O Contrato.
8 Capitulo 7.
Notas iniciais
Capitulo 7.
Flashback:
Eu a olhava pela sacada de meu quarto, Anastácia estava olhando para os lados vendo se alguém estava vindo para que ela pudesse tirar seu vestido e cair na piscina á sua frente. Eu a olhava todas as noites desde que ela se mudou para minha casa e mesmo não sendo a mulher mais bonita algo nela chamava a minha atenção. Assim que garantiu que ninguém a olhava ela tirou seu vestido ficando somente com um pequeno biquíni e logo caiu na piscina e começou a nadar.
Seu pequeno corpo era rápido e ela subia poucas vezes para pegar folego, eu não entendi o motivo de ela tanto se esconder mais algo nela me atraia e isso me incomodava. Eu queria ir até ela queria conhecer cada parte do seu corpo mesmo podendo ter qualquer mulher ao meu redor era ela quem chamava a minha atenção, era com ela que eu sonhava a noite. Então decidi que precisava saber o motivo de toda essa atração.
Saindo de minha sacada resolvi ir até onde ela estava eu a veria mais de perto, eu a olharia em seus olhos mesmo não querendo eu precisava chegar mais perto. Assim que cheguei á parte de trás da casa eu vi que ela ainda continuava dentro da piscina então tirei minhas roupas sem fazer qualquer barulho e me joguei dentro da agua fazendo com que ela parece para ver quem estava ali.
—Christian... ? –Sua voz era de espanto e ela olhava para os lados para ver se mais alguém estava ali comigo. –O que está fazendo aqui? –Ela se afastou de mim. –Pensei que todos haviam saído nessa noite.
—Essa casa é minha Anastácia posso estar aqui á hora que quiser e você não tem nada a ver com isso. –Digo vendo seu rosto ficar corado pela minha resposta.
—Você está certo eu vou deixar você com a sua piscina e vou para o meu quarto. –Ela tentou subir, mas eu a puxei fazendo com que seu corpo colasse ao meu.
—Eu não disse que você precisava sair. –Digo a vendo desviar os olhos enquanto sinto seu corpo tentar se afastar. –Muito pelo contrario eu queria testar uma coisa. –Digo fazendo com que ela me olhe enquanto morde seu lábio.
—Eu não tenho nada que você possa querer. – Sim ela tinha algo que eu queria ela somente não sabia disso. –Nossos pais devem estar chegando e eu preciso... –Antes que ela pudesse terminar eu chupei seu lábio inferior o mordendo levemente a fazendo gemer enquanto todo o seu corpo ficou mole em meus braços.
—Anastácia? –O grito de Jack dentro da casa fez com que nos afastássemos antes que eu pudesse começar nosso beijo. –Vamos Ana me diga onde você está. –Sua voz agora estava mais perto e isso fez com que ela me empurrasse para que pudesse sair da piscina.
Eu á vi pegando seu vestido e antes de correr para dentro ela olhou para mim com um sorriso. Eu não sabia o que esse sorriso significava mais gostei que ele tenha sido direcionado a mim, assim que escutei a vozes sumindo eu sai da piscina juntei minhas roupas e fui até meu quarto para pensar em tudo o que eu havia feito essa noite.
*****
Eu odiava festas, mas ela estava linda em seu vestido de baile, Helena havia feito questão de uma festa de dezesseis anos para Anastácia mesmo ela dizendo que não fazia questão. Desde nosso quase beijo na piscina ela se manteve afastada e eu respeitei sua decisão mais agora eu teria que dançar uma valsa com ela já que seu maldito irmão havia ficado tão bêbado que não poderia fazer isso. Eu tentei dizer ao meu pai que essa não era uma opção, mas assim que olhei á olhei nos olhos vendo o quanto aquilo era importante para ela eu não pude negar.
