Notas iniciais
Oi leitoras lindas!
Me desculpem por não ter aparecido por aqui no capítulo passado! Mas é que terça foi meu aniversário (Parabéns para mim *o*) e a festa foi no sábado/domingo.
Por isso não apareci por aqui.
Gente, perdoem a Cah pela demora. O computador dela ficou ruim e ela não conseguiu postar o capítulo a tempo. Mas imprevistos acontecem, né? Então não mataremos ela por isso. HUASHUASH '
Vocês devem estar pensando o que vim fazer aqui tão cedo, não é? Mas devido ao atraso do capítulo passado, eu não ter dado as caras por aqui e por vocês estarem sendo muito boazinhas comigo e comentando, eu vim postar mais cedo!
Quem gostou??? Hahahahaha.
Boa leitura, nos vemos nas notas finais!

Pov. Bella


Domingo é um dia incrivelmente chato e tedioso.


É aquele dia que não tem nada para fazer, não passa nada de bom na televisão, e as estações de rádio não tocam músicas interessantes, as ruas – mesmo sendo de Seattle – estão com pouco movimento.


Mas apesar de ser um dia monótono e chato, é o melhor dia da semana para descansar. Imagine-se em casa de praia – em uma praia deserta – deitada em uma rede, tomando água de coco e ouvindo uma música da Colbie Caillat.


É a melhor coisa que existe em todo o mundo.


Com essa desculpa de que domingo é o melhor dia para dormir, eu me permiti dormir até ás 13h, em compensação quando eu acordei, estava completamente descansada e pronta para a outra.


Devido ao horário, preferi não tomar café da manhã, preferi deixar para almoçar de vez, e desse modo, tomei uma ducha refrescante com uma água quase gelada – para despertar -, e ao sair vesti uma roupa fresquinha e confortável: um vestido bege, sapatilha bege e coloquei também um cinto da cor marrom, para marcar minha cintura.


[n/a: Link da roupa: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=60097830&.locale=pt-br]


Coloquei meu celular, carteira e chaves dentro da minha bolsa Louis Vuitton e peguei meu carro indo em direção a um restaurante italiano que eu costumo ir desde que me mudei para Seattle.


Eu nasci em Forks, uma cidade pequena e chuvosa no interior de Washington, pouco conhecida, Até porque não tem nada de interessante lá, além da quantidade de habitantes ser absurdamente minúscula.


Meus pais se separaram quando eu ainda era um bebê, minha mãe saiu de casa comigo no colo e uma pequena mala onde havia todas as roupas que nós duas tínhamos. Eu venho de uma família humilde, então não tínhamos muitas coisas.


Com o pouco dinheiro que a minha mãe tinha, conseguimos nos mudar para Phoenix, e quando eu fiz nove anos, passei a visitar meu pai nas férias, o que o deixava muito alegre, apesar de amá-lo muito eu odiava ter que passar as minhas férias em uma cidade tão pacata e chuvosa como Forks.


Então assim que eu fiz quatorze anos, eu bati o pé e disse que queria passar as minhas férias com a companhia do sol. Então meu pai que passou a ir me visitar em Phoenix.

Morei em Phoenix até os meus dezessete anos, depois passei para a faculdade de medicina em Nova York e assim que terminei minha faculdade, eu vi que Nova York não era para mim, então vim fazer a minha residência em Seattle e estou aqui desde então.


Todos pensam que Nova York é a cidade dos sonhos, a cidade perfeita e tudo mais, e quer saber? Pode até ser. Para algumas pessoas, não para mim.

Nova York tem várias oportunidades para pessoas de todos os tipos, é a cidade da fama, da riqueza, do status social, e talvez por isso eu não tenha me dado tão bem lá.

Para mim, fama, riqueza e status social não são nada. Claro que não vou ser hipócrita ao ponto de falar que não gosto de dinheiro, porque eu gosto. Mas não tenho o sonho de me tornar milionária ou algo do tipo.


Apesar de vir de uma família humilde, com a residência que eu fiz aqui em Seattle, eu me tornei uma ótima médica e por isso tenho um emprego muito bom, com um salário maravilhosamente maravilhoso, que me permite ter uma vida em meio ao conforto, embora eu não me dê ao luxo.


Cheguei ao restaurante, que como o previsto estava um pouco movimentado e eu tive que ficar na fila de espera para uma mesa.

Sentei-me em um confortável sofá que havia do lado de fora e fiquei pensando em tudo o que aconteceu desde que cheguei a Seattle.

Quando eu estava no final do segundo ano de residência, um rapaz entrou no hospital. Logo reparei em sua beleza. Alto, moreno, olhos castanhos claros, todas as enfermeiras ficaram de olho nele e por sorte do destino eu fiquei encarregado de atendê-lo.

Apesar de a minha especialidade ser oncologia, nesse dia eu estava no pronto-socorro, então eu tinha o dever de atender a todos os pacientes que eu pudesse, então eu pude cuidar dele.

