O Amor Que Floresce Do Medo

14 Se Distanciando, ou não.


Notas iniciais
Mais um capítulo e aqui estou eu para agradecer vocês meus anjos e meus amores por todo carinho e amor de vocês..

~ Não fazem ideia do quanto é importante para mim.. ^^

Amo vocÊs.. e hoje eu mando um abraço especial para a minha querida BruNaruHina.. que me deixou muito, mega super feliz com a sua linda recomendação.. e mais uma vez, perdão pelo susto linda.. >

e para as leitoras novas que me agraciaram com suas lindas reviews.. gente fique boba.. admito.

Mas deixando a enrolação para lá.. vamos ao capítulo.

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 14


HINATA POV’S


Devia ser a dia mais frio do mês de abril, eu vestia uma calça jeans, blusa de gola alta feita de tricô e manga comprida na cor creme. Fazia um pouco mais de três meses que Naruto havia se declarado pra mim e eu o havia rejeitado. Eu me sentia mal, sozinha e abalada. No fundo eu gostaria de tê-lo aceitado, mais me sentia suja, impura e com medo. Medo se me machucar, medo de feri-lo e acima de tudo, medo de me envolver.

Quis acreditar no que lhe disse, que um dia seria capaz de amar. Ele fora tão perfeito comigo. Ouvi durante dias que se seguiram todas as meninas o elogiando e babando por ele, isso de fato me incomodou, eu não disse se aceitei o pedido de namoro e também não disse que neguei. Todos souberam Hanabi e otou-san também, eu me senti envergonhada. Tenten quase me matou quando soube o que houve, eu lhe contei do beijo e o quanto fora especial, mesmo depois de todo esse tempo eu ainda podia sentir meus lábios formigarem pelo contato. Em meus sonhos as cenas se repetiam sempre parando nesse momento.

Eu estava sentada na varanda de casa, em cima da madeira que compunha o peitoril de uma janela de cedro que dava para o jardim dos fundos da casa, dali eu tinha a perfeita visão do sol no poente. Uma lágrima solitária escapou de meus olhos e eu não pude segurar o perto em meu peito, aquele sentimentos sem nome que havia se instalado em mim desde o momento que vi Naruto pela primeira vez.

E lembrança me invadiu a mente e um sorriso doce me surgiram nos lábios.

— Nee-san.. – interrompeu Hanabi.

Enxuguei o rosto e a fitei de solário, com um novo sorriso, contido nos lábios. Ele vestia um vestido vermelho carmim e meias grossas brancas, estava descalça e parecia ter acabado de acordar. Eu sabia que a preocupava, mas não sabia como sanar isso. Eu não era capaz de me curar, como a ajudaria.

— Nabi-chan.. venha. – chamei para que ela se juntasse a mim.

— Você esta triste.. tem chorado. Por quê? – disse direta como sempre e eu sorri.

— Por nada. – menti, mas ela não engoliu, fez uma careta, nunca cairia nessa e não era sensível o bastante para entender que eu não queria revelar.

— Não minta.. – disse seria. — É por causa do loiro gostoso, não é. – disse sem nenhum constrangimento.

Ela se sentou comigo na janela, eu não queria me mostrar abalada, mas nem mesmo eu poderia mentir para Hanabi, eu não era capaz de lhe esconder nada.

Talvez ela devesse ser a irmã mais velha. – pensei.

— Eu não sei Nabi.. – disse. — Eu realmente não entendo como me sinto a respeito dele. – disse, e fitei o nada ciente de que o olhar fraterno permanecia sobre mim. — Eu queria vê-lo admito. Mas não tenho coragem.. no fundo tenho medo por nos dois. – respirei fundo.

— Quando vai deixar de ser covarde? – disse irritada e eu a olhei incrédula. A postura rígida e severa me fez lembrar nosso pai. Ela ficara de pé quase a minha frente.

— Hanabi.. – disse tremula. — Não é tão simples assim.. – falei comedida.

