O Amor Chega, quando menos se Espera
10 Porque se não você não vai ganhar só um tapa......
Notas iniciais
PDV da Kagome Higurashi
Depois do acidente, as meninas me levaram no banheiro e me encheram de perguntas, menos a Rin que fico em um canto rindo, das meninas gritando e eu sem graça. Depois minha mãe chegou, falando que já ligou pro meu tio que vamos conversa em casa e quando minha mãe conversava comigo a Senhora Isayou chegou parecia meio brava, ela tava chamando a Kirara pra uma conversa, eu e as meninas gritamos :
- BOA SORTE!
E elas se foram, minha mãe não ficou muito tempo pois tinha que ir pra conversar com o meu tio pra ver qual castigo eu e a Kikyou ia ganha e ver se estavam preparando o almoço direito. Depois a secretário do diretor apareceu no banheiro falando que o diretor tava chamando todos que estavam envolvidos na confusão e que as mochilas de todos estavam lá. Fomos pra lá em silêncio, as meninas me encaravam como se eu esconde-se alguma coisa, eu dei de ombros e continuei andando.
Quando entrei na sala do diretor tinha pouca gente, só tinha, eu, as meninas, Shippou, o namorado da Ayame, Kikyou me olhando com odio, as suas seguidoras, Naraku que esta quieto no seu canto mais pensativo, os outros meninos que eu não conhecia que esta no lado do Naraku, e por ultimo Miroku que me olhava com um sorriso no rosto, é eu tinha certeza que ele ia comentar alguma coisa do incidente de antes.
Mais quando eu escutei a porta da sala do diretor abrindo sentir meu coração parar, vi InuYasha entrando na sala, junto com Kirara e Sesshoumaru. Não fiquei encarando ele, pois estava com muito vergonha, mais senti seus olhos me fritando por um tempo, mais depois vi de relance ele observando todo mundo. A sala tava um silêncio mais ele foi quebrado pelo namorado da Ayame.
- Hoje tivemos tantas aventuras. — diz ele de mão dadas com Ayame.
- Èeeee, guerra de comida.... — diz Kirara.
- ....escutando conversa dos outros, atrás da porta.....- diz Sesshoumaru.
- .....e o grande final, o quase beijo. — disse Miroku rindo. Eu fiquei completamente corada, não sabia o que dizer, é todo mundo não vai esquecer disso tão cedo.
- Mirok, foi um acidente. — disse InuYasha fuzilando Miroku com o olhar.
- Tá legal, vou fingir que acredito Inu. — diz Miroku dando de ombros.
- Mais pode acredita que é a pura verdade. — rebateu InuYasha
- Amigo, você pensa que eu sou ingenuo ? — perguntou Miroku colocando a mão no ombros do InuYasha.
- Mirok, você nunca vai ser ingenuo, você é um safado que pensa muita besteira. — disse InuYasha e parecia que ele tava quase rindo.
- Como você sabe que eu to muito longe de ser ingenuo, por que mente pra mim amigo ? — perguntou Miroku desta vez serio.
- Não to mentido.
- Depois nos conversamos. Vou fazer você me contar a verdade. — diz Miroku decidido.
- Mais eu estou contando a verdade, pergunta a Kagome. — disse InuYasha.
- Ela vai falar a mesma coisa que você, e mesmo que fosse um acidente vocês bem que gostaram disto. — diz Miroku, fazendo eu ficar mais corada e InuYasha revirar os olhos.
- Miroku o que você quer que eu digo pra você acreditar em mim? Que tudo não é um acidente, que nos queríamos nos beijar de verdade ? — perguntou InuYasha serio me fazendo encarar ele.
- Acertou bem cheio meu caro amigo. — diz Miroku sorrindo e fazendo InuYasha revirar os olhos. Os dois ficaram se encarando pra ver quando era o primeiro a ceder.
- A conversa de vocês dois deve tá muito boa, mais eu tenho que conversar com vocês todos. — disse o diretor interrompendo a conversa entre os dois. — Kouga se afasta da Ayame um pouquinho. — pediu o diretor olhando pra Ayame que tava com uma pena em cima da perna do Kouga.
