O Amor Que Floresce Do Medo

33 Desejos Prateados - FIM


Notas iniciais
~ Então esse é o capítulo final.. Não vai ter epílogo por que eu não fiz um prólogo rsr E considero esse final adequado para a fanfic.. espero que curtam tanto quando eu XD Beijos meu anjos.. vejo vocês por ai.. rsr

O Amor que Floresce do Medo

Capitulo 33

NARUTO POV’S

1 ano depois...

Aquele seria o dia mais importante da minha vida, eu estava ansioso e nervoso demais com tudo que eu havia planejado. Seriam momentos loucos e incertos, eu sabia que seria muito ariscado, mais já havia se passado algum tempo, talvez não tempo o bastante, mas depois de tudo eu achava que já era a hora para me ariscar.

O que eu sentia por Hinata não iria mudar nunca, eu tinha certeza disso. Amava-a tanto a ponto de levar outros milhões de tiros por ela, e não me importaria nem um pouco se fosse para ser recompensado como da última vez.

Estávamos na Thi's Art desde as duas da tarde, a apresentação que iriamos fazer seria a noite, pelas sete horas e todos os nossos amigos já estavam por ali. Nossas famílias viriam a noite e eu já havia falando com Hiashi sobre as minhas intenções e por incrível que parecesse ele havia concordado, só esperava que Hinata também.

Morávamos juntos a pouco mais de seis meses, depois que Itsuko foi preso ela ainda insistiu em ir morar só por um tempo e como não havia perigo ninguém se opos. mas eu não resisti e quando ela já estava a mais de quatro meses no apartamento fiz com que se mudasse para o meu e desde então estávamos juntos.

Subi no palco alguns minutos antes, suspirei para ver o cenário mais louco que havia criado para declarar meu amor, um amor que nasceu do medo que Hinata sentia.

— É hoje. — falei para mim mesmo.

Ouvi passos e olhei por cima do ombro, Sakura se aproximou de mim com um grande sorriso, tocou no meu ombro.

— E então, como se sente, preparado para hoje? — ela perguntou.

— Nervoso, muito nervoso. — respondi. Ela gargalhou e me abraçou.

— Vai dar tudo certo. — disse e me apertou em seus braços. — Acho que vamos ter mais de um casamento logo, o que acha? — ela perguntou sorrindo satisfeita.

— Você e Sasuke? — indaguei surpreso.

— É, ele quer marcar a data, já estamos noivos a pouco mais de um ano. — ela afirmou.

— Então vamos fazer um casamento duplo. — falei e ri abraçando-a mais. Ouvi novos passos e ergui a cabeça vendo Sasuke nos observar.

— Se eu não soubesse que você ama muito Hinata, cortaria suas mãos agora mesmo. — Sasuke falou frio e assustador, mais com um tom de ironia.

— Ainda bem que você sabe disso. — comentei. — Mas ia, quando vão casar? Sakura e eu queremos fazer um casamento duplo. — comentei.

— Que tal pedir a Hinata-chan antes e depois decidimos isso. — afirmou. — Você nem sabe se ela vai aceitar. — provocou despertando todo meu nervosismo novamente.

— Teme. — rosnei.

— É claro que ela vai aceitar Naruto, não liga para o Sasuke. — conselhou Sakura dando um leve tapa no ombro do noivo.

Sorrimos e eles foram embora me deixando sozinho com meus pensamentos. Lembrei de algo então, há três meses recebemos um noticia que deixou a todos surpresos e que caiu como um bomba sobre nossas cabeças. Um dos policiais que veio avisar que Itsuko havia fugido antes de Hinata ser levada naquele noite bateu em nossa porta em uma tarde, ele tinha um envelopo nas mãos e só disse que o rapaz havia se matado sem deixar maiores esclarecimentos.

No envelope tinha uma cópia da confissão que ele fez sobre os estupros, e também um carta para Hinata. Nela ele explicava os motivos e as razões sobre como havia chegado aquele ponto, sobre a família, sobre o pai e as coisas que ele fez consigo e sua mãe, ele detalhava as atrocidades que ocorreram em sua vida sem emoção alguma, até relatar o dia em que conheceu Hinata e o quanta a desejou, mesmo sabendo que era um sentimento ruim e obsessivo que jamais poderia ser considerado “amor”, era louco ler aquilo e imaginar que ele pudesse sentir aquelas coisas depois do inferno que viveu.