— Simples... – ironizou. — Nada é simples, nada é fácil.. nada na vida vai acontecer sempre como você desejar.. – ela dizia, despejando as palavras sobre mim. — Viver é mais do que existir em uma zona de conforto. Pare de ter medo. Pare de buscar justificativas. Ele fez tudo àquilo por você. POR VOCÊ.. – ela deu ênfase. — Acha que ele vai esperar a vida toda que você melhore.. – disse. — Ele não sabe tudo que você passou, e não o culpe se ele desistir de você.. você não tem o direito de recrimina-lo. – falou ríspida e ainda mais raivosa.

— Ha-hana-nabi.. – falei tremula. No fundo eu sabia, ela estava certa.

— Eu não vou passar a mão na sua cabeça como Neji faz, e nem fingir que não vejo as coisas como o otou-san tem feito. – disse e seu olhar era intenso. As perolas da mais nova me viam a alma. — Você já é quase uma mulher, logo vai fazer 21 anos, seja sincera consigo mesma uma só vez na vida. Você o quer? – perguntou.

Eu não respondi, meu olhar era perdido e confuso. Brava ela depositou um tapa em meu rosto deixando uma marca vermelha.

— Não hesite. Ou eu mesma o tiro de você. – disse e me deixou ali.

Eu toquei meu rosto e as lagrimas que segurei até essa manha rolaram por meu rosto sem permissão alguma. Eu era uma tola.

Levantei-me e fui para o meu quarto, não tive coragem de me deitar, fui para o banheiro e preparei uma ducha quente. Despi-me e entrei na banheira, eu chorei ali até que não tivesse lagrimas mais para chorar. Eu soluçava e ficava ali fitando as paredes azuis claras do banheiro.

“Hanabi esta certa.. deixe de ser covarde”. – disse uma voz em minha cabeça.

— Eu não sei como.. – falei em resposta.

“Não se prendendo ao passado..” – veio à resposta sem consolo.

— Não sei se consigo.. – retruquei.

“Você pode.. ele te ama.. faça algo antes que o perca”. – disse a minha inner.

— E-eu.. e-eu n-não.. – ia falar e a voz raivosa me cortou.

“Você não pode.. não consegue.. não luta.. qual o seu problema? Não é uma Hyuuga.. se mostre uma. Deixe de se inferiorizar, de bancar a vitima. Seja a heroína!” – vociferou.

Eu entendia, era capaz de compreender.. aquela voz era a Hinata que eu estava me tornando antes do trauma a Hinata que eu achava ter perdido e que estava ali, por causa dele. Aquela que chora não era eu.

Eu queria encontrar força para lutar, primeiro por mim mesma e depois por Naruto. Ele merecia isso de mim, não por tudo que fez, mais pelo amor latente que ele nutria por mim e que agora me fazia sentir viva de novo.

Eu me permitiria fazer tudo certo dessa vez. Ou não.


NARUTO POV’S


Eu estava jogado em casa.. na verdade no meu apartamento. Eu não conseguia ficar perto de meus pais e amigos, eu me sentia arrasado e quebrado por dentro. Doía muito saber que ela não me quis e me agarrar a falsas esperanças não me ajudaria.

— Vamos Naruto abre essa porta.. – gritou Sasuke pela enésima vez naquele dia, era assim há quase uma semana quando decide habitar o apartamento, meu pai entendeu, mas dona Kushina é fogo, logico que não aceitou de bom grado, mas com muito esforço e chantagem meu pai conseguiu convence-la.

Mas quem disse que ela pararia. Mandou Sasuke, mandou Sakura, Shikamaru e até mesmo teve coragem de mandar Kakashi-sensei para tentar me tirar do apartamento a todo custo.

— Vamos Naruto.. já faz mais de meses.. – disse ele insistindo.

— Não! – gritei. — Não vou sair. – falei.

— Para com isso, sou seu amigo.. deixa-me entrar ao menos. – pediu.

Eu hesitei, mas ele tinha razão eu precisava me recompor, me refazer de tudo isso que me havia acontecido. Seguir em frente e lutar por mim mesmo.

Segui até a porta e a abri ele quase caiu no chão quando o fiz por ainda estar batendo na porta. Sasuke quase me mutilava com os olhos, mas não dei muita importância para isso.

