O Assassinato Da Rua Sete

1 Capítulo 1 - O Assassinato : Quem matou Leo ?


Noite de Halloween. Como um costume americano, Leo e seus amigos saíram à procura de doces.

Melhor explicar cada característica de cada “amigo”:

– Larry: 22 anos. O garoto mais velho e experiente. Gostava de ler e escrever e pretendia ser um escritor nato. Não gostava de brincadeiras infantis. Era sério e herdeiro de uma família rica. Larry estava nessa jornada de doces para ser o responsável pelas crianças.

– Ana: 21 anos. A pós-adolescente mais interesseira de todas. Era namorada de Larry e se interessava muito na herança de Larry. Era volúvel o suficiente para Larry gostar dela. Ana foi pedir doces pois Larry tinha pedido para lhe acompanhar.

– Leo: 14 anos. Irmão de Larry. Piadista. Sempre tão divertido que chegava a irritar os outros. Era um pouco desastrado. Outro herdeiro da herança da mesma família rica de Larry.

– David: 8 anos. Valoriza muito as coisas que tem. Adora os brinquedos do Capitão Bob Greencold. E irresponsavelmente vingativo.

– Alice: 6 anos. A irresponsável. Faz o que bem entende. Como tem 6 anos, tem a atitude de quem tem 6 anos, obviamente. Pega o que quer, mexe no que quer, faz o que quer.

Agora vamos ao enredo:

Larry e Ana não estavam fantasiados. Leo estava vestido de múmia. David estava vestido de Capitão Bob Greencold e Alice estava vestida de guerreira com espada e tudo.

Eles moravam num estado tão pequeno que ele era dividido em Ruas. Eram 7 Ruas. Para arrecadar muitos doces eles passaram por todas as Ruas. Começaram pela
primeira.

Podiam-se ver várias outras crianças se divertindo, rindo e com doces de casas saindo. Outro costume americano era de montar casas de horrores para crianças entrarem e se assustarem. Alguns donos de casas montavam praticamente uma casa assombrada.

A Rua Um terminava e, sem muitos doces ainda, as crianças seguiam para a Rua Dois.

A Rua Dois era conhecida por dar muitos lucros aos interessados em doces. Ao passarem pela Rua Dois eles lucram o triplo da Rua Um. O que era uma coisa boa.

Seguiam até a Rua Três. Essa não era muito famosa no Halloween pois era composta por idosos como donos de casas. Logo eles não compartilhavam muito do Halloween. Mass as crianças tentaram mesmo assim ganhar alguma gostusura. Logo Leo falou inconformado:

- Não acredito que os donos dessa rua não podem ter a boa vontade de comprar alguns doces pra gente.

- Fique quieto. Só peça doces e continue andando – disse Larry enquanto tentava ler um livro que esperou tanto para comprar.

-Ah, para de reclamar irmão. Você não precisa ler esse livro agora – disse Leo pegando o livro das mãos do irmão, e,drasticamente depois, tropeçando e deixando o livro cair numa poça de água (chuva no dia anterior) e enfurecendo o irmão.

- Leo eu vou te matar!

- Eu não acredito que você fez isso com meu Lar — disse Ana chamando seu querido namorado de Lar — você insuportável e não tem o direito nem de ... UH! Não tem o direito nem de viver!

Todos já tinham compreendido que ela havia falado aquilo por causa da herança, exceto o próprio Larry.

Mas mesmo acabando com a alegria da noite do irmão, eles seguiram até a Rua Quatro.

Rua Quatro. As decorações das casas da Rua Quatro eram as melhores. Ainda não havia muitos sinais de casas de horrores. Queriam se assustar, a final era Dia das Bruxas.
Então continuaram.

Na Rua Cinco não aconteceram muitas coisas. Só pegaram os doces e seguiram até a Seis.

- Ainda bem que eu trouxe o boneco do Capitão Bob Greencold – afirmou David – ele me ajuda a não ficar com raiva de pessoas que não dão doces pra gente.

- Por que vocês insistem em trazes coisas pessoas pra nossa aventura?- perguntou Leo
retoricamente e quando empurrava (por brincadeira) David e acidentalmente (outra vez) fazer o próprio David cair em cima de seu boneco e quebra-lo em pedacinhos. David, com seu sentimento vingativo, foi outro que se opôs à Leo nessa jornada.

Na Seis aconteceram muitas coisas. Eles não ganharam doces mas fizeram as velhas travessuras (“Gostosuras ou travessuras?”). Ninguém atendia às campainhas. Logo foi onde ocorreram as melhores travessuras.

E finalmente, a fatal, a mortal, a misteriosa, a polêmica Rua Sete. Era onde havia a
M-E-L-H-O-R casa de horrores de todo estado.

Tudo que se sabia sobre ele, era que ele era dono de um banco internacional e que ele tinha a aparência de ter nascido 1000 anos atrás. Ele era chamado de Sr. X. Sr. X era
mais rico do que a própria família de Larry e Leo. A casa dele era a atração da rua. Os outros moradores dessa rua até desistiam de entregar doces ou de tentar montar casas de horrores porque nenhuma conseguiria competir com a do Sr. X.

As crianças, aterrorizadas e empolgadas, chegaram na Sete e foram correndo até a casa do Sr. X. Entraram.

Dentro da casa, ouvia-se o uivado de um lobo. Teias de aranha nas paredes e vasos com ilustrações assustadoras, que para o Sr. X, que se vestiu de Drácula, significavam muito. Dizia ele que valia mais de 1000 anos de experiência (ele não estava mentindo). Entretanto Leo, sem querer desastradamente caiu e derrubou um vaso milenar e precioso. Os olhos de Sr. X ficaram vermelhos de raiva. Tinha a vontade de matá-lo.

- Crianças como estou animado por causa do Dia da Bruxas vamos deixar essa acontecimento de lado e continuar nosso passeio pela casa dos horrores do Sr. X.

Eles foram levados para uma sala vermelha. Esta era chamado vermelha porque ela tinha aquela famosa luz vermelha que é usada para revelar fotos. No entanto, as fotos eram imagens assustadoras de monstros e pessoas mortas. Era intrigante. Escorria uma gosma vermelha das paredes. De repente a luz se apagou.

Ouviu-se um grito que quebrou o silêncio da noite. As luzes se reacenderam e havia um cadáver no chão. Era o cadáver de Leo cheio de sangue em seu peito.

Todos eram suspeitos, então quem matou Leo?