Notas iniciais
Ao ouvir aquilo fiquei totalmente animado, mas não demonstrei. Apenas dei um leve sorriso, que nem de longe mostrava o quanto estava feliz em saber que eu poderia ver L.

Raito

Eu estava na prisão, o Death Note havia sido queimado, e eu já não sabia se queria continuar ali, eu poderia me suicidar sem problemas algum, mas de repente L veio em minha mente.

- O que será que o maior detetive do mundo está fazendo agora? — Perguntei a mim mesmo.

Eu sabia que talvez ele estivesse tentando desvendar mais um caso, ou conversando com Watari enquanto comia um bolo de morango, é.. esse era o L. O maior detetive do mundo. Aquele que me colocou aqui. Aquele L.. ele mudou o mundo. Salvou o mundo do maior serial killer que já aterrorizou a grande esfera terrestre.

-Porque será que mesmo tendo várias chances eu não o matei? — Eu voltei a me perguntar.

Era estranho mesmo pensar naquilo. Eu sempre tive chances de mata-lo.. mas.. talvez eu não o queria morto porque seria facil de mais, talvez eu não queria ficar sozinho ou talvez.. eu só o quisesse por perto..

Como uma simples pergunta podia fazer meu mundo se revirar tão facilmente?

- L.. onde esta você agora? — Eu murmurei em minha cela.

De repente uma voz me chamou — Raito-Kun.. — Era Watari, um quase ''pai'' de L.

Mas.. o que ele queria comigo?

Levantei o rosto e o encarei.

- Precisamos conversar. — Ele disse abrindo a cela e entrando. — Depois que você foi preso, L já não se anima com mais nada.. e pude perceber que você também não para de falar sobre ele. O que esta havendo?

Mas.. então.. L estava desanimado, talvez ele sentisse minha falta.. talvez.

- Não sei no que posso ajuda-lo Watari.. — Eu respondi.

Watari sorriu. — Talvez você possa ir comigo até a casa de L e tentar anima-lo um pouco..

Ao ouvir aquilo fiquei totalmente animado, mas não demonstrei. Apenas dei um leve sorriso, que nem de longe mostrava o quanto estava feliz em saber que eu poderia ver L.

- Esta bem Watari, eu irei com você..

Watari sorriu e se retirou da cela. Depois de alguns minutos os policiais vinheram e me soltaram. Eu fiquei radiante. Mas não por estar solto e sim por saber que iria ver L. O rapaz que sempre conseguia minha atenção, que sempre estava em meus pensamentos.

- Vamos, Raito? — Watari me chamou e então eu o acompanhei entrando dentro da luxuosa limosine.