- Tio ! — diz Ayame com raiva
- Nada de tio, vocês estão em uma escola, bom a minha escola e não aceito isto. — diz ele serio.
- Pode deixar tio diretor eu vou cuidar pro Kouga não ficar de gracinhas pra cima da Ayame. — diz InuYasha, fazendo Kouga e Ayame revirar os olhos.
- Primeiro Senhor Taisho não sou seu tio e segundo agradeço que você fique de olho na Ayame por mim.
- De nada tio.
- Senhor Taisho... — diz o diretor reprendendo InuYasha por te chamado ele de tio.
- Sim, tio ? — perguntou InuYasha como se nada tive-se acontecido.
- Ah, esquece. — disse diretor dando de ombros. — Ayame Sasaki não vou falar de novo mocinha.
- Ok ! — diz Ayame se afastando do Kouga um pouco, mais ainda sim com raiva. Mais InuYasha foi e se sentou no meio dos dois. Os dois começaram a fuzilar ele com os olhos.
- Obrigado Senhor Taisho. — agradeceu o diretor.
- Por nada tio.
- InuYasha.... — disse o diretor reprendendo o InuYasha de novo.
- Sim, tio ? — respondeu InuYasha como se nada tive-se acontecido.
- Esquece. — disse o diretor revirando os olhos. — Bom alunos eu pedir pra chamar vocês, pra dizer que eu não acredito ainda que vocês arrumaram esta confusão em pleno primeiro dia de aula. E ainda me pergunto como vocês conseguiram. Não posso suspender os porque são muitos alunos. Pensarei em um castigo apropriado pra todos vocês. Ah! Já ia me esquecendo, eu e os professores decidimos como será divididas as salas e todos vocês ficaram na mesma sala, no 1° ano. Suas mochilas estão com a minha secretaria. E pela esta confusão toda, vocês perderam o primeiro dia de aula e já estar no ultimo horário e eu preferir dispensar vocês de uma vez. Agora podem ir e por favor tente não destruir a minha escola. — pediu o diretor.
- Pode deixar Senhor diretor, vamos tentar não destruir. — respondeu Kirara rindo, o que fez o senhor diretor arregalar os olhos.
- Brincadeira. — falou Sesshoumaru, antes que o senhor diretor tenha um infarto. O senhor diretor respirou calmamente de novo.
- Mais Sessh, quem disse que eu tava brincado ? — perguntou Kirara, fazendo todo mundo rir, menos o diretor que parecia que os olhos deles ia sair do rosto de tão arregalados que eles estavam.
Todos foram saindo da sala do diretor e foram pegar as suas mochilas, peguei a minha mochila e sair andando.
- Oh criança. — InuYasha me chamou e eu virei com uma cara de ódio.
- O que foi bebê ? — eu perguntei com raiva o que fez ele rir.
- Seu celular caiu em cima da minha mochila. Bom eu acho que é seu. — diz ele estendendo o meu celular.
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- Obrigado. — eu peguei o celular na sua mão, mais nossas mãos se tocaram e eu senti uma corrente elétrica no meu corpo. Eu que estava olhando pra nossas mãos levantei o rosto e me pedir no seus olhos, me esqueci de tudo e de todos, não sabia mais o que estava fazendo.
- InuYasha meu amor. — diz Kikyou quebrando, nossa bolha e chamando nossa atenção. — Porque você ta conversando com esta coisa, que só nos causou problemas.
Não sei dizer, mais senti um ponto de ódio, não por ela ter me chamado de coisa mais sim chamado o InuYasha de amor, nossa me deu uma raiva imensa, guardei o meu celular antes que eu taco nela. Fechei os meus olhos e tentei me acalmar, respirei fundo e quando abrir os olhos, vi InuYasha me encarando vendo que eu estava com raiva e a Kikyou tava simplesmente sorrindo. Ela conseguiu fazer eu ficar com mais raiva.
- Primeira coisa: Não fui eu que fiz a confusão e segunda coisa: coisa é você que é uma garota mimada, que pensa que o mundo roda entorno de você. — meu tom de voz já estava alto e se ela fala-se mais alguma coisa eu batia nela.
