O Chefe
1 Capítulo Único
Minhas mãos doíam de tanto escrever. Meu chefe, Sr. Frost, não permitia que eu descansasse um pouco sem ser em horário de almoço. Ele era muito rígido devo admitir, mas eu gosto e ele é gentil comigo. Pelo menos, o meu nome ele sabe. As outras secretárias ficam irritadas com isso, elas nunca me pareceram irritadas quando ele apenas chama a mim para virar a noite com ele no escritório. Tenho pena dele, ele é tão frio e solitário. Tento ser gentil com ele, às vezes é complicado.
Como foi naquele dia.
Era aniversario da minha irmã mais nova, a Anna, eu tive que cuidar dela quando nossos pais morreram e eu não podia perder o aniversário dela, ela viria para a cidade só para isso. Além do ir finalmente conhecer o noivo dela, Kristoff, eles namoravam há um tempo, mas nunca pude conhecê-lo e eles iriam se casar e eu ainda não conhecia meu cunhado. E, como eu sou sortuda, naquele dia, Sr. Frost estava de mal humor.
- Senhorita Elsa – disse ele pelo telefone, ele parecia irritado – venha ao meu escritório, tenho uns papeis que necessitam ser preenchidos… e a senhorita terá de passar mais algumas horas aqui comigo depois do seu horário.
- Senhor… – eu ia falar, porém ele desligou e me deixou falando sozinha. Já estava ali quando todos tinham ido embora.
Levantei-me e fui até as portas duplas à direita da minha mesa, antes de abri-las ajeitei minhas roupas e meu cabelo e respirei fundo para não chegar gritando. Entrei calmamente e ele me encarou com seus olhos azuis como o gelo.
- Rápida como sempre, senhorita Elsa. – ele deu um pequeno sorriso de canto e ajeitou os papeis – Aqui, pode levá-los.
- Senhor. – ele estava olhando para o computador dele, resmungou para que eu continuasse – Eu não posso ficar aqui hoje.
- Como? – perguntou encarando-me, novamente parecia que ele não estava feliz. Não devia ter transado essa semana.
- A minha irmã está fazendo aniversário e eu queria ir vê-la hoje. E ela vai trazer o noivo dela…
Parei de falar, ele me olhava impassível, não se importando com uma palavra que eu dizia. Coloquei as mãos atrás das costas apertei a mão em punhos de raiva.
- E…? – perguntou ele – Você não pode ir um pouco mais tarde?
- Sinto muito, senhor. Ela veio para cidade só para podermos comemorar. Eu posso compensar chegando mais cedo amanhã…
- Não. – ele me interrompeu – Eu quero hoje.
- Eu não posso…
- Ou você faz o que eu estou mandando ou você está demitida. – ameaçou ele levantando-se.
- Então eu me demito. – afirmei cruzando os braços.
Ele se aproximou demais de mim, eu bati as costas na porta, ele é muito intimidador para ficar tão perto, tão frio e mal e sensual. O cheiro dele era de loção pós-barba, era desumano fazer isso comigo, eu gostava desse cheiro era difícil pensar direito assim. Ele colocou uma das suas mãos ao lado da minha cabeça impedindo-me de fugir. Como uma pessoa pode passar tão rápido de irritada para excitada. Já tive muito sonhos com esse homem imaginando se ele era tão mandão assim na cama, porém nunca o tive tão perto com seu halito de menta tão quente no meu rosto e sua mão imensa tão perto de mim.
- O que? – perguntou ele.
Respirei fundo tentando não absorver o cheiro delicioso dele.
- Isso mesmo. Eu me demito, o senhor não pode mandar que eu não veja a minha irmã. Nossos pais morreram quando éramos pequenas e ela não tinha ninguém a não ser eu. – contei – Eu tive que ralar muito para não sermos separadas no orfanato, eu tive muita sorte de achar um casal que quisesse à nós duas e é por isso não posso deixar que o senhor me impeça de ficar junto dela. Então eu me demito.
