O Alvorecer

23 Novas informações.


Notas iniciais
Peço desculpas pela demora. E lembro a vocês meus amados e queridos leitores, que estou muito decepcionada com vocês. So estou dando continuidade a esta historia em consideração a krysthallAgami, luca, mandi entre outros. Peço novamente. Reviews. Muito obrigado pessoal.

- JESSICA? As imagens foram tornando-se boros pretos, embaraçadas, até desaparecerem totalmente, meus olhos agora estavam fixos no gigantesco teto do Camarilla.

- Acalme-se Robert, ela esta acordada! — disse Catharina suavemente.

- Irmã? Esta bem?

- Não foi nada, pelo menos nada que devam se preocupar! — dei uma piscadela discreta para Robert enquanto me levantava. Nenhum deles principalmente Edward Stabler, não precisavam saber do futuro. Não mesmo

- Aonde vai? — perguntou-me meu irmão urso.

- Comer! — abri um sorriso torto, dando de costas para ele.

- Jess, o dia hoje na região é movimentado, não podemos chamar atenção, tem mesmo que ir agora? — ele mostrou-se preocupado, diferente de Edward que fazia um relatório a Brangno e companhia.

- Não se preocupe irmão, não ficarei pela região, vou para longe. — respondi segura e tranqüila.

- Esta bem, mas antes preciso adicionar algumas outras coisas para sua nova vida. — disse rob dando de costas para mim. — Venha comigo...

- Até logo Jess, e tome cuidado preciosa. — disse Edward tão doce, que chegava a ser sarcástico.

- Fique bem irmã. – disse-me Catharina doce e tranqüila como era.

- Ficarei. – assegurei a ela.

Robert e eu seguimos para fora do Camarilla, era tão grande. Chegamos a um gigantesco galpão, a sua frente uma estradinha de asfalto que muito na frente dava a rodovia, a seu lado a densa floresta.

Eu estava perdida em meus devaneios, nem percebi o que estávamos indo fazer ali. O futuro era incerto.

- Bom... — iniciou rob. – Providenciamos com certa urgência... muitos de nossos irmãos são influentes, então não demorou muito. Aqui esta! – Robert estendeu-me um envelope amarelo.

Eu estava desligada da realidade, mais aquilo me fez despertar imediatamente, vasculhei cautelosamente a mente de rob, mas o danadinho cantarolava uma musica da atualidade que eu conhecia perfeitamente. Eu não consegui saber com antecedência o que me era oferecido.

- O que é isto? – perguntei confusa, arqueando –acho- uma sobrancelha.

- Sua nova identidade! – ele abriu um sorriso malicioso estonteante.

- Am? — Jessica Varela Martins esta desaparecida, e até mesmo morta para a policia de seu pais, creio eu...