Helena tentou ao máximo me fazer negar dizendo que meu pai poderia fazer isso e que eu poderia dançar com ela, mas eu neguei rapidamente dizendo ao meu pai que eu não me importava. Eu vi nos olhos de Helena a sua raiva mais eu havia prometido a mim mesmo que nunca a deixaria tocar em qualquer parte do meu corpo outra vez. Ela havia tentado muitas e muitas noites e em todas elas eu a rejeitava e por isso ela tentava ao máximo se aproximar de mim em qualquer evento onde eu não podia afasta-la.
—A musica já vai começar e você precisa ir até ela filho. –Meu pai parecia feliz com minha escolha. –Eu espero que você seja delicado, Anastácia é uma menina maravilhosa e merece sorrir em seu aniversario. – Ele me disse serio me fazendo sorrir.
—Prometo não morder ela pai. –Digo sorrindo para ele enquanto me afasto chegando cada vez mais perto de Anastácia que me olho com um pequeno sorriso em seu rosto.
Assim que me aproximei estendi minha mão para ela que a aceitou e juntos caminhamos até o centro do salão com todos os olhos sobre nós. Eu odiava ser o centro das atenções mais Anastácia parecia gostar de estar ali comigo por isso tentei ao máximo não me lembrar das pessoas em volta e somente me concentrar nela. Assim que a musica começou eu a puxei para perto colando nossos corpos a fazendo rodopiar pelo salão. O seu sorriso me mostrava o quanto ela estava feliz com aquilo e o quanto a dança era importante para ela, e mesmo não querendo admitir eu também estava feliz por ser o responsável por fazer aquilo acontecer.
—Você dança muito bem. – Digo nós aproximando e olhando para meu pai que sorria e para Helena que não parecia feliz com nossa aproximação.
—Minha mãe me fez ter aulas de dança. –Ela diz dando de ombros não parecendo gostar de falar sobre aquilo e eu agradeci por isso. –Você também é um excelente dançarino. –Ela diz enquanto eu a rodopio.
—Dona Grace é uma excelente mãe e quer sempre o filho pronto para qualquer ocasião. –Digo vendo que nossa musica está se acabando e que outras pessoas estão se juntando a nós.
—Acho que agora é hora de trocarmos os pares? –Helena pergunta tocando em meu ombro me fazendo ficar tenso e Anastácia percebe isso já que me prende mais a ela.
—Christian me prometeu mais um dança mamãe. –Ana diz doce fazendo com que os olhos de sua mãe fossem até ela. –Estamos nós divertindo.
—Eu pude perceber isso. –Helena diz acida enquanto me olha mais uma vez antes de se afastar.
—Obrigado por isso. –Digo a fazendo assentir.
—Eu não sei o motivo de você não gostar da minha família Christian, mas eu não acho certo o que ela faz de tentar se aproximar de você a força. –Ela se aproxima beijando o meu rosto. –Eu sei que ela ter causado a separação dos seus pais não é o único motivo. –Eu não sabia se ela estava falando a verdade, Jack sabia sobre as investidas da mãe sobre mim.
—Hoje é o seu dia não pense sobre isso. –Digo tentando desviar a nossa conversa, eu não sabia até onde ela estava sendo verdadeira ou não comigo.
—Obrigado por essa dança. –Ela se afasta e faz uma reverencia sorrindo e sumindo em meio aos convidados me deixando ali no meio do salão com um sorriso em meu rosto.
****
Ela havia saindo com alguma de suas colegas da escola e não havia voltado e já se passava das duas da manhã e isso estava me deixando louco eu não sabia onde ela havia ido e Helena não parecia se importar já que tentou mais uma vez invadir meu quarto durante a noite. Eu estava olhando a todo o momento para ver se via seu carro entrando em nossa garagem mais isso não havia acontecido.
Eu estava pensando em ir chamar meu pai e dizer á ele que algo havia acontecido, mas meu telefone começou a tocar e o nome de Anastácia estava brilhando em minha tela. Ela nunca me ligava e se isso estava acontecendo queria dizer que ela havia se metido em algum problema.