- Cuidado InuYasha, que ela pode tentar se aproximar de você, por causa do seu dinheiro, igual a mãe dela que casou com o meu pai, pelo dinheiro dele. — diz Kikyou rindo, InuYasha me encarava e eu deixei a minha mochila cair, eu já tava pronta pra matar ela, e nem tava ligando para as consequenciais. Quando eu vi, já tinha dado um belo de um tapa na cara da Kikyou, ela tava parada com a boca aberta e o InuYasha tava com olhos arregalados.
- Kikyou nunca mais fala da minha mãe entendeu ? Porque se não você não vai ganhar só um tapa. — eu disse brava e apontando o dedo na cara dela.
- SUA DOIDA! MALUCA! — gritou a Kikyou, com a mão no rosto. Ela queria voar pra cima de mim, só que Naraku segurou ela e o InuYasha ficou me segurando pela cintura caso eu tente voar pra cima dela também.
- Kagome você é de mais amiga. — falou Kirara, que tava junto com as meninas assistindo tudo.
- Kirara, não dá mais corda. — falou InuYasha bravo ainda me segurando.
- ME SOLTA. — gritou Kikyou se debatendo, pra vim pra cima de mim. — É Kagome, agora eu sei porque seu pai morreu, não aguentava mais sua mãe e você, assim como eu e todos. — disse ela fazendo um a lagrima rolar no meu rosto. Ela sabia que o meu pai me afetava e muito.
- Mentira sua cobra. — disse Kaede, me defendendo.
- Assim como a sua mãe que também se foi. — eu disse sem pensar, eu dizendo isto Kikyou parou de se debater e ficou me encarando. Vi os olhos dela se encher de lagrimas. E eu não queria ter falado aquilo, sei como afeta ela, falar da mãe dela.
- ME SOLTA! AGORA! — gritou a Kikyou fazendo todo mundo se assustar e Naraku a solta-la. Ela me ficou me encarando e foi embora.
Eu já sentia meus olhos cheio de lagrimas, InuYasha me soltou e eu fiquei parada sendo encarada, por todo mundo, ate pelo diretor que tava na porta da sua sala, eu queria sumir, me virei pra ir embora, mais InuYasha tava atras de mim e eu não vi e tombei com ele, não conseguia mais segurar as lagrimas e abracei o InuYasha com todos as minhas forças e comecei a chorar. No começou vi que o InuYasha foi pego de surpresa, mais depois ele me abraçou. Eu já não tinha forças pra ficar em pé, eu ia cair se o InuYasha não tive se me segurando no abraço apertado. Eu e ele fomos nos abaixado ate sentamos no chão ainda abraçados.
- Chame a mãe dela. — pediu o senhor diretor.
- Sim, senhor. — disse a secretaria dele.
- Ahhhh! Como eu quero matar a Kikyou. — disse Sango.
- Só você ? — perguntou Ayame.
- Quem for matar ela, eu vou junto. — disse Kirara.
- Ninguém vai matar ninguém. — disse o diretor. — Este problema é de família e a gente não podemos intrometer.
Eu só escutava o que eles estavam dizendo, pois eu não conseguia parar de chorar, InuYasha passava a mão na minha cabeça pra me acalmar, eu estava com o rosto no peito dele e conseguia senti o seu cheiro, era um cheio muito bom e que se eu pudesse ficaria sentindo ele para sempre.
- InuYasha leva ela pra minha sala e tenta acalma la ate a mãe dela chegar.
- Kagome, vem vamos pra sala do diretor. — falo mais eu não conseguia me levantar e não queria sair dali. — Kagome? — chamou InuYasha mais eu não tinha coragem de olhar pra ninguém, então InuYasha colocou o braço de baixo das minhas perna e outra nas minhas costas e eu abracei o pescoço dele, escondendo o meu rosto no seu pescoço.
- E vocês todos vamos ficar aqui, menos Kagura e Kanna que vão atraís da Kikyou.
- Mais senhor diretor não podemos ficar lá com a Kagome ? — perguntou Rin.
- Não, Rin deixa ela se acalmar, com muita gente ela deve ficar nervosa.
- Mais.....- ia disse Kaede mais foi interrompida pelo diretor.
