O Amor Que Floresce Do Medo
18 Uma chance de acerta. Recomeçando
Notas iniciais
Parece meio inesperado e é.. mais como eu estou numa muvuca de dar conta de duas Fics ao mesmo tempo e ainda dar assistência a outra...
Eu realmente estou precisando me clonar pra dar conta de tudo..
UMA DE MIM não é o bastante.. ¬¬
Mais estou caminhando pra o desgaste físico e mental total.. hehe.. e.e
Juro que estou tentando.. então por favor MINNA.. sejam compreensivos com a Sto-chan aqui... *lágrimas de crocodilo*
amo vocês.. e vamos ao capítulo.
O Amor que Floresce do Medo
Capitulo 18
HINATA POV’S
Era meio louco está ali naquele momento. A cena era essa: Gaara furioso enquanto Naruto segurava Matsuri-senpai no colo. Pessoas corriam, outras queriam saber o que estava acontecendo, amigos dela e nossos se aglomeravam envolta quase impedindo que passássemos com ela. Matsuri parecia tonta, pálida, e enjoada. Devia ser a gravidez, mais eu não imaginava que pudesse ser outra coisa.
Naruto a colocou no carro junto comigo no banco de trás, mas Gaara não iria permitir ser excluído, eu conhecia bem o temperamento do Ruivo.
— Hinata vá com Naruto, eu fico aqui atrás com ela. – disse.
Eu não retruquei apesar do olhar descontente de Naruto, eu sabia que ela estava com raiva de Gaara só pelo modo como ele o olhava, eu senti um pouco de ciúmes por isso, pela sua preocupação evidente com Matsuri. Mas eu não podia culpá-lo de estar assim. Gaara tinha pisado mesmo na bola e ela estava gravida, era uma atitude até racional querer manter Gaara afastado.
Sentei ao lado de Naruto e ele suspirou frustrado. Seguimos para o hospital mais próximo mais estava tudo lotado e uma bagunça; ao que parecia havia o corrido um acidente em um prédio e muitos hospitais estavam atendendo os pacientes em estado mais grave.
— Droga! – disse Gaara. Ele pareceu nervoso e preocupado como nunca tinha visto. — Será que alguém aqui pode atendê-la. – disse segurando o braço de um dos medico.
Este por sua vez o olhou com indiferença e vendo Matsuri ao meu lado, frágil e debilitada não se comoveu. Ela perdia a cor a cada minuto, eu também não consegui manter a calma.
— Naruto-kun o que vamos fazer.. ela parece estar piorando. – falei temerosa.
— Vamos a outro hospital. – disse me ajudando com ela, Gaara ia abrindo passagem entre as pessoas.
Chegamos ao estacionamento e entramos no carro. Naruto acelerou e saímos em disparada ou próximo hospital. Chegando lá a mesma situação devastadora do outro. Pessoas mortas, outras gemendo ou gritando de dor, era uma cena devatadora, mais meu coração doía de compaixão. Era difícil ver tantas pessoas sofrendo sem poder fazer nada. Os sons das ambulâncias zumbiam altos e muitas pessoas estavam agitadas, fitei Naruto no banco do motorista ela parecia desolado.
— Kuso! – disse Naruto batendo no volante do carro.
— Entramos? – perguntei.
— Para ser tratados da mesma forma? – disse. — Acho que não. – completou desanimado.
— Sakura não trabalha em um hospital? – disse Gaara de repente.
— Hai. – disse Naruto e pisou fundo. — Afinal você serve de algo. – falou se referindo a Gaara que o fuzilou com o olhar.
Logo em instantes estávamos no hospital onde Sakura fazia residência, chegamos à recepção e perguntamos logo por ela. Sabíamos que estava de serviço naquela noite, Sasuke nos avisou que ela não poderia ir à apresentação e que senta muito.
— O que houve aqui? – disse a voz da rosada chegando e vendo a confusão que Gaara e Naruto faziam na recepção. Eu sorri envergonhada amparando Matsuri e gemia de dor.
— Sakura-chan.. ajude-nos. – pedi desesperada.
Ela se aproximou e vendo a palidez de Matsuri chamou um enfermeiro colocando-a numa maca.
— Para onde vai leva-la? – perguntou Gaara.