Ele não tinha nada demais, apenas um corte profundo na mão, devido a sua tentativa inútil de cozinhar e acabou se cortando com uma faca, um pouco afiada demais. Enquanto eu dava os pontos necessários em sua mão, o rapaz ao que eu havia atendido ficava dando em cima de mim descaradamente me fazendo rir.

Quando terminei de cuidar de sua mão, ele tentou a todo custo pegar o meu telefone e eu recusei dizendo que mal o conhecia e que não daria o meu telefone a um desconhecido.

Não satisfeito com a resposta, ficou até o final do meu turno – que levou umas 5 horas. – me esperando e no final me ofereceu uma carona. Devido a sua insistência dei meu número de telefone e aceitei a sua carona.

Foi assim que conheci o Josh e estamos juntos desde então, após nos conhecermos, tivemos vários encontros, até que no final decidimos que estava na hora de começar um relacionamento sério. Então ele me pediu em namoro, e é claro que eu aceitei. Não é sempre que se encontra um homem tão lindo e gentil dando sopa por aí.

[N/a: O lindão do Josh: http://1.bp.blogspot.com/-P9gro7YMIzY/TzHmCJRcw4I/AAAAAAAAGeo/CBNT9Y1fWGI/s1600/josh-duhamel-shorthair.jpg ]

Fui tirada dos meus pensamentos, quando o recepcionista do restaurante veio dizer que havia uma mesa vaga para mim.

Eu assenti agradecendo, e fui em direção à mesa que era em um lugar mais afastado e reservado, exatamente do jeito que eu gosto. A sorte está do meu lado hoje. – pensei sorrindo.

Um garçom veio me atender e perguntar o que eu gostaria. Pedi um spaghetti ao molho de camarão e um vinho tinto português.

Ao fundo do restaurante tocava uma música calma e clássica, a qual quase não se escutava, devido aos burburinhos de conversas e os barulhos de talheres batendo nos pratos.

Vinte minutos depois o meu pedido chegou e pude me deliciar com uma boa comida italiana, que em minha opinião, é a melhor comida que existe, por isso tenho um grande sonho de quem sabe um dia, viajar até a Itália, mas isso é um plano de um futuro distante. Afinal, para ir a Itália precisa-se de tempo, o que eu não tenho.

Após me deliciar com o spaghetti, de sobremesa escolhi profiteróles, minha sobremesa preferida. Para quem não sabe, profiteroles é uma sobremesa feita com uma massa açucarada, recheada com cremes, sorvete e uma calda de chocolate ou de outra calda de sua preferência. É muito popular na França, mas foi um chef italiano que a criou.

Depois de comer uma taça de profiteróles me dei por satisfeita e só finalizei com uma pequena xícara de café preto, que estava do jeito que eu gosto. Forte, mas não tão amargo e uma pequena quantidade de chantilly em cima para dar aquela mistura amarga com doce.


Tomei o meu cafezinho e paguei a conta, saindo do restaurante que agora parecia um pouco menos movimentado.


Olhei para o meu relógio e constatei que já são 3h da tarde, a hora está passando voando hoje.


Voltei para casa e completei o meu dia com um filme clássico: “Orgulho e Preconceito”, um filme espetacular.


Mini Pov. Edward.


No domingo, fui acordado às 8h da manhã por uma baixinha muito animada louca para abrir seus inúmeros presentes.

É claro que eu, sendo um pai babão do jeito que sou, levantei na mesma hora, apenas fazendo minha higiene matinal e fui para a sala onde umas 100 caixas de presentes enchia a sala.

Olhei para ela abismado com a quantidade, ela nunca havia recebido tantos presentes em uma festa, mas também eu nunca havia dado uma festa com essa quantidade de pessoas. Teve uma quantidade média de 120 convidados, e como é clássico, nem todo mundo leva presentes.


Quando estávamos mais ou menos na 50º caixa de presente, já era de tarde e eu já havia visto de tudo, roupas, sapatos, brinquedos, mais roupas, mais brinquedos, até maquiagem haviam dado para a minha filha.


Como se ela tivesse idade para isso. – pensei e bufei.


[n/a: Tadinho do Ed, tão inocente... Hoje em dia, se fosse possível, os recém nascidos já nasceriam com rímel e blush. ]


–Papai, papai. – chamou a Charlie animada.


–O que filha? – perguntei curioso de sua animação.


–Olha que caixa bonita. – ela disse apontando para uma caixa lilás, com uma imensa fita roxa.


–Sim, filha, realmente é linda. – eu concordei.


–De quem é? – perguntou ela curiosa pegando a caixa e balançando para tentar adivinhar o que tinha dentro.


–Me deixa ver. – eu disse pegando a caixa da mão dela.


Em cima da caixa havia um pequeno cartão com uma pequena frase escrita com uma letra de caligrafia bem delicada.


“Não sabia o que comprar para uma princesa, tudo o que eu conseguia pensar é que ela merecia todo um reino para ela, mas como não é possível embrulhar isso e colocar em uma caixa, eu resolvi dar apenas um pedacinho do reino.”

