O Amor Coloriu
32 Arruinada de novo?
Notas iniciais
Conversava com o Sal durante o caminho de casa, quando cheguei lá me despedi e desliguei. Entrei e não tinha ninguém na parte debaixo, subi para o meu quarto joguei meu celular por lá e fui no quarto do Vitor. Ele tava acordado assistindo TV sentado na cama.
– Olá.
Disse entrando.
– Oi.
Ele sorriu, me sentei do lado dele e lhe dei um selinho.
– Tava só esperando você chegar.
Ele me puxou para seu colo.
– É? Pra quê?
Disse me fazendo de boba.
– To com fome, faz alguma coisa pra eu comer?
Ele riu e eu o olhei indignada.
– Vou fazer nada não, se vira.
Saí do colo dele rindo e voltei para o lugar onde estava.
– Por favor.
Ele fez uma cara fofa.
– Sabe que isso não funciona comigo.
– Por favor, preciso de energia.
Ele veio e começou a beijar meu pescoço.
– Sai daqui, interesseiro.
Ri e empurrei ele, só que era mais forte que eu então mal o movi.
– Ta Vitor, eu vou.
Ele saiu de cima de mim e comemorou.
– Chato.
Resmunguei e levantei, fui até a cozinha e procurei o que podia fazer, achei macarrão então resolvi fazer uma arte com macarrão, fui pegando algumas que eu poderia colocar junto com o macarrão, nada como ser criativa.
– Já ta cheirando.
O Vitor disse chegando e me abraçando por trás enquanto eu colocava as coisas na panela.
– Só você mesmo para fazer eu cozinhar uma hora dessas.
Ele riu e me deu um beijo no pescoço.
– É porque você me ama.
– Quem te iludiu?
Perguntei terminando de colocar as coisas na panela e me virando para ele.
– Eu sei que você me ama, ninguém precisa me iludir.
Ele disse e me beijou, passei os braços ao redor do seu pescoço.
– Dá licença.
O Lucca disse me separando do Vitor.
– Obrigado.
Ele riu depois do Vitor olhar pra ele com raiva.
– Desculpa cara, mas isso não é lugar para beijos.
– A casa é minha, eu beijo minha namorada quando eu quiser.
– Mas na cozinha não, é nojento.
O Lucca disse olhando a panela do macarrão.
– Já fizemos muitas coisas além de beijos nessa cozinha, Lucca. Quando vocês não estão aqui nem fazem ideia do que acontece.
O Vitor disse se encostando no balcão e rindo.
– Credo, vocês são nojentos.
O Lucca disse nos olhando estranho.
– É mentira, Lucca. Nunca fizemos isso aqui, também acho nojento.
Disse e o Vitor me mostrou a língua por ter falado a verdade.
– Que bom, porque se tivessem feito eu ia achar que vocês realmente são dois maniacos por sexo.
– O Vivi talvez.
Disse olhando para o Vitor e rindo.
– Era bem eu que já queria quando estávamos lá no quarto.
Ele disse rindo de mim.
– Acontece que por você ser tão safado eu acabo pensando que as coisas que você fala tem a ver com sexo.
– Nem tudo.
Ele disse se defendendo.
– Só 99,9999999... porcento.
O Lucca disse e o Vitor deu uma tapa na cabeça dele.
– Opa, Lia ta cozinhando, que isso se multiplique.
O Gui disse entrando na cozinha e me dando um beijo na bochecha.
– Multiplique nada, se multiplicar vão ter que me pagar salário.
– Então fique do jeito que está mesmo.
Ele riu, os meninos sentaram e ficaram conversando enquanto eu terminava o macarrão que não demorou muito.
– Fechou então, até amanhã.
O Dinho dizia no telefone entrando na cozinha e a Luana atrás dele.
– Quem ta a fim de festa?!
Ele perguntou dançando enquanto desligava o telefone.
– Uhuuuu!
Gritei e eu, o meninos e a Luana levantamos o braço.