— Preciso fazer uns exames para saber o que ela tem. Esperem aqui. – ordenou e saiu levando-a.
Nós nos olhamos e entre olhamos varias vezes. Sentamos e Naruto ficou ao meu lado dizendo que ela ficaria bem, mas era mais pra que ele mesmo acreditasse do que pra mim. Estávamos aflitos e os minutos logo se transformaram em horas. A espera estava nos consumindo quando finalmente Sakura apareceu.
Todos nós nos levantamos e ela ri fraco.
— O que ela tem? – Naruto foi o primeiro a dizer.
— Como ela está? – foi à vez de Gaara falar interrompendo Sakura.
— Deixa ela falar. – disse eu.
— Obrigada Hinata. – disse me sorrindo. — Matsuri está gravida. – falou e Gaara empalideceu. — Ela esta fraca e vai ser uma gravidez difícil. – ela fez uma pausa e me olhou, seus olhos eram tristes e opacos. — Ela vai ter gêmeos. Mas a saúde dela está debilitada. Pelo que pude ver ela fuma e bebe muito e isso prejudicou seu organismo. O fígado está sendo atacado pelo excesso de álcool. E se ela não para bem.. – ela não disse nada, nos não perguntamos, havia sido bem claro.
— De quantos meses? – disse Gaara enfim se manifestando.
— Quase três meses, logo a barriga vai começar a se pronunciar. Ela ainda parece normal por ser magra. Mas dentro do próximo mês já será perceptível. – falou Sakura. — Estou preocupada com ela. Alguém precisa ficar de olho. – disse.
— Pelo que sei ela mora sozinha, não é? – perguntei e Naruto foi quem confirmou.
— Sim, desde que veio morar aqui. – disse meu loiro.
— Eu fico com ela. – disse Gaara. — Afinal eu devo ser o pai. – disse.
Naruto o olhou com raiva e eu não podia dizer nada, até eu não estava feliz com Gaara, pelo que Matsuri deixou transparecer ele havia a magoado muito.
— Você não é o pai. – vociferou Naruto irritado com o amigo. — Você não tem direito de nada. Depois de tudo que você fez a ela. Devia sentir vergonha. – eu vi o rosto de Gaara se contorcer de raiva, mas ele ficou calado, acho que até ele entendia que Naruto não estava errado de pensar como pensava.
— Naruto.. – falei mansa tocando lhe o ombro e depois lhe abraçando. — Ela vai ficar bem, descontar em Gaara não vai fazer lá melhorar. – disse calma alisando suas costas.
Ele me envolveu tremulo, estava nervoso, angustiado e triste. Era algo que eu nunca pensei em ver. Naruto naquele estado era algo muito doloroso de se olhar, ela parecia tão frágil.
— Hinata.. ela tem que ficar bem. – disse em um murmúrio, sua voz era falha e arrastada.
— E ela vai querido. – disse sorrindo fraco, mais sorrindo.
Ele me olhou e também sorriu com pouca intensidade, mais parecia recuperar o animo e me deu um selinho.
— Vou indo. – disse Sakura. — Assim que tive mais noticias ou quando puderem vê-la venho avisar. – falou e se retirou.
GAARA POV’S
Quando Sakura disse que ela estava gravida minha garanta secou, minha fala travou. Eu precisava saber de quanto tempo e quando tive a confirmação eu gelei.
Kuso! Eu ia se pai? – pensei.
Eu não sabia como reagir aquilo, mais quando ela falou que teríamos gêmeos, nossa meu coração foi na boca e voltou. Naruto me olhava com a cara marrada.
E eu posso culpa-lo? – me perguntei pensativo.
Eu estava sendo um idiota com Matsuri e ela não merecia. Eu não a merecia.
Meu celular tocou e me afastei dos outros para atender, quando vi no visor eu sorri fraco. Temari estava me ligando e não era a primeira chamada.
Conversa on..
— Moshi moshi.. – disse.
— Gaara.. FINALMENTE NÉ.. – gritou. — Onde você esta e cadê a Mat-chan? – disse preocupada.
— Estamos nos hospital onde Sakura faz residência. Eu não sei o nome. Matsuri já foi atendida. – falei sem muito animo.
— Como ela está? – disse Kankuro gritando próximo do celular.
