O Amor Acontece
5 Paizão
Notas iniciais
Depois de rolar na cama por horas, eu finalmente consigo dormir, um sono gostoso e bem tranquilo até que senti a cama se mexer embaixo de mim. Abri os olhos lentamente para ver o que estava acontecendo e era a Charlotte que pulava na minha cama.
Resmunguei de sono e virei para o outro lado.
-Vamos papai, acoooorda. – ela disse prolongando a palavra por estar pulando.
-Ah Charlie, só mais cinco minutinhos... – reclamei com o travesseiro no rosto.
-Não... Eu planejei um montão de coisas para a gente fazer hoje. – ela disse e eu tirei o travesseiro do rosto.
-Ah é? Tipo o que? – perguntei sorrindo ao ver sua carinha animada.
-A gente pode ir no shopping e depois no cinema e depois na pizzaria... – ela falava tudo rapidamente listando tudo o que poderíamos fazer hoje.
-Calma filha, respira. – eu disse rindo. – tudo bem, não acho que vai dar para a gente fazer tudo o que você quer não.
-Ah papai... – ela disse com um biquinho que eu nunca resisto.
-Tá bom, mas nós podemos tentar. – eu disse e ela pulou em cima de mim.
Abracei-a e deixei um beijo em seu cabelo. Ela está crescendo tão rápido que às vezes mal vejo o tempo passar, parece que foi ontem que a peguei toda sujinha de sangue com lágrimas nos olhos. Com certeza era a recém-nascida mais bonita de todo o berçário.
Seus olhinhos verdes sempre foram muito expressivos e ela sempre foi um bebê calmo, nunca deu trabalho para nada, o que eu agradeci, já que era um pai solteiro e não tinha nenhuma experiência no assunto, apesar que a minha mãe sempre me ajudou muito com a Charlie, mas eu sentia que devia cuidar dela sozinho, e sempre fomos muito unidos, tudo o que tínhamos era um ao outro.
Quando a Charlotte fez três aninhos e começou a ir para a escola que ela começou a perguntar sobre a mãe dela, e eu com muita calma, expliquei a ela que a mãe dela havia ido para o céu, mas que sempre olharia por nós aqui embaixo.
No início ela ficou arrasada, mas depois até que ela levou muito bem a situação e me perguntou se ela não poderia arranjar outra mamãe então, eu disse a ela que poderíamos tentar achar uma bem legal para ser uma mamãe para ela, mas que as coisas não tão são fáceis assim. Ela insistiu um pouco no começo, mas depois acabou esquecendo essa história, o que eu agradeci.
Levantei da cama e fui fazer a minha higiene pessoal e aproveitei e tomei um banho frio para despertar de vez. Hoje o clima em Seattle estava agradável, tinha um belo sol lá fora e ventava um pouco.
Coloquei uma roupa casual e vesti a Charlie com um vestido branco com bolinhas pretas e um sapato dourado.
[n/a: A Charlie é a Suri Cruise (filha do Tom Cruise)]
Tomamos um café da manhã rapidamente e fomos ao shopping, que devido ao horário se encontrava quase deserto.
Subimos até a área reservada para cinema e escolhemos um filme infantil que a Charlie escolheu, compramos o ingresso e enquanto a porta da sala do cinema não abria, fomos comprar algumas guloseimas como balas, doces e chocolates. A Charlie assim como eu, não liga muito para pipoca no cinema, mas em compensação parecemos duas formigas, aonde tem doce nós estamos atrás.
Assim que deu a hora de entrar no cinema, nós entramos e sentamos nas poltronas dos lugares mais altos da sala de cinema, assim podíamos ter uma vista melhor do filme.
Quando o filme começou a Charlie bateu palmas animadas e eu sorri junto com ela ao ver o sorriso que a minha filha dava. Esses momentos tem sido tão raros que eu aproveito cada um que aparece.
O filme foi como todo e qualquer filme infantil: Engraçado e com o final feliz. Quem dera se na vida real tudo fosse assim também, a vida seria muito mais fácil do que ela é realmente.
Quando o filme acabou era um pouco mais de 2h da tarde, então demos algumas voltas pelo shopping onde comprei uma boneca para Charlie que ficou com os olhinhos brilhando assim que a viu e eu não resisti e tive que fazer um mimo para a minha filhota.
Fomos para a praça de alimentação e comemos lanches gordurosos no Mc Donald’s que a Charlotte tanto adora, depois de nos esbaldarmos com tanta batata frita e refrigerante, fomos para a casa.
O dia foi tão agitado que assim que a Charlie chegou em casa ela foi dormir, o que era muito raro.
Enquanto ela dormia eu li alguns e-mails e vi os recados na secretária eletrônica. Apenas um recado do Emmett e outro da minha mãe.
Liguei para ela e ela disse que apenas queria que tivéssemos ido almoçar com ela hoje, era uma tradição de família, todos os domingos todos se reuniam e almoçavam juntos, mas com o tempo deixei de ir e passei a tornar os domingos apenas meu e da minha filha.
Disse para ela que eu tinha levado a Charlotte no cinema e que ficamos dando umas voltas no shopping e que mais tarde a levaria para comer uma boa pizza com bastante gordura.
Minha mãe me repreendeu ao telefone e eu ri de sua preocupação exagerada. Uma vez só na vida e outra na morte não mata ninguém não.
