu caminho e esse caso que você tem com o Grey ele acaba hoje mesmo. –Ela disse autoritária.

—Sua filha é uma mulher adulta e sabe cuidar de si mesma Helena, então não diga o que ela pode ou não fazer. –Christian disse caminhando até nós parecendo pronto para o ataque. –Agora eu quero que você saia dessa sala e de preferencia dessa festa, invente algo para Linc tenho certeza que você é boa em inventar mentiras. –Ele disse sendo o mais grosso possível.

—Não seja burra, ele vai usar você como usou todas as mulheres que entram em sua vida e você vai ter sorte se ele der algo de valor a você antes te mandar embora como ele sempre faz. –Ela diz saindo e fechando a porta atrás dela.

—Onde está Summer? –Pergunto me levanto e fazendo com que ele segure meu braço. –Me desculpe por fazer aquilo na sua festa de caridade, mas eu preciso saber onde está a minha sobrinha.

—Minha mãe está cuidando dela. –Ele me pega colando seu corpo ao meu quando bruscamente nossos lábios se colam o fazendo penetrar a sua língua em minha boca, em um beijo cheiro de necessidade e força fazendo com que nós dois gemêssemos. –Nós vamos pegar ela e assim que chegarmos ao meu apartamento, você vai me contar o que foi tudo aquilo. –Ele estava arfante assim como eu.

—Eu posso contar tudo, mas eu preciso tirar Summer daqui o quanto antes, eu não quero Leila perto dela. –Ele assente para mim e quando começa a caminhar eu o paro pegando o lenço em minha bolça e limpando seus lábios que estavam sujos por meu batom.

Ele não diz nada e assim que termino meu trabalho ele me leva para o lado de fora da sala vendo algumas pessoas ali, Christian parece não se incomodar com os olhares já que segue para uma mesa onde posso ver os cabelos loiros de minha sobrinha que está no colo de uma senhora e um casal a acompanha.

—Mãe? –Christian á chama fazendo á senhora se virar e olhar entre nós enquanto a moça loira que estava ao lado do homem que eu havia visto no escritório de Christian vem até mim me abraçando.

—Eu sabia que iria adorar você, mas ver você batendo em Leila foi o ponto alto da noite. –Ela diz me abraçando. –Não se preocupe, ninguém aqui gosta dela além do marido. –A moça de quem não sei o nome sussurra em meu ouvido. –Alias meu nome é Kate.

—Amor eu acho que você deveria dar uma folga para Anastácia poder pegar a filha. –Ele diz a fazendo revirar os olhos.

—É um prazer Kate. –Digo a fazendo sorrir e se afastar caminhando para o lado do marido.

—Mamãe. –Os bracinhos de Summer se esticam para mim fazendo com que Grace sorrisse para mim.

—Sua filha é linda e pelo que pude perceber ela é apaixonada por Christian. –Grace sorri para mim. –E você é uma menina encantadora. –Ela se levanta e beija meu rosto. –Eu só vi meu filho pensar em alguém antes dele mesmo uma vez, e isso aconteceu á muito tempo atrás. –Ela diz baixinho em meu ouvido e depois se afasta.

—Nós adoraríamos ficar, mas Anastácia quer ir para casa e Summer está cansada você se importa mãe? –Christian pergunta á ela que nega com a cabeça.

—Leve essa princesa para casa e não se preocupe, meu motorista está aqui para me levar embora. –Eu o vejo assentir e se inclinar para que ela lhe de um abraço e um beijo de despedida e depois nós nos despedimos de Kate e do homem que descobri que se chama Elliot e seguimos para a saída com Taylor logo atrás de nós.

Saímos do salão e fomos diretos para o lado de fora onde o carro de Christian já nos esperava. Summer estava em meu colo e de longe eu pude ver Leila esperando seu carro com José e seus olhos estavam sobre a minha menina que não fazia ideia que hoje havia conhecido a mãe que ela sempre havia me perguntado e que eu nunca pude lhe responder. Já que não fazia ideia de como contar a uma criança que sua mãe havia lhe abandonado.

—Você precisa me explicar o que aconteceu entre você e Leila essa noite. –Christian diz assim que entramos no carro me fazendo assentir.

Eu explicaria todo o relacionamento de Leila e Jack e torceria para que ele acreditasse em mim, eu sabia que Leila não queria Summer quando ela nasceu, mas isso não queria dizer que ela não pudesse querer sua filha agora.

Notas finais
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