— Gravida. – me limitei a dizer.
— O QUE? – ouvi as vozes dos dois se unirem em um grito ensurdecedor.
— Ela esta bem. – disse.
— Como assim gravida? – disse Temari. — É seu? – falou.
— Provavelmente, ela esta com quase três meses, bate com o dia da primeira vez que ficamos. – falei com meu tom de sempre.
— Kuso Gaara, como você pode ser tão irresponsável maninho. – falou Kankuro.
— Não enche. Já tenho muitos problemas. – falei e desliguei.
Conversa off..
Voltei par onde o casalzinho estava e me sentei enfrente a eles. Hinata consolava Naruto que ainda me olhava irritado por vezes. Uma sensação devastadora enchia o meu peito cada vez que recebia um olhar seu. Hinata não me olhava da mesma forma, mais eu a conhecia, mesmo a bondosa e gentil Hinata estava triste comigo.
Que dirá Matsuri. – pensei culpado.
As lembranças do dia em que ficamos começaram a povoar minha mente e comecei a divagar nessas lembranças que não eram só de prazer. Mais que me transmitiam algo novo e intenso.
FLASHBACK ON
Estávamos deitados no chão de seu apartamento. Ela fitava o teto com curiosidade falsa e mesmo assim eu a contemplava discretamente, eu estava sentado no sofá apenas a observando. Os cabelos castanhos pareciam mais compridos agora. Os olhos negros como jabuticabas brilhavam, sua pele parecia reluzir.
Algo em seu corpo me chamava, gritava por mim e eu não conseguia parar de olhar para cada pedacinho de sua extensão. Suas pernas bem torneadas pelas varias horas de exercício e dança, a cintura fina e delgada, os braços longos, os seios firmes, a boca com um brilho coral me atiçava. Ela piscava os olhos e cílios pareciam brincar em movimentos delicados que deixavam seus olhos ainda mais atraentes.
— O que tanto me olha? – disse ela com as bochechas coradas me despertando.
— Nada demais. – falei.
Ela deu de ombros e levantou. Há dias eu a olhava com mais desejo. Quando estava saindo com Ino eu percebi que Matsuri parecia outra pessoa. Ela começou a me tratar diferente e isso me afetou e desde que eu terminei com Ino bom, mesmo assim as coisas não voltaram ao normal, ela parecia distante e intocável.
Eu a vi andar para a cozinha, seu corpo se movendo, os quadris mexendo, os cabelos balançando. Eu estava começando a ficar animado com aquela visão. O pior é que ela usava um shortinho preto e uma blusa colada na cor verde escura. Eu podia ver as curvas perfeitamente, mais eu queria ver tudo em cor natural, a de sua pele.
Levantei também e a segui, vi quando se abaixou e pegou algo na geladeira empinando o bumbum, meu amigo se contorceu nas áreas baixas. Ela se virou e quase derrubou a garrafa se suco que tinha nas mãos.
— Você me assustou. – falou e eu sorri de canto. — Para de me olhar assim. Que coisa. – falou irritadinha.
— Por quê? Por um a caso não é como te olho sempre? – perguntei cinicamente.
— Nem de longe esse é o jeito como você me olha sempre. – falou e virou na bancada me dando a visão das usas costas, bumbum e coxas. Kami-sama, como eu estava aguentando eu não sabia.
Dei a volta encontrando do outro lado, a cozinha e a sala de jantar eram separadas apenas por aquela bancada onde eu adoraria coloca-la em cima e fode-la como um louco.
Eu não apenas pensei nisso, eu fiz.
Segurei a pena cintura fazendo a derrubar um corpo de plástico no chão ela deu um gritinho de surpresa e susto e eu a virei pra mim beijando-a, ela não correspondeu e me separei. Ela me fitava surpresa e estática sem se mover.
— Você está bem? – perguntei meio serio.
Ela fez que sim e voltei a beija-la sem me preocupar muito com a sua cara de “não tô entendendo nada”. Enlacei suas pernas e a coloquei-a sentada na bancada da cozinha ela percebeu, pareceu acordar e se moveu impaciente em meus braços.
— O que foi? – perguntei não me afastando muito.
— O que você está fazendo? Enlouqueceu foi? – disse emburrada.
