O Brutamonte De Porcelana

1 Estrela Cadente Amorosa


Notas iniciais
Tem muitas mudanças de P.O.V, ok?
Ah, eu acho que errei umas coisas aí, me desculpem.
Não tenho paciência pra revisar não. -.-
Apesar de eu ter revisado mais de duas vezes, rapidamente.

P.O.V Levy

Era de tarde quando eu estava em uma missão com Jet e Droy. Era uma missão muito complicada, no meu ponto de vista.

No papel tinham apenas poucas informações:

‘’Quem resgatar o vaso de pedras pretas do Duque Nicolau receberá 30.000 J. Trabalho urgente.

Para mais informações, venha até o castelo.’’

Então, depois que eu li o papel resolvi chamar Jet e Droy. Até por sermos um time e a recompensa ser compatível para três.

‘’-Jet! Cadê o Droy? -Perguntei para Jet, já que estranhei o ‘’sumiço’’ de Droy.

-Deve estar no balcão, pedindo comido para a Mira...

Então eu pedi para ele me acompanhar. Quando cheguei no balcão, avistei Droy comendo.

-Droy... Achei uma missão. –Ele virou para mim e mesmo sem perguntar qual era, aceitou. –Jet, você vai vir?

-Claro, somos um time!’’

Haviam passado apenas 50 minutos desde que cruzamos as portas da Guilda e começamos a seguir o nosso destino. Até que...

-Haah! Oi, baixinha. O que faz por essa floresta escura, agora, de noite e com dois paspalhos? –Sim, Gajeel. Ele ainda me chama de baixinha, que droga!

-Não me chama de baixinha, idiota! –Esperneei. Quando vi ele se levantar e começar a bater minha cabeça com as duas mãos. –Para, Gajeel! –Ele parou. Ainda bem! Ele consegue me irritar. –E eles não são paspalhos, são meu t-i-m-e.

Ao contrário de mim, Gajeel não tinha um time. Digo, ele tinha... Mas... Um gato não pode ser seu time! Mesmo que o gato possa aumentar seu tamanho e batalhar, isso não é comum. Apesar de que Happy é um gato e Natsu é parceiro dele... Deixa pra lá.

-Vamos logo! –Jet gritou, sem paciência.

-Que fome! –Precisa falar quem comentou? Droy.

-Tsc. Mas, baixinha, pra que missão estava indo? –Ele me perguntou curioso.

-Essa aqui, resgatar o vaso real de pedrinhas pretas! –Quando eu terminei de falar ele fez uma careta, não entendi direito o motivo, então perguntei. –Gajeel? Que careta é essa?

-D-desculpe, mas... Vai mesmo nessa missão com eles?! –Apontou nada educadamente para meu time.

-Qual o problema? –Perguntei calmamente... Irritada.

-Eu tentei pegar essa missão, mas é impossível! Apenas duas pessoas podem entrar e resgatar o maldito vaso.

-Então quer dizer que uma pessoa e um gato não? –Perguntei, quase rindo.

-Não seja tola! O Lily não pôde entrar porque o fresco do Duque é um sofredor! Alérgico!

-Nossa... Tá, obrigada por me avisar. –Virei para Jet e Droy, que começaram com uma briga de ‘’Sai, seu gordo! Sou eu quem irei levar a Le—‘’ Interrompido pelo ‘’gordo’’, caiu no chão. ‘’Magrelo desgramado, sou eu, o gordo aqui quem vai com ela!’’ –Tsc... Ei, vocês dois. Parem de brigar! Eu não vou com nenhum, pronto.

-Se não vai com nenhum, com quem vai? –Gajeel tornou a falar.

-Gajeel-san, poderia ir com a Levy-chan? –Perguntei com voz manhosa.

Ele me olhou e bufou, acenando a cabeça como um sinal positivo.

-Irei só dessa vez. Lily, pode voltar para a Guil... LILY?! – É mesmo... O Lily foi embora assim que cheguei perto deles... Deve estar com trauma, por ser tão fofo e eu acabar apertando ele. –Droga. Ah, vamos logo, Levy. Não quero que anoiteça e estejamos aqui.

-Certo. Boa sorte e me desculpem, Jet, Droy. Vou com o Gajeel mesmo.

-Mas o que?! –Gritaram ao mesmo tempo, espantados e sem acreditar. Nem ouvi direito, já tinha pulado as pedras e correndo atrás de Gajeel.

