Notas iniciais
Bom galera, ja faz um tempo, foi uma semana sem manga, mas eu ja expliquei o motivo, tinha o Enem e eu tinha que me focar na prova. Bom como foi semana que vem eu não tenho desculpa para não postar.
Eu espero que gostem. E obrigado por quem leu.

O grupo teve uma longa viajem, sem passar por cidades. A comida era originaria da caça e a água bebida de rios. Irian a elfa, cansava fácil sendo uma princesa mimada nunca tinha andado distancias muito grandes. E ela também tinha que ser protegida, além de ingênua, não tinha como se defender. Em turnos alguém ficava com ela. Lisa sempre se voluntariava. Mas no fim todos ajudavam.

As viagens eram mais curtas com mais pausas. Todos estavam exaustos de estar andando por longos tempos. Agradeceriam muito se tivessem cavalos. Gandalfr o anão já não era tão pomposo tão orgulhoso, sua barba parecia pesar. A elfa como já foi dito, era a causa das pausas, pois não conseguia andar por longas distancias, foi carregada por Dante varias vezes. Lisa sempre reclamava quando ele se oferecia, mas ele era o único com energia de sobra para carregar alguém.

Lisa não estava atrás, usava magias para diminuir o cansaço, mas não adiantava por que usar magia também cansava. Dante se arrependia de lutar com coisas tão pesadas. O que parecia melhor era Zack, que por incrível que pareça nunca demonstrava fraqueza, foi criado como nobre e se portava como um, mas era humilde como podia. Mesmo parecendo inteiro, estava muito cansado por dentro, todavia nenhuma gota de suor caia do seu rosto.

Dante também não parecia cansado, por que sua vitalidade era incrível, mesmo carregando alguém ele não se cansava, tinha energia de um animal. No fim do dia demonstrava um pouco de cansaço, mas no outro dia era como se não tivesse feito nada, como se tivesse dormido por eternidades, sua energia parecia renovar a noite, mas ele estava se cansando rápido, por ter que carregar peso a mais.

-Dessa vez você vai me carregar Dante, meus pés estão cansados eles não se movem – Lisa se jogava em cima dele.

-E as suas magias? – Dante tentava se esquivar, não queria ficar carregando ninguém, ele não era um cavalo, mas estava se sentindo como um.

-Eu não tenho mais mana (poder mágico) – Lisa se agarrava a ele, não conseguia se manter em pé – por favor, você parece tão bem, não vai fazer diferença me carregar.

Dante não pode recusar, sentia pena dela.

Bem no momento em que ela se lançou nas costas dele. Ele sentiu o calor do corpo dela e seus seios pressionaram as costas de Dante. Ele ficou um pouco nervoso e corado, mas com o tempo ele só sentia o desgaste de levar um peso a mais.

Logo eles estavam próximos a uma cidade, não muito grande, de longe parecia uma cidade simples, bem povoada, pelo menos era o que eles torciam para a cidade ser, por que precisavam de ajuda. De descanso e de comida.

Uma tempestade vinha chegando e eles tiverem que acelerar o passo para chegar mais cedo e se proteger da chuva. Não seria nada bom alguém adoecer.

Mesmo tendo uma clériga no grupo, as magias de cura não era tão simples, era necessário que algo morre-se para que algo renasce-se, alguém tinha que ficar doente para alguém ser curado, as feridas fechadas de alguém iriam se abrir em outra pessoa desconhecida, mas poucos clérigos sabiam da verdade. Era proibido ressuscitar alguém, mas não era dito o por que.

A elfa sabia muito bem dessas coisas, por isso sua magia era pouco usada, mais usadas nas situações realmente necessárias, nas emergências. Os clérigos mais experientes sempre se recusavam a curar a qualquer hora.

A medida que o grupo ia se aproximando da cidade a escuridão aumentava, e o sol não estava se pondo por que olhando ao horizonte eles ainda podiam vê-lo, era só mais um dos mistérios daquele mundo e Lisa já estava bastante curiosa.

-O que será esse fenômeno? – Lisa imaginava o porquê, imaginava que a cidade tivesse sido amaldiçoada, ou algo do gênero.

-Quem sabe, eu só sei que estou com bastante fome – Dante soltava ela – já carreguei muito você.