— Valeu.. – disse ele seco.

— Por nada. O que quer? – disse ainda mais ríspido que ele.

— Eita.. isso é jeito de tratar o melhor amigo.. – disse se fingindo de magoado, não convenceu. — Qual é Naruto.. melhora essa cara. – disse.

— Não dá.. eu levei o maior fora da minha vida da única garota que realmente mexeu comigo. – disse e puxei os fios loiros com raiva. Recebi de Sasuke um tapinha nas costas como conforto, mais não ajudou em nada.

— Cara, eu sei.. eu estava lá. Eu paguei o mico junto com você. Todos nos. – ele acrescentou. Tinha um sorriso cumplice e leal.

Eu não podia descontar nele as minhas frustrações com Hinata. Entendia isso mesmo que não quisesse aceitar.

— Eu sei.. eu sei.. é que. – disse, mas não consegui concluir o que queria falar. Faltaram-me palavras.

— Vem. – chamou. — Vamos sair, eu e você como amigos. – disse, eu não pode zuar com aquilo como faria em uma situação normal. Mas estava feliz pelo apoio oferecido, mesmo negando, mesmo com todas as diferenças ele era meu irmão.

Fui “obrigado” a tomar banho e me arrumar, eu não queria mais como negar algo a um Uchiha? Não dava.. eles eram muito chatos e insistentes de uma forma sutil e persuasiva. Sasuke então, não sabia ouvir um não. Foi assim que Sakura conseguiu enfim doma-lo.

— Para onde nos vamos? – perguntei não que estivesse interessado, mais é bom estar prevenido.

— Você vai ver. – disse fazendo mistério.

O segui em silencio, ele não fez questão de pegar um veiculo, estranhei. Isso queria dizer que era um lugar próximo e que iriamos a pé. Eu não conhecia nada por ali, não podia nem imaginar em que tipo de lugar Sasuke iria me levar.

Andamos algumas quadras, não mais que cinco pelo que pude observar durante o trajeto. Logo chegamos a um bar, algo reservado e acolhedor. Eu pude respirar aliviado, não queria pessoas me rodeando, não queria mulheres me paquerando, a única que eu queria eu não sabia se tinha esperanças de conseguir alcançar. Suspirei pesadamente e Sasuke me fitou, ele entendia.

No fundo eu sabia o que ele estava fazendo. O mesmo que fiz com ele quando ele e Sakura brigaram pra valer e ela o rejeitou isso tudo antes deles se acertarem sem eu ficar sabendo.

Assim que nos entramos o lugar parou, havia moças e rapazes de idades distintas uns até menores de idade, mais eu não era ninguém para dar sermão nesse momento da minha vida. Fomos para o balcão e sentamos um ao lado do outro.

— O que vão pedir? – perguntou o barman. Eu o fitei desinteressado e levei um susto ao ver a figura de Gaara.

— Gaara.. – disse mais do que surpreso.

— Oi Naruto.. é bom vê-lo também. – disse debochado. Ignorei.

— Como vai Gaara? – perguntou Sasuke. O ruivo lhe fez um aceno e só. — Quero o seu drink especial para mim e pro meu amigão aqui, ele vai precisar. – falou e sorriu minimamente para o ruivo.

— Ok. – fui tudo que ele disse e se virou.

Eu não podia ver o que ele fazia, mas via pegar varias bebidas fortes e mistura-las de uma forma engraçada pra mim, ao menos.

— Então.. o que vai fazer agora depois de toda essa reclusão. Já faz três meses Naruto.. – iniciou a conversa o moreno.

Dei de ombros e o fitei de canto, não queria o encarar, mais sabia que uma hora eu teria que fazer. Mas adiaria o momento.

— Não sei.. não estou acostumado com isso. – disse e era verdade.

Por dois motivos bem simples: 1° eu nunca havia sido rejeitado; 2° eu nunca havia me apaixonado. Doía saber que meu primeiro grande amor era um amor não correspondido.