—Christian... –Sua voz arrastada me mostrou que ela havia bebido. –Ele tentou Christian... eu disse não. –Ela parecia estar chorando enquanto eu ouvia alguns gritos ao redor.
—Onde você está? –Perguntei pegando as chaves do carro e destrancando minha porta vendo Jack vir pelo corredor com qualquer vagabunda a tira colo. –ME DIGA? –Meu grito a assustou e ela chorou ainda mais.
—Eu não sei o nome da rua... –Ela disse soluçando. –Eu vim com a minha colega e ela quem dirigiu até aqui Christian... — Ela soltou um grito. –Eu quero ir embora.
—Eu estou indo. –Digo desligando o telefone e ligando para o Barney para que ele possa rastrear seu celular.
O lugar não passava de uma casa com vários adolescentes bêbados e drogados e eu me pergunto o que Anastácia tem na cabeça de se meter ali, eu olhei por todos os lados vendo que ela não se encontrava entre aquelas pessoas então subi para os quartos abrindo porta por porta a encontrando em um banheiro ao lado do vaso sanitário.
—Que merda aconteceu com você? –Pergunto me abaixando ao seu lado juntando seus cabelos.
—Eu não sei Eva me jurou que seria somente uma bebida e não foi Christian minha cabeça está doendo muito. –Ela choramingou tentando se levantar.
—Eu vou levar você para casa. –Digo a fazendo se equilibrar ao meu lado mais isso parecia impossível.
—Eu não ia ligar para você, mas Jack não me entendeu, minha mãe também não eu não sabia mais o que fazer. –Ela disse enquanto saiamos do banheiro e caminhávamos para fora da casa.
—Você veio com seu carro? –Pergunto a vendo negar com a cabeça.
—Deixei meu carro na casa da Eva. –Ela diz assim que paramos ao lado do meu carro.
—Tudo bem. –A ajudo a se sentar e vou para o banco do motorista abrindo a janela. –Se sentir que vai vomitar novamente a janela está aberta. –Ela não me escuta por que já está dormindo profundamente ao meu lado.
Durante todo o caminho eu me peguei olhando para ela e escutando seu ronco baixo, eu não entendia como uma menina como ela podia ser filha de Helena. Assim que chegamos á nossa casa eu a levei até seu quarto e a coloquei na cama dando um beijo em sua testa, eu não sabia se ela se lembraria do que havia acontecido então para garantir, desci até a cozinha peguei dois analgésicos e os coloquei ao seu lado deixando um bilhete de melhoras e olhei uma ultima vez para ela antes de sair.
****
Todos haviam saindo e ela estava em seu quarto, eu tentei ao máximo me manter afastado, mais isso era praticamente impossível já que a todo o momento eu pensava nela, e em seu sorriso e em como ela era uma pessoa doce e carinhosa. Ana havia ganhado um espaço em meu coração sem qualquer esforço e isso me assustava, mas eu estava disposto a arriscar por ela e por mim. Assim que cheguei ao seu quarto vi que sua porta estava somente encostada então entrei a vendo deitada em sua cama somente de calcinha e sutiã lendo um livro. Ela estava tão concentrada que não viu quando fechei a porta e caminhei até sua cama me sentando ao seu lado.
—Christian... –Sua voz assustada me fez sorrir assim como ela tentando se esconder com as suas mãos.
—Você não precisa se esconder de mim. –Digo a puxando para mais perto fazendo com que ela me olhe assustada. –Você é linda. –Digo me encostando á sua cabeceira e a puxando para mim fazendo com que ela se sentasse em meu colo com uma perna de cada lado.
—Eu não deveria fazer isso eu não estou vestida. –Ela está corada e isso é malditamente adorável.
—Eu também não estou não se preocupe. –Digo tirando minha blusa a fazendo chegar mais perto de mim.