Um sentimento distorcido e doentio que o levou a machucá-la, isso eu jamais poderia perdoar ou aceitar. Na carta ele também dizia que estava sendo abusado e torturado na cadeia pelos outros presidiários e que havia chegado ao seu limite e que seu único desejo era que ela pudesse um dia perdoá-lo e que fosse feliz como ele, sendo o monstro que era não podeira fazer.

Lembro como ela chorou naquele dia, Hinata tinha um coração bom, mesmo eu que entendia o sofrimento e a dor, não era capaz de sentir mais do que pena por aquele homem, mais perdoá-lo já era algo fora da minha concepção. Mas eu sabia que ela o tinha feito quando seus olhos encheram de lágrimas.

Sorri ao lembrar disso, por que eu havia me apaixonado por um alma boa e pura como Hinata, um anjo de asas quebrados que agora ao poucos voltava a voar.

Sentia-me realizado por fazer parte disso, por estar em sua vida hoje e fazer dela uma mulher feliz e completa, esse era o meu desejo, dar a ela o que ele sempre mereceu ter.

Fui para o camarim e me troquei, aquelas roupas de dança eram quase sempre vergonhosas, para os homens, mais eu sabia que Hinata estaria linda e isso era tudo que me importava quando entrei no palco e fui iluminado pelos holofotes.

Os pequenas bailarinas dançavam em volta de mim enquanto eu fazia o solo antes da entrada de Hinata. Na plateia Temari e Shikamaru cuidava dos gêmeos, era fácil ver as cabeleiras ruivas se agitando quando Gaara entrou travando um batalha comigo como se fossemos rivais, era empolgante. O som dos golpes, os corpos sendo jogados, dançando no ar quando levantados pelas cordas, era realmente um espetáculo.

Então Matsuri entrou, vestindo um vestido vinho com detalhes dourados, os cabelos mais longos trabalhados em cachos presos com flores brancas e a maquiagem de um ninfa, estava linda e ouve muita movimentação que fez Gaara se agitar ao visualizá-la.

Ele correu para ela enlaçando sua cintura e bailaram como se seus corpos fosse um, o modo como ela se envolvia em seu corpo, como o movimento de seus braços e pernas eram leves quando suspendida no ar pelo pai de seus filhos.

Então eu intervi, chamando para um luta pelo amor de Matsuri, então Hinata entra e elas fazem cara de assustada ao nos ver lutando e quando Gaara vai me matar Hinata se coloca sobre meu corpo, como quem pede pela vida de alguém e ele recua levando Matsuri consigo.

Hinata faz chorar sobre meu corpo e começa seu próprio solo dançando, aos poucos eu vou levantando e a observando fascinado e tomo sua mão em um giro, lançando-a por cima de meus ombros até que ela envolve as pernas em minha cintura e giramos fazendo o vestido prateado em seu corpo se mover como ondas. Ela foge de mim quando a coloco no chão e eu vou atrás dela, então começa a tocar uma música diferente e é nesse momento que meu corpo começa a tremer.

Do teto Ino desce uma pequena caixa de cor vermelha que para entre mim e a morena que olha confusa para o que esta acontecendo, por que não faz parte da apresentação.

— Senhores e Senhoras, quero dizer que o que verão não faz mais parte da apresentação. — falei para explicar e fitei Hinata. — Quero apenas que sejam testemunhas do que agora vai acontecer. — conclui.

Hinata ficou corada, ela imaginava que era alguma loucura minha, mais talvez nem suspeitasse que era maior de minhas loucuras.

— Eu amo esta mulher, com todas as forças do meu coração, por ela eu corri, eu esperei, eu levei um tiro. — falei e muitos se surpreendera,. — Por está mulher eu faria qualquer coisa, e sofreria tudo de novo para tê-la comigo, e jamais me arrependeria de ter me apaixonado por este anjo. — falei e peguei a caixinha abrindo-a e revelando o anel de prata com um pequeno diamante e um fina linha de ouro, com nosso nomes cravados dentro. — Hoje eu quero pedir que se torne minha esposa, minha companheira, minha mulher, meu tudo para o resto dos meus dias. Quer casar comigo?