-Ande logo! –Tsc, carinha mais sem paciência.

-Ande lentamente! Minhas pernas são curtas, as suas são enormes! –Gritei para ele quando vi ele se virar para trás e me colocou nas suas costas. –Ei! Me põe no chão! – Me apertou contra suas costas, e negou com a cabeça. –Tudo bem, tudo bem.

-Isso... Quietinha aí.

Ele era tão grosso... Mas conseguia ser tão fofo... Eu gosto dele. Não como amigo... Tem algo ‘’maior’’ envolvido.

Íamos andando quando anoiteceu, ficou tudo escuro. Não tinha mais como continuar o caminho, era perigoso.

-Anh... Gajeel, ficou escuro, anoiteceu. Teremos que passar a noite na floresta... Tudo bem?

-Ah, claro... Vou ter que ser visto com você... –Susurrou a última parte, nem sei como, mas consegui ouvir.

-Eu não me importo de ser vista com você! É uma pena que você se importe, idiota. Vai perder a companhia de uma pessoa humilde e gentil como eu. –Droga, cadê aquilo de modéstia e humildade à parte? Isso me falta agora.

-Tá, tá, tá! Vamos logo montar uma cabana. Tem como você fazer as runas de proteção, enquanto eu cato algumas coisas pra montar uma caverninha e dormirmos dentro? –Perguntou simplesmente.

-Tem sim. Ah, Gajeel! Pode pegar água também? -Eu percebi que tinha um riacho logo ali perto, mais perigoso ainda.

-Não está me alugando muito, mocinha? Primeiro tenho que vir nessa missão com você, depois pegar água... –Nossa, que garoto reclamão! Taquei uma bolsa nele, uma bolsa que estava por ali pelo mato. Devia ser a bolsa de alguém, que estava esquecida ali. –AAI! Eu pego, baixinha!

Enquanto ele foi pegar, preparei as runas protetoras e aumentei o tempo em que elas agiriam.

Passaram 15 minutos, e nada de Gajeel...

30 agora, nada de Gajeel...

45 minutos e eu já estava preocupada, foi quando eu me levantei e vi alguém desmaiado. Era ele.

-GAJEEL! ACORDA! LEVANTA! –Comecei a gritar por ele, que não respondia e estava imóvel.

P.O.V Levy OFF

P.O.V Gajeel

Eu estava indo pegar umas coisas que aquela nanica folgosa, porém amada por mim, me pediu.

‘’Como assim ‘’amada por mim’’, Gajeel?’’ é isso que vocês devem estar se perguntando. Bem, eu passei a sentir algo por ela depois de um ataque que a guilda sofreu. Jet e Droy não puderam fazer nada, por isso eu xingava eles. Foi muito sangrento, prefiro não me lembrar... Lembro apenas de proteger Levy de Minerva, uma pessoa de má índole que queria pegar o dinheiro de nossa Guilda. Ela bateu em Levy, mas eu revidei todas essas surras.

Foi depois disso que passei a gostar dela... Corpo frágil... Será que ela poderia se acostumar com esse meu corpo aqui? Minha personalidade? Que ridículo... Um brutamonte com uma garota feita de um dos vidros mais frágeis da terra... Porcelana.

Estava pensando muito, quando vejo um vulto atrás de mim. Fui me defender com o escudo de ferro, mas era tarde. Muito tarde.

Fui atingido por uma gosma preta, que me deixou inconsciente e me teleportou para um pesadelo.

‘’Estava em uma cidade parecida com Magnólia quando curtos fios de cabelo azul passaram voando pela minha frente. Tinha uma mulher batendo em uma garota de vestido laranja, que estava deitada no chão. Desacordada.

Me aproximei e vi que era a Levy quem estava apanhando e uma mulher de cabelos pretos com vestido azul batia nela gritando algo do tipo:

-Você vai ver! O dinheiro será meu! Meu! Dos tigres!

Ela gritava e eu não sabia o porque de ainda estar parado. Quando me levantei para ir bater nela, desperto do pesadelo com uma mãozinha frágil alisando meu rosto.’’

-Le...Vy? –Chamei pelo seu nome.

-Oi Ga-Gajeel. Ainda bem que você acordou. O que aconteceu? –Ela disse um pouco vermelha, acho que por ter estado tão perto de meu rosto.