Ela me encarava enquanto minhas mãos desciam e subiam por suas costas a aproximando de mim fazendo com que eu atacasse os seus lábios sem qualquer delicadeza, mas Ana não pareceu se importar com isso já que levou suas mãos aos meus cabelos intensificando nosso beijo. Minha língua penetrou sua boca a fazendo gemer. Enquanto eu a incentivava a rebolar em meu colo.
Nosso beijo ficava cada vez mais excitante enquanto minhas mãos foram para seu sutiã o abrindo á deixando nua em minha frente. Ana não pareceu se importar quando minhas mãos foram para os seus seios os apertando vendo que eles cabiam perfeitamente ali. Seu rebolado em meu membro se intensificou com meus estímulos e ela se separou de mim jogando sua cabeça para trás enquanto gemia meu nome.
—Isso é erado... –Minha boca foi até seu pescoço sugando aquela regiam enquanto ela aranhava minhas costas deixando suas marcas ali.
—Isso e certo baby. –Digo levando seu seio a minha boca e o sugando duramente a fazendo gemer ainda mais. –Você é linda. –Me afasto levando meu dedo até sua pequena calcinha que está completamente molhada.
—Eu queria ver mais de você. –Ela diz e eu sorrio a colocando bem em cima do meu pau fazendo com que nós dois gemêssemos.
—Você vai ver mais não hoje. –Digo a incentivando a rebolar sobre mim. –Agora eu quero que você não pare por nada nesse mundo. –Ela assente levando seus lábios até os meus novamente me beijando só que dessa vez e algo mais doce.
Seus movimentos estavam me deixando cada vez mais a ponto de gozar e Ana também não parecia estar muito longe disso. Nossos beijos eram cada vez mais selvagens enquanto nós dois nós apertávamos em cada parte possível nos deixando ainda mais sensíveis. Ela chamou meu nome e eu fiz o mesmo assim que gozamos e mesmo ainda estando com minha calça isso havia sido a melhor coisa que havia acontecido comigo.
—Isso foi muito bom. –Ela beijou meu peito me fazendo sorrir.
—Foi sim agora você precisa deitar e descansar. –Digo não a tirando do meu colo e ela não pareceu se importar com isso. –Eu não vou embora. –Digo e beijo seus cabelos.
Havíamos ficado algum tempo ali e eu pude sentir quando ela caiu no sono ainda em meu colo e mesmo querendo muito dormir ao seu lado eu não podia me arriscar a sermos pegos então a tirei do colo e a coloquei deitada em sua cama a cobrindo. Ela estava linda corada e descabelada e eu precisava sair o quanto antes dali. Então fui até minha blusa e a vesti olhando mais uma vez para ela e saindo do quarto sem a acordar.
—Acha que ela gosta de você? –O sorriso debochado em seu rosto me fez parar. –Ela somente faz o que eu mando e pode acreditar eu a mandei dar em cima de você querido. –Helena tentou se aproximar mais eu a empurrei.
—Isso não é verdade ela é uma pessoa boa e não tem nada a ver com você e aquele seu filho nojento. –Dei as costas para ela escutando seu sorriso.
—Ela é minha filha Christian e sabe das coisas. –Ela veio se aproximando de mim. –Seu pai está velho e pode morrer a qualquer momento então e tentei me aproximar de você, mas seu ódio por mim não me deixou então fiz com que Ana fizesse o serviço sujo. –Ela apontou para minha calça sorrindo.
—Você não pode estar dizendo a verdade. –Eu não queria acreditar naquilo. –Ela e boa e não se parece em nada com você.
—Ela é igual a mim e você sabe disso. –Ela passou por mim indo para a porta do seu quarto. –Ela vai ser sempre igual a mim Christian. –Foi tudo o que ela disse antes de fechar a porta me deixando ali completamente arrasado.