— Achei que também quisesse. – falei rouco próximo do seu ouvido. Vi seus pelos se arrepiarem. Sim, ela me queria.
— Para com isso Gaara, agora. – disse, mas não soou firme.
Eu me aproximei ainda mais, meus lábios quase tocando os dela, sentia sua respiração ficando mais forte. Sim, eu sabia que tínhamos um efeito forte um sobre o outro, mas eu sempre fui mais controlado que ela. Sorriu de canto, não pelo pensamento mais pelo modo desejoso como ela me olhava, sem tirar os olhos fixos de meus lábios.
Então a beijei, sem me preocupar com nada, eu queria simplesmente desfrutar de seu sabor, e acredite era divino, doce e cítrico, o perfume de sua pele começava a me inebriar. Sua pele era tão macia, eu tocava cada pedaço de seu corpo com minhas mãos apreciando os gemidos que escapavam de seus lábios mesmo que ela os tentasse conter.
— Gaara.. – gemeu e era o paraíso ouvir de seus lábios esse som. — Gaa-ga-gaara.. – disse com dificuldade enquanto eu acariciava seus seios por baixo do pano da blusa por cima do sutiã.
Tentou me afastar mais foi inútil, eu era mais forte, e ela não queria realmente que eu me separasse de seu corpo. Segurei bem firme em suas pernas puxando o short que usa para baixo, continuava a beija-la ferozmente. Quando sua roupa já caída no chão não era mais capaz de me impedir, eu desci beijos por seu pescoço fazendo um caminho até sua intimidade.
Passei pelo vale de seus seios os chupando, mordiscando e lambendo, ora um ou outro na boca e acariciando com as mãos. Ela gemia e a cada minuto sua respiração pesava mais.
Quando cheguei entre suas pernas arredei a calcinha branca para o lado beijando de leve e ouvindo seu gemido chamando por mim, penetrei com a língua sugando com força, lambendo e me lambuzando com seu pré-gozo. Era ela mais que deliciosa.
— Gaa-ga-gaara.. por favor.. para. – pedia ela gemendo. — Gaa-gaa-gaara.. eu.. e-eu.. Gaara.. – pedia, suplicava docemente.
Eu não me importei em responder.. continuei a torturando de prazer. E então coloquei um dedo e senti algo que nunca imaginei que sentiria.
— Você é virgem? – perguntei com meu tom casual.
Ela corou e com o resto de sanidade que tinha me chutou para me afastar, não com muita força e se pós de pé. Olhou-me, mais não pareceu preocupada com a dor que me causara.
— Sou. – disse quase sem ar. — E não é assim que eu quero perder.. e nem com você. – disse, mas logico que aquela ultima parte era mentira.
Segurei seu braço e ela tremeu um pouco, me olhou assustada dando um tapa em minha mão correu para a quarto dela.
“Virgem? Quem diria Matsuri ainda é virgem”. – pensei, surpreso.
Seguia até o quarto e vi que ela se trocava, estava preste a colocar uma nova blusa, mais folgada e confortável quando a interrompi.
— O que está fazendo? – perguntei da porta e ela parou o ato na metade do caminho e me fitou.
— Vá embora Gaara. – disse e tirou os olhos de mim continuando o que ia fazer, ela vestiu a camisa e se virou para não me olhar.
Andei em sua direção a abraçando por detrás e colando nossos corpos, comecei a beijar sua nunca, a tecer carinhos por sua pele apreciando as reações que causava em seu corpo. Ela se desvencilhou de mim e correu para o outro lado do quarto.
— Vai embora. – pediu.
— Por que eu faria isso? – perguntei a fitando debochadamente.
— Gaara, por favor. – pediu.
Eu andei para ela, e ela tentava se afastar. Eu ri de sua cara e ela fez uma carranca emburrada e fofa.
— Do que está rindo Baka? – disse.
— De você.. como se pudesse fugir de mim, né Suri.. – disse eu em resposta.
Ela maneou a cabeça como se já soubesse a resposta e mesmo assim quando eu fui para pega-la ela correu passando por cima da cama para o outro lado. Aquele joguinho só me animava mais.
— Isso, fuja.. quando eu ti pegar, você não vai querer que eu ti solte. – falei sorrindo maliciosamente.
