O Amor Acontece
35 Gravidez?
Notas iniciais
Obrigada a todos os reviews enviados no capítulo anterior, apesar de poucos, foram muito especiais para mim, de verdade. Não seria nada sem vocês.
Bom, esse capítulo ainda não revela o que vocês tantos querem saber, hahahaha.
Mas, a pedidos, temos uma cena um pouquinho mais apimentada, hahaha.
Espero que gostem.
Leiam as notas finais.
Capítulo 24 – Gravidez?
Pov. Bella
-Doutora Swan, pediu para me chamar? – disse uma voz rouca e eu levantei meus olhos dos exames de pacientes que eu examinava.
-Sim, Doutor Sanz. – eu disse e lhe ofereci um singelo sorriso. – Trabalhamos a muito tempo juntos e sei que é um excelente médico. – ele sorriu com minhas palavras agradecendo. – Tem alguma chance de me consultar com o senhor ainda hoje?
Uma ruga de preocupação se formou na testa do belo homem de pouco mais de 40 anos. Apesar da idade, o Doutor Alejandro Sanz ainda é muito bonito e o seu charme espanhol faz algumas enfermeiras se derreterem quando ele passa. Alejandro é um dos melhores clínico geral que eu já tive a chance de conhecer, e por trabalhar com ele há muito tempo pensei que talvez ele concedesse um horário em sua agenda tumultuada e cheia para mim.
-Absolutamente, sem dúvida alguma. – ele disse ainda com a preocupação evidente em suas feições. – Pode me adiantar o problema?
-Nada de preocupante. – respondi fazendo pouco caso, mas sem mentir. – Quero apenas esclarecer alguns problemas que meu organismo anda tendo.
-Ok. – ele murmurou e parecia não acreditar muito em minhas palavras. – Será um prazer vê-la em meu escritório hoje ás 19h. Está bom para você?
-Perfeito. – sorri.
Dr. Alejandro sorriu de volta e saiu da minha sala rapidamente ao ouvir seu nome ser chamado.
Suspiro. Por que irei mesmo a essa consulta? É claro. Tenho um namorado muito protetor em casa que insiste para eu ir a uma obstetra. Mas é claro que eu não farei isso. Por que faria? Para ser chamada de ridícula e ouvir de novo as palavras que tanto me assombram? ‘Desculpe Dra. Swan, mas você é estéril’.
Definitivamente não passarei por isso de novo. Então, irei apenas a um clínico-geral que me dirá que não passa de um estresse e pronto. Terei um namorado tranquilo e a minha mente finalmente aceitará que não existe possibilidade nenhuma de ter um feto em meu ventre. Suspiro novamente.
Pov. Edward
‘Sairei mais tarde hoje. Tenho uma consulta ás 19h com um colega de trabalho. Até mais’ – Bella
Leio a mensagem rapidamente, revezando entre ler as palavras destinadas a mim e prestar atenção na importante reunião que fecharia mais um rico contrato para a minha empresa.
‘Por que não UMA colega?’ – digito rapidamente dando ênfase no artigo.
Volto minha atenção para a proposta de contrato e respondo rapidamente quando é necessário. Concordo com tudo o que foi dito e minutos depois eu estava assinando o contrato. Minha vida não podia estar melhor. Minha filha saudável, uma linda família, uma linda namorada e sucesso no trabalho. O que mais posso querer?
‘Ciúmes, Edward? Sério? Ele é um excelente clínico-geral, além de eu já o conhecer desde que cheguei ao hospital’.
Espera. Clínico-geral? Ela não deveria ir ao obstetra já que está com suspeita de gravidez?
Chamam meu nome mais uma vez e eu me levanto me despedindo de todos, vendo que a reunião já havia sendo encerrada. Pego a minha pasta e alguns documentos e vou andando rápido para a minha sala. Assim que entro na mesma, coloco tudo em cima da minha mesa e pego meu celular de dentro do bolso novamente.
‘Pensei que fosse a um obstetra ou ginecologista’. – enviei.
Tamborilo meus dedos na madeira da mesa ansiosamente e espero uma resposta que não veio. Bufo impaciente. Ignorando-me ou apenas ocupada com o trabalho?
