O Começo De Um Destino
6 A Verdadeira Atitude De Um Homem.
Notas iniciais
Quando Thomas saiu, o Seu pai Siegfried chamou Bréton seu irmão, e passou algumas ordens à ele
- Bréton meu filho eu peço que você siga seu irmão.
- Mas por que pai?
- Ele vai até a casa dos Gates, duvido que saia algo de bom nesse encontro.
- Como quiser pai.
- Se alguma coisa ameaçar a segurança do seu irmão ajude-o custe o que custar.
- Pai acho que não tem muito que se preocupar agora que a maga estelar não tem aquela chave perigosa.
- Mas todo cuidado é pouco meu filho, você como um guerreiro deveria saber disso mais do que qualquer um.
- Tudo bem então.
- Agora vá.
Bréton seguiu rumo a casa dos Gates, e enquanto caminhava de longe avistou seu irmão que já estava na entrada da casa da família Gate. Enquanto isso Thomas se dirigiu a entrada da casa dos Gates.
- Ola, com licença tem alguém ai?
- Oh! Olha quem temos aqui. Eu achava que príncipes não saíssem de seus castelos. (Disse um homem gordo, alto e com um terno elegante)
- Me desculpe mas essa é a casa dos Gates?
- E se for?
- Bem é que eu preciso falar com uma pessoa.
- A senhorita Diana não está disponível pra vossa alteza agora.
- Ela ainda ta inconsciente?
- Não, mas ela está em repouso agora e não pode ser perturbada, eu sugiro que o senhor vá embora.
- Más é um assunto seriíssimo, eu realmente tenho que falar com ela.
- Olha senhor Dracus o senhor já causou problemas demais para a família Gate e se o senhor tivesse respeito por eles o senhor não apareceria aqui de novo.
Thomas se ajoelhou, e quase encostando a boca no chão implorou ao homem.
- Eu não sei quem o senhor é mas por favor eu te suplico que me deixe ver a Diana, eu preciso muito falar com ela.
- Ei.. ei se levante do chão, eu sinto vergonha por você alguém da realeza se curvando desse jeito e implorando algo assim.
- A realeza de nada vale, a glória de um rei e de um príncipe de nada valem se eles não tem respeito, humildade e amor pelo seu povo.
- AH (suspiro). Senhor Dracus levante-se e escute o que eu tenho dizer.
- Sim pode me falar qualquer coisa.
- Eu nunca pensei que um príncipe se ajoelharia diante de mim e me implorasse algo, eu admito que fiquei espantado e admirado. Eu realmente senti que o senhor é uma boa pessoa.
- Obrigado mas, o senhor vai me deixar entrar?
- Sim mas com uma condição.
- E o que seria? Diga que eu faço qualquer coisa.
- Quero que o senhor me vença em uma batalha.
- O que?
- Uma batalha senhor Dracus, me vença e o senhor passa.
- Eu não sei se seria conveniente, afinal o senhor já deve ter ouvido a meu respeito não é?
- Sim e por isso mesmo quero testar se sua força é tão grande quanto a sua fama.
- Tem certeza disso?
- Absoluta senhor Dracus.
- Hahaha não sei por que mas de repente eu fiquei empolgado.
- Então me mostre essa sua empolgação!
- Espere um minuto, eu quero saber primeiramente o nome de quem eu vou enfrentar, afinal o senhor sabe quem eu sou mas eu não sei que o senhor é.
- Me derrote e eu te conto!
- Uma aposta?
- Considere assim.
- Mas e se eu perder.
- Você some de nossas vidas pra sempre.
- Os riscos são bem altos
- A escolha é sua.
- Tudo bem eu aceito.
- Então venha.
Thomas e o homem misterioso praticamente voaram pra cima um do outro, mas algo estava estranho logo no começo daquela batalha. Thomas se encontrava em uma paisagem totalmente caótica e o seu adversário havia desaparecido. Thomas ficou confuso, afinal ele não sabia o que estava acontecendo.
De repente um zumbido bem agudo passou sobre a capa que ela vestia deixando um buraco nela. Thomas agora estava tenso por que sentiu que aquela não seria uma batalha qualquer.
Notas finais
Quem é o homem que luta contra ele?
E aonde Bréton está? Afinal ele deveria ser o suporte de Thomas segundo o seu pai.
Essas questões serão respondidas no próximo capitulo
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