Notas iniciais
Espero que gostem.

Anelise acordou sentada em sofa, escuro o bastante para não ser dia.

– Finalmente acordou, estava pronto para ir chamar um medico. – Disse Methew sorrindo, ele parecia que tinha ficado olhando para ela dormir o tempo todo.

– Onde eu estou? – Ela acordou de vez.

– Calma, está segura, perto de mim ninguem vai fazer mal algum a você! – Disse ele se aproximando dela e segurando sua mão, ele olhou tão fundo nos olhos dele que viu mais que sinceridade viu medo e uma paixão.

– Voce trouxe ela para cá, Met, se ela estiver sendo seguida? Não poderemos acabar com um exercito deles. – Donavan, falou ao ver Anelise.

– Não vão fazer cenas exibicionistas no meio da cidade não acha? Eu não ia deixar ela lá na maior vulnerabilidade dormindo, é logico eu tinha que cuidar dela, eu tenho que cuidar. – Disse Methew um tanto paterno.

– Ela não é a Ariel! – Methew cerrou o punho e antes que Anelise pudesse ver, ou melhor perceber uma briga havia sido iniciada, e ela conhecia aquele barulho de marmore e aquela velocidade.

Ela deu um grito e assustou os dois, fazendo ele perceberem a burrada.

– Vocês são, vocês são VAMPIROS! – Disse Anelise horrorizada.

– Pera lá! – Disse ele para a garota. – Olha o que você fez imbecil! – E deu um tapa na nuca do irmão, o irmão depois se posicionou para a briga outra vez, mas vendo o irmão ignorar ficou sem graça e sentou-se para ver tv.

– Eu e sou meio vampiro, meu irmão mais novo e irresponsavel tambem. – Quando ele disse aquilo ela levou um choque ele parecia mais velho, uns 5 anos.

– Ele caçava vampiros, e um dia eu fui atacado por uma e ele estava chegando em casa e matou ela antes de injetar o veneno, me deixando metade humano e metade vampiro, eu tenho sangue vampiros não tem, eu como, vampiros não comem, mas...

– Ele tambem sente sede! – Donavan disse. – O que foi? Ela um dia vai perceber. – Methew olhou com uma cara tremendamente irritado para o irmão.

– Eu mordo, mas não tenho veneno... – E foi interrompido outra vez pelo irmão.

– Foi assim que ele perdeu a Ariel, ela estava morrendo e quando ele tentou salva-la não tinha veneno para transforma-la. – Disse Donavan, e Anelise se retraiu.

– Donavan, vou contar até cinco! – Donavan sai do recinto. – Foi a muito tempo...

– E como ele virou vampiro? – Indagou Anelise querendo terminar o assunto logo receber o fora logo e ir embora.

– Uma garota que ele levou para casa, epoca que ainda dormiamos juntos, ela era muito burra e estava bebada, eu ouvi um barulho esquisito e quando sai debaixo do edredom lá estava ela chupando, quer dizer mordendo meu irmão, eu matei ela, mas ela já havia injetado veneno suficiente nele para a transformação. – Anelise ficou vermelha na correção dele, e quando ele terminou de falar colocou a mão no pescoço.

– Está com fome? – Ele indagou ouvindo o estomago dela.

Eles comeram um cachorro quente, e ela se sentiu a vontade para perguntar coisas sobre ele, por que ele disse isso.

– Você sente fome? – Indagou ela comendo.

– Sim, e sim. Eu sinto fome de comida e de sede tambem, a comida me enche e me fortalece mas não me satisfaz, parece que fica faltando alguma coisa, e bom eu, tomo sangue de doadores, aqueles sangues em saquinhos do banco de sangue. – disse ele no ouvido dela, fazendo ela arrepiar todinha com a voz sensual dele e o halito gelado e doce perto dela.

– Você esqueceu essa tal de Ariel? – Indagou Anelise sem travas na lingua, e com a cara dele. – Me desculpa, não quis ser indelicada, só estoucuriosa. – disse ela com um sorrisinho timido, como se ele fosse mesmo querer ficar com ela, mas ele parou segurou no queixo dela e disse olhando fundo nos seus olhos.

– Por anos eu achei que tinha esquecido ela, foi muito dificil esquecer, mas quando eu te vi assim que me mudei para uma casa eu me apaixonei por você, por que você me ignora. – Ele disse sorrindo sem ar, o halito batendo em seu rosto a fez ficar tonta, e ela se indagou “COMO VOCÊ IGNORARIA UM DEUS DESSE????”

– Eu não te ignoro! – Disse ela sorrindo, finalmente se sentindo desejada.

– Ignora sim, eu reparei que você reparou em mim quatro vezes desde que me mudei e isso faz 2 anos... – ele disse infeliz.

– Você nunca estava fora, e as unicas vezes que reparei em você, você estava se ixibindo com o carro e sem camisa, molhado e... – ela achou melhor parar de falar...

– E.... – ele disse sorrindo safadamente.

– Gostoso!

E ele beijou ela, com mais intensidade e desejo, e ela ficou mais tonta e mais embananada, e quando o beijo longo terminou ela viu Louis olhando firme com um olhar de nojo mesclado com raiva para ele.

– Methew eu tenho que ir... – Disse ela sorrindo para ele.

– Como eu faço para te encontrar? – Indagou ele.

– Eu estou me mudando mas pode ter certeza, eu vou te vizitar, na sua casa e não esconderijo.

– Ok. – ele disse beijando ela de despedida, e ela saiu andando para o lado do Louis, e quando ela passou por ele, ele começou a seguir discretamente.

Notas finais
Comentem, divulguem, e continuem lendooo....
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.