O Caçador De Demonios
3 A iniciação de Joseph o solitario
Notas iniciais
Em outro lugar bem distante ao sul, Joseph mustafar uma garoto de apenas dez anos criado nos vales mais pobres da nortida do sul la estava aquela pequena criança mais uma vez usando sua imaginação com seu amigo imaginário brincando mais uma vez ele e o vento. Seu melhor amigo era nomeado por ele de pistoleiro fantasma, os dois passavam todas as tardes brincando de mocinho e vilão no faroeste imaginário de Joseph.
Sua cara mãe acredita que um dia aquela pequena criança conseguiria sair daquela solidão e arrumar amigos, Joseph parecia uma criança não muito bem vinda para os outros meninos da vila, achavam ele estranho pelo fato de seu melhor amigo ser um pistoleiro fantasma que ninguém mais poderia velo ou muito menos bricar.
Um dia Joseph estava em um dos caminhos da vila era um pouco tarde para brincar com seu amigo imaginário e as horas passaram, pobre criança chegara em casa um pouco tarde e sua mãe simplesmente não estava, sua casa estava silenciosa e o menino so caminhava:
-Mãe!-Chamou esperando uma resposta imediata.
O vazio de sua casa era de assustar qualquer tipo de criança menos Joseph uma criança com os padrões fora do normal com poucos medos e bastante inocência.
-Mãe cadê você?-Disse enquanto abria a porta do quarto da sua mãe, a janela estava aberta com um forte vento penetrando todo ambiente:
-Mãe...-Gritou já estava começando a se sentir desesperado com a ausência.
Joseph ficou completamente desesperado e correu sem pensar em mais nada só nos acontecimentos que de vez enquanto no vilarejo em que mora, pessoas as vezes desaparecem, dizem que a razão disso é um monstro um lobisomem um demônio que comem as pessoas. Correndo sem medo e a procura de alguma resposta nada foi encontrado sua mãe não estava em parte alguma.
Mais tarde voltando triste meio cabisbaixo com a tentativa de encontrar sua mãe entrou em sua casa, la estava sua mãe sentada em uma das suas cadeiras feitas de bambus favoritas.
Sem cerimônias Joseph correu e deu um forte abraço em sua mãe.
-Mãe que bom que você esta aqui fiquei preocupado.
-Sim Jo... Joseph.
-Mãe o que aconteceu se sente bem?
Então sua mãe tirou uma das mãos da barriga e um enorme buraco foi descoberto.
-Mãe não...-Gritou de desespero tentando cobrir o ferimento.
-Querido não vai adiantar estou morrendo...
-Mãe não me deixa! Mãe eu preciso do seu carinho ainda, eu preciso de você.
-Fiz tudo que estava ao meu alcance, eu tenten...
-Tentou o que?
-Proteger você deles...
-Quem mãe por favor para de falar um pouco eu vou chamar o doutor da vila.
-Não! Não temos muito tempo sinto a presença deles eles estão chegando.
-Mãe...
-Chegou sua hora, chegou... A hora de você se tornar um homem e viver.
-Não eu não quero viver sem você!
-Eu estou morrendo querido, já vivi por você em todos esses anos sofri riscos matei muitos deles , estou morrendo não posso viver mais e eu quero que você faça algo .
-O que mamãe?-Perguntou aos prantos.
-Viva por mim, lute por nos e salve o mundo com os outros.
-Quem mãe? Por favor mãe viva.
-Eles estão chegando, rápido meu pequeno segure esta faca.
O menino segurou a faca cheia de detalhes tribais com a mão de sua mãe apoiada sobre a sua.
-Você precisa me matar.
-Que não posso matar você, eu te amo, não posso mãe não posso...
Enquanto sua mãe segurava sua mão com força disse algo para que não esquecesse no seu ouvido e com todas as suas forças empurrou a faca no seu coração, Joseph gritava algo em câmera lenta que sua mãe não escutava so sentia sua vida indo ate a escuridão tomar conta de sua consciência e cair de vez nos braços da morte.
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