-Eu não me lembro... Mas um vulto preto jogou uma gosma em mim e eu caí duro no chão e comecei a ter um pesa... –Nessa hora eu congelei. Eu sou um Dragon Slayer, certo? Meu faro é bom. O cheiro da desgraçada que bateu na Levy no dia da luta da Guilda era o mesmo cheiro desse vulto... Minerva!

-Parou de explicar? Continue.

-Foi a Minerva.

-Co-como?- Ela me olhava espantada. –Por... Que... A Minerva... Nos seguiria e atacaria novamente?

-Não sei, mas... Se for algo com você novamente, irei te proteger. –Droga! Não disse isso, né? Agora ela vai pensar que eu estou na dela! Sou um idiota!

-O-obrigada. –Respondeu sorrindo e corada. Ela ia se levantar quando sem querer escorregou e caiu em cima de meu corpo.

Eu aproveitei e encostei minha boca na dela... Começando um beijo calmo e doce. Enquanto nos beijávamos, eu abracei a cintura dela e ela ficou corada.

Depois de um minuto, eu acho, soltei ela e ela me olhou com uma cara super-hiper-mega-extra-vermelha.

-Ga-Gajeel! O que você fez? –Nossa, irritada e corada. Que coisa linda...

-Não me controlei, baixinha. Desculpe. Até porque... Eu gosto de você, certo? –Disse sorrindo abobadamente.

-Oh... Gajeel... Idiota... –Veio me abraçar. Na verdade, ela não me alcançou. A cabeça dela ia apenas até meu peito, não alcançava a minha. –Eu também gosto de você... Brutamonte...

-Como? Isso é verdade? -Incrédulo estava eu.

-Sim... Mas... Vamos nos apressar e achar o bendito vasinho! Não quero ficar mais aqui, não quero escudo contra a Minerva!

-Ok, ok... Ei, irritada comigo? Pelo bei... –É, acho que não. Fui interrompido pelos lábios dela. Mas agora foi só um selinho.

-Não, eu gostei.

-Ainda bem... Então, quando chegarmos a guilda... Posso falar que é minha namorada? –Ela parecia surpresa.

-Tem que ter um pedido formal... Certo? –Perguntou, com a mão no queixo.

-Levy MacGarden, minha baixinha. –Me ajoelhei e peguei sua mão. –Gostaria de namorar com o brutamonte aqui? Gajeel Redfox?

-Claro que sim, Gajeel! –Entrelaçou seus dedos aos meus, eu fiquei feliz... –Vamos andando, ok?

-Certo... Mas, você ainda vai nas minhas costas! –Comecei a rir e a peguei com delicadeza, para levar.

-Tá bom...

P.O.V Gajeel OFF

P.O.V Levy

Nossa… Não foi meu primeiro beijo, Jet e Droy já me roubaram vários beijos. Mas, esse foi o melhor de todos... Com o rapaz que eu gosto.

Voltamos a caminhar, quando ouvimos um barulho muito suspeito vindo do fundo da floresta. Gajeel se assustou e me pôs no chão.

-Baixinha, eu vou ver o que é. Se esconda e tome cuidado. –Disse saindo e me dando um beijo na testa.

-Ok, você também.

Me escondi atrás de uma pedra, que era coberta por lodo. Nojo? Sim, eu senti. Mas, era a mãe-natureza... E eu me escondi ali e aproveitei para preparar mais runas, de ferro caso fosse uma luta e Gajeel perdesse magia.

-AAH! –Ouvi uma mulher gritar. Reconheci a voz. Minerva novamente.

-Pronto, minha baixinha. Pode vir. –Gajeel apareceu com uma marca de unhas cravadas em seu pescoço.

-Certo... O que ela fez com seu pescoço?

-Nada, só tentou me arranhar com as unhas venenosas dela, mas eu fui mais esperto e dei um soco nela antes.

-Nossa, salvou a pátria! –Comecei a rir. – E agora, o que faremos com o corpo dela? –O corpo ficou desfalecido apenas com um golpe de Gajeel.

-Bom... Tive uma idéia.

--- 30 minutos depois ---

-Pronto, Gajeel.

Eu usei as minhas runas para prender ela em uma jangada vazia e coloquei ela no rio. Ou seja, Minerva foi por ‘’água a baixo’’.

-Bom trabalho. Ah, e a bolsa que ela carregava, o que será que tem dentro?

-Vamos ver, eu deixei a bolsa aqui.

