Notas iniciais
Oi meus amores, como prometido, eu venho postar um capítulo bônus a vocês!
Nos vemos lá em baixo, boa leitura!

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Capítulo 11 – Dia normal.


Pov. Bella


Mais um dia cansativo de trabalho. Hoje foi um dos dias mais movimentados no hospital. O número de crianças com câncer tem aumentado cada vez mais e eu acredito na teoria de a causa disso serem os fatores ambientais.

Mas é claro que também há o fator genético, que é tudo e sempre vem em primeiro lugar.

Acabo de sair do hospital e vou direto para casa. Como sempre, eu peguei um trânsito horrível, me fazendo levar 40 minutos do hospital até a minha casa.

Quando cheguei a minha casa passava das 18 horas. Como eu fiquei de plantão quase a semana passada inteira, nessa semana eu sairei às 17h30min.

Mas, como nada na minha vida é muito fácil, só porque essa semana está tranquila para mim, o Josh tem saído tarde da empresa, o que dificulta os nossos encontros.

Tomei um banho e resolvi dar uma limpeza na casa. E como eu moro sozinha, meu apartamento nunca fica muito sujo, então tudo o que eu tive que fazer foi varrer o chão, passar cera no chão de madeira e limpar os móveis.

Quando acabei a faxina, eu estava morta de fome, então fui até a cozinha e preparei um sanduíche para mim, comi tudo com um copo de suco de goiaba.

Ouço o meu celular tocando e corro para atender.

Olho o visor do meu iPhone e vejo que é a minha mãe.

-Oi mãe. – atendo.

-Oi filha desnaturada, nem liga mais para a sua mãe. – disse ela fazendo drama.

Eu ri.

-Nem você liga para mim. – reclamei também. – Mas como estão às coisas por aí?

-Estão bem, e por aí? – ela perguntou.

-Estão tranquilas, só tenho trabalhado muito. – comentei.

-Assim que é bom. – ela disse rindo e eu a acompanhei.

-Pois é. – eu disse e ri.

-Estou com saudades. – ela disse manhosa.

-Eu também, mas tenho trabalhado demais e não sei quando será a minha próxima folga para eu ir te ver. – respondi triste.

-A mamãe vai tentar ir até aí te ver. – ela disse.

-Ok. Vou cobrar então. – eu disse um pouco mais contente.

Rimos.


-Tenho que ir agora filha. Beijos, eu te amo.

-Tchau mãe, também te amo. – eu disse e desliguei o telefone.

Realmente eu sinto muito a falta da minha mãe, mas é complicado eu conseguir ir até lá. Já para ela é mais fácil, ela é solteira e apenas dá aulas de ballet clássico nas terças e quintas, nos outros dias ela fica livre. Então, ela tem a opção de vir em uma quinta feira à noite e só voltar na segunda-feira de manhã.

Eu e a minha mãe sempre nos demos muito bem. Ela sempre foi muito doce e carinhosa comigo e me dava muitos conselhos sobre a vida em geral.

E eu sou tudo que sou hoje graças a ela, então eu sempre digo que devo tudo a minha mãe e dou muito valor a isso.

Sou muito apegada a minha mãe e por isso fico tão triste em não poder vê-la sempre, queria tanto que ela viesse morar em Seattle... Mas, ela ama Phoenix e duvido muito que um dia ela vá querer sair de lá.

Ainda tem outro problema. É que estou muito preocupada com a Claire, a gravidez dela é de risco e ela acaba de completar 8 meses. E os médicos disseram que é bem provável que o pequeno Thomas nasça antes da hora e é claro que por mais que ela esteja ansiosa para ver o bebê dela, ela também está super preocupada que algo aconteça.

Mas se Deus quiser, o Thomas nascerá em seu tempo certo e cheio de saúde.

Pov. Edward

-Charlie, não corra! – pedi pela milionésima vez e como em todas as outras, eu fui ignorado completamente.

No momento, eu estou tentando me concentrar no meu trabalho, mas parece que hoje a Charlie está ligada em 220 volts.

Charlie passou mais uma vez por mim correndo e eu suspirei desligando o notebook e desistindo de tentar trabalhar.

Hoje a babá da Charlie não veio, então não fui ao trabalho e fiquei em casa com a minha filha. Como sou diretor e um dos herdeiros da empresa não teve problema eu faltar um dia.

Acho que a melhor parte de trabalhar na empresa, é que meus irmãos estão lá, o que às vezes acaba se tornando algo divertido.

-Papai, posso ver desenho aqui? – pediu Charlie.

-Pode, mas daqui à uma hora você vai tomar banho e dormir. – alertei.

-Ah “paiê”. – reclamou ela.

-Ah pai nada. Uma hora mocinha. – eu disse e fui até a cozinha para preparar o leite que ela toma antes de dormir.

Preparei e coloquei na geladeira. Aproveitei e peguei um pedaço de torta para mim com uma lata de coca cola.

Comi minha torta crocante devagar apreciando o sabor e depois tomei a minha coca.

Peguei-me pensando na Bella, tentando imaginar o que ela poderia estar fazendo agora e se ela estaria pensando em mim também.

Meu Deus! Eu preciso tirar essa mulher da minha cabeça antes que seja tarde demais e eu acabe me apaixonando.

Mas vez ou outra eu fico lembrando o seu sorriso doce, o seu cheiro de rosas e o jeito como ela cora e abaixa a cabeça quando fica envergonhada.

Só que infelizmente ela não me quer e eu tenho que aceitar isso.

Quando se passou uma hora, eu chamei a Charlie para tomar banho.

Ela tomou seu banho sozinha e se vestiu enquanto eu ia buscar o seu leite.

Quando voltei, ela já estava vestida com o seu pijama rosa da Jolie. Entreguei o leite a ela que bebeu tudo e deitou depois na cama para dormir.

Fui para a minha suíte e tomei banho, aproveitando para me barbear, sai do banho e coloquei uma cueca preta boxer para dormir. O clima hoje está quente e só isso já serviria.

Chequei meu e-mail e respondi alguns, mas minhas pálpebras começaram a ficar pesadas e eu resolvi que estava na hora de dormir, mesmo sendo apenas 9h da noite.


Liguei o ar condicionado e me joguei na cama, dormindo poucos minutos depois.


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Notas finais
Espero que tenham gostado!
Mas prometo que o próximo capítulo vocês vão amar! Tenho certeza absoluta.
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Um feliz natal a todos vocês, muito obrigada por tudo!
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Beijos