- Meus novos documentos... — acênti. Agora entendi minha nova vida. — A foto foi pega em sua bolsa de humana, perdoe-nos, mas tínhamos que providenciar com urgência seus documentos. — Não tem problema, mas estou muito diferente de quando era humana, minha fisionomia esta absurdamente mudada... – estava mesmo. E a foto? — Não tanto assim, você já era linda, só que agora esta mais absurdamente maravilhosa — ele segurou um riso — E as fotos da documentação não deram tanto trabalho assim, retocamos algumas coisas, já ouviu falar do Photoshop? — disse ele ja deixando escapar a gargalhada.. — Sabe que não meu irmãozão... — soltei-a primeiro. — Abra o envelope, acho que você vai gostar. — Robert sorriu. Exitei um pouco, meus novos documentos, minha nova vida... Abri o envelope calmamente, de 1°veio um documento parecendo um cartão de credito, acho que era a carteira de identidade britânica. — Esse é seu chamado R.g. — ele apontou o documento a minha mão. Minha foto estava lá, cabelos longos, lisos, castanhos escuros, olhos cor de mel, ou até mais claro, pele alva, rosto largo, linha da face destacada, boca levemente rosada assim como as bochechas, o que o photoshop não fazia. Eu era belíssima. Mas logo um detalhe me chocou. — Jessica Giulia Marchena Baker? Mas que diabos é isto Robert? – eu estava boquiaberta. — Jessica Varela Martins, de filiação Brasileira, com pais Brasileiros, esta morta, você é Jessica Giulia Marchena Baker, cidadã inglesa com mãe italiana e pai inglês. Idéia de Nathi. — ele sorriu tristemente ao lembrar-se da minha pequena pentelha. — Isto foi idéia de Nathi? — mas que imaginação, eu tinha mais um nome de celebridade projetado, do que o de uma cidadã comum. — Sim, ela concluiu que Jess é muito seu, você é a nossa Jess, isso faz parte de você, não poderia ser tirado, Giulia ela disse que seria o nome dado a uma possível filha quando humana. Marchena assim como Giulia é italiano, você é apaixonada pela Itália não é? – ele parou, e eu concordei balançando positivamente a cabeça — Esta certa, é o seu berço, logo mais lhe explico, e Baker, fora idéia minha, desculpe-me se não gostou! — rob ficou sem jeito. — Não! Gostei sim, só acho que esta muito elegante, até me sinto uma celebridade Robert!- gargalhei. — Você é uma empresaria minha irmã, os vampiros não só vivem nas trevas, você é acionista de uma empresa de publicidade, tem mesmo que ter um nome importante e bonito. — ele gargalhou mais alto ainda. — Robert peço que me explique esses detalhes depois... — Olhe o resto dos documentos. — Incentivou ele . Abri rapidamente. Certidão de nascimento, cidadã londrina, carteira de habilitação, passaporte, e todos os outros, eu tinha 22 anos. Que ironia do destino, e eu que sempre desejei sempre ter metade das coisas que tenho agora... Nesse momento daria qualquer coisa para não ter nada. — Sim, ok, preciso ir. — aprecei-me. — Acho complicado ir caçar em um dia de tão movimento aqui na região, mas como precisa ir, vá para longe. — aconcelhou-me Robert. — Sim ok, então até mais tarde. — Espere, tome... — ele me jogou um moio de chaves. — O que é isto? — Mas nunca que uma executiva, e rainha dos vampiros irá ficar correndo como uma deseperado por ai.

Robert estava com um pequeno controle prata em suas mãos, apertou um pequeno botão, e logo a imensa porta do galpão se abria.

Carros para todas ocasiões esportes, sociais, ,discretos, chamativos, normais... Todos. Conversíveis, pick\'ups, limusines,... Tudo que eu nunca consegui imaginar em minha vida, e que os homens apreciam em revistas do gênero. — Bom, todos nós podemos pega-los, mais a prioridade e sua de Brangno, de Agamenon e Nicolas, e antes claro de Renata e Gabriel. — É maravilhoso. — não tinha palavras mais apropriadas. — Mercedes, Ferrari, Chevrollete, Bmw, Audi, Porsche, Ford, Mitsubishi... As melhores marcas do mundo estão aqui, alguns foram comprados, outros ganhados, aqueles quatro ali do canto...- robert me apontou para o lado esquerdo, onde quatro carros estavam separados dos demais. — São presentes de alguns irmãos excêntricos, eles nem a conhecem e a adoram, aqueles são somente seus, junto com mais aquelas tres motos. As motos eram lindas, maquinas assim como meus carros, uma cinza, outra amarela, e a outra vermelho sangue, eu mal conseguia piscar. — Esse moio de chaves são as chaves de todos os carros daqui, logo você pega a pratica para achar a exata, agora vá, recomendo-lhe que pegue uma moto, será mais rápido.

- Sim, até mais tarde! – quase me lancei para cima da moto, eu não tinha muita pratica em pilotar, mas não me seria dificuldade, enfiei o capacete em minha cabeça.

- Espere! – robert veio até mim. — Vai ser mais rápido se eu achar a chave para você. – ele puxou de seu bolso outro moio de chaves, oferecendo-me uma amarelinha. – Este moio é apenas desses seus carros e motos, agora vá!

Arranquei com toda a velocidade, vacilei de inicio, mas depois foi como se eu tivesse pilotado essas belezinhas durante toda minha vida, logo eu sai na rodovia, meus documentos estavam enganchados em um pequeno vão da moto, eu tinha que achar algum lugar longe dali, o sol não havia saído, ficou tímido, as nuvens o cobriram, o dia estava cinzento novamente, só que um pouco abafado. As cenas de minha visão não saiam de minha mente, alguma coisa estava para ser armada, Agamenon não descansaria enquanto não me destruísse, em minha visão eu sairia vitoriosa de suas armações para levar-me a morte, mas e se eu fizesse algo de errado? Eu era tão despreparada para enfrentar aquele maldito, e a criança? Que criança era aquela?

