O Amor Da Minha Vida...
9 Capítulo Oito.
Notas iniciais
Espero que curtam!
Boa leitura. :D
Satisfeito com meu plano dirigi em direção á um pequeno restaurante italiano no centro, comprei comida. Depois fui a uma loja de bebidas e comprei um ótimo vinho branco, depois fui a um supermercado e comprei um enorme pote de sorvete de chocolate e por último fui à locadora, o que resultou ser a tarefa mais difícil da noite já que eu não sabia que tipo de filme Isabella gostava. Suspirando decidi por um de romance de mulherzinha, um de terror e um de ação. Peguei o rumo de casa e no caminho passei na frente de uma floricultura e isso me deu uma idéia. Hoje era uma noite perfeita para começar a cortejar Isabella. Parei em uma floricultura e comprei um lindo buquê de rosas brancas, para fazer uma surpresa para Isabella. Eu não sabia se nosso casamento daria certo mesmo, mas de uma coisa eu tinha certeza. Não me afastaria de Isabella.
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Abri a porta do apartamento e entrei. Levei um susto quando olhei a sala, Isabella tinha colocado um edredom fofo no chão e espalhado milhões de almofadas ao redor e colocou os pratos, taças e talheres na pequena mesa de centro. É, parece que comeríamos na sala de frente para grande TV de plasma.
– Isabella! Cheguei!
Ela veio do corredor sorrindo para mim. O cheiro de morangos invadiu o ambiente me deixando meio embriagado. Acho que ela havia acabado de sair do banho, por que seu cabelo estava preso em um coque frouxo vestia uma camisa rosa escura de botões e uma daquelas calcinhas que se parecem com um shortinho,preta.
Estava linda e muito sexy!
– Até que em fim! Achei que você tinha se perdido pelo caminho!
Pigarreei sem graça, espero que ela não tenha reparado que eu estava secando suas coxas.
– São para você. – Disse entregando as flores.
Ela olhou surpresa para flores e então corou.
– S-São lindas. Obrigada, não precisava. Mas por que isso?
– Nada de especial, só achei que você merecia. – Constrangido coloquei as outras sacolas em cima da mesa de centro. Eu estava estranhamente calmo. – Trouxe comida italiana, espero que goste.
– Perfeito! Trouxe o sorvete e os filmes? – Disse indo em direção a cozinha, provavelmente para colocar as flores em um vaso.
– Sim, sorvete de chocolate. Não sabia que tipo de filme você gosta então trouxe um de romance, um de terror e um de ação.
Ela voltou me olhado estranho.
– Que foi?
– Ed, quando pegamos algum filme para ver com uma pessoa que a gente não sabe o gosto, a gente não pega, de maneira nenhuma, terror e ação. A gente escolhe romance, comedia. Por que todo mundo gosta de comedia. – Ela falava como se estivesse falando com uma criança.
Revirei os olhos.
– Que seja! Vamos comer ou não? Estou morto de fome. – Tirei meu paletó e minha gravata e desbotei os três primeiro botões da minha camisa. Notei que Isabella engoliu em seco e sorri com isso. Era bom saber que eu a afetava tanto quanto ela a mim.
Nos sentamos no chão e Isabella começou a revirar as sacolas tirando os recipientes com a comida e começou a nos servir. Para não ficar parado comecei a servir o vinho. Isabella pego o filme e colocou o de ação revirando os olhos. Era um filme com a Angelina Jolie e um ator desconhecido – pelo menos para mim.
– Então? Vai me contar o que fez seu dia tão bom a ponto de você querer comemorar? – Ela me perguntou enquanto comíamos.
Dei de ombros.
– Nada demais. Eu só consegui um bom sócio para um projeto importante, isso vai evitar que muita gente fique sem emprego.
– Que bom! Fico feliz que tenha conseguido o que queria!
Conversamos trivialidades e logo terminamos de comer. Isabella – de novo – me fez ajudá-la a lavar a louça, ajudei-a a contra gosto.
– Vamos, Ed! Não foi tão ruim! – Disse ela rindo enquanto voltávamos para a sala e eu continuava emburrado por ela ter me obrigado a lavar a louça.
– Qual é o seu problema? Eu tenho uma diarista, eu pago há ela muito bem para não ter que fazer nenhum serviço domestico.
Isabella revirou os olhos e pegou o pote de sorvete, me deu uma das colheres que estava em sua mão.
– Chega, Edward! Sua mão caiu por ter lavado um loucinha? NÃO! Agora coloca outro filme? Não gostei desse.
