O Cavaleiro da Luz - Acorde, Tente e Morra
1 Acordando: I - A Era dos Anjos
Notas iniciais
Veja seus jovens lutando, veja suas mulheres chorando, veja seus jovens morrendo, veja o ódio que estamos criando, veja o medo que estamos alimentando, veja as vidas que estamos guiando... Tudo isso da maneira que sempre fizemos antes.
Pois é... Esse é o mundo que escolhemos viver, esse é o mundo onde o certo e o errado já não existem mais, esse é o mundo do caos. Lutar, chorar, ódio, medo e mortes são coisas "obrigatórias" no seu dia-a-dia nesse mundo, caso você não vivencie tais rotinas é porque com certeza já está morto. Nesse mundo ou você mata, ou você morre.... Não há muito o que pensar, e aí o que você escolhe ? E quem disse que você tem tempo para escolher? HAHAHA
Uma coisa é certa meu amigo, vivenciamos cada momento sangrento dessa Era. Como assim? Calma... Não acha que está tão acelerado? Afinal, se você está me ouvindo é porque está morto ou está prestes a morrer então o que é alguns minutos a mais ou a menos na sua vida — ou morte ?
Tá bom, tá bom vou parar de enrolar....
Olá, eu sou um anjo negro — ou caído se assim preferir. Meu nome? Eu tive meu espírito aprisionado e com isso perdi minha forma física, que seria a única maneira na qual eu poderia herdar o nome do corpo que estou hospedado. Como eu fiquei aprisionado aqui ? Você é realmente curioso, não é mesmo ? Eu já fui um anjo da luz, guerreiro e mensageiro das palavras vindas de Deus e como sabe, anjos são seres realmente poderosos e fortes. Alguns, assim como eu, conseguiam lutar tanto no plano espiritual quanto no plano físico, e eram extremamente fortes e se destacavam dentre os outros só estávamos abaixo dos arcanjos em níveis de poder, nós éramos conhecidos como os Anjos-Generais. No total éramos cinco generais, como fazíamos parte da Classe dos Anjos essa era a única maneira de sermos diferenciados dos demais e sermos os primeiros a quem os Arcanjos procuravam.
Bom, não vou mais negar a você o meu nome. Por eu ser um dos cinco Anjo-General, eu teria que ter um nome para me destacar dos demais e o nome que escolhi foi Julius. Os meus outros amigos generais se chamavam: Joel, Gustavo, Thiago e Fausto. Éramos a elite da classe dos anjos e juntos nenhum mal conseguia passar por nós tanto é que na nossa Era, os Arcanjos não tiveram trabalho pesado a se fazer defendíamos os propósitos celestiais com toda nossa força e poder. Cada um de nós levava consigo uma das Doze Armas Sagradas (sete para os Arcanjos e cinco para os Anjos-Generais), que foram forjadas pelo Arcanjo Uriel e que emanavam a força e o poder de Deus e quem a possuíssem deveriam batiza-las. Então as Doze Armas Sagradas eram:
A Lúcifer pertencia a espada Cimitarra chamada "Caminho da Luz"
A Uriel pertencia a lança conhecida como "Destruição".
A Miguel pertencia a espada Cimitarra conhecida como "A Extinção"
A Israel pertencia a espada do tipo Montante conhecida como "Salvação".
A Gabriel pertencia a Espada do tipo Katana chamada de "Vingadora".
A Ya-hel pertencia a Lança conhecida como “Destino dos Ímpios”.
A Mikael pertencia a Katana conhecida como "Queda dos Imortais".
Ao general Joel foi dada a Lança conhecida como "Caçadora".
Ao general Gustavo foi dada uma lança de cabo envergado conhecida como "Foice da Destruição"
Ao general Thiago foi dado um Machado chamado "Divisão da Matéria".
Ao general Fausto foi dada uma espada do tipo sabre chamada "Destruição da Divindade".
A mim, general Juluis, foi dada a Katana chamada "Ceifadora".
Ao decorrer dos séculos mais poderosas as armas ficavam e por mais tempo que seu donos a manuseavam mais forte era conexão entre eles. No começo das Eras, só era permitido usa-las para treinar até que a conexão entre a Arma Sagrada e seu dono fosse completamente perfeita.
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