Notas iniciais
ulna (ul·na) [...] Osso do lado interno do antebraço, quando as palmas das mãos estão viradas para a frente do corpo, ao lado do rádio.

Após afastar as plantas e a poeira do túmulo, o Coveiro escava-o silenciosamente, abre a caixa de madeira e dentro não há nada além de uma Ulna esbranquiçada. Foi tudo o que encontraram de Maeve no bosque próximo. Há uma flor murcha do lado do osso. Ele a retira e esmaga entre os dedos ossudos. De dentro do manto, apanha um lírio branco, depositando-o em seu lugar. Os galhos secos ao redor chacoalham com a brisa gelada, sopro esse que também acaricia o rosto do homem sob o chapéu. Ele enterra a caixa novamente, com esmero, e prossegue seu caminho.