O Amor Acontece
23 Namoro?!
Notas iniciais
Muito obrigada a guria que recomendou a história, muito obrigada mesmo.
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Bom pessoal, espero que gostem.
Boa leitura.
Capítulo 22 – Namoro?!
-Então Isabella Swan, aceita namorar comigo? – ele pediu e seu olhar demonstrava realmente dúvida e insegurança.
Ah meu Deus, o que eu faço agora?
Edward ainda esperava pela minha resposta, mas eu simplesmente não sabia o que dizer. Não porque eu não queria namorá-lo, é claro que eu quero. Na verdade eu venho pensando muito nisso e tudo que eu quero é poder ficar com ele e sermos muito felizes juntos.
Mas ao mesmo tempo, eu paro e penso: E se tudo der errado?
Se tudo der errado, a que mais sofrerá em toda essa história será a Charlie. Ela é apenas uma criança e não merece sofrer dessa maneira, eu já a amo como se fosse a minha filha e não suportaria me distanciar dela e muito menos vê-la confusa ou magoada com alguma coisa.
Isso é o que me dá mais medo. Fazer a minha filha sofrer.
-Bella, meu amor, você está me deixando nervoso. – disse o Edward com um sorriso triste. – tudo bem, eu sei que eu estou sendo precipitado, mal nos conhecemos... – ele disse e deixou a frase no ar suspirando. – está tudo bem se você não aceitar.
-Não é isso, é que eu tenho medo. – confessei e vi um pouco mais de esperança em seu olhar.
-Medo de que? – ele perguntou confuso.
-Tenho medo de acabarmos não dando certo e a Charlie sair magoada dessa situação depois. – expus o meu lado.
-Oh minha princesa, eu só te admiro ainda mais agora por ver que se preocupa tanto com a minha filha. – ele disse sorrindo.
Sorri tímida e corei.
-É claro que eu me preocupo, eu a amo. – eu disse com brilho de mãe nos olhos.
Seu sorriso ampliou ainda mais.
-E ela também te ama, muito. – ele disse. – e se eu estou te pedindo em namoro é porque sei que você é a mulher com quem eu quero passar o resto da minha vida, se fosse o contrário, eu nem arriscaria.
Sorri com suas palavras.
-Acha mesmo que devemos tentar? – perguntei insegura.
-Claro que devemos. – ele disse e sorri mais confiante.
-Então sim. Eu aceito ser a sua namorada Edward Cullen. – eu disse e ele me beijou intensamente.
Edward sorriu em minha boca e nos separamos.
-Oi filha. – ele disse sorrindo para Charlie.
-Posso comer algodão doce? – perguntou ela.
-Pode filha. – ele disse e se levantou indo comprar algodão doce para Charlie.
Vi os dois caminhando juntos com as mãos dadas e vi que tinha feito a coisa certa, agora que entrei na vida desses dois, não posso mais viver sem eles de jeito algum.
Quero fazer cada vez mais parte dessa família e quem sabe a Charlie não me considere a sua mãe daqui a algum tempo?
É tudo o que eu mais quero. – pensei sonhadora.
Poucos minutos depois os dois voltaram, Edward sorrindo para mim e a Charlie se lambuzando com o seu algodão doce que estava todo espalhado por sua bochecha e roupa.
-Meu Deus, que bagunça. – eu disse rindo.
Charlie apenas deu de ombro e se sentou na toalha para rliecomer. Edward voltou para a posição que estava antes, atrás de mim, com o peito em minhas costas e eu entre as suas pernas e curtimos mais um pouco o clima do parque.
Charlie assim que acabou seu algodão doce, correu de volta para o parquinho e começou a brincar com a nova amiguinha que ela havia feito – Emily é o nome dela. -, enquanto eu e Edward namorávamos sentados na grama.
Edward começou a trilhar um caminho de beijos pelo meu pescoço e eu fechei os olhos curtindo o momento.
-Sabe que eu amo ficar assim com você? – ele comentou e eu sorri.
-Eu também, — disse ainda de olhos fechados.
-Agora posso apresentá-la a todos como a minha namorada. – ele disse todo bobo me fazendo rir.
-Sim, e eu faço questão de mostrar a todas as mulheres que esse homem lindo e maravilhoso é apenas meu. – eu disse possessiva e ele riu com gosto.
-Só seu. – ele disse e eu sorri satisfeita. – e essa mulher linda é apenas minha?
-Toda sua, apenas sua. – eu disse sorrindo.
-Bem melhor.
Ficamos aproveitando mais um pouco o clima ensolarado e gostoso que estava no parque, mas infelizmente o dia já estava começando a escurecer e era hora de ir para casa.
Chamamos a Charlie, e ela veio meio relutante, com uma carinha emburrada de quem não estava nada satisfeita em ter que ir embora.
-Filha, não fica com essa cara. – pediu Edward.
-Eu queria ficar brincando mais com a Emily. – ela disse fazendo manha.
-Eu sei, mas já está tarde e podemos sempre voltar. – ele explicou.
Ela aceitou, mas ainda assim não muito contente.
Recolhemos tudo e guardamos de volta na cesta de piquenique.
Fomos para o carro e guardamos tudo no banco de trás, onde a Charlie também estava sentada.
Eu e Edward também entramos no carro e dirigimos em direção a minha casa. O caminho foi tranquilo e silencioso. Um silêncio gostoso, aqueles que palavras não precisam ser ditas, apenas precisamos curtir o momento.
No meio do caminho, a Charlie já ressonava tranquila no banco de trás, agarrada em seu ursinho, que segundo o Edward, nunca saia do carro.
Minutos depois paramos em frente ao meu prédio e Edward desligou o carro.
-Está entregue. – ele disse com um sorriso.
-Obrigada pelo dia maravilhoso que tivemos. – eu agradeci.
-Eu que agradeço por me fazer muito mais feliz e agora me dar a honra de ser o seu namorado. – ele disse e deu um sorriso acariciando o meu rosto.
Sorri com o seu carinho.
-Estou feliz por termos dado um passo no nosso relacionamento, e espero realmente que dê certo. – confessei.
-Vai dar certo. – ele me garantiu. – não queria que você fosse embora agora. – ele disse fazendo um biquinho muito lindo.
-Ah, não faz essa cara. – eu disse rindo. – eu também queria ficar mais com você, mas eu tenho que ir. – eu disse e me aproximei deixando um beijo rápido em seus lábios, o fazendo sorrir.
-Tudo bem. – ele disse e suspirou. – nos vemos amanhã?
-Sim. – eu garanti e sai do carro ainda com um sorriso nos lábios.
(...)
Fui dormir ainda com um sorriso grande nos meus lábios. Tudo aconteceu tão rápido e de forma tão intensa. Tudo agora está claro para mim. Eu não posso viver sem esses dois.
Eles chegaram e mudaram a minha vida tão rápido. Mas não de um jeito ruim, de um jeito bom.
Provavelmente, sem eles, eu estaria ainda infeliz pela separação com o Josh, andando por aí sem vontade de viver e fazendo tudo simplesmente por fazer.
Mas com eles, tudo fica diferente. Com eles, eu tenho mais vontade de viver, curtir, sorrir.
E eu só espero que tudo continue assim. Tranquilo, calmo, feliz.
Notas finais
Espero que tenham gostado.
Beijos.
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