Asmodai era absurdamente irresistível, eu iria ser forte, ele não vai conseguir o que deseja, ou vai?

Um pensamento repentino surgiu em minha mente, minha mãe! Como ela estava? Que conclusão a policia havia tirado de meu desaparecimento? Ou melhor, de meu e de Nathi, deus do céu, quanta coisa em tão pouco tempo, e eu me lembrava com tanta clareza de todos os detalhes, era tão nítido...ha. quanto tempo eu era vampira? Não tinha me dado conta deste detalhe...

\"Jess, preciso falar com você!\"

\"Não Alicia, agora não posso, estou faminta!\"

\" É de extrema urgência, acabo de descobrir outros rumos para sua vida\"

\" Rumos para minha vida? Alicia minha querida, estou com a garganta em chamas, só estou agüentando pois estou em uma rodovia a 140km h, mas já estou prestes a parar\"

Não houve mais conversa alguma, dei uma freada brusca quando a sede cortava minha garganta, saltei de minha moto, eu estava na entrada de uma cidade, levei a moto para a cobertura de algumas arvores, sai desvairada atrás de comida.

Não demorou muito para que eu chegasse ao centro da cidade e encontrasse humanos. Havia um fluxo considerável de pessoas, crianças, idosos, jovens, todos me olhavam, não sei como estava minha feição, sei que todos me olhavam assustados. Procurei alvos fáceis, os humanos pensavam tantas coisas ao mesmo tempo, dinheiro, amor, sexo, brigas, trabalho, diversão, tantas coisas. Eu já estava me descontrolando, meus olhos começaram a arder, eu não era mais linda, ao passar por uma vitrine espelhada me vi rapidamente, eu parecia um demônio.

Entrei em um bar, sentei-me a baixei minha cabeça, a presa estava a caminho.

- Ola gracinha! – uma voz grossa, alta, meio rouca. Para um humano era para gelar até a espinha.

- Oi! – respondi maliciosamente, ainda mantendo minha cabeça baixa.

- O que faz aqui neste lugar? Sozinha?!

- Nada... — eu disse pausadamente, ainda mantendo a malicia em minha voz.

- Quer beber algo?- o imundo fungou em meu pescoço. Ele cheirava a bebida barata.

- Sim, quero muito!- minha voz tornou-se sombria.

- Vamos tomar algo quente. – ele acariciou meu braço, afagando meus cabelos.

- Vamos sim, mas fora daqui.! – desta vez mirei seu rosto, sua aparência era de um homem de aproximadamente 30 anos de idade, cabelos castanhos, barba para fazer, um casaco marrom desbotado, magro, boca fina, olhos grandes marrons, nariz largo demais para seu rosto.

O homem ficou com medo ao olhar para mim, meus olhos estavam ficando vermelhos.

\"

Que garota sinistra, mas não me importo, olha só como é gostosa...hum... delicia!\"

Idiota. Delicia sim, vai ser o que estou prestes a fazer. Saímos daquele lugar que cheirava mal e seguimos para o hotel rameiro, lá ele conversou com um velho asqueroso de aparência grotesca, que tinha ao seu lado uma garrafa com um liquido meio amarelado, por seu cheiro, soube na hora do que se tratava.

\"

Gostosa,\'

Velho maldito. Subi com o Homem que se identificou como Max eu não havia dito meu nome. O quarto era um horror um nojo. Mas eu não permaneceria ali por muito tempo.

Sem dizer uma palavra ele voou para cima de mim, estávamos deitados na cama, ele se esfregava em mim, acariciando meus seios, e descendo a mão por minha perna até chegar próximo a meu órgão intimo.

- Quero fazer algo que vai te deixar em êxtase, vou sugar você. – eu me agachei ficando em uma posição não muito digna, de frente para o maldito que já estava gemendo.

- Faça o que quiser. – disse ele se esticando na cama, abrindo o zíper de sua calça.

- Tudo o que quiser?

- Tudo. – ele gemia de prazer.

Comecei pelo tradicional e clichê pescoço, mas era uma das melhores partes, as veias ali pulsavam intensamente, as jugulares eram irresistíveis. Fui fincando delicadamente meus dentes, sugando com delicadeza seu sangue, o desgraçado gemia loucamente.

Fui mais além, desci por seu abdômen o fazendo delirar, o sangue do maldito não era tão ruim assim, mas acho que minha fome era tão grande que qualquer lixo estava valendo.