Ela corou com o meu comentário e fez que não com a cabeça.
— Você não vai me pegar. – protestou.
— Isso é o que você diz. – e enquanto tínhamos aquela discursão ela sorria de um lado para o outro por cima da cama e eu corria atrás dela, mais já estava me cansando disso, pulei na cama quando ela correu para a mesma e a segurei derrubando-a nela.
— Peguei. – falei.
Ela me olhou espantada e sorriu minimamente, eu já a beijava depois disso com urgência, sentia nossas bocas unidas e as línguas brigando por espaço.
Eu segurei seus braços pelos pulsos mantendo-os a cima da cabeça. Ela me olhava e seus olhos brilhavam de desejo.
Peguei seus pulsos só com uma mão ainda com medo que ela tentasse fugir. Livrei-me de minhas roupas com urgência, foi difícil sem o auxilio de uma das mãos, mais consegui. Beijava os lábios cálidos sofregamente sempre que podia.
— Eu quero você. – disse entre nossos lábios. — Eu a quero muito, Suri. – disse e sorriu entre o beijo.
Tirei as suas peças de roupa, ela não parecia que ia protestar dessa vez. Seu rosto não perdia o rubor e isso me fazia sorrir de forma ternar pra ela.
— Você é linda. – falei e beijei seu pescoço. — Maravilhosa. – então beijei seu colo. — Perfeita. – disse e beijei seu seio direito. — Esplendida. – falei beijando o esquerdo.
Ela gemia de forma sussurrada, gemidos baixos que me excitavam ainda mais. Levei minha mão a sua entrada e ela estava tão pronta. Meu membro latejava de dor e prazer, eu não poderia esperar mais para ter aquela mulher pra mim.
Posicionei-me entre ela, olhando em seus olhos intensamente fazendo com que ela não deixasse os meus. Eu sorri calmo e ela correspondeu. Beijei seus lábios.
— Relaxa.. – disse e forcei vendo seu olhar lacrimejar e sua expressão se contorcer de dor.
Isso doeu em mim, vê-la de certa forma sofrendo. Eu não queria machuca-la, nem de longe eu queria machuca-la. Ela me olhou e tentou sorrir de novo, mais era um sorriso fraco.
Eu me deitei sobre seu ombro, colando seu corpo com o meu, escondendo meu rosto na curva de seu pescoço e sentindo a sua respiração acariciar a minha pele. Penetrei com força de uma vez ouvindo seu grito, um grunhido de dor lascivo e angustiante. Suas unhas cravaram minha pele fazendo-a arder. Eu abracei seu corpo sentindo sua intimidade quente engolir meu membro por completo.
— Matsuri.. – chamei preocupado.
— Eu.. e-eu.. estou bem. – disse ofegante.
Ela beijou o topo da minha cabeça e levantei meu rosto procurando seus lábios fazendo nossos corpos se moverem involuntariamente e nossos sexos se chocarem.
— ARHHHH.. – gemeu, ainda tinha dor em sua voz, mas seu rosto era um misto de prazer e insegurança.
Comecei a me mover lentamente, com entradas curtas e longas. Ela gemia baixo e sensualmente, arqueava o corpo pra mim como se me oferecesse os seios, eu abocanhei um deles sugando forte, circulado com a língua e depois lambendo e colocando o quanto em podia na boca chupando com vontade. Os gemidos agora mais altos me atiçavam e me incentivavam ainda mais.
Comecei a aumentar o ritmo.
— Gaara.. Gaa-gaara.. e-eu.. – dizia enlouquecida, sua voz ainda era arrastada e embargada. — Gaa-ga-gaa.. Gaara.. – gemia.
— Mat..mat-sur.. suri.. – gemi rouco.
Puxei sua perna flexionando-a próxima de seu corpo permitindo que eu fosse mais fundo, transformando as estocadas longas e curtas, em rápidas e fundas.
Ela apertava os lençóis chamando meu nome quase chegando ao ápice, eu pude ver em seu rosto todo o prazer que estava sentindo, misturado ao incomodo que era aquelas novas sensações em seu corpo.
