Notas iniciais
Ei, gente... Como recebi uma recomendação diva, vim postar mais cedo como prometido.
Muito obrigada a guria que recomendou a história, muito obrigada mesmo.
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Bom pessoal, espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 22 – Namoro?!

-Então Isabella Swan, aceita namorar comigo? – ele pediu e seu olhar demonstrava realmente dúvida e insegurança.

Ah meu Deus, o que eu faço agora?

Edward ainda esperava pela minha resposta, mas eu simplesmente não sabia o que dizer. Não porque eu não queria namorá-lo, é claro que eu quero. Na verdade eu venho pensando muito nisso e tudo que eu quero é poder ficar com ele e sermos muito felizes juntos.

Mas ao mesmo tempo, eu paro e penso: E se tudo der errado?

Se tudo der errado, a que mais sofrerá em toda essa história será a Charlie. Ela é apenas uma criança e não merece sofrer dessa maneira, eu já a amo como se fosse a minha filha e não suportaria me distanciar dela e muito menos vê-la confusa ou magoada com alguma coisa.

Isso é o que me dá mais medo. Fazer a minha filha sofrer.

-Bella, meu amor, você está me deixando nervoso. – disse o Edward com um sorriso triste. – tudo bem, eu sei que eu estou sendo precipitado, mal nos conhecemos... – ele disse e deixou a frase no ar suspirando. – está tudo bem se você não aceitar.

-Não é isso, é que eu tenho medo. – confessei e vi um pouco mais de esperança em seu olhar.

-Medo de que? – ele perguntou confuso.

-Tenho medo de acabarmos não dando certo e a Charlie sair magoada dessa situação depois. – expus o meu lado.

-Oh minha princesa, eu só te admiro ainda mais agora por ver que se preocupa tanto com a minha filha. – ele disse sorrindo.

Sorri tímida e corei.

-É claro que eu me preocupo, eu a amo. – eu disse com brilho de mãe nos olhos.

Seu sorriso ampliou ainda mais.

-E ela também te ama, muito. – ele disse. – e se eu estou te pedindo em namoro é porque sei que você é a mulher com quem eu quero passar o resto da minha vida, se fosse o contrário, eu nem arriscaria.

Sorri com suas palavras.

-Acha mesmo que devemos tentar? – perguntei insegura.

-Claro que devemos. – ele disse e sorri mais confiante.

-Então sim. Eu aceito ser a sua namorada Edward Cullen. – eu disse e ele me beijou intensamente.

Edward sorriu em minha boca e nos separamos.

-Oi filha. – ele disse sorrindo para Charlie.

-Posso comer algodão doce? – perguntou ela.

-Pode filha. – ele disse e se levantou indo comprar algodão doce para Charlie.

Vi os dois caminhando juntos com as mãos dadas e vi que tinha feito a coisa certa, agora que entrei na vida desses dois, não posso mais viver sem eles de jeito algum.
Quero fazer cada vez mais parte dessa família e quem sabe a Charlie não me considere a sua mãe daqui a algum tempo?

É tudo o que eu mais quero. – pensei sonhadora.

Poucos minutos depois os dois voltaram, Edward sorrindo para mim e a Charlie se lambuzando com o seu algodão doce que estava todo espalhado por sua bochecha e roupa.

-Meu Deus, que bagunça. – eu disse rindo.

Charlie apenas deu de ombro e se sentou na toalha para rliecomer. Edward voltou para a posição que estava antes, atrás de mim, com o peito em minhas costas e eu entre as suas pernas e curtimos mais um pouco o clima do parque.

Charlie assim que acabou seu algodão doce, correu de volta para o parquinho e começou a brincar com a nova amiguinha que ela havia feito – Emily é o nome dela. -, enquanto eu e Edward namorávamos sentados na grama.

Edward começou a trilhar um caminho de beijos pelo meu pescoço e eu fechei os olhos curtindo o momento.

-Sabe que eu amo ficar assim com você? – ele comentou e eu sorri.

-Eu também, — disse ainda de olhos fechados.

-Agora posso apresentá-la a todos como a minha namorada. – ele disse todo bobo me fazendo rir.

-Sim, e eu faço questão de mostrar a todas as mulheres que esse homem lindo e maravilhoso é apenas meu. – eu disse possessiva e ele riu com gosto.

-Só seu. – ele disse e eu sorri satisfeita. – e essa mulher linda é apenas minha?

-Toda sua, apenas sua. – eu disse sorrindo.

-Bem melhor.

Ficamos aproveitando mais um pouco o clima ensolarado e gostoso que estava no parque, mas infelizmente o dia já estava começando a escurecer e era hora de ir para casa.

Chamamos a Charlie, e ela veio meio relutante, com uma carinha emburrada de quem não estava nada satisfeita em ter que ir embora.

-Filha, não fica com essa cara. – pediu Edward.

-Eu queria ficar brincando mais com a Emily. – ela disse fazendo manha.

-Eu sei, mas já está tarde e podemos sempre voltar. – ele explicou.

Ela aceitou, mas ainda assim não muito contente.

Recolhemos tudo e guardamos de volta na cesta de piquenique.

Fomos para o carro e guardamos tudo no banco de trás, onde a Charlie também estava sentada.

Eu e Edward também entramos no carro e dirigimos em direção a minha casa. O caminho foi tranquilo e silencioso. Um silêncio gostoso, aqueles que palavras não precisam ser ditas, apenas precisamos curtir o momento.


No meio do caminho, a Charlie já ressonava tranquila no banco de trás, agarrada em seu ursinho, que segundo o Edward, nunca saia do carro.

Minutos depois paramos em frente ao meu prédio e Edward desligou o carro.

-Está entregue. – ele disse com um sorriso.

-Obrigada pelo dia maravilhoso que tivemos. – eu agradeci.

-Eu que agradeço por me fazer muito mais feliz e agora me dar a honra de ser o seu namorado. – ele disse e deu um sorriso acariciando o meu rosto.

Sorri com o seu carinho.

-Estou feliz por termos dado um passo no nosso relacionamento, e espero realmente que dê certo. – confessei.

-Vai dar certo. – ele me garantiu. – não queria que você fosse embora agora. – ele disse fazendo um biquinho muito lindo.

-Ah, não faz essa cara. – eu disse rindo. – eu também queria ficar mais com você, mas eu tenho que ir. – eu disse e me aproximei deixando um beijo rápido em seus lábios, o fazendo sorrir.

-Tudo bem. – ele disse e suspirou. – nos vemos amanhã?

-Sim. – eu garanti e sai do carro ainda com um sorriso nos lábios.


(...)


Fui dormir ainda com um sorriso grande nos meus lábios. Tudo aconteceu tão rápido e de forma tão intensa. Tudo agora está claro para mim. Eu não posso viver sem esses dois.

Eles chegaram e mudaram a minha vida tão rápido. Mas não de um jeito ruim, de um jeito bom.

Provavelmente, sem eles, eu estaria ainda infeliz pela separação com o Josh, andando por aí sem vontade de viver e fazendo tudo simplesmente por fazer.

Mas com eles, tudo fica diferente. Com eles, eu tenho mais vontade de viver, curtir, sorrir.

E eu só espero que tudo continue assim. Tranquilo, calmo, feliz.

Notas finais
E aí, o que acharam?
Espero que tenham gostado.
Beijos.