-Comida e cerveja! – Gritou o anão, torcendo para a cidade ter uma boa taverna.

-Espero poder descansar, depois que você me libertou da maldição eu fico cansado como um humano normal – Zack deu um tapinha no ombro de Dante, agradecendo.

-Então se acostume, por que enquanto estiver comigo não conseguira fazer mais uma burrada dessas – Dante retribuía o carinho do amigo, dando socos sem força nele.

A elfa ficou se perguntando o que tinha acontecido com Zack, na verdade ela não conhecia ninguém bem o bastante, conhecia Lisa o bastante para ser amigas e sabia sobre Dante também, por que Lisa não parava de falar sobre ele.

Lisa observou e viu a cara de curiosa da amiga e se aproximou dela.

-É uma longa historia, mais tarde eu te conto – Lisa sorriu para Irian.

Chegaram à cidade. Não foram recebidos, na verdade não tinha ninguém por lá, era uma cidade fantasma a primeira vista. As portas e as janelas das casas estavam abertas, um breve olhar para dentro e só a escuridão era vista.

Todos se decepcionaram, era para ser uma cidade feliz e acolhedora, mas no fim era um lugar morto.

-Droga – Dante praguejou – Não podemos seguir viajem, tempos que descansar e nos alimentar, me desculpem, foi culpa minha eu achava que sabia para onde estávamos indo.

-Que nada, você nunca sabe para onde nos vamos – Gandalfr tentou aliviar o peso nas costas de Dante, como sempre o experiente e confiável mestre anão – tem camas nas casas e nos nós alimentamos amanhã.

-É, você tem razão, não é necessário se desesperar – Dante seguiu os conselhos do anão, nunca tinha sido considerado líder do grupo, mas Dante tinha nascido com essa habilidade e logo sem perceber já estava liderando.

-Mas é melhor não entrarmos nas casas – Zack alertava – me parece ser território de alguém.

Olhos de cor indecifrável brilhavam no escuro das casas, logo eles ouviram rosnados e depois os primeiros saíram das casas. Pareciam humanos, ou antes eram humanos. Carne viva em decomposição, alguns sem os membros se arrastavam, outros sem uma parte da cabeça. Eram zumbis. E pareciam estar com fome, queriam comer os visitantes na esperança de ter o seu corpo de volta ao normal. Perderam a habilidade da fala e seus movimentos não eram dos mais rápidos.

Zack pegou o arco das costas e começou a disparar as flechas invisíveis. Não estava adiantando, as flechas não matavam eles, tão pouco retardavam o avanço daquelas coisas famintas.

-Mire na cabeça – Gandalfr pegou o machado e partiu um daqueles monstros no meio – só assim eles param de se mexer.

E Zack fez isso e estava dando certo.

-Como você sabe disso? – Dante perguntou ao anão.

-Foi só um palpite – o anão rodou o machado arrancando varias cabeças – duvido que façam alguma coisa sem cérebro!

Dante entrou na dança de sangue puxou a espada longa das costas e cortou o mal, a espada cortava e purificava os zumbis, Dante achava que estava libertando aquelas coisas que já tinham sido humanos.

Lisa usou magias de gelo e criou barreiras, para proteger ela e Irian, logo em seguida invocou raios do céu, os raios atingiram a maioria dos zumbis pulverizando eles. Depois de usar as duas magias Lisa ficou esgotada e perdeu as forças das pernas indo ao chão. Irian a segurou.

-É o máximo que eu posso fazer. – Lisa se deixou cair nos braços da amiga, não tinha força nem para manter a própria cabeça na posição correta.

Os três guerreiros lutaram e mataram, mas por mais que eles acabassem com aquelas coisas, mais deles vinham. E o cansaço já era evidente.

-Bater em retirada – Dante gritava para os dois companheiros – vamos sair da cidade, é melhor fugirmos, eles são muitos.

E eles voltaram para o centro da cidade. Dante puxou Lisa para seus braços e Irian correu junto dos outros.

-Zack cuide da nossa retaguarda, não deixe essas coisas se aproximarem de nos – Dante dava ordens – E Gandalfr, preciso que você abra caminho para irmos em frente, posso contar com você? – Dante perguntou ao mestre anão.

-Por acaso quer arrumar uma briga com um anão, duvidando da minha capacidade, eu ainda posso lutar por 100 dias seguidos – O anão exagerou – conte comigo mestre.