Ele se mantinha de olhos fechados, sem perceber ainda o que lhe acontecia , comecei a sugar com mais intensidade, foi ai que chamei sua atenção.

- Mas que droga e essa? – ele inclinou seu corpo para a frente.

- Disse-me que o que eu quisesse. Eu quero o seu sangue. – eu não mirava seu rosto, forcei minhas mãos em seu corpo, ele já fazia força para se livrar de meu \"abraço\".

- ME SOLTA SUA VADIA.! SOCORRO... – tive de tampar sua boca. E me mantive concentrada em seu sangue, meu mal estar estava passando, minha visão estava ficando clara novamente, a ardência cessava, os olhos já não ardiam. E eu estava limpa.

A tentativa de livrar-se de minhas mãos eram inútil, ele era forte, mas eu era mais. Muito mais sem sombra de duvida. Max se debatia, enquanto eu sugava com mais e mais intensidade seu sangue, aos poucos ele foi ficando fraco, perdendo as forças e cansando de lutar.

Pronto, ele estava morto e eu parcialmente alimentada, ainda havia fome.

Não fiz questão de tirar o corpo dali, ali naquele hotel vagabundo havia poucas pessoas, apenas uma pessoa sabia que eu havia estado com aquele homem, e no bar, eu estava parecendo um demônio, em minha forma normal, eu e a jess de algumas horas a atrás éramos duas pessoas totalmente diferentes. Ele que ficasse ali mesmo, pouco me importava o que concluiria a policia.

Sai pela janela dos fundos, ali atrás era deserto, eu podia saltar. Eu não estava totalmente alimentada, uns 3 humanos já seria o bastante.

- Ola!

Virei-me bruscamente, com o cumprimento, já pronta para atacar mostrando parcialmente uma das laminas em minha boca.

- Quem é você? – não relaxei.

- Uriel. – disse suavemente.

O que? Uriel? Ele era alto, corpo definido, olhos cor de azul noite, ele usava calças jeans azul escura, um blazer preto aberto, com uma camisa azul por baixo, sapatos sociais pretos, longos cabelos negros ondulados, soltos em cascata pelas costas, pele branca quase transparente. Uriel na forma humana era lindo.

- Ola Jessica! – sua voz era doce, serena.

- Ola. – respondi firme.

- Preciso conversar um pouco você! – ele se se encostou ao corrimão de uma escada, estávamos nos fundos de áreas de comercio, era um beco.

- Sim. — eu me sentia pouco a vontade com a pressença de um anjo. Porque?

- Não vou fazer rodeios, seu destino é o motivo de eu estar aqui.

- Acho que Alicia já explicou o que tinha de explicar sobre este assunto.

- Você vai ter um filho.

- Um filho? Como vou ter um filho? De Asmodai. – não entendi.

- Não!

- Então de quem? – ao que eu havia entendido, eu só conceberia um filho de Asmodai porque ele era o demônio, ele podia fazer o que quisesse, mas se não era dele seria de quem? Fiquei chocada.

- E — eu ainda não sei, foi um recado de Miguel... — ele baixou a cabeça como se estivesse decepcionado.

- Mas que droga, o que esta acontecendo.?- me irritei.

- Varias coisas ao mesmo tempo. Neste exato instante, Brangno esta convocando por um ritual de magia das trevas, para reavivar vários antigos demônios que foram jogados aos penhascos do inferno.

- Para que?

- A guerra do fim começou.

- Mas que droga! essa maldita guerra só será ganha com um filho do anjo caído e do demônio, não é mesmo?

- É a idéia principal, só seu filho tem poder para quebrar a espada de Miguel que lidera os anjos e destrói os demônios. Pois é forte, a criatura mais sobrenatural que pode pisar na terra, seria um filho seu e de Asmodai, mas parece que tudo esta mudando de curso, a cada segundo novos aliados de ambas partes surgem, Alicia neste mesmo instante acaba de mudar seu destino. Novas pessoas decisivas estão entrando nesta guerra que já esta sendo escrita por novos profetas do senhor, caçadores estão a todo o vapor, muitos anjos já estão por aqui. Não sei mais de nada, todo meu conhecimento de séculos e séculos sobre estes tempos estão obscuros. Agora recebo esta noticia de que uma nova criança vai mudar seu rumo nesta historia Jessica.

- Sinceramente, já nem sei contra o que estou lutando.

- Contra o fim do mundo.

- Jessica!

Mas que inferno, para que chegam desta maneira, me assustei bruscamente.