Me despedi da minha mãe e fiquei jogado na sala vendo um filme qualquer passar na televisão e me lembrei de sexta-feira quando encontrei a médica da Charlie no barzinho onde fui praticamente obrigado a ir com meus irmãos.
Assim que a vi sozinha fiquei com pena por vê-la tão sozinha e fui a convidar para se sentar conosco, mas ela prontamente recusou e eu não quis insistir, já que não tinha tanta intimidade com ela a esse ponto, mas hora ou outra eu desviava o meu foco das conversas dos meus irmãos e olhava para ela que de vez em quando sorria para mim.
Alice – minha irmã – percebeu que eu não tirava os olhos da Bella e me perguntou quem era e se eu estava interessado e que se tivesse eu deveria ir lá e ficar com ela.
Eu expliquei que era apenas a médica da Charlie e ela não acreditou muito quando disse que não estava interessado em ninguém, muito menos na Bella.
Ela parou de insistir no assunto, mas disse que depois conversaríamos mais sobre isso e que eu não consigo mentir para ela.
Eu ri e disse que ela era louca, afinal não estou interessado na Dra. Swan, ela é apenas alguém que minha filha gosta, e é uma médica muito competente o que está ajudando muito no tratamento da Charlie, nada além disso, e além do mais ela deve ter um namorado ou algo assim, ela apenas me disse que não era casada, mas não significa que ela não tenha ninguém na vida dela.
Algumas horas mais tarde a Charlie acordou e me chamou para irmos logo comer pizza porque ela já estava com fome.
Coloquei outra roupa nela e me arrumei também, saímos de casa e fomos a uma pizzaria que costumávamos muito ir, mas que de uns tempos para cá não temos ido muito.
Sentamos em uma mesa mais afastada e logo pedimos uma pizza de calabresa e coca cola.
-Pai, amanhã eu vou ao hospital? – ela me perguntou.
-Amanhã não filha, só semana que vem. – eu disse a ela.
-Ah tá. – ela disse e pareceu decepcionada.
-Por quê? – perguntei curioso.
-Queria ver a tia Bella. – ela disse me surpreendendo, eu sabia que ela gostava da Bella,mas não a esse ponto.
-Em poucos dias você a verá. – eu disse.
-Uhum. – ela concordou.
A pizza chegou e comemos em meio a brincadeiras e risadas e as pessoas a nossa volta olhava para nós sorrindo.
Charlie sujou sua cara de ketchup e ficou parecendo uma porquinha e rimos da sujeira que ela fez.
-Boa noite. – uma mulher loira se aproximou da mesa nos cumprimentando.
-Bom noite. – eu respondi por educação.
-Posso me sentar aqui com vocês? – ela perguntou ajeitando seu decote e se insinuando.
-Não, já estamos de saída. – eu disse meio rude, odeio esse tipo de mulher, ainda mais quando se comportam assim na frente da Charlie.
-Tudo bem, se mudar de ideia... – ela disse e saiu andando.
A Charlie não comentou nada e eu agradeci por isso, paguei a conta e voltamos para casa depois de um dia pai e filha.
Assim que chegamos em casa coloquei um filme na minha televisão do quarto e deitamos eu e a Charlie e caímos no sono minutos depois.
Notas finais
Hoje eu tenho algumas coisas para falar com vocês, e é muito importante que vocês leiam, okey?
Então vamos lá.
Primeiramente eu gostaria de me desculpar pelo meu imenso atraso, eu sei que prometi a vocês que postaria certinho semanalmente, mas o fato de eu não ter postado na semana passada, não foi sem motivos, na verdade, eu tive dois motivos. O primeiro foi porque no sábado, que é o dia que eu costumo postar, eu estava viajando e por mais que eu tenha levado o meu notebook, não deu tempo de eu revisar o capítulo e postar. O segundo motivo é que assim que eu cheguei de viagem, o meu notebook estragou, infelizmente, para a nossa tristeza, e por esse motivo que eu não pude postar o capítulo. Mas, felizmente, eu já estou com outro notebook, e vim postar o capítulo o mais rápido que eu consegui. Espero que vocês compreendam o motivo do meu atraso.
Outra coisa que eu quero falar com vocês, é que estou muito chateada. Por quê? Porque desde que comecei a postar essa fanfic, tenho recebido 10 reviews por capítulo, e por algum motivo só recebi 3 reviews nesse capítulo... Isso me chateou bastante, ainda mais sabendo que temos mais de 30 leitores. Vocês não gostaram do capítulo? Foi esse o motivo?
Bom, não importa mais, já estou me sentindo melhor e animada novamente para postar mais capítulos para vocês, eu só gostaria que isso não se repetisse.
Bom, tenho outra coisa para falar, na verdade uma proposta que eu venho fazer para vocês e eu quero saber se interessam a vocês... A proposta é a seguinte: Se eu conseguir receber pelo menos 10 reviews por capítulo, eu venho e posto 2 vezes na semana. Isso interessa a vocês? Para mim a quantidade de vezes que posto na fanfic não importa, pois já tenho metade dela pronta, então seria tranquilo para mim vir e postar mais uma vez na semana.
Então gente, acho que isso foi tudo.
Espero bastante reviews e que vocês tenham gostado do capítulo. E ah, deixem no reviews a opinião de vocês sobre a proposta, ok?
Me desculpem se teve algum erro ortográfico, mas isso se deve ao fato de que estou sem beta.
Bom, até o próximo capítulo minhas lindas, um grande beijo no coração de vocês!
Stefhany.
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