Ele agarrou meu braço.
- Você não pode fazer isso. – disse ele.
- Se você me soltar, eu farei.
- “Você”? – ele riu e sua boca veio para o meu pescoço – Não me chame assim… gosto mais quando você me chama de “senhor”.
Gemi quando ele me deu um beijo no pescoço. Ai caralho. Eu não ia conseguir me controlar com isso acontecendo. Será que era um sonho? Só podia ser, Jack Frost nunca faria isso comigo.
- Mas se eu me demitir não preciso mais te chamar de senhor. – gaguejei levemente ao dizer tudo isso.
- Mas eu gosto mais de senhor. – sussurrou ele contra minha pele – Você sabe o quanto eu não sonhei por esse dia, estar tão perto de você. Eu sempre vi no seu olhar que você sentia algo por mim também, você era minha secretária e isso iria contra a conduta da empresa, mas já que você se demitiu então…
Ele agarrou meu rosto e me beijou. Eu queria dizer para ele parar, mas eu estava gostando tanto. A boca dele era carnuda e ele sabia perfeitamente como me agradar com sua língua, suas mãos passaram pela minha cintura e uma delas chegou no zíper da minha saia, acordando-me do transe de ter a língua dele tocando a minha.
- Não… – disse afastando minha boca da dele – Espera…
Nós dois estávamos arfando e tinha certeza que minha boca estava tão vermelha quanto a dele.
- Olha nos meus olhos e diga que não quer. – desafiou ele.
Abri a boca para falar, porém só consegui tocar a nuca dela e o puxei para mim. Jack sorriu enquanto nos beijávamos, pegou minhas mãos e as tirou da sua nuca e do seu cabelo e apertou meus pulsos em suas mãos grandes. Ele mordeu meu lábio e puxou.
- Agora, Elsa, se a senhorita me chamar de “Jack” ou do “você”, sabe o que vai acontecer? – perguntou. Neguei com a cabeça – Você vai levar tapas, entendeu?
- Entendi. – murmurei sentindo meu sexo pulsar pela força que ele segurava meus pulsos – Você quem vai me bater? – sorri de canto.
- A senhorita quer apanhar, não quer? – perguntou ele sorrindo de canto. Sorri inocentemente e assenti.
Ele puxou meu braço e me levou para a sua mesa, Jack me inclinou sobre ela e puxou minha saia preta e apertada para cima. Ele suspirou aprovando o que via e acariciou minhas coxas e a minha bunda dando um apertão em seguida.
- Por me chamar de “você”, a senhorita vai ganhar dez palmadas. – afirmou ele acariciando com uma mão minha bunda e a outra puxou meu cabelo para que ele sussurrasse no meu ouvido: – E eu quero que você conte… Certo?
Assenti e ele abaixou minha calcinha. contei os primeiros três tapas, depois acabei me perdendo porque eu gemia mais do que conseguia pensar em números. Eu na verdade não conseguia pensar em nada. A mão dele era tão forte e batia com tanta vontade na minha bunda. Era gostoso demais para conseguir pensar em qualquer coisa que não fosse para gemer pedindo por mais. Ele batia e depois acariciava fazendo a experiência ser mais excitante.
- Você ser perdeu nas contas, Senhorita Elsa? – perguntou ele – Responda.
- Sim, senhor.
Ele acariciou minha bunda rosnando em aprovação.
- A senhorita me decepciona assim, nunca algo assim ocorreu antes. – ele deu um leve risinho no meu ouvido colocando-me de frente para ele, eu nunca havia visto um sorriso tão largo no rosto dele.
