O Alvorecer
5 Fatos
Notas iniciais
mas está ai! aqui definitivamente acaba a paz da jess!
rsrs espero que gostem...e por favor vou pedir novamente...deixem a opinião de vocês! isso é muito importante para mim1 quero saber se estão gostando dos rumos da história!
rsrs bom é claro se quiserem! rsrs bejos!
Aquele começo de dia estava sendo dificil, eu tinha que fingir que estava tudo bem, que nada havia aconteçido. Em todo o colégio nenhum sinal de Lucius, e de nenhum dos Stabler, eu me sentia cansada, exausta, o dia e a noite anterior tinha sido os piores de minha vida, eu nunca havia sentido uma sensação tão ruim quanto aquela, eu ainda sentia medo, minha vontade era de ir embora dessa horrivel e maldita cidade.
- Jess, o que foi? você está bem? — nathi me perguntou ângustiada.
Sem querer senti algo quente descendo em meu rosto, aquela lágrima expressava todo meu medo, minha ângustia, O que estava acontecendo? Porque Lucius e os Stabler querem me levar? E para onde? sentia meu peito apertado, meus musculos doiam, nem sei se éra por causa do frio.
- Jess? o que foi? — nathi novamente me perguntou, só que agora mais ângustiada, ela acariciou meus cabelos.
- Nada! estou bem! — respondi com uma voz abafada, rouca, enchugando as lágrimas.
- LARI! — nathi gritou para lari, que estava em outra mesa do refeitório, acho que ela nem ouvio, aquele barulho insuportável era muito alto e Lari estava um pouco distante de nós.
- Pare Nathi, estou bem, só fiquei pensando em bobagens!- tentei disfarçar o máximo que pude, mas Nathi não é esse tipo de garota que acredita em qualquer desculpa esfarrapada não!
- É pare com isso já! eu não sei o motivo do por que está assim, se quiser contar estou toda ouvidos, mas se não, entendo, mas te peço não fique assim! Sua amiga não gosta de te ver nesse estado! ok? — nathi ainda alisava meus cabelos, ela me deu um profundo abraço, me senti confortada por minha amiga, Nathi era a pessoa que conseguia, nem que por um minuto, me fazer esqueçer de meus problemas, e agora...meu medo!
- Ei, vamos amanhã comigo na capital? — provávelmente esse convite de Nathi surgui para tentar me alegrar, ela sabia muito bem que ânceio uma visita em São paulo.
- Amanhã?...bom...vamos! — o convite me pegou de surpresa, mas mesmo com medo, mesmo com ângustia, e cheia de perguntas, eu não podia me limitar a ficar pensando naquilo, aceitei!
- Ok, só nos duas! — ela me deu outro profundo abraço, e sorriu gentilmente para mim.
- Ei garotas, já foram tirar a foto? — miguel chegou em nossa mesa com um sorriso gentil, ele me olhava com uma doçura, que até fiquei envergonhada, Miguel era lindo, loiro, olhos verdes claros, era um garoto belo, um verdadeiro cavalheiro.
- Foto? que foto? — perguntei confusa.
- Ha Jess, o colégio inventou de querer ter fotos nossas em nossas pastas particulares, para poder indentificar melhor na hora de fechar notas de participação, comportamento, uma idiotice! — ele ria timidamente — Estão chamando os alunos do segundo ano, acho que vocês devem ir logo!
Nathi olhou para mim e sorriu, fui me levantando pressunçosa, Nathi me acompanhou, Miguel pegou em minha mão.
- Ei Jess, eu queria converssar com você depois da aula pode ser? — miguel me olhou com uma ternura, que fiquei até sem ar, abachei minha cabeça, eu estava sem jeito, mas voltei a encará-lo mirei bem seus olhos.
- Ok! vou tirar logo essa foto...no segundo intervalo converssamos ok? — fui soltando as mãos dele, estavam geladas, suadas, acho que eu já sabia perfeitamente o que aquilo significava.
