Notas iniciais
Oi, gente.
Espero q gostem.
Boa leitura.

Seguimos de volta para a cidade em silêncio, primeiro por que eu ainda estava meio surpreso com o que Isabella disse sobre ela mesma. Depois de uns vinte minutos Isabella adormeceu com o rosto encostado na janela do carro.

Suspirei enquanto a admirava. Ela era realmente perfeita, até mesmo dormindo. Sorri, ela parecia tão infantilmente doce. Chegamos na entrada da cidade e eu não sabia o que fazer. Levar Isabella para o apartamentinho no bairro perigoso ou para o meu?

Não tive que pensar duas vezes.

Dirigi em direção ao meu prédio sem pestanejar, de maneira alguma deixaria Isabella voltar para aquele bairro. Entrei no estacionamento do prédio e cuidadosamente peguei Isabella no colo e a tirai do carro, ela suspirou e inconscientemente se aconchegou em meu peito. Sorri feliz ao saber que ela me reconhecia mesmo dormindo. Segui para o elevador, subimos tranqüilamente enquanto eu a admirava. O elevador parou em um dos andares e Lauren, minha vizinha, entrou. Nunca fui muito com a cara da fulana, mas em um tempo de necessidade qualquer que tive acabei indo para a cama dela. Só foi uma vez, mas ao que parece foi o suficiente para ela grudar no meu pé como chiclete.

- Olá Edward. – Disse com aquela voz anasalada que me irritava. Ela se inclinou ligeiramente para frente revelando mais ainda seus seios — Faz muito tempo que não te vejo. Como vai?

- Bem. – Respondi friamente.

- Hum... Então que é essa? Sua irmãzinha? Alice o nome dela não?

Eu tinha certeza que ela sabia que Isabella não era Alice, afinal quando essa louca foi ate a empresa atrás de mim, Alice havia ido me fazer uma visita e colocou Lauren para fora. Foi hilário, por que Alice era bem mais baixa que a piriguete e mesmo assim a loira saiu correndo com medo.

- Na verdade, essa é Isabella... Minha namorada.

Ela me encarou de boca aberta, mas logo se recuperou.

- Ela parece meio nova, não acha? – Disse analisando Isabella com desdém, o que me irritou profundamente. Será que ela realmente se achava melhor que Isabella? – Foi buscá-la aonde? Na escolinha?

O elevador parou no meu andar.

- Pois é, cansei de pegar putas velhas em asilos, não é senhora? – Falei irônico e sai a deixando chocada e irada no elevador.

Rindo discretamente para não acordar Isabella, eu encarei meu impasse. Como abriria a porta com Isabella no colo? Eu não poderia a colocar no chão como da outra vez, ela acordaria. Suspirando decidi acordá-la.

- Isabella. – Sussurrei, não queria assustá-la. Assim que falei em seu ouvido percebi sua pele arrepiar o que me fez sorrir como um bobo. – Isabella, acorde.

- Hum... – Ela se remexeu, mas não acordou.

- Isabella.

- Ed. – Suspirou.

Sorri negando com a cabeça. Até dormindo ela me chamava desse apelido idiota, só ela me chamava assim e continuava viva. Mas talvez não fosse tão ruim afinal. Ficava até engraçadinho quando ela falava.

- Isabella.

Seus olhos finalmente tremeram e lentamente se abriram revelando seu lindo e incomum tom de azul.

Ela me encarou e depois deu um sorriso fraco.

- Edward...

- Isabella, querida, você precisa acordar. Não consigo abrir a porta com você nos braços.

- O que? – Confusa ela olhou ao redor. – Onde estamos?

- No meu apartamento.

- E por que estamos aqui? Achei que ia me deixar no meu apartamento.

Pensei em uma boa desculpa, do tipo meu carro tava quase sem gasolina e só dava para chegar ao meu prédio. Mas resolvi que a verdade seria melhor.

- Não gosto do seu bairro. Acho muito perigoso, e não gosto da idéia de você lá sozinha.

- Não é tão ruim assim. – Ela disse corada.

- Mas é ruim o suficiente.

Coloquei em seus próprios pés cuidadosamente, peguei as chaves e abri a porta. Pensei que Isabella ficaria sem jeito na casa, mas me enganei redondamente. Ela suspirou como se dissesse: “como é bom estar em casa”, tirou os sapatos e se jogou no grande sofá da minha sala.