Novamente ele me beijou, mas desta vez ele passou a desabotoar a minha camisa branca lentamente enquanto seus lábios puxavam e mordiam possessivamente os meus. Eu estava totalmente entregue, só isso que eu posso dizer. Queria satisfazê-lo, queria ser dele. Queria que ele fizesse o que quisesse comigo. Eu poderia ser o seu brinquedinho, caso assim ele desejasse. Assim que estava toda nua diante dele, pude notar o frio que fazia na sala por conta do ar condicionado. Tudo o que havia acontecido até o presente momento havia me deixado quente e nada disso tinha me incomodado, porém agora sob seu olhar frio e detalhista minha pele se arrepiou. Senhor Frost aprovou, pois sorriu e mordeu os lábios ao ver meus mamilos se eriçarem.
- Vire-se. – ordenou ele.
Fiquei de costas e suas mãos grandes acariciaram minha pele desde meus ombros até meus pulsos aos quais ele puxou para trás, ouvi o farfalhar de roupas e meus pulsos foram envoltos por um tecido macio e aquilo amarrou minhas mãos juntas. Sr. Frost virou-me novamente para ele e me encarou sorrindo, acariciou meu queixo e me deu um rápido beijo. Minhas pernas tremiam de antecipação. Ele se afastou o suficiente para que eu pudesse contemplá-lo enquanto se despedia.
Seus os ombros eram largos e seus músculos bem marcados, seu peito era branco e todo dividido. Suas coxas eram lindas e o seu membro me tirou o ar. Ele sorriu e acariciou o próprio membro encarando-me fixamente. Eu sentia o calor subindo pelas minhas pernas e se ele não parasse de se tocar eu iria cair no chão.
- Você quer, Elsa? – perguntou ele.
Assenti encarando fixamente seu membro ereto o fazendo sorrir. Sr. Frost segurou meus braços e me ajudou a ficar de joelhos. Ele ofereceu seu membro para mim. Eu abri minha boca e deixei que ele penetrasse-o para mim. O membro de Jack foi entrando lentamente na minha boca, minha língua já sentia sua pulsação e meu sexo pulsava inquieto querendo atenção, porém eu tinha que agradá-lo primeiro, vai que ele se zanga. Não que eu não gostasse que ele fizesse isso e me castigasse, mas eu queria chupá-o agora.
Inclinei minha cabeça para trás, deixando minha língua passar por toda a extensão do seu membro. Jack sorriu e acariciou meu cabelo puxando o grampo que o segurava deixando meu coque cair. Ele mesmo segurou meus cabelos e passou a movimentar minha cabeça para frente e para trás lentamente, eu fazia o resto, chupava, lambia, passava meus lábios, ele apenas me ajudava já que eu não tinha minhas mãos para isso.
Ele ergueu seu membro para que eu pudesse chupar seus testículos. Fiz com a maior calma do mundo aproveitando o prazer que podia dar a ele e o prazer que eu sentia por fazer isso para ele. Voltei a engolir o membro dele e Sr. Frost ficou ditando os movimentos até que ele tirou seu membro da minha boca. Eu queria continuar com aquilo, mas ele apenas sorriu, limpou meus lábios com o polegar e me ergueu sentando-me na mesa. Tentei usar minhas mãos para me dar apoio, contudo não adiantava de muita coisa. As mãos quentes dele acariciaram meus seios e deram leves apertadas.
- Tão lindos. – seus olhos encontraram os meus – Tão linda. – eu corei levemente e ele me beijou sorrindo – Até parece que você é tímida ficando vermelha assim, até parece que é uma garotinha boazinha.
Eu sorri e suas mãos voltaram para meus seios. Ele beliscou meus mamilos e eu gemi. Beijou meu pescoço, chupou e finalmente sua desceu para meus seios. Sr. Frost segurou meus seios e os uniu passando sua língua de um seio ao outro, brincando com meus mamilos. Ele tentava colocar o máximo que conseguia na boca, eu apenas me contorcia e gemia. Minhas mãos lutavam contra sua gravata para soltarem-se e agarrar seus cabelos loiros quase brancos.