Hinata tinha os olhos cheios de água e um sorriso que eu não conseguia descrever com palavras, Ino lá de cima gritava aceita e muitos outras pessoas entram no clima e também começaram a gritar, ela balançou a cabeça de forma afirmativa e disse um sim que poucas pessoas puderam escutar, mas o mais importante, eu escutei. Abracei-a e beijei tirando seus pés do chão, arrancando risadas, e assobios dos presentes.

[…]

Em casa mais tarde, Hinata ainda tremia de nervosismo, havia recebido os parabéns de todos que conhecíamos e de vários estranhos que foram só para apreciar a apresentação.

— Você é louco. — ela acusou quando entramos no apartamento.

— Mereço ser punido? — perguntei abraçando-a pela cintura e beijando seu testa vendo-a corar.

Não importava a quanto tempo estávamos juntos o rubor em seus bochechas era algo constante e que acho que nunca ira desaparecer do nosso dia a dia.

— Eu te amo. — falei e selei nossos lábios de modo calmo e paciente.

— Também amo você Naruto. — ela resmungo entre nossos lábios.

Sentamos no sofá e ficamos ali abraçados, ela entre minhas pernas enquanto eu alisava seus cabelos e ela desenhava círculos imaginários em meu peito. Hinata acabou dormindo ali mesmo então eu a levei para o quarto, deitando-a na cama, mais quando fui me afastar suas mãos me impediram.

— Fica. — pediu.

Era novidade aquilo, normalmente dormíamos em quartos separados, e normalmente era ela que ia dormi no meu quarto quando acabávamos passando a noite juntos, por algum motivo eu achava até melhor, deixava que ela fizesse as coisas no seu tempo e no seu jeito, havíamos avançado muito em nossa relação.

— Tudo bem. — concordei e deitei do seu lado trazendo seu corpo para se alinhar junto ao meu.

Afaguei seu cabelos, sorrindo ao ver que ela dedilhava a barra da minha blusa, me fitou com os olhos prateados cheios de desejo e corou quando percebeu que eu também a fitava.

Hinata subiu em cima de mim e eu fiquei um pouco perplexo a primeiro momento, e depois quis rir, mais não o fiz para não desencorajá-la. Eu queria tê-la por completo a tanto tempo que já não fazia ideia do quanto a tinha esperado, esperado por aquele momento.

— Eu te amo. — ela sussurrou em meu ouvido beijando minha orelha, mordendo levemente o nódulo e descendo com seus lábios pelo meu pescoço. Suas mãos arrancaram minha camisa e eu apenas ajudei, hipnotizado por sua iniciativa.

Abri o botão da calça jeans e desceu o zíper sentindo meu amigão acordar quando sua mão tocou por cima da cueca. Seu corpo desceu e suas mãos arranharam toda extensão do meu peito.

Beijou-me na barriga próximo do umbigo, depois na barra da cueca e então ela desceu o pano beijando a glande que estava quase fora da calça. Meu corpo tremeu. Sempre imaginei e desejei que um dia, em algum momento ela faria algo assim, mas também era verdade que nunca tive esperanças que isso fosse ocorrer.

Minha calça jaz aquele momento em meus joelhos e Hinata sentada deslizava a língua sobre meu pênis. Envolveu com as duas mãos, me masturbando e depois engolindo me fazendo gemer de forma rouca. Queria tocar seus cabelos, mais tinha medo de assustá-la. Limitei-me a segurar os lençóis com toda minha força.

— Hinata.. e-eu.. — queria avisar que estava preste a gozar, mais as palavras engasgavam em minha garganta enquanto ela se movia em movimentos de vai e vem engolindo o quanto podia da extensão do meu membro.

Tentei tirá-la, afastá-la, mas Hinata não deixou e acabei gozando em seus boca, ela fez uma expressão de assustada e depois se esforçou para continuar até que todo o liquido fosse expelido e então com tudo na boca ela ver menção de engolir, mais não iria me sentir a vontade com aquilo, não dessa vez. Talvez em uma próxima.

— Não engula. — pedi.

Fui até o canto do quarto e peguei um lixeiro pequeno onde ela jogava papeis amassados e trouxe colocando-o a sua frente.

— Cospe. — falei. E assim Hinata fez e me olhou de forma estranha.

— O que?

— Achei que gostassem que engolisse. — foi sua resposta.