Quando abrimos a bolsa tinham uns pertences esquisitos, como um estojo de maquiagem, uma caneta e um mapa.

-Veja, Gajeel. Tem um mapa aqui.

-Abra e leia, digo, veja.

Abri o mapa todo amassado e vi que tinha um caminho para ‘’achar o tesouro’’ . Me lembrei do vasinho, era um tesouro precioso... Mas para que diabos uma mulher daquelas ia querer um vasinho? Tenho certeza de que ela não sabe qual o valor dele mesmo.

-Gajeel, um ‘’mapa do tesouro’’. O que acha? Poderia ser o vaso?

-Será? Não costa nada ver, estamos tão pertinho...

-Tudo bem.

Andamos por mais 5 minutos, quando chegamos em um ‘’X’’ vermelho, avisando o local.

Gajeel logo transformou o braço numa broca e escavou fundo, até achar um baú, trazer para cima da terra e me fazer abrir com magia, já que estava sujo e enferrujado.

-Vamos logo! Logo!

-ODEIO QUE ME APRESSEM! Assim a magia não sai perfeita! –Dei um grito alto. Muito alto. Alguns pássaros saíram assustados, mas eu nem liguei.

-Foi mal aí, estressada.

-Tsc, não sou estre... –Eu estava com as mãos no baú quando ele se rachou e sumiu, deixando cair no chão o que tinha dentro dele. Um vaso preto com pedrinhas pretas cheio de jóias e dinheiro.

-Nossa, quanto dinheiro! – Gajeel estava assustado.

-É... Então acho que é esse o vasinho, vamos levar para o reino agora.

-É melhor, antes que alguém possa chegar e pensar que somos assaltantes.

-Sim. Vai me carregar?

-GeeHee, vou. Só hoje.

-Depois eu te faço um favor, brutamonte.

Subi nele e percebi que meu delicado corpo estava adaptado ao dele... Como nos contos de fadas.

-Ainda bem que a minha outra metade da laranja não estragou, murchou ou virou suco... –Resmunguei bem baixinho, mas como estava com a cabeça encostada no pescoço dele e ele tinha uma audição ótima, escutou.

-De que está falando?

-Ah, é que eu demorei tanto para achar minha cara outra metade que achei que nem existisse... Mas você apareceu. –Dei um beijo no ombro dele.

-É... Eu também pensava assim.

Ri de leve e voltei a me encostar em seu ombro. Sem querer eu acho que adormeci, quando eu acordei já estava de noite e eu estava na Guilda.

P.OV Levy OFF

Narrador

-Nossa, dormiu bem? –Gajeel perguntou para a garota que ainda coçava os olhos.

-Hã...Tava dormindo! Não sei se dormi bem! –Despertou muito rápido, pensou o namorado da garota.

-LEEVYY!

-Jet? Droy? Pensei que estivessem fazendo um outro trabalho. – Disse calmamente enquanto pularam em cima dela.

-Oe, Oe! Deixem dessa agarração com a minha namorada! –O Senhor Gajeel Enciumado Irritado Redfox pestanejou enquanto começaram a olhar para ele, olhos esbugalhados. Ficou corado.

-Ga-gajeel... Podia falar numa outra hora. –Levy retrucou.

-Como assim? Levy! –Jet se pronunciou.

-Só por causa da minha gordura... –Droy, depressivo.

-Levy-chaaaaaaaan! –Lucy chegava perto da garota.

-Oe, Lucy! Não se esforce tanto. Você pode perder o bebê.

Sim, Lucy Heartfilia, grávida de Natsu Dragneel. Eles haviam casado e a barriga de Lucy aumentou muito em 5 meses, logo denunciando que ela estava grávida.

-É, Luce. Tome cuidado com nosso bebê. –Natsu chegava, fazendo bico e olhando a linda mulher.

-Lucy, vai ser menino ou menina? –Lisanna chegou perto. Ela era a madrinha do casamento.

-Bom, com toda a certeza do mundo vai ser u...- Interrompida por Elfman, não conseguiu continuar.

-UM HOMEM! –Gritava o moreno.

-Droga, Elfman! Pare de repetir isso o tempo todo. –A namorada, Evergreen brigava.

-Desculpe, querida. Um homem age por impulso. –Se desculpava, másculamente.

-Então, continuando... Acho que vai ser uma garota. –Lucy sorria, feliz.

