O Caçador
26 Faminta
Notas iniciais
Boa Leitura
Meia hora depois leonora despertou o antídoto tinha feito efeito seu corpo estava curado, mas sua alma atormentada gritava por vingança, ela queria sangue, queria destruir Daniel, “o tive em minhas mãos e o deixei escapar droga”.
Levantou da poltrona onde seus capangas a tinham colocado,cuidaria de Daniel e toda aquela corja depois agora tudo o que ela queria era encontrar sua filha, saiu dali indo direto para a casa onde Julia estava.
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Andréia estava muito ferida não só seu corpo, mas sua alma estava se sentindo fraca ela precisava caçar, alimentar sua sede, todos esses dias que passou com Leonora não havido caçado, estava fraca, faminta e toda aquela confusão havia despertado o animal selvagem que havia dentro dela, precisava caçar.
Vestiu um pequeno e colado vestido preto que marcava nos lugares certos seu corpo esbelto, passou uma maquiagem tampando suas feição pálida pela falta de alimento.
Saiu do hotel onde Daniel e seu irmão havia levado sem falar com ninguém e foi a procura da sua caça, andando a pé por uma rua pouco iluminada caminhou ate encontrar um pequeno bar a musica alta ensurdecedora, viu os homens que se consideravam machos alfas com suas tatuagens cigarros e bebidas, viu mulheres em micro saias com blusas tão justas que seus seios saltavam para fora da roupa, ali era o lugar perfeito, entrou e foi direto ao bar.
Um dos homens que estava jogando sinuca ao ver a bela morena entrar não pensou duas vezes e foi ate a mulher lhe oferecer uma bebida.
– Ola gata – falou com pose de durão engrossando a voz em uma tentativa ridícula de parecer mais másculo do que realmente era – aceita uma cerveja?
Andréia lhe olhou provocante, sorriu sexy, passou a mão nos cabelos negros ajeitando ele seria seu alvo, hoje ela não estava para brincadeira, toda a raiva e dor acumulada em seu peito naquela hora havia atiçado seus instintos de caçadora e tudo que queria era um idiota como o cara a sua frente para se divertir um pouco.
– Claro gostoso.
O homem deslizou sua mão pela coxa da morena, Andréia olhou para a mão intrusa do homem e sorriu safada, seus olhos brilhavam pela adrenalina seu sangue estava fervendo ela já podia sentir sua garganta queimar ao imaginar sugando para si toda gota de vida daquele sujeito, passando para seu corpo todo o necta da vida que depositado no corpo daquele desconhecido asqueroso.
– Como é o seu nome gostosa?
– Caçadora, pode me chamar assim – passou a mão por cima da calça do homem onde já havia ali um volume da excitação dele – por que hoje eu sai para caçar – seus olhos vibravam.
– Então gosta de emoções fortes gostosa – Falou ele apertando a coxa de Andréia
– Adoro, quanto mais forte melhor – Falou sexy, subindo sua mão pelo tórax do homem – Você não tem idéia de como eu gosto de um joguinho perigoso.
– E qual é o seu nome minha delicia? – ela perguntou mordendo um dos lábios.
– Michael – sorriu malicioso e completou – Mas pode me chamar de sua caça minha gata selvagem – disse o pobre homem pensando que estava entrando em um jogo de sedução da morena. “Você não tem idéia da onde esta se metendo otário”
– Porque não vamos a um lugar mais reservado. – Ela sugeriu
– Adoro mulheres de atitude.
– Então você vai me adorar – levantou e puxou o homem consigo, o levou ate um matagal próximo ao bar onde havia uma casa velha e abandonada.
Michael sentiu um calafrio estranho ao entrar naquela casa, seus instintos mais primitivos tentavam o avisar para dar o fora dali enquanto ainda podia.
– Sabe gata eu acho que aqui não é um bom lugar, eu conheço um motel ótimo aqui perto vamos para lá.
– Tsk tsk meu gatinho ta assustado é – ela tirou o vestido, ficando só com uma pequena lingerie – tem certeza que quer ir embora, se quiser ir agora eu vou deixa-lo partir – falou melosa, Michael abandonou qualquer aviso que seu subconsciente podia o estar mandando ao ter a visão do corpo seminu da morena. Ele caminhou ate ela e a agarrou pela cintura.
– Eu não vou a lugar nenhum hoje vamos brincar você é a caçadora e eu sou sua caça – Andréia riu sombria e disse em seu ouvido.
– Escolha errada – agarrou seu cabelo puxando a cabeça de Michael para traz e logo depois o jogando com toda força no chão, ao cair bateu a cabeça na quina de uma mesa velha o que lhe causou um pequeno rasgo em sua testa. Michael olhou assustado para Andréia.
– Você é maluca eu vou embora – se levantou e foi saindo, mas antes que pudesse chegar ate a porta Andréia o pegou e o lançou novamente no chão.
– Tarde demais para você gostoso – Foi ate ele e subiu em cima de seu corpo se sentando sobre sua barriga e disse em seu ouvido – O que foi o que aconteceu, você não queria tanto brincar de caçadora, agora vamos brincar e eu vou te devorar. – Falou mordendo sua orelha, o homem estava desesperado começou a se debater tentando liberta-se de Andréia, mas estranhamente aquela pequena e aparentemente frágil mulher era mais forte que ele.
Andréia estava adorando seu novo brinquedo respirou fundo e disse:
– Ta sentindo? O cheiro do medo é bom não é – apertou forte a coxa dele o fazendo gritar de dor – ah o que foi gostoso você não gosta que apertem sua coxa? Mas parecia gostar tanto no bar.
Tocou carinhosamente seu pescoço e subitamente o destroncou começando a se alimentar da vida que ia se esvaindo dele, minutos depois tudo que restava do homem forte e robusto era seu corpo gélido e sem vida, Andréia se ajeitou e foi embora.
*****
Leonora chegou a casa onde Julia estava tomou coragem e entrou a menina sentada na sala conversando com Felipe, quem diria que um dia viveria para ver tal cena.
Julia ao notar leonora entrar se levantou e ficou paralisa com o choque de ver sua mão, tentou pronunciar alguma palavra, queria gritar toda sua magoa, perguntar todas as duvidas que a assombraram durante anos, porem nenhuma palavra sequer conseguiu pronunciar.
– Julia – Leonora disse o nome da filha emocionada e se aproximou da jovem.
Notas finais
beijos vejo todos nos reviews
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