– Tudo bem. – Suspirei derrotado. O que ela não pedia chorando que eu não fazia sorrindo? – Qual você quer? Terror ou romance?
– Romance.
Assenti colocando o de romance no DVD.
Afofei as almofadas e me deitei nelas bem relaxado e comecei a comer o sorvete com Isabella. Estava um clima calmo e familiar. Depois de um tempo vendo o filme Isabella foi ficando mais relaxada e quando eu vi, ela já estava deitada no meu peito e o pote de sorvete meio vazio esquecido.
O filme acabou e eu desliguei o aparelho de DVD e me deitei novamente.
– Dorme aqui? – Sussurrei para Isabella.
– Claro. Mas dessa vez vou dormir no quarto de hospede, já reparou que sempre que venho aqui acabo no sofá?
Nós rimos. Ela tinha razão.
– É verdade. Não tem nada para fazer.
– É, não ta como sono?
– Não, e você?
– Também não. O que vamos fazer?
– Vamos conversar.
– Sobre o que?
– Sobre nós. Nós estamos tão próximos e não sabemos nada um do outro.
– É, verdade. O que quer saber?
Era impressão minha ou Isabella sempre ficava evasiva quando se tratava de falar de si mesma?
– Bom... Qual suas flores favoritas?
Ela riu.
– Rosas. Todos os tipos e cores de rosas.
– Hum... Qual sua cor favorita?
Ela riu.
– Verde. – Disse sem pensar depois corou.
– Você esta corando? Por que esta corando?
– Hum, nada. Qual a próxima pergunta?
– Não. – Eu ri do seu constrangimento. – Agora fiquei curioso. Por que esta corando Isabella?
– Não vai esquecer isso, não é? – Perguntou suspirando.
– Não. Não vou.
– Ok, se você tivesse me perguntado há algum tempo atrás qual era minha cor favorita, eu teria dito que era azul. Mas agora é verde por causa... Por causa dos seus olhos.
Sorri enormemente. Então ela gostava dos meus olhos, hein? Bom saber.
– Gosto dos seus olhos também. Eles são tão profundos e incomuns. – Enquanto falava ia aproximando lentamente o meu rosto do seu. – Não são azul céu que é o mais comum de azul. São estranhamente escuros... Como a meia noite. São lindos!
Ela corou, mas pareceu eufórica pelo meu elogio. Nós estávamos tão próximos agora, eu podia sentir sua respiração ofegante no meu rosto. Podia o calor e o cheiro do seu hálito. Menta.
– Isabella? – Sussurrei contra os seus lábios.
– Hum? – Sua voz parecia meio embriagada e sorri por dentro com isso.
– Vou beijar você agora. – Não era uma pergunta ou um pedido. Era uma afirmação.
– Ok.
No momento seguinte meus lábios estavam pedindo passagem nos seus. Devastando, explorando cada canto da sua boca doce. Enquanto a beijava deixando todo desejo que reprimi esse tempo todo vir à tona. A empurrei delicadamente a deitando contra as almofadas e fique ligeiramente em cima dela. Suas mãos acariciando meus cabelos e minha nuca estavam me deixando louco. Levei minha mão direita apertando sua coxa e subindo por sua barriga lisa e para dentro da blusa e agarrei seu seio delicadamente fazendo Isabella soltar um gemido rouco.
– Isabella. – Gemi beijando seu pescoço. – Você me deixa louco.
– Hum... Edward!
Ouvi-la chamar meu nome e não aquele apelido idiota me levou ao céu. Subi em cima dela completamente me encaixando entre suas pernas e rebolando meu membro duro contra seu centro quente.
Me afastei recuperando um fino fio de consciência, eu realmente gostava de Isabella. Queria que estava estivesse certa disso. É, claro que acabaríamos na cama, eu sempre soube disso e tenho certeza que Isabella também. Mas eu queria ter certeza de que ainda não era cedo demais, se Isabella tinha certeza disso.
– Quero você Isabella. – Disse ofegante. – Quero fazer amor com você. Você quer?
– Sim. – Respondeu no mesmo estado que eu.
– Tem certeza?
– Sim.
– Ótimo. Então vamos para o quarto.
Continua...
Notas finais
Só para dar mais um suspensezinho! he he he...
Só passei para dizer que a pertir de agora TODOS os mistris, segredos e pontas soltas vão começar a se ajeitar e esclarecer! Então...
Preparem-se!
Obrigado pelos comentarios!
Bjus...
Fuiiiiii....
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