Gaara então se virou com duas pequenas doses de um liquido vermelho escuro, arqueei a sobrancelha para ele e depois fitei Sasuke, ele me incentivou com o olhar e pegando o copo entre os dedos eu levei-o a boca e bebi tudo de uma ver. Minha garganta ardeu como o diabo, eu sentia meu interior queimar com o inferno enquanto o liquido descia e parecia rasgar o meu ser por dentro. Depois a tontura, uma dor de revirar a alma. Sasuke sorriu, um sorriso débil e Gaara o acompanhava.

— Vai ficar tudo bem.. – foi a ultima coisa que me lembro de ouvi-lo falar.

Depois mais doses e doses do mesmo veneno que parecia sanar minha dor, a dor do amor que batia em meu peito. A embriagues era algo desejável naquele momento.

Lembro-me de pegar o celular e responder perguntas.. mais não consigo me lembrar com quem falava, com esse pensamento tentei me levantar e falhei.

Com o tempo eu via vultos, imagens distorcidas e uma loira peituda se esfregando em mim. Eu conhecia aquela voz irritante e estridente, eu conhecia aquele cheiro de perfume vagabundo, por que eu já havia namorado aquele ser.

“Como fui estupido”. – pensei.

Onde estava Sasuke? – uma voz me alertou.

“Não sei..” – pensei em seguida.

Droga, onde aquele Teme se meteu.. não faça besteira Naruto. – dizia a voz ativa.

“Eu fiz quando me declarei”. – sorri loucamente para a figura a minha frente que alisava meus cabelos em caricias.

Não é ela que você quer.. não é quem você ama. – disse e a imagem de Hinata inundou a minha mente.

Afastei Shion como pude me desvencilhado de suas garras, ela pareceu irada, não dei muita importância aquilo, eu estava muito fudidamente bêbado.

— Me esquece Shion.. – gritei quando a perua loira me segurou forte.

— Nunca.. entendeu bem, nunca. – disse. — Não vou deixar que fique assim por causa dela.. Droga Naruto, olha para você.. bêbado desse jeito. Ela vale tudo isso? – perguntou, magoa e raiva se misturava eu seu olhar.

Ela não gostaria da resposta que eu lhe daria, mas estava pedindo para ser escorraçada.

— Você nunca entenderia.. ela vale sim, vale cada lagrima cada dor.. cada gota de álcool, cada palavra débil de meus lábios.. ela é importante. Ela é única. – disse e ela começou a lagrimas de raiva.

— Por que você tinha que gostar dela.. ela é.. tão.. ah.. tão.. – ela não conseguia falar cega pelo furor e pelo ódio.

— Ela é tudo que você não é e nem nunca vai ser.. – eu não me importava em ser cruel, não me importava com o que dizia.

Meu estomago se revirou e eu vomitei tudo para fora, ela fez apenas uma cara de nojo, e saiu andando. Quando alguém me amparou e passou as mãos em minhas costas.

— Você vai ficar bem.. – disse e aquela voz não poderia fazer meu corpo tremer mais. Eu tentei visualizar a dona da voz, mas não consegui eu apenas desmaiei.


Anarchy Stocking Pov’s


Hinata estava deitada, quando o telefone tocou, nem se lembrava de que tinha aquele aparelho. Vi no visor um numero desconhecido e ignorou. Deitou novamente até que o barulho parou, mais recomeçou logo em seguida. Notou que quem quer que fosse seria insistente e atendeu.

— Moshi Moshi.. – disse.

— Hinata? – perguntou a voz embriagada de Naruto que ele logo reconheceu.

— NARUTO! – disse espantada. — Você esta bêbado? – perguntou.

— Só um p-pouco.. e-eu queria tanto falar com v-você Hina.. linda.. linda.. – disse, tropeçando nas próprias palavras.

— Onde você esta? Tem alguém com você? – perguntou a angustia e preocupação lhe tomavam o peito.

— Sasuke.. sasu-kun.. mais ele sumiu. – disse como uma criança travessa. Ela até quis rir mais não era momento.

— Onde você estar? – perguntou novamente.

