O Caso do Assassinato do Embaixador
1 Capítulo 1 - Konechi, o investigador!
Notas iniciais
Achei meio curto, mas, qualquer coisa comentem ai ç-ç
- "Eu marquei essa reunião apenas para informar que nossos pontos de petróleo foram vendidos ao E.U.A, e como embaixaador ordeno que ninguém se coloque contra isso, entenderam? Espero que sim!". Bom, foi isso que o embaixador disse um pouco antes de morrer — Dizia Konichi, um investigador de 15 anos, logo após de tomar um gole de vinho.
- Ér.. Konichi, acho que não é uma boa ideia você tomar vinho com essa idade... — Disse seu assistente — Retrucou o assistente- Eu sou seu chefe, quer ser demitido? — Retrucou de volta- Sabe... As vezes, acho que você se parece muito com o embaixador...- Ué, vai me mtar também?- Como assim? Você está querendo dizer que quem matou o embaixador trabalhava com, ou, para ele? — Perguntou o auxiliar- Bom, o embaixador era rude, ignorante, rico e metido-a-besta, todos presentes ali o odiavam, talvez alguém com raiva, ou inveja, sei lá, foi la e matou ele — Explicou KonichiNa verdade, oque realmente aconteceu foi o assasinato do embaixador do Japão, então, para investigar o caso, todo governo concordou em contratar Konichi, um garoto de 15 anos, super dotado e que bebe vinho. Sim, ele bebe vinho.E agora, Konichi e seu assistente estão discutindo sobre os suspeitos, mas, agora veja como o crime aconteceu.Era um fim de tarde, quase noite, o embaixadoracabava de sair de uma reunião que anuciou as vendas dos pontos de petróleo aos E.U.A, o embaixador estava super atarefado e tinha uma viagem marcada, mas, antes de sair do prédio que ocorreu a reunião, o embaixador decide ir no banheiro, foi ai que ele foi morto. Ele estava lavando as mãos e se preparando para sair do banheiro quando ele se depara com um vulto super rapido atras dele e quando se vira pra ver uem era, ja estava no chão sangrando, e sangrou até a morte. Ainda não foi descoberto o caso da morte. Muito menos a arma, mas todos que foram pro interrogatorio disseram que não ouviram nenhum disparo.Logo que Konichi e seu auxiliar, param de debater teorias e mais teorias sem provas, a porta abre de seu escritório abre, era um homem alto com um envelope na mão, era o resultado da autopsia. O homem intrega o envelope ao Konichi e diz:- Ja vou adiantando, a arma foi uma faca de cozinha e tudo indica que o caso da morte foi esfaqueamento.Konichi ouve as palavras daquele homem com atenção e o libera para ir embora, Konichi meio que congela indignado, e apenas uma frase sai da boca dele:- Precisamos de pistas! — Ele se levanta — Vamos para a cena do crime!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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