Sei que a última opção é a mais provável e sensata entre as duas, mas conheço a Bella e sei que ela não acredita na possibilidade de estar grávida.
Ok, ela é médica e sabe que é estéril. Mas poderia alguém culpar um homem por ter esperanças? Tiro um pouco esses pensamentos da cabeça e me concentro no resto do trabalho que eu ainda tinha que fazer. As horas se passaram rapidamente e quando o relógio marcou 16h eu já tinha finalizado tudo e já podia ir para casa.
‘Amor, sai mais cedo do trabalho. Quer que eu vá ao médico com você?’ — envio a mensagem para Bella na esperança que ela me responda dessa vez.
Sua resposta veio minutos depois:
‘Não vou a um obstetra para parecer ridícula. E não precisa não, amor. Sei que não gosta de vir ao hospital, ficarei bem sozinha. Espere-me em casa bem lindo e cheiroso, rs.’. – Sorri com sua resposta.
‘Planos para essa noite? Rs.’ – me sinto um adolescente enviando sms para a garota com quem quero levar para cama. Rio alto com meu pensamento estúpido.
Pego minhas coisas e vou andando em direção à garagem da empresa e consequentemente, em direção ao meu carro. Entro no carro e coloco minhas coisas no banco do passageiro. Fecho a porta e pego meu celular mais uma vez para ver se tinha mais alguma mensagem.
‘Confesso que tenho alguns sim. Me aguarde Sr. Cullen. Beijos.’
Sorri ainda mais com sua resposta. Mal posso esperar para ver o que a minha linda namorada planeja.
Pov. Bella
Um sorriso se espalha ao me lembrar das mensagens que troquei com Edward. Algo tão simples e tão bobo, mas que me dá um prazer imenso. Olho o meu relógio de pulso – presente da minha tão amada mãe – e constato que faltam apenas 10 minutos para a minha consulta. Não querendo atrasar de nenhuma forma o Doutor Sanz, tiro o meu jaleco e vou ao banheiro do hospital para ver o meu estado.
Vejo no espelho uma Bella diferente da que era antes. Agora uma mulher sorridente, com um brilho a mais nos olhos. Leves olheiras, maçãs marcadas por uma fina camada de blush e os olhos marcados por uma leve linha de delineador e rímel. Solto meus longos fios de cabelos presos no coque mal feito e os penteio com os dedos mesmo, me recriminando por não ter nenhuma escova por perto. Pego um gloss rosa levemente avermelhado e passo em meus lábios secos.
Depois de considerar a minha aparência “decente”, saio do banheiro de meu consultório e guardo tudo da minha imensa bolsa preta. Saio do escritório e tranco a porta logo em seguida. Pego o elevador e aperto o número 4, que corresponde ao andar do consultório do Dr. Sanz. Segundos depois eu saio do elevador e ando em direção à sala de espera; paro em frente da mesa da secretaria que apenas tagarela ao telefone e finge não me ver.
Suspiro pesadamente irritada com a situação e bato meu salto alto no chão audivelmente tentando mostrar a ela o quão irritada eu estava ficando com a situação.
-Com licença? – peço ao ver que minhas tentativas de chamar sua atenção não estavam funcionando.
-Depois te ligo, amiga. Tem uma paciente aqui. – ela disse a contragosto no telefone e finalmente olhou para mim.
-Obrigada. – agradeci sarcasticamente. – Sou a Dra. Isabella Swan e tenho uma consulta com o Dr. Sanz.
Ela arregalou os olhos quando eu disse a palavra ‘doutora’. Acho que ficou com medo de eu comentar algo com seu chefe ou sabia que eu tinha certo “poder” dentro do hospital.
Ela olhou a agenda e pareceu não encontrar o meu nome.
-Desculpe Dra. Swan, mas não vejo um horário marcado para a Srta. – ela disse ainda temerosa.
-Eu conversei com ele hoje de manhã e ele disse que podia me atender. – expliquei.
-Desculpe, mas não tem nada anotado na agenda. Gostaria de marcar um horário para daqui a algumas semanas? – perguntou.
-Mas... – tentei argumentar.
-Desculpe. – ela murmurou.