— No bar do Gaara.. – disse, ela sabia onde era não esperou mais nada e correu para lá. Não sabia o porquê, não sabia se devia. Sabia que ele devia estar assim por sua causa.

Quando o chegou ela o vi com a mesma loira da faculdade, ela o agarrava possessivamente pelo braço e ele cambaleava. Ela se aproximou à surdina, não queria ser descoberta.

Mas pode ouvi-los discutindo:

— Me esquece Shion.. – gritou ele para a loira.

— Nunca.. entendeu bem, nunca. – disse ela em resposta. — Não vou deixar que fique assim por causa dela.. Droga Naruto, olha para você.. bêbado desse jeito. Ela vale tudo isso? – perguntou se via de longe o ódio só em mencionar a Hyuuga, Hinata era capaz de perceber.

— Você nunca entenderia.. ela vale sim, vale cada lagrima, cada dor.. cada gota de álcool, cada palavra débil de meus lábios.. ela é importante. Ela é única. – disse e a loira começou a lagrimas de raiva.

— Por que você tinha que gostar dela.. ela é.. tão.. ah.. tão.. – ela era só raiva.

— Ela é tudo que você não é e nem nunca vai ser.. – aquilo a faz sucumbir.

Hinata ficou surpresa por ouvir aquilo e quando o viu só vomitando tudo que comera ela não pensou foi até ele o acalentar.

Pegou o carro que deixou estacionado na rua e colocou Naruto para dentro com muito custo, foi difícil descobrir onde o deixar.. e mesmo bêbado ele havia colaborado muito.

— Chegamos.. – ela disse num suspiro.

“Por que estou aqui, por que estou fazendo isso afinal?” – se perguntava.

Ela colocou Naruto nos ombros e foi para o prédio no centro da cidade, era uma moradia antiga, bela e bem conservada, ela podia notar. O sindico vendo-a se esforçando com o loiro nos braços se manifestou.

— A Senhorita precisa de ajuda? – perguntou o homem.

— Gostaria de saber o quarto dele.. – falou.

Ele fez que sim com a cabeça, não via por que desconfiar dela, não com aquela aparência angelical. A ajudou a chegar com Naruto no andar em que ficava o apartamento do rapaz. Despediu-se e a deixou com ele.

— O que você fez hein.. – disse observando o lugar.

Ele apenas resmungou em seus braços a apertando levemente e sussurrando seu nome. Apoiou sua cabeça no ombro da morena e respirou seu aroma doce de jasmim e orquídea.

— Hinata.. eu te amo tanto.. – disse quase sonolento.

A morena tremeu em seus braços e fez muita força para afasta-lo de si. Deitou no sofá e o observou em pé ali do alado dele.

— Tão linda.. minha flor.. meu dia de sol.. minha lua.. – dizia ele entre suspiros entrecortados.

Ela sorriu, não sabia por que mais tinha vontade de sorri.

Ela o beijos na testa, não sabia o que fazer.. como havia chegado nessa situação, mas vê-lo tão sereno, tão calmo e chamando-a daquele modo fez seu coração bater.

Pensou em Hanabi, pensou em seu medo, e naquele momento decidiu só por aquela noite ignorar. Sentou se ao lado e tocou suavemente moldando o rosto adormecido entre suas pequenas mãos. Ela tomou lhe os lábios de forma desajeitada e insegura, mas que fez um chama se ascender dentro de si.

Separou-se, ele não havia acordado apesar de corresponder. Ela sorriu talvez ele nem se lembrasse do ocorrido e agradeceu mentalmente por isso. O deixou e se foi. Era só uma noite qualquer.

Notas finais
Não queiram me matar.. por favor..
Andei recebendo ameaças de morte de umas leitoras.. e.e
Mas, se eu morrer.. quem termina a fic, né..

pensem bem amores..

~~ Eu estou postando uma nova fic aqui no nyah! Para quem ficar curioso e tiver interesse se chama Amor Profano.. segui link --->
http://fanfiction.com.br/historia/373120/Amor_Profano/

Até o próximo, beijos

Sto-chan ♥