Um clima tenso se estabeleceu na casa, os vampiros ficavam imoveis, como estatuas de cera, Anelise se movimentava e estava caindo de sono, mas receosa de mais para dormir tranquila, Joy a cada tempos começava a esperniar e gritar feito condenada, Anelise, inveja Joy, sempre invejou, e sempre vai invejar, Joy era tudo o que qualquer garota queria ser, e agora, mas do que qualquer uma vai ser, perfeita aos olhos dos garotos, e sedutora.

– Você está com fome? – Indagou Alejandro finalmente acabando com o silencio e parando de encarar ela como os outros faziam, menos o Louis, que ficou olhando para o escuro.

– Sim. – disse ela sem saber qual seria a reação.

– Que de mais, faz tempo que não sinto fome, quer dizer fome. – disse ele corrigindo.

– Eu sinto todo o tempo! – Disse ela acabando o clima chato.

– Ela se parece tanto com a Clo. – Disse Jojo mechendo somente a boca.

– Não podemos ficar esperando sentados aqui os Ventrues vão vasculhar o pais a procura dela e de você. – Disse Phelipe alertando sobre as novas.

– Me da um tempo eu estou pensando. – Disse Louis abaixando os pés e ficando ereto.

– Nós podemos dizer que ela morreu, e se eles quiserem provas daremos um corpo. – Louis finalmente disse.

Phelipe gargalhou e Rochelle, Rochelle se levantou.

– Então é isso? Resolvido, posso sair agora? – Disse ela sem paciencia alguma.

– SOME! – Disse Alejandro. – Menos uma para atrasar.

– Atrasar, eu? Essa é boa! – disse ela olhando friamente para Anelise, que não sustentou o olhar.

– Ela está com fome! – Disse Jojo, lembrando a todos.

– Já pedi pizza.

– Temos visita! – Voltou Rochelle de fora mais branca do que já era.

– A pizza! – Se levantou Jojo indo atender a porta.

– Não espera não abra, são os...

– Ventrues! – Rochelle disse.

– Rapido escondam elas. – Disse Alejandro, indo para o porão carregando Joy, e Anelise foi enfiada no armario.

– Ela impregnou a sala. – Disse Rochelle.

– Foi um lanche. – Disse Louis.

Toc Toc, e BLAMP, porta abaixo.

– Poderia abrir a porta, estava destrancada. – Disse Louis em saudação.

Luck entrou na sala.

– Me poupa de seu materialismo. – Disse ele olhando para cada um deles e parando em Louis.

– O que você quer? – Rochelle disse tentando transparecer curiosidade.

– Onde está a garota? – Ele indagou fechando a cara.

– Que garota? – Alejandro voltou. – Tiveram uma festa e nem me avisaram?

– Parem de fazer novelinha, onde está a garota?

– Não sabemos de garota alguma, tem um monte na cidade. – Respondeu Phelipe.

– Escute aqui feto de vampiro, EU QUERO SABER ONDE ESTÁ A GAROTA QUE SABE DE MAIS COISAS QUE DEVERIA SABER.

– Eu persuadi ela, ela não se lembra de mais nada. – Louis tentou.

– É mesmo? – Disse Jack soltando o pescoço de Phelipe. – Você sabe quantos milenios demorou para fazer com que passassemos a ser uma misera historia de terror? – O silencio foi a resposta. – Não não sabe, para sua informação, foi 1 e meio, e mesmo assim ainda existem os espertinhos os humanos que caçam vampiros e que exterminam quem eles descobrem, eles sabem e tem as armas certas, e se uma noticia concreta se espalhar, esses espertinhos vão ganhar fama e um numero de discagem rapida na agenda telefonica, e eles vão começar a vender objetos mortais para nós, não devemos previnir os humanos de nossa chegada e sim surpreendelos e não sermos surpreendidos, nós somos os caçadores e eles a caça, não torne isso mais dificil para você onde está a GAROTA?

– Ela não se lembra já disse.

– Não ela não esqueceu, Fred e Jack me disseram que um do seu bando os esquartejaram para salvar duas humanas, eu quero saber o que vocês estão escondendo, ou terei de mata-los.

– Ai você leva o nosso segredo junto para nosso tumulo. – Disse Alejandro.

– É bom essa garota não cruzar com um vampiro novamente, se eu sober que ela continua sabendo eu procurarei cada um de vocês e mandarei um por um para o inferno. – Disse Jack se retirando. – É bom que fiquem avisados.

– Alguem pediu pizza? – Disse o entregador olhando para a porta e o estilo dos moradores.

Luck virou nos calcanhares com um sorriso de triunfo, mas Alejandro teve a iniciativa.

– Não atrapalha nosso lanchinho! – disse ele, e Luck entendeu e se retirou do lugar.

– É melhor comermos, ele pode estár vigiando.

– É 32 reais. – Disse o entregador cobrando a taxa de entrega.

Alejandro fingiu que ia pegar a pizza mas grudou no ombro do garoto e o puxou para dentro e logo um grito ecoou por toda a casa.