-Algum problema aqui? – perguntou Dr. Sanz surgindo de repente.
-Acho que não poderei ser atendida hoje... – sorri tristemente.
-Por que não? – pediu curioso.
-Não tenho um horário em sua agenda, só daqui a algumas semanas. – expliquei rapidamente.
-Claro que tem. Vem, vamos entrar. – ele disse como se fosse algo absurdo e lançou um olhar irritado a sua secretária. Colocou sua mão na base da minha coluna e me encaminhou a sua sala.
Assim que entrei, olhei ao redor e vi que não era muito diferente da minha. Cores claras, piso de madeira bem encerado, estantes cheia de livros... O normal de médicos.
-Então, Isabella... Em que posso te ajudar? – perguntou ele profissionalmente, mas com um sorriso amigável no rosto.
-Então Doutor...
-Apenas Alejandro. – ele pediu.
-Então Alejandro... – sorri. – Tenho sentido alguns enjoos, tonturas, minha menstruação está atrasada há quase duas semanas e sinto que mudo de humor de uma hora para outra sem grandes motivos para isso. Ele sorriu gentilmente.
-Creio que você já saiba o que é. – ele disse e soltou uma risada.
-Eu sei o que você pensa, mas... Fui diagnosticada como estéril. Então... – deixei a frase no ar e sorri triste.
-Oh. – ele exclamou surpreso. – Então é melhor fazermos alguns exames, certo?
-Claro. – disse agradecida. – Na verdade, tomei a liberdade de pedir eu mesma um hemograma completo. Ele riu.
-Claro. – ele falou e eu estendi os papéis a ele, mesmo tendo constatado eu mesma que tudo estava perfeitamente normal.
Ele examinou os papéis por algum tempo e depois olhou para mim.
-Então Isabella... Faremos o seguinte: apenas por via das dúvidas iremos marcar uma consulta com um obstetra. Apenas por via das dúvidas. – repetiu ao ver a minha feição. – Sei que erros desse tipo são raros, mas quero ter certeza e eliminar de vez essa possibilidade, ok? – apenas assenti e ele continuou. – Seu exame de sangue está limpo, você irá à consulta que marcaremos e se realmente não for gravidez, iremos a busca do seu problema. Suspirei.
-Tudo bem, Alejandro. – sorri. – Obrigada por me atender quando sua agenda está tão lotada.
-Sempre que precisar. – ele disse e piscou me fazendo rir.
Nos despedimos e eu sai de sua sala, se possível com um peso ainda maior nas costas. Por que o Sanz foi dizer isso para mim? Agora terei mais esperanças infundadas. Quando chego na vaga onde meu carro está estacionado, abro a porta e entro no mesmo; respiro fundo e ligo o carro, acelerando logo em seguida. Sei que é errado e que corri um grande risco, mas o caminho até em casa passou despercebido e quando cheguei nem acreditei, cheguei sem lembrar toda a trajetória. Deus será que ultrapassei algum sinal? Coloquei a vida de alguém em risco?
Suspiro pela centésima vez no dia e desço do carro, indo em direção ao elevador; aperto o botão do meu andar e segundos depois ou minutos depois – não sei dizer ao certo – viro a chave na fechadura da porta.
Ao entrar em casa, a primeira coisa que percebo é o silêncio. Onde estão Charlie e Edward? Ando até a cozinha e vejo que está vazia e o jantar ainda está na mesa. Será que já jantaram ou me esperaram? Continuei andando e fui até o quarto da Charlie, a encontrando entretida com seu desenho e nem percebeu quando entrei em seu quarto.
-Oi bebê. – cumprimentei com um sorriso.
-Mamãe! – ela exclamou animada. – Você demorou hoje. – reclamou com um biquinho adorável.
-Me desculpa amor. A mamãe teve que ficar até mais tarde no trabalho. – o que não era de toda mentira.
-Ok. O papai tá no banho. – ela avisa e solto uma risada ao lembrar que pedi para ele me esperar cheiroso. – Nós já jantamos mamãe. Desculpa!
-Tudo bem, filha. Mamãe não tá com fome. – assegurei para que ela não se sentisse culpada e ela sorriu para mim.