Ela havia me usado assim como sua mãe usava meu pai, ela havia escondido de mim o quanto ela e sua mãe se pareciam e isso era de mais para mim, eu precisava ir embora, eu não podia olhar mais para ela. Eu sabia que não era o certo a se fazer mais peguei algumas roupas e liguei para minha mãe avisando que eu estava voltando para sua casa. Deixei um bilhete para Carrick dizendo que não podia mais ficar naquela casa e nunca mais voltei.
Ela ainda era virgem, ela ainda era virgem..... — Essas eram as palavras que rodavam em minha cabeça á dois dias desde que a deixei em sua cama na manha seguinte, eu não sabia o que pensar e nada mais fazia sentindo para mim, quando fiz a pergunta sobre algum homem ter tocado o seu corpo eu esperava outra resposta. E duvidei até o ultimo momento quando tive a prova de que ela falava a verdade.
Eu era o único homem que havia tocado o seu corpo e isso estava fazendo com que eu me sentisse o pior homem do mundo, eu há estava usando e a obriguei á dar a mim algo importante para uma mulher. Eu não podia negar que ser o seu primeiro homem fez com que algo primitivo voltasse a mim, mas o gelo que se formou em volta do meu coração desde o dia em que Helena me contou sobre seu plano não derreteu.
Eu havia prometido a mim mesmo que ela não me afetaria de novo, mas não era isso que estava acontecendo desde que a deixei naquela cama tudo o que eu podia pensar era em como estava sendo o seu dia e isso estava me deixando completamente louco.
—Christian.... –Um grito fez com que eu acordasse das minhas lembranças me fazendo olhar para frente vendo Elliot ali. –Eu estou chamando você á horas que porra você está pensando? –Ele me pergunta me fazendo jogar a caneta sobre a mesa.
—Não é da sua maldita conta. –Digo o vendo sentar em minha frente. –Então fale logo o motivo de ter entrado em minha sala e depois vá embora.
—Você transou com ela? –Ele foi completamente direto em sua pergunta e isso não me pegou de surpresa.
—Acho que isso não é da sua maldita conta. –Digo me alterando o vendo sorrir.
—Que merda você tem nessa cabeça Christian ela tem uma criança. –Ele bateu em minha mesa. –PORRA VOCÊ NÃO PENSA NA MERDA QUE VAI ACONTECER QUANDO TUDO ISSO ACABAR ELA VAI FICAR DESTRUIDA. –Ele estava gritando e Elliot nunca gritava.
—Ela vai ficar tão destruída quanto eu fiquei quando descobri o seu plano. –Digo o fazendo negar com a cabeça.
—Pra um homem tão inteligente ás vezes eu acho que você é um burro Christian Grey. –Ele se levanta. –Você nunca se perguntou se o que Helena te disse era verdade, ou era mais uma de suas muitas mentiras que ela contou.
—E por que ela faria isso? –Pergunto o fazendo sorrir.
—Você deu algo a Anastácia que nunca deu a mulher nenhuma você a deu seu coração mesmo que você negue. –Ele apertou o botão para o elevador. –Helena pode não ter aguentado ver o menino que ela tanto queria em sua cama dando algo a outra pessoa, mesmo essa pessoa sendo sua filha.
—Nós nunca vamos saber se o que ela disse é realmente verdade e mesmo se for não mudaria nada agora. –Digo o fazendo negar.
—Tudo já mudou e você nem percebeu ainda, essa menina sempre trás o seu melhor lado mesmo você tentando o esconder. –Ele entra em meu elevador. –A nossa festa será hoje a noite eu espero que você a traga Kate está louca para conhecer a mulher que ira descongelar o seu coração. –Antes que as portas se fechem eu escuto sua risada.
Ele estava enganado eu não mudaria, eu não á deixaria ter meu coração outra vez. –Essas eram as palavras que eu repetia a mim mesmo a todo o momento antes de ligar para Taylor para que ele levasse Anastácia para escolher seu vestido de festa.
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