– Amanhã na casa de um conhecido meu, dez horas.
– Preciso sair um pouco mesmo, to louca para dançar.
Disse colocando o macarrão em uma travessa.
– Dançar, Lia Me diz quando você dança, você seduz as pessoas somente isso.
O Dinho disse e a Luvaca fez uma careta, se eu pudesse metia a mão na cara dela, mas deixa quieto porque o que é dela ta vindo daqui uns dias.
– Que nada, é minha forma de dançar, só isso.
– Pois então amanhã você vai dançar comigo, do jeito que você dança com o Machado.
O Gui disse rindo.
– Ela só dança comigo.
O Vitor disse olhando para o Gui.
– Calma Vitor, não precisa ficar com medo de eu roubar ela de você, somos quase irmãos cara.
O Gui se gabou.
– Que eu saiba irmãos não se beijam ou fazem coisas que não preciso comentar dentro do quarto.
O Vitor disse enciumado.
– Por isso disse quase irmãos, idiota.
Os meninos riram da cara do Vitor.
– Para com isso Gui , nunca fiz nada com você, te beijar já beijei, mas outras coisas não.
Ri e todos já estavam sentados.
– Porque eu não quis, já você...
Ele deixou a frase rolar.
– Seu puto.
Disse rindo e batendo na cabeça dele, nos sentamos e fomos comer. O resto da noite passou rápido, dormi no meu quarto com o Vitor, mas hoje só dormimos mesmo. Acordei com o sol invadindo o quarto, me levantei e lavei meu rosto.
– Bom dia!
O Vitor disse assim que saí do banheiro.
– Bom dia, coisa feia.
Disse lhe dando um selinho.
– Eu não quero levantar.
Ele fez drama.
– Fica deitado aí, então.
– Fica aqui comigo.
– Não, eu to com fome.
– Depois você vai comer, fica aqui comigo pra eu dormir mais, por favor.
– Não Vitor, sai fora.
Ele me pegou pelo braço e me puxou fazendo com que eu caísse na cama, e jogou suas pernas por cima de mim.
– Sai Vitor.
Disse rindo e tentando tirar ele de cima de mim.
– Não.
Ele riu e se jogava cada vez mais.
– Eu vou morrer sufocada, cadelo.
– Que nada, eu não te deixo morrer.
Ele disse já totalmente em cima de mim, reuni minhas forças e lhe dei um empurrão que ele caiu da cama.
– Ai!
Se queixou.
– Bem feito, quem mandou não sair de cima de mim.
Ri e me levantei.
– Vem cá, Lia você vai ver.
Sai correndo e dei de cara com a Luana assistindo TV com o Lucca.
– AAAAAAAAH SAI VITOR, FOI CULPA SUA.
Gritei e fiquei do lado contrário do sofá.
– Eu vou te bater, filha da mãe.
– Duvido.
Disse rindo da cara dele que tinha ficado irritado mesmo, deve ter doído, mas a culpa foi toda dele, quem mandou querer ficar em cima de mim, isso que dá.
– Não fala mais comigo hoje.
Ele foi em direção da cozinha.
– Awwwwn, acho que o Vivi ta de TPM, anda tão carente.
Zoei com ele e uma maçã foi arremessada na minha direção.
– Nem pra ter acertado.
A LuVaca disse com cara de tanto faz e olhando para a TV.
– Não seja por isso.
Peguei a maçã do chão e ia jogar nela, mas o Lucca não deixou.
– Não estrague a maçã, ta boa de comer ainda.
Ele deu uma mordida e eu comecei a rir.
– Nossa como vocês são engraçados.
Ela disse fazendo uma careta e subindo para o quarto dela.
– É por isso que eu te amo, meu amor.
Dei um abraço no Lucca.
– Acho melhor você ir olhar o que o Vitor ta fazendo.
– Ta bom.
Fui até a cozinha e ele tava resmungando alguma coisa enquanto olhava na geladeira.
– Ta com raiva?
Perguntei abraçando ele por trás.