Sinto mãos em minha cintura e sorrio ao sentir o cheiro da loção de barbear do Edward.
-Hm... Que cheirosa. – murmurou cheirando meu pescoço.
-Posso dizer o mesmo, Cullen. – brinquei virando em direção a ele e lhe dando um selinho.
Como eu já havia comido um sanduíche antes da consulta com o Dr. Alejandro, eu apenas dei uma arrumada na cozinha e lavei toda a louça contra os protestos de Edward, dizendo que eu não precisava fazer nada disso. Mas eu gosto dessa vida de ‘dona de casa’, ‘esposa’ e mãe.Depois de tudo arrumado, nos reunimos na sala e nos divertimos muito montando um quebra cabeça de 100 peças da Barbie. Coisas simples que nos deixa muito feliz.
Rimos com as tentativas inúteis do Edward de encaixar as peças; ele é realmente péssimo nisso. Depois de ele desmontar tudo de birra como uma criancinha de cinco anos, vimos que já se passavam das 9h30min e que já estava mais do que na hora da nossa princesa ir para seus aposentos e tirar sua soneca da beleza.
Colocamos um pijama nela e juntos contamos uma história ridícula que inventamos na hora; enquanto eu ficava com a parte de princesas e romance, Edward colocava briga e carros em tudo. Depois de mais algumas gargalhadas infantis, nossa pequena finalmente dormiu e saímos do quarto silenciosamente para não atrapalhar seu sono.
Ao entrarmos em nosso quarto, fui abraçada por um namorado carinhoso que beijava cada parte de minha pele exposta. Ele me empurrou até a cama e me fez sentar; tirou o meu salto alto do meu pé direito e o massageou lentamente me fazendo soltar suspiros de satisfação. Fez o mesmo com o outro e quando se deu por satisfeito se levantou e foi ao banheiro e não pude identificar o que fez.
Quando voltou, eu estava deitada de costas na cama com a mão sobre os olhos de tão exausta que estava. Senti a cama se afundar ao meu lado e minha blusa ser levantada lentamente, estremeci ao sentir o toque gelado da mão de Edward em contato com a minha barriga. Beijos foram distribuídos na região e eu soltava alguns suspiros e risadinhas ao sentir o arrepio que se passava pelo meu corpo todo vez que seus lábios ou língua entravam em contato com meu ventre.
Minha blusa foi levantada mais um pouco e Edward afastou meus braços do rosto para que a mesma pudesse ser passada pela minha cabeça; depois de estar sem a peça fina de seda, meu namorado passou a distribuir beijos e lambidas pelo meu colo, tentando alcançar as partes que o sutiã ainda cobria. O feche frontal do meu sutiã foi aberto e o mesmo foi passado pelos meu braços. Meus seios intumesceram ao sentir o vento gelado que entrava pela janela aberta e também ao sentir o contato da língua libidinosa de Edward.
Gemi ao senti-lo chupando meus seios com vontade enquanto apertava ao mesmo tempo, ele olhou para meus olhos e continuou rodeando a língua nos bicos já duros de excitação.
Agarrei seu cabelo quando o senti descendo seus beijos e parando no cós da minha calça jeans; abriu a minha calça e a passou pelas minhas pernas rapidamente. Minha calcinha estava molhada pelo desejo que escorria de minha intimidade e Edward me tocou ali, bem em cima de onde eu mais precisava de atenção. Fez movimentos circulares e quando viu que meus gemidos estavam ficando mais altos, tirou minha calcinha.
Sem aquela peça pelo caminho, ele abriu minhas pernas e senti uma longa lambida em meu sexo. Gemi vergonhosamente e agarrei em seus cabelos o prendendo ali. Minha respiração estava acelerada, e ele continuava me chupando como se ali tivesse o mais doce dos néctares; senti sua língua endurecendo e ele introduziu dentro do meu sexo, fazendo lentos movimentos de vai e vem.
-Ah, não para. – pedi gemendo ainda mais alto. – Oh meu Deus.
Rebolei descontroladamente em sua língua e quando ele sentiu que eu estava perto de atingir o ponto máximo de prazer, ele parou.
Gemi de insatisfação e me apoiei em meus cotovelos.
