O Casamento do Meu Melhor Amigo

11 Capítulo 11 - Noiva em fuga


Notas iniciais
Amanhã o ultimo capítulo não percam!

K: e agora?

G: vamos no meu carro.

K: você tem um carro?

Segui ele e entramos no carro dele. Seguimos o carro dela até à uma estação de trem que foi onde ela estacionou o carro.

K: ela não está mais aqui. – disse olhando dentro do carro dela.

G: vamos entrar.

Entramos na estação e ficamos perdidos olhando de um lado a outro se víamos uma noiva no meio de milhares de pessoas.

K: vamos ter que perguntar. – parei um homem que passava e perguntei. – viu uma mulher vestida de noiva passando por aqui?

MO: na verdade vi sim, viu? Achei meio estranho, pensei até que fosse alguma pegadinha.

K; pra onde ela foi?

Mo: ela entrou no banheiro lá no final.

K: valeu. – agradeci. – vamos Gerard.

Corremos até o final do enorme galpão e havia um banheiro feminino.

K: agora deixa comigo.

G: boa sorte. – ele me agarrou e me deu um beijo.

K: valeu. To começando a me acostumar com isso. – e depois entrei no banheiro.

Quando entrei o banheiro estava vazio, mas tinha uma das portas de um dos Box trancada.

K: michelle, eu sei que está aí. Por favor, vamos voltar. Eu sei que agi mal, mas você não pode fazer isso com o Mikey.

Ninguém respondeu.

K: ele não merece isso Michelle. Ele te ama. Eu sei que agi mal, eu admito isso, eu agi muito mal e nem deveria ter seu perdão, mas...fazendo isso está prejudicando alguém que te ama de verdade e prejudicando a si mesma. Estou disposta a confessar tudo que fiz. Eu tenho que confessar que fui eu que criei toda a confusão do e-mail e que sempre fazia os dois ficarem com raiva um do outro, mas tente entender. Eu o amava. Ele não teve culpa de nada, fui eu que fiz essas coisas, eu que fiz ele ficar com raiva de você, eu que o agarrei a força. Mas eu me arrependi. Voltei atrás. Michelle, por favor, sai daí.

De repente um barulho de descarga e a segunda porta no qual estava trancada se abriu e dela saiu uma velha que me olhou com raiva.

V: nem cagar em paz se pode mais. E além do mais, você é uma vagabunda destruidora de lares. – e a velha saiu do banheiro.

Droga, a perdi de vista. Agora não teria mais casamento e o Mikey iria ficar arrasado. Arruinei a felicidade dos dois. Foi tudo culpa minha.

quando estava abrindo a porta senti um puxão no meu cabelo. Ela me puxou pelo cabelo e depois me empurrou na parede.

Mi: bruxa! – gritou ela.

K: calma Michelle. – e ela me deu um forte tapa no rosto. – ai!

Mi: arruinou meu noivado e agora arruinou meu casamento.

K: não, ainda pode voltar.

Mi: depois do que descobri? Você dormiu com meu futuro marido.

K: não dormi não. Isso foi antes dele te conhecer.

Mi: você é uma vagabunda.

K: pode me chamar do que quiser, te dou toda razão.

Mi: eu acreditei em você. Disse que era minha amiga.

K: e eu sou.

Mi: nossa, desejo muito ter várias outras amigas assim. Se pensa que eu te quero como amiga depois disso está sonhando.

K: não importa se me quer como sua amiga de novo, só não quero que vocês fiquem separados por minha causa.

Mi: pensasse nisso antes.

K: e foi o que eu fiz. Depois que te vi daquele jeito percebi o quanto ele era importante pra você.

Mi: você acabou com a minha vida. – disse ela começando a chorar e se jogou no chão ficando sentada.

K: ai michelle! – me ajoelhei e tentei abraça-la em vão.

Mi: sai de perto de mim! – Gritou ela.

K: eu só percebi que estava errada naquele dia quando...você disse que o amava. E uma frase que você me disse naquele dia fez todo sentido pra mim. Que foi: quem ama cuida. Foi aí que eu percebi que se eu amava mesmo o Mikey, o melhor a fazer era deixar ele ser feliz. E ele só seria feliz com você, por que te amava. Eu juro que sempre gostei de você só que mesmo gostando muito e ficando com receio em fazer essas coisas, eu achava que aquilo era o certo pra ter ele de volta.

Mi: eu também gostava muito de você.

K: eu só quero que você volte lá e se case com o homem da sua vida e o faça feliz como prometeu.

Mi: eu te perdôo.

K: como? – não entendi.

Mi: a maior prova de seu arrependimento, foi ter nos juntado de volta. Por isso, eu te perdôo.

K: ta falando sério? – ela fez que sim. – cara, você não existe. – eu a abracei. – obrigada. Muito obrigada mesmo.

Mi: também gostei por que descontei toda minha raiva em você. Agora estamos quites.

K: é...doeu bastante.

Mi: vai demorar pra eu voltar a confiar em você, mas tudo bem.

K: tudo bem. Eu concordo com você.

Mi: bom, temos um casamento pra ir né?

Nos levantamos e ela olhou no espelho e gritou.

Mi: eu estou horrível! – disse tapando o rosto com as mãos.

K: só precisa refazer o penteado. Vamos, lá eu te ajudo.

Quando saímos Gerard nos olhou aliviado e corremos pros carros. Eu fui dirigindo sozinha o que ela tinha trago e Gerard foi levando ela no dele.