O Amor vence barreiras

1 Capítulo 1 - O nascimento e a tranformacao.


Notas iniciais
esta e a minha primeira fic, espero que gostem.

Esta historia começa antes mesmo de o nosso casal se conhecer, uma historia que ira mudar a vida de duas pessoas para sempre.

Era uma noite de luar quando Valerie deu a luz uma linda menininha, Gerold, seu marido pôs o nome da filha de Catherine, que também era o nome de sua bisavó.

Quinze anos mais tarde.

Numa expedição da escola para comemorar os 15 anos de Catherine, ela foi mordida por um morcego, numa gruta nunca antes visitada. Peter seu melhor amigo, que também era apaixonado por ela, socorreu-a, mas o que ele não sabia era que daquele dia em diante a bela Catherine Linz não poderia mais sair à luz do dia.

Durante uma semana Catherine esteve no hospital em estado de coma, Peter não saia do seu lado um minuto se quer, passava os dias inteiros cuidando dela, quando ela acordou, disse-lhe:

-- Nossa que frio,... Estou morta de fome... Mas por que eu estou no hospital? – perguntou olhando o quarto em que estava – Nós não deveríamos estar explorando aquela gruta Peter?

-- Isso foi há mais ou menos uma semana Catherine, o que você quer comer? Vou pedir que a enfermeira traga algumas cobertas para você.

Quando Peter retornou com a enfermeira que trazia a comida e as cobertas para Catherine, ela pediu para que a enfermeira os deixasse a sós, quando ela provou da comida vomitou tudo e não conseguiu comer, Peter ficou nervoso e saiu correndo a procura de alguém que pudesse ajudar. Quando Peter e uma enfermeira voltaram ao quarto, Catherine não estava mais lá, só havia o que há pouco tempo havia sido uma bolsa de sangue, e que agora estava vazia, estavam jogadas no chão com estranhos furos que mais pareciam furos de agulhas. Os enfermeiros e seguranças do hospital procuraram-na por toda parte dentro dos limites do hospital, mas não encontraram nem sinal de Catherine. Avisaram a policia do desaparecimento, e que imediatamente começou as buscas, procuraram por toda semana alguma pista que pudesse leva-los ate Catherine, mas não encontraram nada.

Nesse meio tempo pessoas vinham sendo assassinadas com dois furos intrigantes no pescoço de cada vitima, os furos eram idênticos aos que estavam nas bolsas de sangue no quarto do hospital que Catherine havia ocupado antes de seu desaparecimento, e para Peter aquilo tudo poderia ser uma pista que o levaria a sua amada.

Peter juntou todas às evidencias, os assassinatos e as bolsas de sangue do quarto do hospital e seguiu o rastro do massacre, descobrindo onde sua amiga estava Catherine havia mudado, era como se fosse a primeira vez que Peter a via, ele um humano e ela agora era uma vampira. Por mais sedenta de sangue que estivesse à nova vampira não atacou Peter, manteve uma distancia segura dele para que pudesse protegê-lo dela mesma, e desse modo nasceu algo quase incontrolável, um amor impossível, o amor entre duas raças, humano e vampira.

Seis meses depois.

Peter ainda não conseguia aceitar a diferença entre o amor de sua vida e ele. Catherine não querendo que ele sofresse tentava consola-lo:

-- Peter querido, minha vida era muito melhor quando eu era humana, pois para viver como vampiro eu tenho que beber sangue o que muitas vezes ocasiona a morte da minha vitima, que se não morre se transforma em um monstro igual a mim.

-- Eu não lhe entendo Cath como você pode me dizer uma coisa dessas, você não envelhece nada a cada dia que passa, enquanto eu estou envelhecendo a cada minuto, você esta ai jovem e bonita, e ainda assim me diz que prefere a sua vida de humana de antes?

-- Prefiro sim a vida humana, pois os humanos podem sentir o calor do sol, brincar a luz do dia sem correr o risco de morrerem queimados, pode passear, eles sim são felizes, não matam ninguém para se alimentar de seu sangue, eu sinto falta das excursões, e eu não quero mais falar nisso o sol já esta nascendo e eu preciso descansar.

-- Mas Cath você ainda não se alimentou hoje como vai aguentar?

-- Eu posso ficar um dia ou dois sem beber, agora vá para casa. Bom dia. Tchau!

-- Tchau!

Terminada a discussão Catherine se virou e foi descansar em um canto afastado, ela ouviu os passos de Peter se afastando, ela sabia que ele não estava convencido, sabia que ele não desistiria e acabaria fazendo uma besteira, a pior de todas as besteiras que já havia feito ate hoje. Ela teria que prestar mais atenção nele se quisesse concluir seu proposito, que não estava nem sendo fácil começar imagine terminar.