Gandalfr saiu na frente, derrubando os zumbis com seu machado, sua força era incrível e por mais que parece estranho cada golpe do machado era calculado para não gastar mais força do que o necessário. Era um guerreiro nato.

Dante matava alguns que vinham das laterais de dentro das casas. Protegia e carregava Lisa, que estava desmaiada, mas nem por isso se esquecia de Irian, sempre próximo dela.

-Desculpe, eu sou só um incômodo – A elfa falava de cabeça baixa da sua situação.

-Isso não é verdade, não iria fazer diferença se você não estive aqui, eu mataria essas coisa de qualquer forma – Dante ria ao falar, ele parou e afagou a cabeça dela, espalhado seus cabelos – não se preocupe, eu estou pagando minha divida com você, te protegerei o quanto puder.

Pegou a espada de novo e purificou mais dois que vinham para cima deles.

-Eu estou vendo! – gritou o mestre anão.

-Vendo o que? — Zack mais atrás perguntou, sempre concentrado em manter uma boa distancia dos zumbis.

-Um castelo – Gandalfr apontou para a frente – deve ser um bom lugar para se refugiar, é melhor que sair da cidade.

-Então vamos para lá! – Dante se animou ao ver um lugar que poderia ser seguro.

O castelo ainda estava dentro da cidade, uma ponte seguia por cima de um rio, dando entrada ao castelo, um castelo típico da época. Um olhar mais próximo denunciava uma edificação bem construída, mas consumida pelo tempo, havia buracos que pareciam janelas, mas não eram, parte do teto ainda estava fixa. Outra estava aparente no chão.

Ao entrar estranharam a boa iluminação. Não parecia um lugar inabitado, mas a poeira estava sobre todos os cômodos, sem falar das teias de aranha. O grupo se espalhou. Ninguém podia ficar sozinho por ordens de Dante.

Irian, Zack e Gandalf foram dar uma olhada no lugar para não ter surpresas quando fossem dormir. Dante decidiu que ficaria com Lisa próximo a saída para qualquer eventualidade. Ainda vigiaria a entrada, era difícil os zumbis entrarem ali, mas não era impossível.

-Onde estamos? – Lisa acordou ainda desnorteada, os olhos se abriam aos poucos.

-Não se preocupe, eu acho que nos estamos seguros por enquanto – Dante se afastou um pouco quando ela acordou – mas se qualquer coisa acontecer, pode contar comigo – falou pressionando o braço para mostrar os músculos, brincou.

-Então nos vamos morrer, se dependermos de você – Lisa soltou uma risada fraca.

-Os outros foram procurar lugares para descansar – Dante tentou sorrir, mas estava preocupado, porem não queria demonstrar isso.

-E a comida? – Lisa tentou se levantar, não conseguiu – temos que nos alimentar para lutar – Dante veio e a acolheu no seu colo.

-Como eu já falei, não se preocupe – Dante a colocou no lugar mais confortável daquela sala, algo fofo, um saco com penas de ganso num formato bom para se deitar.

Dante viu que Lisa voltou a dormir e aproveitou para dar uma olhada rápida pra ver se encontrava comida.

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Lisa estava desacordada, um homem saiu das sombras, portava uma capa vermelha que cobria o corpo todo. Revelou o seu rosto e era pálido, olhos azuis, cabelos amarelos até certa parte e pretos no conjunto. Tinha cabelos curtos, lábios bem vermelhos. Parecia novo, mas já devia ter vivido séculos. Sua roupa era preta de couro com alguns adornos de metal, argolas em varias partes da roupa. Usava um brinco em uma das orelhas. Tinha sobrancelha fina, rosto limpo e a palidez era o que mais se destacava.

Ele se aproximou de Lisa, chegou próximo ao seu pescoço e em um breve momento sumiu, voltou para as sombras.

Dante voltou para sala e viu Lisa deitada no mesmo lugar, da mesma forma. Ficou aliviado por nada ter acontecido com ela. Procurou num quarto próximo e achou algumas frutas no quintal. Lá tinha arvores frutíferas, que pareciam ser cuidadas e aguadas.

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-Esse lugar é enorme – o anão já não aguentava mais andar, reclamava o tempo todo – não vi nada de estranho e estou com fome.