Quando explodimos de prazer em um orgasmo simultâneo ela gritou meu nome apertando meus braços e arranhando a pele. Eu a segurava pela cintura e cai sobre ela. Deitamos, ela sobre meu peito, sua respiração se acalmava aos poucos até que já estivesse normal, eu fazia carinhos nos cabelos castanhos, e quando decidi falar percebi que ela dormia e não tive coragem de acorda.
Eu queria poder lhe dizer tanta coisa, mais não sabia nem por onde começar. Na verdade nem sabia o que queria falar.
Fiquei com ela até que acordou e depois fui embora. Ela pareceu não quere falar e não insisti.
FLASHBACK OFF
Não sei quanto tempo passou mais Sakura voltou e tinha um sorriso nos lábios, isso acalmou meu coração. Parecia que teríamos boas noticias.
— Oi gente. – disse ela.
— Como ela está? – perguntou Naruto, antes que eu pudesse falar.
— Está acordada e parece melhor. Já a fizemos comer e logo vai se recuperar. – falou e eu não pude conter o sorriso.
— Sakura, por favor, me deixa vê-la. – pedi.
Todos me olharam, Naruto não parecia feliz, mas Hinata sim. Ela era mesmo um anjo de pessoas.
— Ah.. bem, claro. – falou receosa.
Não dei muito importância, eu queria vê-la o mais rápido possível, eu precisava falar com ela e rápido. Falar de tudo que não falamos quando ficamos juntos.
Segui Sakura até o quarto onde ela estava e a vi acariciando o ventre. Matsuri estava linda, na verdade mais linda do que nunca.
— Matsuri, tem alguém aqui querendo vê-la. – disse Sakura, ela levantou o rosto e me viu ao lado de Sakura, não ficou feliz, na verdade parecia zangada.
— Eu não quero falar com você. – disse.
— Precisamos conversar. – falei ignorando seu comentário.
— Vou deixa-los a sós. – falou Sakura e saiu.
Fui para o seu lado puxando uma cadeira e a colocando do lado da cama de hospital. Ela evitava olhar pra mim.
— Você esta gravida. – falei e ela empalideceu. Matsuri já sabia, e não ia me contar. Foi o que pude concluir pela reação que teve.
— Mas você já sabia, não é mesmo. Não queria me contar. – falei. Ela só baixou a cabeça fitando as mãos. — Me odeia tanto assim, pra me afastar dos nossos filhos? – falei e ela me olhou confusa. — Você vai ter gêmeos. – informei. Ela abriu um sorriso lindo.
— Gêmeos. – repetiu. — Não acredito.. isso.. isso é incrível. – falou animada.
— Fala comigo Matsuri, por favor. Nós precisamos conversar – pedi baixando os olhos.
— Você foi muito idiota comigo. Eu posso te perdoar, mais não quero você de volta. – falou ríspida, magoada. — Você pode vê-los, acho que não vai me deixar ir embora agora que sabe que estou gravida. – falou ela.
— Você ia embora? – perguntei exaltado.
Ela sorriu amarelo, sem graça. Passei as mãos pelos cabelos, estava nervoso e precisava me acalmar. Eu não podia perder a calma assim.
— Realmente ia fazer isso, me deixar, levar nossos filhos sem se importar comigo, com o que eu sinto. – falei sem perguntar.
— Eu não sei o que você sente pra me importar com isso. – falou triste.
— Eu.. – como era difícil dizer. — E-eu.. Matsuri, eu .. – droga, diga de uma vez.
— Gaara, você o que? – perguntou.
— Eu amo você.
Os olhos escuros e intensos me olharam cheios de surpresa, magoa, amor e vários outros sentimentos que se misturaram diante ao que eu disse.
— É.. – eu ia dizer de novo. — E-eu.. bem, eu amo você. – falei e respirei fundo. — Me perdoe. – pedi frustrado comigo mesmo.
— Eu não sei Gaara.. é melhor vemos isso depois. – ela disse e meu coração doeu, ficou pequeno dentro do meu peito.
— Matsuri.. e-eu.. eu não posso perder você também. – disse. Mal reconheci minha própria voz, tão falha, tão arrastada, tão cheia de sentimos.
Ela me acariciou os cabelos e sorriu.
— Você não está me perdendo. Estamos só recomeçando. – falou.
Notas finais
e espero vê-los por ai em meus outros trabalhos e que vocês continuem curtindo a fic..
Até o next ^^
ja ne
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