-Sim... Vai ser nossa garotinha... –Natsu estava mais perto dela, beijando sua barriga.

-Lucy-san, vai deixar a Juvia ser madrinha? E o Gray-sama será o padrinho? –Juvia chegava arrastando Gray.

-Calma meu amor... Ainda são 5 meses de pouca vida dentro do útero da Lucy... –Gray suava, falando

-Claro, Juvia. Ah, e o nome dela? Ninguém quer saber? Nenhuma sugestão? – A loira olha para todos, com os olhos brilhando.

-Lu-chan. –Eu me pronuncio. – Que tal Nashi? Uma mistura de Natsu e Lucy.

-Lindo nome, Levy-chan. Você vai ser uma das madrinhas, ok?

-Nossa, Lu-chan... Que honra!

-Parabéns, Salamander. –Gajeel se aproximou de Natsu, dando um tapinha camarada nele. –Bela mulher.

-Oeee! Estou escutando! –Levy Ciumenta MacGarden gritou.

-Desculpa! Não foi nesse sentido! –Gajeel devolveu.

-Sim, bela mulher. Minha bela mulher. –O Salamander estava muito possessivo desde que a mulher engravidou. Mudou muito.

-Ei, Levy. –Gajeel torna sua atenção para a pequena azulada. –Eu peguei a recompensa do trabalho, deixei toda no seu quarto da Fairy Hills, ok?

-Tá, mas... Como entrou? –Surpresa, perguntava.

-Não entrei, dei para a senhora que cuidava de lá e disse que era muito importante.

-Ah, ok. Pegou a sua parte?

-Não, pode ficar com ela toda.

-Tem certeza? Gajeel! Eu não fiz quase nada, você fez tudo! –Levy tentava o convencer, mas não conseguia.

-Sim, eu tenho.

-Tá...

Já era noite na Fairy Tail quando tudo terminou. Foram todos para casa, sobrando apenas algumas garotas e Natsu, que ficaria de levar a esposa para casa assim que terminasse de conversar com as amigas.

Quase ninguém sabia que ela estava grávida, já que a barriga não fica muito visível nos primeiros meses. Fazia apenas uma semana que ela teve certeza.

-Lu-chan, que dia vai ser o nascimento?

-Lucy-san, quer que a Juvia prepare algo?

-Ora, ora. –Mirajane fecha o bar e chega. –Lucy, o Natsu ficou feliz com a gravidez?

-O Natsu ficou todo bobo... Mas se desesperou depois, quando começou a ‘’época dos enjôos’’.

-Nossa, coitado... –Mira falava, com as mãos juntas entre as pernas.

-É... Ele achava que eu ia morrer com isso. Mas depois se acostumou.

-Lucy, como eu já tenho uma filha, tenho algo para te dizer. –Bisca fala.

-Pode falar, Bisca.

-Tome cuidado na hora de amamentar, o bebê pode morder demais e você fica toda dolorida... Isso aconteceu comigo.

-Nossa, obrigada pelo conselho.

E a noite seguiu passando assim. Meninas conversando, meninos se divertindo por aí...

Levy ficou na guilda até onze e meia, depois foi para o dormitório.

P.O.V Levy On

Eu já estava cansada e decidi ir para o dormitório. Quando cheguei na frente da porta, avistei Gajeel de terno e gravata, com uma cara muito vermelha.

-Gajeel, o que faz aqui essa hora? –Me aproximei e dei um selinho nele.

-Ora, vim aqui para ver de que horas você chega e te chamar para sair. Isso não são horas, Macgarden.

-Nossa, desculpe.

-Então, quer sair comigo?

-Eu topo, me espere.

Saí para me arrumar e demorei uns 10 minutos. Fomos em um restaurante, quando ele me fez uma linda surpresa.

Tirou uma caixinha do bolso, me deu um buquê e perguntou:

-Levy, gostou da aliança de namoro?

Eu estava chocada... Ele gastou dinheiro comigo...

-Sim, obrigada, Gajeel. Agora estamos oficializados. –Sorri e o puxei para um beijo, quando uma estrela cadente passou e eu fiz mentalmente o pedido de me casar e também engravidar de Gajeel, no futuro.

Notas finais
Essa fic foi apenas outra ideia que me surgiu, por isso tem umas coisas que não estão bem explicadas ou apressadinhas demais, tipo o Gajeel falando que goooshta dela ... Digamos... ''Sem mais nem menos'' q
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!