O Beijo do Anjo Imortal
2 Capítulo 2- Por que não?
Notas iniciais
De repente minha visão ficou comuns pontinhos pretos, eles começaram a aumentar e aumentar até minha visão toda escurecer, só consegui escultar a respiração ofegante de alguém, mas quem iria ficar tão preocupado comigo? Sou como a água... Transparente, se mistura com tudo, está em todos os lugares e ao mesmo tempo em lugar nenhum.
"E é essencial á vida"
Minha visão clareou, consegui visualizar a pessoa que me salvou. Tinha cabelos marrom e olhos prata, tanto cinza como prata, era botino... Mas um completo estranho.
–Você está bem? -Perguntou ele.
Me levantei. -To ótima.
–Ou você não pode sair simplesmente andando!
–E por que não?
–Um obrigado seria o bastante. -Disse ele também levantando.
–Obrigada, mas eu não te conheço.
–Sou Sammy, mas por favor me chama de San.
–O.k San.
–Agora é a parte que você diz seu nome.
–Não, você pode ser um maníaco.
–Sou um maníaco bem lindo.
–Só se for um maníaco bem convencido.
–OH JOVENS! PODEM SAIR DA RUA?! -Gritou um cara de dentro do carro.
Fui andando até a outra calçada e o tal de San me seguiu.
–Ei, espera. -Falou ele, me virei. -Aonde você vai?
–Só acho que não é da sua conta, mas eu vou na floricultura. -Por algum motivo não queria ser grossa com ele.
–Aqui não tem mais nenhuma floricultura. -San falou como se fosse obvio.
–Ótimo, eu tinha que comprar um boque de rosas azuis para o meu "irmão". -Fiz aspas com os dedos. -Dar para uma tal de Cassy.
Ele riu. -Quer tomar um sorvete?
O olhei, tomar um sorvete com um cara estranho que se chama Sammy e que te salvou de um grave acidente. -Poque não...
Ele parecia ser o cara mais perfeito, se dava bem com todos com todos, parecia aqueles príncipes de contos de fadas.
"Mas nada começa com era uma vez e termina com felizes para sempre... Existe uma realidade negra por trás de tudo."
–Vão querer sorvete do que? -Perguntou o homem da sorveteria.
–Quero picolé de amora.
–Quero o mesmo. -Falou San me encarando. -E eu pago.
–Mas...!
–Mas nada. -Ele pagou e pegou os picolés.
–Você é meio sinistro.
Ele deu um meio sorriso. -É que sabe eu sou agente da FBI.
–Ah claro, e quem é a sua vítima?
–Você. -Ele falou com tanta firmeza que eu quase acreditei. Eu falei quase.
"As vezes as melhores pessoas escondem uma realidade obscura".
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