A encarei com uma sobrancelha arqueada e uma expressão divertida. Ela realmente devia estar cansada, por que depois de se aconchegar melhor, puxar uma das almofadas para sua cabeça e suspira... Ela adormeceu.

Fui até o armário do quarto de hospedes e peguei uma manta e a cobri. Pensei em levá-la para o quarto, mas depois mudei de idéia. Vai que ela acordava.

Segui para o meu quarto e tomei uma ducha rápida pesando se não devia ter feito Isabella tomar um banho antes de dormir. Não. Seria uma má idéia, além de ela não ter roupas aqui seria uma tortura ter ela ali tão perto – sem roupas – e não poder tocá-la.

Suspirando vesti um uma calça de moletom cinza e cai na cama. Adormeci em seguida.

E sonhei com Isabella nua.

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Uma luz forte me acordou.

Olhei para a janela e vi que já era de manhã, olhei no relógio. 9:00 da manhã? Praguejando levantei e corri para sala. Falaria com Isabella e a deixaria a vontade, estava atrasado para o trabalho. Fui até a sala esperando encontrar Isabella lá, mas o sofá estava vazio. Confuso, fui ate os quarto. Mas nada! Onde será que ela se meteu? Será que tinha ido embora?

Ouvi um barulho na cozinha e revirei os olhos. Acho estou tento um deja vu, pensei irônico.

Fui até a cozinha e quase tive um ataque cardíaco quando vi Isabella só de calcinha, sem sutiã e uma blusa minha branca de botões. Ela pulava e dança de olhos fechados, fazia caras e bocas. Até fingia que a colher era um microfone.

Segurei-me para não rir não queria que ela percebesse que eu estava lá, a cena estava muito engraçada... Até Isabella erguer as mãos fazendo a camisa que ela usava subir revelando seu traseiro delicioso coberto apenas por uma calcinha azul minúscula e rebolar até o chão.

Arregalei os olhos sentindo meu pau saltar a vida, automaticamente dei dois passos para trás e esbarrei na bancada, derrubando uma panela com meu cotovelo.

Isabella se virou assustada depois corou em todos os tons de vermelho.

- Desculpe não vi que você tinha acordado. – Ela murmurou abraçando a si mesma. – Desculpe pela camisa também, eu tomei banho e não tinha outra roupa...

Pigarreei.

- Tudo bem, não tem problema.

Ficamos em um silencio tenso.

- Hãn hãn. – Ela pigarreou sem jeito. – Eu fiz o café da manhã. Você quer?

- Hum... Claro!

Nos sentamos e começamos a comer em silencio, eu não sabia por que ela estava em silencio, mas eu não parava de olhar seus seios . Os bicos eram muito visíveis através do fino tecido e aquilo estava me deixando louco.

- Hãn hãn. – Isabella pigarreou e eu ergui os olhos para seu rosto.

Corei e pigarreei constrangido.

- Enfim... Preciso ir. Vou trabalhar.

- Tudo bem. – Disse ela risonha.

- Hum... Ok. Bom, vou indo.

Levantei apressadamente e segui para o quarto. Tomei um banho rápido, me vesti e peguei minha pasta, carteira e chaves do carro. Pensando em me despedi de Isabella percebi que nem sequer agradeci pelo café da manhã. Me xingando internamente fui em direção a cozinha.

Isabella estava lavando a louça cantarolando baixinho.

— Hum... Já vou indo.

Ela sorriu para mim e assentiu.

- Tenha um bom dia.

Fui até ela e dei um beijo na sua na sua bochecha.

- Até logo.

Me virei e andei em direção a porta. Abri a porta, mas antes de sair lembrei de uma coisa importante.

- A propósito... O café da manhã estava uma delicia.

Notas finais
Oi, gente,
Sou uma pessoa de palavra. Como eu recebi bastante comentarios postei logo. O negocio é o seguinte. To com a historia quase completa, ja to escrevendo o desfecho depois mais 2 ou 3 capitulo e o epilogo e fim.
Como os capitulos ja estão pronts depende de você a frequencia com que eles serão postados.
LEITORAS + POUCOS COMENTARIOS = DEMORA PARA POSTAR.
LEITORAS + MUITOS COMENTARIOS = 2 OU 3 CAPITULOS NO MESMO DIA.
Entederam, recrutas?
Espero que tenham curtido o capitulo.
bjus.