-Por que parou? – perguntei emburrada e ele soltou uma risada.
-A banheira vai transbordar. – disse simplesmente e me pegou no colo feito boneca me levando para o banheiro.
Quando chegamos, me colocou no chão e desligou a torneira da banheira que já estava quase transbordando.
-Pensei que já tivesse tomado banho. – comentei brincando ao vê-lo retirando a camisa e deixando seu peitoral definido a mostra.
-Já tomei. – ele respondeu simplesmente e continuou se despindo.
Abriu sua bermuda e desceu por suas pernas; salivei ao ver sua cueca recheada por seu membro já duro e evidenciado pela cueca apertada.
Andei até ele rapidamente, antes que ele pudesse puxar sua cueca, e me ajoelhei aos seus pés, retirando eu mesma aquela peça que me impossibilitava de ver seu membro. Assim que puxei o cós para baixo, seu pau duro e molhado pelo seu pré-gozo saltou em meu rosto e eu o segurei em minhas mãos fazendo movimentos de vai e vem, o estimulando. Edward gemeu e jogou sua cabeça para trás; segurou em meu cabelo e levou meu rosto em direção ao seu membro e eu não perdi tempo e o abocanhei.
Coloquei o máximo que conseguia em minha boca e o chupava com vontade, massageando o que não cabia com as minhas mãos. O tirei de minha boca e lambi toda a sua glande o fazendo gemer, voltei ao topo e chupei apenas a cabeça fazendo uma leve sucção, o senti se expandindo em minha boca e me afastei, pagando com mesma moeda.
-Vingativa você. – ele disse rindo e me puxou pelo braço, me beijando com fome.
Gemi em sua boca e ele se afastou de mim entrando na banheira. Encostou-se à borda e massageou seu membro enquanto me olhava. Sem perder tempo, entrei na banheira também e sentei de costas para ele.
Edward levantou meu quadril e eu apoiei na borda. Abri o máximo que podia minhas pernas e gemi alto jogando a cabeça para trás ao sentir seu pau me preencher.
-Tão apertada. – ele gemeu. – Vai Bella, rebola.
Comecei a rebolar em seu membro, enquanto ele apertava meus seios e eu gemia cada vez mais alto. Os movimentos ficaram mais urgentes e eu praticamente quicava sobre seu membro.
-Hm, Edward... Mais forte. – pedi enlouquecida.
Ele segurou meu quadril com força parando meus movimentos, e começou a estocar furiosamente seu pau dentro de mim. Gritei e senti minha intimidade se contraindo e relaxando repetidas vezes em volta de seu membro; gemi longamente seu nome e meu orgasmo chegou me tirando da órbita por alguns segundos.
Senti Edward meter em mim mais algumas vezes e logo em seguida seu gozo me preencheu enquanto ele urrava meu nome. Levantei um pouco e Edward saiu de dentro de mim. Fechei meus olhos e me encostei-me a suas costas, esperando minha respiração ficar mais calma. Acho que acabei cochilando por alguns minutos, pois apenas despertei quando Edward me depositou com carinho na cama e deixou um leve beijo em meus lábios.
-Edward... – comecei na intenção de contar o que o médico disse.
-Shiu. – me silenciou. – Você tá exausta, amanhã a gente conversa.
Apenas assenti e senti-o deitando atrás de mim e abraçando a minha cintura; fechei meus olhos e suspirei com o delicioso cafuné em meus cabelos. Aproximei mais meu corpo do dele e me enrosquei em seus braços. Era ali que eu pretendia continuar pelo resto da minha vida. Minhas pálpebras foram ficando mais pesadas, e acabei dormindo. Não sem antes ouvir um: ‘eu te amo’.
Notas finais
É com felicidade que eu venho informar que falta poucos reviews para completarmos 900 comentários!
Então pessoal, vamos caprichar, ok?
Não sintam medo de mim... Por favor, apareçam.
-
Como muitas pessoas não sabem o que comentar, farei uma pergunta e vocês me respondem no reviews:
'Se vocês estivessem no lugar da Bella, iriam querer estar grávida ou iriam querer esperar mais um pouco?'
-
Beijos
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