- Sem mais, deixa so o InuYasha com ela até a mãe dela chegar.
Não pude escutar mais nada, pois eu e InuYasha já estamos na sala do diretor e com a porta fechada, InuYasha se sentou no sofa e me colocou no seu colo, eu coloquei a cabeça no seu ombro e continuou a me abraçar.
- Sabia que nunca gostei muito da Kikyou? — perguntou InuYasha. — Eu acho que se ela não se acha se muito ela ia ate ser um pouco legal. Ela sempre quis ser minha namorada, não sei bem se é pelo o meu dinheiro, por eu ser popular na escola ou se ela gosta mesmo de mim. Mais nunca dei esperanças pra ela, mais ela insiste tanto que eu não mais o que fazer.
- Podemos....trocar de assunto ? — eu perguntei em um sussuro, pois este assunto eu não gostei muito e me lembrava da Kikyou e do que ela me disse.
- Podemos. Você sabe que nossas mães são amigas faz muito tempo? — perguntou ele. Eu apenas balancei a cabeça positivamente.
- Que engraçado, nossas mães são amigas des da primeira vez que se viram e a gente somos inimigos des da primeira bandeja voadora. — ele riu depois de falar e eu soltei um riso fraco.
- Se senti melhor? — perguntou ele mexendo no meu cabelo.
- Mais ou menos. — disse em um sussurro.
- Você sabe que o Mirok, vai falar besteira né?
- Sei. Ele é sempre assim? — eu perguntei já com a minha voz normal.
- É sempre assim e tem horas que é pior, ida mais pra provocar a Sango.
- Agora mesmo que ele deve encher o saco dela.
- Por que?
- Ela se declarou.
- Como? Quando? E por que?
- Gritando com ele, na hora que ela chegou na minha sala atrás dele, o porque eu não sei. Acho que ela nem pensou direito.
- Nossa. Ah! Já tava me esquecendo a nossa guerra não acabou viu.
- Pode deixar criança. — eu disse meio que rindo.
- Imatura. — ele disse rindo também.
Ouvimos uma batida na porta.
- Posso, entrar? Vocês não tão quase se beijando “acidentalmente” não né? — perguntou Miroku. Eu rapidamente desci do colo do InuYasha e sentei no seu lado, assim ele me abraçou de lado.
- Para de gracinha Mirok e entra logo. — falou InuYasha.
- Bom, desculpa incomodar os pombinhos, mais o senhor diretor pediu pra trazer um copo d'água com açúcar. — disse Mirok entrando e me estendendo o copo.
- Obrigado. — eu disse pegando o copo e bebendo a água.
- To vendo, que já ta calma. InuYasha te deu um remedinho especial foi ? — ele perguntou em um tom malicioso. InuYasha revirou os olhos e eu fiquei corada.
- Mirok, quando você vai parar de falar besteira ?
- Ah! Kagome o diretor ligou pra sua casa, mais não tinha ninguém lá, ai sua mãe não vai poder vim. — disse Miroku dando de ombros do que o InuYasha disse. — Então ele falou pra mim, Sango, Kouga, Ayame, Kirara, Shippou, Sesshoumaru, Rin, Kaede e o InuYasha te levar pra casa. E a Kikyou já foi embora, mais antes ela deu barraco, por vocês estarem aqui sozinhos. Vi que ela não tava afetada tão com a briga de vocês. — disse Miroku puxando uma cadeira e sentando na frente de mim e do InuYasha.
- Não quero incomodar. — eu disse.
- Não vai incomodar, porque tipo somos seus amigos. — ele disse sorrindo o que me fez sorrir também. — Ah e me chama de Mirok ou de seu namorado. — ele disse levantando a sobrancelhas, o que me fez rir.
- Miroku, ela vai te chamar de Mirok e para de gracinhas. — disse InuYasha serio.
- Ciumento. — disse Mirok em um sussurro.
- O que foi que você disse? — perguntou InuYasha.
- Nada amigo. — disse Mirok dando seu sorriso amarelo, o que me fez rir.
- Então vamos? — perguntou o InuYasha se levantando.
- Vamos. — disse eu e Mirok juntos.
Continua......
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