- Alicia , mas que droga! Você me assustou!

- Desculpe-me, Ola Uriel.

Uriel revirou o rosto, e respondeu sem vontade alguma.

- Ola Alicia!

- Jess, eu queria ter lhe contado tudo isto, se tivesse atendido meu chamado...

- Entenda que estava faminta, e ainda estou. – eu havia notado que sempre que ia comer acontecia algo, alguém me chamava com urgência. Mas que inferno.

- Estava ocupada tendo um impriting com o monstro do lago nescie.- me surpreendi, Uriel disse irritado, achei por um instante que ele ia voar até o pescoço de Alicia.

- Creio que isto não é da sua conta Uriel. – alicia respondeu educadamente, abrindo um largo e lindo sorriso para mim.

- CHEGA DISTO! A QUESTÃO AGORA É OUTRA! — que discutissem isto outra hora. — Eu tive uma visão de uma criança, por acaso é este o meu filho?

- Não sei lhe explicar, pode ser que sim e pode ser que não. O que acontece minha linda, é que todo o seu rumo e subjetivo, no momento de seu nascimento você tinha um missão, e assim foi até sua transformação, logo depois disto, seu futuro mudou da ambas partes que esperaram por você durante muito tempo, e agora mudou novamente, conforme suas decisões e pensamentos, seu futuro vai ficando cada vez mais incerto. Fazendo ficar Obscuro até mesmo para o anjo Uriel.

- Sim, e para os seres das trevas, não é mesmo Alicia.?! – ele foi irônico, alicia o ignorou.

Eu não conseguia ouvir a mente de Uriel e de Alicia, não entendo... era um bloqueio, eu não ouvia absolutamente nada. Mas não importa era um assunto que não me dizia respeito.

- Ok , e agora?- eu estava impaciente.

- Por hora, não tenho nada a dizer, apenas fique atenta, pois outra situação pode mudar novamente o curso de tudo isto, se Brangno conseguir a ajuda dos demônios adormecidos, será uma dificuldade a mais para você, lembre-se de que o objetivo deles neste momento é destronar você, e ter toda a guarda vampira a favor deles. Muita atenção.

- Minha querida, lembre-se de que Asmodai ainda é um perigo constante, tudo pode mudar de repente.

- Ok. Obr ...

Uriel havia sumido.

- Não ligue para ele Jess, ele esta confuso, nervoso. Uriel não gosta de ficar sem saber o que vai acontecer. Esta acostumado a ter as noticias com antecedência, para poder se preparar para uma eventualidade

- Tudo bem. Preciso ir... Ainda tenho fome, e tenho afazeres no Camarilla.

- Você não retornará hoje ao Camarilla. Irá caçar comigo, e iniciar um longo e rigoroso treinamento.

- Mas...

- hei... Não senhorita, Robert, e os outros saberão se virar sem você, conseguiram fazer isto durante tanto tempo... Agora vamos! – alicia me puxou pelo braço delicadamente.

Fomos andando pela cidade, éramos lindas, desta vez as pessoas não tinham medo de mim, pelo contrario, ficavam bestadas, Alicia com os longos cabelos louros era ainda mais bela, suas roupas eram tão elegantes, que fiquei com vergonha por meus trajes, não que eu estivesse feia, mas... Alicia era deslumbrante.

- Há, você é uma irresponsável! – alicia disse-me de repente.

- Eu? Porque? — não entendi.

- Não deve deixar um corpo vazio como prova de um crime, isto chama a atenção de populares, a policia logo associa a magia negra, mas existem humanos que são obcecados por nós, e uma prova desta gerará comentários. O que é extremamente desnecessário, tome mais cuidado da próxima vez! – por um momento alicia me repreendia, e eu notei que estava errada. — Há... antes que eu me esqueça...Parabéns, não se sujou, mesmo louca de sede foi gêntil com o imundo, esta limpa, recomposta, como deve ser a rainha dos vampiros.! – alicia ria discretamente.

Não resisti e a acompanhei discretamente no riso, mas logo fomos surpreendidas por uma visita inesperada.

Ele estava ali, parado bem a nossa frente, com um sorriso desconcertante.

- Ola minha amiga Alicia, e minha futura esposa Jess! Queria mesmo encontrar as duas juntas...

Asmodai.

Notas finais
Obrigada por acompanharem esta historia.
Espero sinceramente que estejam gostando.
bJOS