— É. — cocei a nuca constrangido. — Não vou mentir, até gosto, mais queria que hoje fosse especial, eu te pedi em casamento. — expliquei. Ela sorriu aliviada.

— Tudo bem. — ela concordou.

— Vem. — chamei e a deitei na cama.

Tirei o resto da calça com a cueca e minhas meias ficando totalmente nu, ela me olhou e corou. Uma atitude bem típica da minha Hime. Ajoelhei na cama e separei suas pernas, puxando de seu corpo a saia que usava junto com a calcinha vermelha.

— Você é linda, Hime. — elogiei.

Encostei meu rosto em sua bariga, respirando e fazendo a pela dela se arrepiar. Beijei demoradamente cada centímetro da área e sorri quando vi que ela apertava as mãos.

Comecei a cuidar dela, lambendo a extensão de sua vagina, beijando carinhosamente seus lábios e puxando-os cuidadosamente entre os meus. Penetrei com a língua e ouvi um gemido alto e sensual, ela me encantava.

Subi os beijos por seu corpo levantando a blusa para tirá-la de si quando chegasse a seus seios e foi o que fiz. Delicadamente removi a peça e depois minhas mãos foram para suas costas afim de me livra do sutiã. E depois de muito tatear, não consegui. Hinata me olhava interrogativo.

— O que esta fazendo Naruto? — ela perguntou.

— Não é meio obvio, estou tentando tirar seu sutiã. — respondi sem graça.

— Naru, ele abre pela frente. — ela me indicou o fecho e riu disfarçadamente.

A pessoa que inventou aquele acessório deveria ter feito modelo padrão. Foi só o que pude pensar ao finalmente me ver livre daquele incomodo.

Apreciei os seios grandes e firmes da minha futura esposa livre do pano que os cobriam. Beijei seus mamilos ouvindo-a suspirar e lambi a pele, mordendo de maneira moderada sentindo que Hinata envolvia suas mãos em minhas madeixas.

Nos beijamos e a penetrei, fazendo amor com ela. Hinata envolvia as pernas em meu quadril, me permitindo ir mais fundo e rápido, clamava meu nome entre gemidos e gritos de prazer que me enlouqueciam.

Quando ela atingiu o primeiro orgasmo, inverteu as posições me fitando nos olhos. E mesmo que estes estivessem cheios de desejo e certeza, suas faces estavam coradas como tomates.

Ela começou a se mover de forma lenta, rebolando em um sobe e desce delicioso. Segurei sua cintura, apertando-a entre minhas mãos e ditando um ritmo mais rápido e preciso. E desse modo chegamos ao ápice juntos.

Hinata cai sobre meu peito ofegando e dizendo coisas sem sentido, pois não passavam de murmúrios. Comecei a afagar seus cabelos enquanto ela passava uma das mãos por meu peito. Estávamos cansados da apresentação e também, cansados após fazer amor. Então dormimos ali agarrados um ao outro.

Tinhas certeza que aquele era o começo para nós, e não o fim.

Notas finais
Meus Agradecimentos: ~ Eu não gosto muito de notas grandes, por isso quem quiser ler pode ler, se não é só passar direto rsr :] Eu queria agradecer a cada um em especial. Ao Tobirama que foi quem fez o primeiro comentário da Fanfic logo que eu apostei e que também foi o responsável pelo música tema do casal no capítulo 21 - Nothing Else Matters, sei que muitos de vocês gostaram tanto quanto eu dela fazer parte dessa fanfic. Queria agradecer a LeitoraXD, a BruNaruHina que foram assim minhas leitoras mais carinhosas, não que todos vocês não tivessem sido, mais elas sabem que tem um lugar especial no meu coração e na razão pelo qual eu continuei a escrever. Agradecer também pelas 7recomendações que me fizeram uma autora muito feliz. E pelos e pelos 86 favoritos. Juro que não pensei que a fanfic faria todo esse sucesso que fez. Mas chegou o final e espero que tenha sido perfeito como cada um de vocês imaginou, ou até melhor.. Obrigada meu anjos.. meu amores. Gostaria de citar o nome de cada uma, mais deixaria a nota ainda mais longa.. hehe.. então sintam se todos amados e importantes para mim, por que vocês são por terem me acompanhado até o final dessa trajetória. AMO VOCÊS.. !! Quem sabe não nós vemos em Amor Profano, ou em outro trabalho meu. Beijos e Abraços.