O Cobiçado Dr. Cullen
7 Ela não acredita...
Notas iniciais
Povs Edward...
Eu estava agora no meu escritório dentro do hospital tentando entender ainda o que houve ontem a noite. Beijei a Bella achando que tinha armado o nosso encontro e queria isso tanto quanto eu. No entanto, parecia ofendida depois de trocarmos um beijo quente e molhado. Oh deus... E que beijo! A tanto tempo não provava algo tão delicioso, e muito menos tinha um mulher tão desejosa e macia em meus braços. E não entendo porque ela saiu correndo daquele jeito.
Preciso encontrar de novo com ela, perguntar o que aconteceu. E quem sabe então continuar de onde paramos... O que não daria pra tocar de novo em seu amplo bumbum, e tocar também em suas coxas grossas, e mergulhar a boca em seus seios fartos... sugar sua doce vagina, depois lhe tomar por horas e só de imaginar já começo a me excitar novamente. E se tudo fosse apenas um jogo, uma brincadeira da sua parte? Não... Não teria sentido, sou seu chefe, ela é uma ótima enfermeira. Tenho certeza que não colocaria seu emprego em risco.
Além disso parece ser uma moça doce e frágil. Não a conheço, é verdade. Mas, não me parece o tipo de mulher fria e fingida como minha ex — namorada. Sim... precisava vê — la de novo pra esclarecemos tudo de vez. E me encheu de surpresa receber uma ligação do meu pai naquele instante.
– Olá, filho. Como está? Está se adaptando bem ao novo hospital.
Eu sorri.
– Melhor impossivel, pai. E você como está indo por aí?
– Vou bem. Vivendo como o bom médico aposentado que sou. Não me contou como Tânia está lidando com a sua mudança de cidade.
E lembrei que não havia lhe falado que nos separamos.
– Nos terminamos antes de me mudar.
– Bom... Eu sinto muito.
– Está tudo bem, não estávamos apaixonados.
– Não é possível. Achava que dessa vez se casaria e me daria netos.
Oh... Sim nos últimos tempos ele não falava em outra coisa.
– Quem sabe não encontro a mãe dos seus netos aqui?
E quando falei isso só o rosto de Bella veio a minha mente. E sacudi a cabeça... Que loucura estava imaginando.
E ele falou quase como se me desse uma bronca.
– Eu espero mesmo. Já sabe que tenho idade, não posso esperar pra sempre.
– Não diga isso, pai. Vai viver muito, eu sei.
Quando terminei a conversa com meu pai, com ele ressaltando ainda mais o valor da família, liguei o computador em minha mesa e procurei pela ficha da Bella. Com certeza haveria uma no seu cadastro de funcionária. E não demorei muito pra encontrar. Solteira, trinta anos, hum... uma mulher madura que sabe o que quer, e o fato de ser solteira era muito bom também. Como era possível que nenhum homem tenha fisgado "aquele peixão."? Com certeza foi ela que não quis compromisso sério.
Fico imaginando a quantidade de homens que já deve ter enlouquecido com as suas curvas. Confesso que tem muito caras que ainda preferem mulheres mais magras. Elas podem até ser boas pra se exibir, porém na cama... Não tem graça. A Tânia que o diga. É tão melhor uma mulher voluptuosa que se tem onde pegar "na hora H", sim... Curvas macias que encham as mãos e os olhos. Se não parar de pensar nos atrativos da Bella terei uma ereção constante, e isso não seria nada bom dentro de um hospital.
Algumas enfermeiras teriam folga hoje e não sabia se ela viria, então resolvi chamar a nova responsável pelos turnos pra tirar a minha dúvida. A enfermeira Carmen, era uma mulher na faixa dos quarenta, simpática e vaidosa. E quando entrou na minha sala abriu um sorriso educado.
– Mandou me chamar, Dr. Cullen?
– Mandei sim. Sente — se, por favor.
Ela fez e resolvi ir direto ao assunto.
– Sabe me dizer quantas enfermeiras tiveram folga hoje?
– Sim, três enfermeiras e dois enfermeiros. Mas, por que a pergunta, senhor?
– E Bella Swan, também está de folga?
Ela fez uma cara estranha, como se tivesse segurando um sorriso malicioso.
– Sim, hoje ela está. Só virá amanhã a noite.
– Por que senhor, precisa dela pra alguma coisa?
Podia jurar que sua pergunta era totalmente de duplo sentido. Será que estava tão claro assim o meu interesse? Então resolvi criar uma desculpa.
– Não é que... Penso em fazer algumas alterações nos turnos.
– Claro, entendo.
E ela me lançou um olhar de "você está mentindo" vai ver mesmo não conseguia mentir.
– Obrigado, Carmen. Pode ir agora.
– De nada, senhor. Só queria dizer mais coisa antes de ir, Bella adora chocolates.
Mas... O quê? Sim... Ela percebeu mesmo meu interesse. Foi bom Bella não ter vindo, deveríamos falar em particular. Então o que faria agora? Eu poderia ligar pra ela, pois seu número ficou registrado no meu cel na última vez que me ligou. Não... Corro o risco dela desligar na minha cara, acho melhor ir em sua casa de surpresa, assim não terá como escapar. Então anotei o endereço que peguei em sua ficha. E por incrível que pareça, resolvi seguir o conselho de Carmen e depois que saí do hospital no começo da noite, entrei em uma loja de doces e comprei uma caixa de chocolates.
Fui pra casa, tomei banho, me arrumei, em seguida fui procurar a Bella. Não esperaria nem mais um segundo. Ela pareceu bem surpresa ao me ver, e se assustou quando lembrei de forma sensual a "quimica" que havia entre nós.
– Por favor, Doutor Cullen, já disse que foi um engano. Mas, se quiser me demitir, eu entendo.
– Demitir você? De jeito nenhum, quero entender tudo que houve apenas. Eu lhe trouxe chocolates.
– Eu... não quero. Só queria que esquecesse o que houve e que não comente com ninguém no hospital.
– Não gosto de divulgar minha vida pessoal, não se preoucupe, minha linda.
Ela estava nervosa, corada. Tinha os cabelos molhados como se acabasse de sair do banho, e usava um vestido simples, porém que resultava suas curvas. Sei que ela me devia explicações, no entanto o desejo falou mais forte.
– Diga o que sentiu quando a beijei?
– Co... Como é?
Ela gaguejou.
– Sentiu o mesmo desejo que eu, não foi?
Me aproximei dela e a vi recuar.
– Doutor Cullen... Por favor, vai embora.
Ao invés de ir, a tomei nos braços.
– Me solte, por favor. Já não zombou de mim o suficiente?
– Zombar? Isso é zombaria pra você?
Então a beijei, a caixa de chocolate caiu das minhas mãos e foi como se "mundo explodisse" a minha volta novamente. Ela tinha um gosto doce, exótico, irresistível. Beijei seu pescoço e em seguida comecei a abrir seu vestido. E ela disse gemendo.
– Não... Deus... Pare.
Assim que chupei o bico do seu seio, Bella jogou a cabeça pra trás e estremeceu. Hum... Deus.... Ela era um vulcão. E não pararia até que tivesse esterrado profundamente em seu "calor cremoso." Mas, ela olhou pro lado de repente e se afastou com um grito tentando ajeitar suas roupas.
– Por deus... Rose!
Então encarei a mulher loira que tinha acabado de entrar sem que percebessemos. Ela alternou olhares entre nós dois como se não conseguisse acreditar no que estava vendo.
Continua...
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