-Não reclame, nos estamos na mesma situação que você – Zack era sempre serio, sempre calmo.

Irian tinha entrado num quarto mais atrás. Ficou surpresa e chamou os outros.

Eles olharam para um quadro e por incrível que pareça parecia ser uma foto de uma mulher idêntica a Lisa. Com roupas de épocas atrás, roupas extravagantes com muito pano desnecessário.

-Não pode ser ela – O anão conhecia a garota – ela é nova e esse quadro para ter séculos.

-Essa parece aquelas historias terror sobre vampiros – Irian começava a falar – acho que todo mundo já ouviu uma delas.

-Besteira, as pessoas são parecidas com as outras, e o que é que tem, pode até ter um vampiro aqui, tem zumbis! – Zack não gostava de acreditar nessas coisas, mas já tinha acontecido algo assim com ele – se tiver mesmo um vampiro, essa historia vai ser diferente, ele vai acabar com uma flecha na testa.

Continuaram dando uma olhada nos quartos, alguns eram bons para dormir.

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Depois todos se juntaram para discutir o que iriam fazer.

-É melhor ficarmos aqui, Lisa ainda esta fraca – Dante disse.

-Se for por mim, podemos seguir viajem – Lisa tentava não atrapalhar.

-Vamos ficar. – Dante encerrou.

Depois de uma vistoria sabiam que não havia zumbis dentro do castelo, poderiam dormir tranquilamente, ou pelo menos era o que parecia.

Por algum motivo Lisa resolveu dormir no quarto que tinha o quadro da mulher que parecia com ela.

E todos foram descansar.

Aquele homem apareceu de novo no quarto de Lisa.

-Elena! – O homem gritou.

Logo Dante abriu a porta e viu o tal homem.

-Quem é você? – Dante perguntou, e já tirou a espada das costas.

-Eu que pergunto, você esta no meu castelo – o homem abriu a boca para falar e deixou os dentes aparecerem, sem duvidas era um vampiro – saia do quarto da minha amada seu humano inferior.

-Ela não é quem você esta pensando – Dante não costumava conversar com seus inimigos, mas essa situação era diferente, Lisa estava em perigo – se afaste dela.

-Ela é Elena e só! – O vampiro tomou Lisa nos braços que ainda estava desmaiada, e entrou dentro de um armário, sumiu.

Dante correu para o local, abriu o armário e não havia nada dentro. Tirou o armário do lugar e não tinha nenhum buraco por onde ele pudesse sair.

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-Elena, minha amada, ainda bem que você voltou – o homem deitou ela numa cama, eles estavam num local fechado.

O vampiro tinha saído de uma passagem secreta e acabou naquele quarto que também era secreto. Ele deu umas tapinhas no rosto de Lisa para acordá-la.

-Onde estou? – Lisa olhou e não reconheceu o lugar – quem é você?

-Não se lembra de mim, eu sou Vicent! – ele parecia ter certeza de que estava falando com Elena.

-Não, eu não sei quem é você– Lisa estava assustada, podia ver os dentes de vampiro dele.

-Ah, entendo – ele botou a mão no rosto e fez um drama – você perdeu a memória?

-Não, eu não conheço você! – Lisa acabou se estressando.

-Isso é brincadeira não é? – ele perguntou.

-Não! – Lisa disse.

-Eu esperei você por 300 anos – o vampiro batia a cabeça na mesa – e você fica brincando comigo.

Lisa se levantou, já estava menos cansada, embora não pudesse usar magia. Saiu como se ele não estive falando com ela.

-Onde você vai? – Vicent foi até ela, mas tropeçou numa cadeira – nos vamos nos casar agora!

Lisa continuou andando sem ligar para o que ele falava.

O vampiro deu uma risada demoníaca.

-Você não sabe sair daqui – Vicent – vai ter que casar comigo.

-Sei sim, eu vi o que você fez quando entramos aqui – Lisa disse.

O vampiro caiu no chão de surpresa.

-Não vá de novo – o vampiro implorou.

Lisa sentiu um pouco de pena, mas mesmo assim acabou saindo.

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Dante procurou por todos os lugares, mas não achou Lisa, já estava ficando preocupado, quando ela apareceu sem mais nem menos.

-O que aconteceu com você – Dante perguntou – e o vampiro?