– Não!
Ele disse seco.
– Tem certeza?
– Tenho!
– Eu sei que ta com raiva, e não to nem aí.
Me virei e fingi que ia embora.
– Não to com raiva, vem cá logo.
Ele disse rindo e me puxando para um beijo. Fiquei brincando com os meninos a tarde toda.
– Acho que ta na hora da gente se arrumar.
O Dinho lembrou que tinha a festa.
– É verdade.
E saímos todos para seus quartos para nos arrumarmos. Não sabia o que vestir, então optei por algo não tão enfeitado, deixei o cabelo um pouco alto, fiz uma maquiagem média, nem tão forte e nem tão leve. Comecei a colocar meus brincos.
– Oi Lia.
A Luana tinha entrado no meu quarto sem nem bater.
– Vai logo dizendo o que você quer e dando o vaza.
– Só queria te avisar que é hoje que mostro pra você que o Vitor que você tanto acha que mudou, na verdade continua o mesmo.
– Do que ta falando, biscate?
– Mais tarde eu te mostro, quero que você aprenda que o Vitor não é de uma menina só, e se for essa menina sou eu.
– Nossa velho, cuidado para não cair.
– Cair da onde?
Ela perguntou confusa.
– Do sonho alto que você teve agora.
– Ai, você e suas respostas idiotas, mas hoje eu te provo tudo o que acabei de dizer.
– Aham, agora vai dar um role e me deixa aqui.
Expulsei-a e continuei me arrumando, será que ia acontecer alguma coisa? Lógico que não, o Vitor mudou com certeza.
– Pronta?
Escutei sua voz e me virei, ele tava lindo, na verdade sempre foi, mas estava ainda mais.
– Você está linda.
Ele disse sorrindo.
– Você que ta.
Disse lhe dando um selinho, mas como ele nunca se contenta sua língua pediu passagem e eu cedi, suas mãos que estavam em minha cintura me puxaram para mais perto dele e logo desceram para minha bunda, passei meus braços ao redor do pescoço dele.
– Será que dá para vocês deixarem de se pegar aí? Eu to querendo sair.
Escutei o que parecia ser a voz do Gui, o Vitor tinha deixado a porta aberta. Separei meus lábios dos do Vitor.
– Vocês são um saco mesmo, um dia expulso todo mundo e o primeiro é você Guilherme, é o que mais irrita.
O Vitor disse enquanto saíamos do quarto.
– Eu sei que você me ama, nunca me abandonaria.
– Continua achando isso.
Eu ri, saímos todos juntos para a tal festa, eu, o Vitor e o Lucca fomos em um carro já que ele não deixou o Gui vir conosco e o Gui, Dinho e LuVaca foram em outro. Não era muito longe a tal casa, chegamos lá todos juntos.
– Ta, vamos entrar.
O Dinho foi na frente, já que era conhecido dele e fomos andando atrás, o Vitor me abraçava de lado pela cintura.
– DIIIIINHO, BRO.
Um garoto moreno, de olhos castanho claro veio cumprimentar o Dinho.
– STEEEEEEEEVE.
Fizeram um cumprimento lá e começaram a rir.
– Bom, tem os meninos que você já conhece e essa é a namorada do Vitor, Lia e a outra é... só a Luana mesmo.
Ele disse dando de ombros.
– Boa noite meninas e sejam bem vindas, aproveitem a festa.
O Steve deu um sorriso, até que ele era bonito.
– Ali tem bebida.
Ele apontou para um canto, mas nem olhei, fui analisar as pessoas e a festa e não pude acreditar quem tinha visto, só podia ser sacanagem. O Nick tava um pouco longe da gente, ele encontrou meu olhar, riu e piscou. Mais uma noite estragada? Tomara que Não.
Notas finais
Posso Casar Com Vcs?? Suas Lindas, Dlç
o Proximo Cap Vcs Vão Me Matar , Não Me Odiar, Não Me Estrangular afff Sorry :(
Fale com o autor