O Canto da Queda

5 A grande mudança


Caminho na rua suja de trigo

Observo em volta aonde fico

As bestas dentro do abrigo

Fervem o sangue no grande,

Monumento inútil e caótico

Olhando aquilo apenas digo:

– Este é o esboço do caos,

e da desordem vivem com,

as cordas em vosso pescoço.

É de grande perigo o que observo

O silêncio reinando no servo escuro

Porem é um grande dever caminhar,

Pois a mudança que faço é minima,

Perante ao povo imaturo de silencio,

Mais agudo que uma música desafinada.

Mas em seus abrigos existem pensadores

De grandessíssimas palavras eles me dizem

Que com os problemas na área não condizem

Mas assistem todos nos bastidores distantes

Observando os destroços surgindo no caminho,

De trigo que se mancha do sangue feita pela,

Desonesta gangue diabólica

Porem é de um grande lamento que destruo,

Este momento de ilusão destes pensadores

Mas em seus bastidores nada estão fazendo

Devendo estão seus deveres de agir para,

Lutar contra os erros e valorizar o trabalho

Somente assim destruiremos vossas cordas

E renasceremos a cultura do combater

Para assim fazer as possibilidades acontecerem

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.