-Ele é um idiota, só me confundiu com uma mulher, nada de mais – Lisa disse.

-Como assim, nada de mais, ele é um vampiro, não que eu tenha medo ou algo do tipo, mas ele não fez nada com você, fez? – Dante perguntou mais uma vez.

-Não, não fez nada, ele é inofensivo – Lisa falou desprezando ele.

-Como pode falar isso – Vicent vinha logo atrás – você não sente medo ao me ver?

-Não, vamos Dante, não vale a pena escutar o que ele fala – Lisa puxou Dante pelo braço, se encostou nele, o vampiro olhou a cena e seu semblante mudou, ele parecia com raiva.

-Fique longe de Elena! – o vampiro rugiu e tirou uma pistola do bolso e apontou para Dante.

-Pare de me chamar assim! – Lisa reclamou.

-Espere – Dante parou Lisa – ele pode saber o que aconteceu aqui nessa cidade.

-É claro que eu sei, mas só vou contar se Elena casar comigo! – Vicent deu mais uma vez a risada maléfica.

-Já falei para não me chamar disso! – Lisa pegou um vaso que estava no chão e jogou na direção do vampiro, que acabou ficando com mais um galo na cabeça.

-Ta bom eu conto o que aconteceu – O vampiro desistiu.

-Comece então – Dante acenou para que ele continuasse.

-Foi culpa minha, eu fiz um pacto para trazer Elena de volta e dei minha alma e a de todos os moradores para tentar trazer Elena de volta, mas mago do submundo me enganou e acabei ficando assim e os moradores viraram zumbis, o sol não cobre mais esse cidade – ele continuou – se eu pude-se arrumar as coisas.

-É claro que pode, venha conosco – Dante falou com ele – pode fazer a cidade voltar ao normal, agora você vai ter que lutar – Dante estendeu a mão para ele apertar.

-Sim – Vicent apertou a mão de Dante – matarei o mago que me enganou.

-Sim, só assim a maldição vai ser desfeita – Lisa concordou.

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Os zumbis chegaram à entrada do castelo. E conseguiram invadir.

Logo todos estavam na única saída do castelo. Todos prontos para lutar.

O vampiro foi na frente e correu, aos poucos sua velocidade aumentou e ele se chocou com a multidão de zumbis.

O choque fez eles irem para trás, a maioria ficou despedaçada. O vampiro tirou duas pistolas dos bolsos e começou a atirar nos zumbis.

-Me desculpem, me perdoem, eu preciso sair da cidade – ele atirava nos zumbis chorando.

Logo Dante, Gandalfr e Zack também começaram a lutar. Logo eles estavam próximos a saída da cidade.

Lisa usou uma magia e fez uma barreira entre ela e Irian. Os zumbis tentavam atacar elas, mas acabavam se chocando com algo invisível.

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E eles saíram da cidade, Vicent estava de capa, não podia estar exposto ao sol, na capa havia uma magia de Lisa.

- Elena! – Vicent pulou para cima de Lisa e a abraçou.

Acabou por tomar um cascudo na cabeça. Dante olhou para trás e fingiu que não viu o abraço.

-Até quando você vai me chamar assim! – Lisa deu um soco nele.

-E então – o anão tentou puxar papo com o novo companheiro – você bebe sangue humano?

-Não, não gosto do sabor do sangue humano, eu estou morto, não preciso beber sangue, isso é pura lenda! – Vicent ria ao contar – mas se eu beber sangue eu fico mais forte e mais rápido.

-Fique longe de mim então! – Gandalfr riu – anões tem pouco sangue.

-Mas se você for exposto ao sol, você morre não é? – agora era Zack.

-Como eu disse, eu já estou morto – Vicent olhou para cima – eu vou desaparecer, é parte da maldição, eu poderia sair da cidade se pudesse ficar exposto ao sol.

-Mas se você morder alguém, essa pessoa vai virar um vampiro? – a elfa estava meio tímida, mas acabou por perguntar.

-Não sei, nunca mordi um humano – Vicent disse.

-E como você sabe que vai ficar mais forte tomando sangue? Como sabe que não gosta de sangue humano? – Lisa ficou estressada.

-Eu sei, por que eu sou um vampiro! – Vicent riu.

Notas finais
Bom, o proximo capitulo vai ser mais serio.
Até mais!
Ja na!