O Cobiçado Dr. Cullen
21 Diga!
Notas iniciais
Povs Edward...
Assim que estacionei meu carro em frente ao apartamento da Bella, a encarei no banco do passageiro dando um sorriso.
– Chegamos, meu anjo.
Ela também sorriu com sua timidez costumeira. É difícil explicar a noite de ontem, ou essa manhã em seus braços. Ele consegue me inflamar de desejo e me tocar o coração como nenhuma outra. Agora tenho absoluta certeza que estou apaixonado, como nunca estive antes.
– Meu turno começa ao meio — dia, é melhor... Eu ir.
Ela continuava reservada, apesar de toda a intimidade que trocamos. Mas, não desistiria até que se sentisse segura em relação a mim. Não permitirei que pense que sou igual aos homens que a machucaram.
– As últimas horas em seus braços... Foram as melhores que já tive.
Ela me olhou com tanto encantamento que fez meu coração inchar no peito.
– Eu... Não vou esquecer também, foi muito especial pra mim.
Acariciei seus lábios.
– Foi diferente pra mim, sem dúvida... Você tem uma doçura e sinceridade que nunca vi em outra mulher. E curvas... Que me fazem perder a cabeça.
A puxei pros meus braços lhe dando um beijo arrebatador.
– Vai pensar em mim o dia inteiro... Assim como eu?
Ela suspirou agarrando na parte da frente da minha camisa e falou suavemente:
– Sim... Eu vou.
E essa foi a última vez em dois dias que nos vimos. Estamos em turnos alternados. Normalmente quando largo meu horário, Bella pega o seu. Só o que ajuda a matar a saudade são as longas e doces conversas que temos pelo telefone. Dei um suspiro cansado ao entrar na sala de descanso dos médicos. E me servi de um pequeno café na cafeteira que havia ali. Como diretor do hospital poderia alternar as turnos apenas pra ficar mais perto da Bella. Porém, isso não seria nada profissional. Doutor Emmett, entrou em seguida.
– Dia longo, não é mesmo doutor, Cullen?
– Sem dúvida!
Olhei no relógio, quase onze e meia da noite. Com um pouco de sorte ainda chegaria em casa a tempo pra ligar pra minha "linda e doce enfermeira" e saber como foi seu dia.
– Amanhã será meu dia de folga, pretendo sair com minha namorada.
Fiquei feliz por ele.
– Nova namorada, doutor?
– Sim. Acho que a conhece. É Rose, a amiga da enfermeira Bella que trabalha aqui.
Como poderia esquecer? Se ela fez a Bella usar a calcinha mais sensual que já vi... Dei um grande gole na xícara de café, era bom parar com esses pensamentos lascivos ou teria "meu pênis duro em segundos."
– Fez uma ótima escolha.
Falei com sinceridade, e ele respondeu com um sorriso.
– Pelo visto o Doutor também.
E sorri bobamente. Típico de um homem que nunca se apaixonou tão intensamente como agora.
– Sim, mas por enquanto, Bella não quer que ninguém do hospital saiba.
Já conversamos sobre isso, ela disse que é cedo... Mas, vou mudar isso em breve. Pois vou lhe pedir em namoro na próxima vez que nos vimos. Pode parecer antiquado, eu sei. Todavia, em alguns aspectos ainda sou. Não tem sentido esconder a nossa relação. Uma hora mais tarde, estava no corredor do hospital, mas meia hora e poderia ir pra casa, porém, vi alguém que não esperava.
– Sabe que horas são, senhor Black? O que faz aqui? Quem permitiu sua entrada? Pelo que eu sei, as visitas acabaram há 4 horas.
Ele crispou os lábios com desagrado.
– Bella vai chegar daqui a pouco pro seu turno. Ela disse que poderia vir agora que teria notícias sobre meu pai.
E ela marcou nesse horário? Fervia de ciúmes... Sim, ela teria que me dar muitas explicações.
– Poderia falar com o médico responsável. E não incomodar a Bella com seus assuntos.
– Escute aqui, Doutor, Bella e eu somos amigos.
E falei num tom ríspido.
– É bom que sejam mesmos. Ela é minha agora.
Ele perguntou com perplexidade.
– Sua?
– Sim... Sei também que ela foi machucada pelos homens no passado. Está nessa lista meu caro, Black? É bom pra você que não esteja.
Ele fechou as mãos em punho.
– Está me ameaçando?
– Não, estou só lhe avisando. Já teve sua chance e a despediçou. Garanto que não vou permitir que tenha outra.
– Como pode saber? Talvez ela ainda goste um pouco de mim.
– Não depois da noite maravilhosa que tivemos.
Ele avançou pra cima de mim e falei sem alteração.
– Faça isso... E proíbo sua entrada nesse hospital.
– Não pode fazer isso! Meu pai está internado aqui.
– Quer me testar?
– Pode ser o dono desse hospital, doutor Cullen. Mas, não manda no coração da Bella.
Carmen apareceu em seguida. E vendo o clima hostil entre nós, perguntou:
– Está tudo bem?
Sorri amplamente.
– Tudo ótimo.
Black ainda me deu um olhar frio antes de se afastar. Amigos? Sei muito bem o que esse cara quer... E aposto que é tão mal caracter que está usando seu pai doente pra se aproximar da Bella, mas não vou permitir isso. E não lembro a última vez que fui tão ciumento e possessivo em relação a uma mulher.
– Só vim avisar do final do seu turno, Doutor.
– Claro, Carmen. Obrigado.
Cheguei em casa, cansado, e sem dúvida muito irritado. Morrendo de ciúmes do tal Black... E temendo que a Bella de alguma forma ainda possa estar interessada nele. Não... Não depois da noite maravilhosa que tivemos. Estava tomando banho. Deveria ligar pra Bella pedir explicações, mas seu turno começaria daqui a pouco, talvez devesse esperar. Em seguida ouvir a campainha tocar. Vestir uma calça e camiseta e fui atender. E pra minha surpresa era a Bella, linda num vestido floral.
– Sei que está cansado... Acabou de chegar e vou trabalhar daqui a pouco, só queria...
Não esperei que terminasse e a puxei pros meus braços louco de desejo, de saudade e lhe beijei. A empurrei de frente contra a parede. O ciúme tomou conta de mim de vez. Levantei seu vestido... E quando eu vi seu amplo e gostoso traseiro, perdi completamente o controle. A agarrei mordendo seu pescoço. Rasguei sua calcinha, abri as minhas calças e a penetrei com fervor. Bella gritou de prazer... Estremecendo. E falei num tom feroz e rouco contra o seu ouvido, enquanto arremetia implacávelmente por trás em sua vagina úmida e apertada.
– Diga que é só minha... Minha... Diga!
Depois do que Black me disse, era tudo que precisava ouvir.
– Diga!
Comecei a acariciar a parte da frente de sua fenda, Bella gemeu alto, dizendo.
– Sim... meu doutor! Sua! Só sua!
Continua...
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