Meus seios estavam ficando vermelhos de tanto que ele chupava e mordia-os. Ele soltou meus seios e apertou os mamilos beliscando-os enquanto me beijava, nossas línguas brigavam com vontade e eu não conseguia parar de me remexer procurando por contato, já que meu sexo estava muito necessitado. Eu podia senti-lo sorrir contra minha boca, ele estava divertindo-se com o meu sofrimento. Suas mãos grandes foram para minha cintura e assim fui puxada para fora da mesa e novamente inclinada sobre ela. Meus seios esmagaram tudo que havia sobre eles. Ouvi Sr. Frost rosnar e logo um estalo ecoou no escritório e eu gemi pelo tapa que levei.
- Tão linda. – murmurou ele.
Eu queria poder ver o que ele ia fazer, até estava tentando virando minha cabeça o máximo que podia, todavia quando consegui ver o cabelo dele minha cabeça caiu de volta na mesa, pois a língua de Sr. Frost estava me descobrindo, brincando com a minha feminilidade, subindo e descendo, enroscando com meu clitóris e afundava-se na minha entrada. Sua língua comprida que se afundava em mim logo foi trocada pelos seus dedos finos, ele estocava-os dentro de mim curvados enquanto sua língua majestosa brincava com meu clitóris.
- Senhor! – gemi longamente quando ele chupou meu clitóris com vontade.
Recebi um tapa forte na minha bunda e a boca dele se afastou do meu sexo fazendo-me gemer em protesto e novamente ele me bateu e eu gemi manhosa.
- Quem disse que você pode falar, senhorita? – perguntou ele estocando seus dedos em mim, não me deixando pensar e por isso, não respondi e assim levei mais um tapa – Responda.
- Ninguém disse, senhor. – respondi sôfrega, gemendo.
- E porque, mesmo assim, você falou?
- Porque eu… eu queria mostrar ao senhor o quanto o senhor me dá prazer. – respondi em meio a vários gemidos.
Ouvi-o sorrir.
- Boa resposta. – mais um tapa – E lembre-se: da próxima vez que falar sem a minha permissão, ficará amordaçada, entendeu?
- Sim.
Gemi sorrindo imaginando-me amordaçada, nua, amarrada diante dele, pronta para servir a qualquer desejo que ele tenha. Eu senti que estava próxima. Eu gemi cada vez mais alto e ele tirou seus dedos de dentro de mim fazendo-me gemer desgostosa. Eu recebi um tapa e ele mandou-me chupar os dedos que ele me ofereceu, assim o fiz, chupando meu próprio gosto, deixando seus dedos bem limpos.
- Você toma pílulas, senhorita Elsa? – perguntou.
- Sim, senhor. – respondi e ele nada disse, nem um suspiro mais alto deu.
Seu membro deslizou para dentro de mim com força e sem aviso prévio, eu ainda estava tentando me recuperar do quase orgasmo que tive, quando o mesmo veio, muito intenso fazendo meu corpo tremer com força e meu interior apertou-o de tal maneira que ele gemeu alto junto comigo e apertou minha bunda com força para se controlar. Assim passou a estocar, cada vez mais rápido e forte. Meu corpo era lançado com força para frente, eu gemia e uma das mãos de Jack segurava minha bunda e dava tapas as vezes quando ele percebia que eu ameaçava falar, e a outra agarrou sua gravata puxando minhas mãos.
Eu estava vindo novamente, aquele membro me preenchendo completamente e pulsando dentro de mim estava me levando ao ápice mais rápido que eu gostaria. O membro de Jack foi expandindo enquanto minha feminilidade apertava-o. Nós dois gememos e com uma única estocada forte e profunda gozamos. Seu gozo inundou-me quente e delicioso enquanto o meu melava-o completamente.