Carinhosamente,

Bella.


Sorri com a mensagem que a Bella havia colocado e li em voz alta para a minha filha que deu gritinhos animados, dizendo o quanto a Bella era linda e fofa, e que na verdade a princesa era ela.


Ri do carinho que a minha filha tinha por ela.


–Abre logo papai, to curiosa para ver o meu pedacinho de reino. – minha filha pediu excitada, me fazendo rir.


–Calma princesa. – pedi e abri lentamente a caixa, apenas para vê-la fazer uma carinha de ansiedade que era muito fofa.


Quando abri a caixa até eu fiquei maravilhado com o que a Bella havia comprado para a Charlie. Uma tiara, não uma tiara simples e normal. Mas daquelas dignas de uma princesa mesma.


Minha filha olhou com brilho nos olhos e logo a pegou tão cuidadosamente, como se fosse um bebê.


–Papai, é linda. – ela disse maravilhada.


Apenas assenti.


–Posso colocá-la? – perguntou minha filha.


–Claro filha, é sua.


[N/a: tiara: http://www.vowstory.com/1242-2478-large/tiara-da-princesa-de-cristal-phg001.jpg ]


–Papai, podemos ligar para a tia Bella para agradecer? – minha filha perguntou e eu sorri com o seu pedido. Ela é mesmo uma princesinha.


–Sim, filha. Acho que eu tenho o número do celular pessoal dela. Só um minuto. – eu pedi e fui até o meu quarto e peguei a receita que a Bella havia me dado na primeira consulta da Charlie, atrás da receita ela havia colocado alguns de seus contatos, incluindo o número pessoal dela.


Disquei os números e a esperei atender, ela atendeu ao quinto toque.


–Alô? –disse uma voz doce do outro lado. Bella.


–Oi Bella, aqui é o Edward, pai da Charlie. – eu disse.


–Ah, oi Edward, como está? –perguntou ela. – Algum problema com a Charlie?


–Não, nenhum problema com a Charlie, na verdade estávamos abrindo os presentes e a Charlie acabou de abrir o seu, e é claro que ela amou. – eu disse sorrindo.


Ah, que bom. Fico feliz que ela tenha gostado, foi realmente um desafio saber o que dar a ela, já que o pai dela não quis me ajudar muito. – ela disse e deu uma risada.


Eu ri também.


–Ela realmente adorou. E pediu para eu ligar para você, porque ela gostaria de agradecê-la, posso passar o telefone para ela ou não é um bom momento? – perguntei.


Pode passar a ligação sim.


Entreguei o telefone a Charlie que deu pulinhos animados, mas antes coloquei o telefone no viva-voz.


–Oi tia Bella. – Charlie disse sorrindo olhando para mim.


Oi linda. – ela disse amorosa.


–Tia, eu ameeeeeeei o seu presente. – Charlie disse prolongando o ‘amei’.


Oh linda, que bom que gostou, fico muito feliz.


–Sério, é perfeito. Sinto-me uma princesa agora, igual você e o papai dizem. – minha filha disse e eu sorri.


Mas você sempre foi uma princesinha, com ou sem tiara.


–Mas agora me sinto mais.


Bella riu do outro lado da linha.


–Obrigada pelo meu pedacinho de reino. – Charlie agradeceu.


Bella deu uma risada.


–De nada florzinha. – Bella disse. –Agora posso falar com o seu papai rapidinho?


Bella pediu e meu coração parou de ansiedade e depois voltou a bater rapidamente.


–Oi Bella. – eu disse pegando o telefone.


Edward, agora eu preciso ir, eu estou dirigindo... – ela disse.


–Como médica, você devia saber que não pode dirigir falando ao celular. – a repreendi.


Ela riu do outro lado.


–Eu sei, eu sei.


– Então tá, não vou tirar ainda mais a sua atenção no trânsito. Até semana que vem.


Até Edward, beijos.



Beijos. Beijos. Beijos. Essa palavra ficou martelando em minha cabeça, me fazendo sorrir.


Notas finais
[N/B - Olá flores! Não sei vocês, mas eu to amando o desenvolvimento *-*
Embora eu quisesse que o Josh evaporasse de vez! MUAAAHAHAHAHA
Não sei.. mas acho que ele não é tão santo quanto tenta ser.. hahaha
Então.. torço que tenham gostado tanto quanto eu *.*
Comentem como se não houvesse amanhã! Haha =)) beijos]
N/a: Então, o que acharam??? Espero que estejam gostando. Eu tinha até me esquecido, mas há um tempinho atrás eu tinha feito uma proposta para vocês, de postar duas vezes na semana, certo? Então... Algumas pessoas não me responderam se gostariam que isso acontecesse. Então farei o seguinte: Toda vez que eu tiver 15 ou mais reviews no capítulo, eu venho aqui e posto mais cedo. Está bom assim?
Beijos ;*