Notas iniciais
Aqui foi o devaneio mais doido que a minha mente já teve.
Eu criei uma guerra fictícia, uma história por trás do meu sonho e gostei bastante do resultado.

Nota:
Os diálogos sublinhados estão sendo falado em outra língua, inglês no caso.

A Guerra está alcançando novos níveis, a OTAN está perdendo força na África e a derrota Aliada parece certa. Antes de começar meu relato, devo antes explicar o que aconteceu.

A Guerra na Síria serviu como um fator crucial para essa Guerra mundial. Rússia de um lado, Estados Unidos do outro. Uma provocação americana levou o presidente russo a declarar que estaria em estado de alerta a partir daquele momento.

Não demorou muito para a China juntar-se à Rússia, que tentou convocar o BRICS para esse possível conflito. Brasil e África do Sul recusaram-se prontamente, e o governo indiano disse que ajudaria se algum dos dois fosse atacado.

Com todas essas faíscas, a ONU fez uma reunião, porém, não se chegou a um consenso, inutilizando completamente a convocação.

No fim da segunda década dos anos 2000, o hemisfério norte inteiro era um barril de pólvora, prestes a explodir. A OTAN preparava-se para a iminente guerra.

O estopim da guerra foi um desentendimento japonês e coreano, em julho de 2021, onde após um teste de mísseis, a Coreia do Norte foi atacada pelo Japão, a China começou a ajudar a Coreia e os EUA começaram a ajudar o Japão.

O resto é desnecessário agora. Bom, o Brasil aliou-se com os "Atoms", como ficou conhecido o grupo da OTAN e seus aliados, após um ataque chinês na capital carioca, em março de 2023. Com esse ataque eles tentavam impedir que as cargas de nióbio chegassem aos aliados e, ao mesmo tempo, abalar o governo, destruindo uma das cidades mais importantes do país. Com a ajuda de tropas americanas, conseguimos expulsar os inimigos de nosso território.

Estamos agora, defendendo um forte na região de Santana do São Francisco, no Estado de Sergipe, divisa com Alagoas. Os inimigos querem adentrar pelo Rio São Francisco.

Foi uma batalha intensa. Os únicos vivos que não desertaram, até onde eu sei, somos eu e meu companheiro, Jorge. Poucos soldados inimigos estão avançando.

Estamos numa antiga casa, com um andar e uma torre. Estamos nessa torre, atirando daqui.

Ao que parece, o Capitão inimigo se aproxima, com uma das mãos levantadas, ordenando um cessar fogo. Decidimos ver, eu fico no primeiro andar e Jorge vai ver a porta.

Junto com o barulho de arrombamento, um tiro.

Decidi descer e levei um tiro na perna. O inimigo me levou de volta para o andar de cima e um de seus soldados trazia consigo uma de minhas companheiras, desmaiada:


— Ei! O que quer com ela? Solte-a!

— Queremos respostas! — Ele disse, em inglês, com um sotaque forte, definitivamente era russo.

Começaram então a acordá-la com alguns tapas, o que me enfureceu a ponto de tentar cuspir nele. O Soldado virou-se para mim e sorriu:

— O-Onde… Onde estou? — Ela disse confusa
— Ei! Oliveira! O que fizeram com você? — Perguntei
— Calado! — Disse o Inimigo

O Soldado então sacou a faca e cravou na perna dela. Ela soltou um grito agudo de dor:

— O quê está fazendo? Pare!
— Então diga tudo o que sabe! Onde estão o restante das barricadas?

Me vendo numa situação complicada, decidi falar, claro que não tudo o que sabia, mas o suficiente para nos deixarem ir:

— Tem mais sete bases no decorrer do rio, a última fica na altura onde ele sai de Pernambuco… Não tenho um mapa, mas você deve achar algum se procurar por aí.
— Huh! Bom, muito bom, por ser misericordioso vou deixá-los vivos.

Depois disso, ele disse alguma coisa para o soldado que desceu:

— Até mais, jovem!

Notas finais
Não tenho muito a dizer por aqui.

:^)