Minha cabeça deitou na mesa novamente e eu senti minhas pálpebras pesarem. Ele me puxou para junto de si e pegou-me nos braços levanto-me para sentar no seu sofá me deixando em seu colo. Eu suspirei esperando que ele tirasse a sua gravata dos meus pulsos e depois deu um beijinho em cada marca na minha pele. Deitei minha cabeça no ombro dele e logo seus lábios caçaram os meus e os capturaram me dando um beijo calmo, sem nenhum fogo ou rastro de querer estar no comando. Foi apenas um beijo calmo, como se ele não tivesse me batido todas aquelas vezes. Não posso reclamar, eu gostei de cada tapa e de estalo que se seguiu a ele.
- Eu te machuquei? – perguntou ele suavemente acariciando meu rosto. Eu não sabia se podia responder, podia ser um teste e ele poderia me bater mais e sinceramente eu não aguentava mais ter um orgasmo, não depois do que acabei de ter – Pode responder, Elsa.
- Não. Eu gostei. – murmurei.
- Você ficou cansada, não é? – perguntou ele rindo.
- Muito. – lembrei-me de Anna – Eu tenho que ir para casa agora.
- Para a festa da sua irmã, certo? – assenti – Olha, Elsa, se você quiser voltar a trabalhar para mim, eu posso fingir que seu pedido de demissão nunca aconteceu.
- Assim como pode fingir que nada disso aconteceu. – sussurrei.
Ele agarrou minha coxa com força.
- Não insinue algo assim de mim, senhorita. – acho que ele usa esse pronome de tratamento quando está com raiva de mim – Eu não quero esquecer, por isso quero tê-la mais aqui, porque agora sei que você realmente quer algo de mim e sendo minha secretária ninguém ficaria falando sobre você ter que às vezes passar horas comigo, trancada no meu escritório.
- Perdão, senhor. – me redimi e ele soltou a minha coxa e acariciou o local – Eu acho que não. Não quero mais ser uma secretaria, quero ser algo mais.
- Você pode ser a minha sócia. – afirmou ele casualmente.
- O que?! – perguntei sem entender, levantando minha cabeça para encará-lo.
- Exato. Você deve saber melhor do que eu como essa empresa funciona, você poderia trabalhar ao meu lado… aqui… nessa mesma sala… é um lugar tão espaçoso – eu sorri quando ele começou a beijar meu pescoço – tão cheio de oportunidades.
Ele chupou a minha pele me fazendo soltar um gemido.
- Posso pensar no seu caso. – disse levantando-me – Agora tenho que ir para casa.
- Tudo bem. – ele ficou me observando me afastar, senti minha bochechas corarem com seu olhar tenso sobre mim peguei meu sutiã e coloquei-o, minha blusa depois e por fim peguei minha saia e minha calcinha – Elsa. – olhei-o – Deixe a calcinha.
Coloquei a minha saia e ajoelhei-me no chão colocando pedaço da calcinha na boca e, engatinhando, fui até ele. Jack sorriu abertamente e pegou a calcinha colocando sobre sua perna.
- Essa é uma boa menina. – murmurou ele contra meus lábios beijando-me em seguida. Deixei-o me beijar o quanto quisesse, ou seja, até o ar se fazer necessário – Agora vá para casa e me responda amanhã o mais tardar. – ele suspirou tristonho olhando para a minha calcinha – Acho que terei que me aliviar enquanto isso sentindo seu cheiro.
- Você não presta. – disse rindo.
Ele me deu um tapa na bunda.
- Mais respeito, mocinha.
- Você não presta… Senhor Frost. – me alonguei o máximo que consegui nas palavras para ser sexy, ele sorriu aprovando, dei-lhe um último selinho e sai.
Acho que era mais que óbvio que a resposta para trabalhar com ele era sim. Eu só teria que esconder todos os chupões que ele me deu. Pois até Anna que é mais inocente ficou falando do meu roxo no pescoço e sorriu maliciosa quando eu menti que não sabia o que era.
Notas finais
E aí Diamonds, gostaram? Comentem, me amem, me digam.
Fanfic pedida pela Diamond-Dudinha (linda, diva, absoluta) *-*
Tchau, beijos, comentem, amo vocês.
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