Nathi e eu fomos a caminho da diretoria, até que sem querer ouvi uma conversa de duas alunas que voltavam da diretoria.
- É Daniele, todos estavam comentando na diretoria, eu acho que é verdade sim! mas claro é uma pena!
Não aguentei a curiosidade e perguntei.
- Desculpe garotas! — eu fui entrando na frente delas, claro bloqueando a passagem — Quem foi embora?
- Ha...- elas riram, me pareçiam ser bem simpáticas, fiz uma careta torta como pedido de desculpas — Os Stabler! pareçe que o dr: Elliot veio pegar o histórico deles hoje! e o professor Lucius tambem, acho que todos foram embora!
Senti meu coração acelerar, um arrepio subio ao \"pé\" de meu pescoço, não conseguia sentir um musculo se quer de meu corpo, eu mirava incrédula o chão.
- Ei Jess? — nathi deu um cutucão em meu braço, mas eu estava com uma sensação tão terrivel. Eles viriam atrás de mim? Ou teriam desistido de me levar não sei para onde?
- Oi...! — tentei disfarçar, eu não queria que ninguem soube-se disso.
- Tchau meninas! — nathi me puchou, liberando a passagem para as garotas, senti uma dor de cabeça horrivel, aquela sensação de não estar segura, de ser atacada, de morrer, tomou conta de mim.
- Ei Jess, vamos! o que foi? você ficou pálida! você gostava do trouxa do Edward?... — nathi não gostava de Edward, mas ela estava muito enganada, se ela soubesse o verdadeiro motivo para meu estado idecifrável.
Não respondi e a puxei em direção a sala da diretora, não havia fila para \"Essa foto\", então entramos rápidamente, atrás de uma mesa estava um homem lindo, pele café com leite, cabelos pretos, da mesma cor que a dos meus, penteados milimetricamente, ele me pareçia ser um lord de filmes, seu porte e sua face eram clássicas, fiquei bestiada em olhá-lo.
Ele indicou a cadeira para Nathi se sentar, Nathi me deu um sorriso malicioso, ela não gostava muito de tirar foto, mas acho que naquele momento ela aprendeu a gostar.
Fiquei sentada arrumando meus cabelos, ele não demorou para tirar a foto de Nathi, logo ela se levantou, só que no momento em que ele vinha em minha direção um barulho muito forte veio do lado de fora, a janela da sala estava aberta, um vento gélido invadiu repentinamente, um barulho de um animal rosnando veio do verde da floresta, o colégio ficava muito mais perto da floresta, quase gritei mas consegui me conter, Nathi correu para meu lado, o homem que ainda não tinha pronunciado palavra alguma não se conteve e disse.
- Então é você! — sua voz estava acelerada, mas ainda dava para notar como era doce e encantadora, só que muito sombria.
Fiquei sem reação alguma, pois na mesma hora um rosnado ainda maior surgiu, meu coração batia descontroladamente, nem eu mesma sei o que estava sentindo, ele olhou para trás, alguma coisa pareçia que vinha correndo da floresta, Nathi me puchou as pressas da sala, bati minha perna nas cadeiras do lado de fora, tentei olhar para trás, com muito esforço, pois Nathi me puchava derrubando praticamente todas as cadeiras do corredor, eu notei que aquele homem olhou para mim e fez um gesto com a boca, não consegui notar o que era, mas ele se pôs na ponta dos pés como um urso quando fica de pé, nesse momento corri o máximo que pude, Nathi e eu passavamos derrubando tudo o todos que viamos pelo caminho, só fomos parar quando Miguel e Rick bloquearam nosso caminho.
- Ei o que aconteçeu? — rick perguntou confuso.
Nathi olhou para mim, ela estava exausta, sua mão tremia, eu não deixei que ela falasse.
- Nada, é que vimos um rato na sala! — mesmo sem folego respondi, Nathi me olhou incrédula, mas eu não queria que os garotos soubessem do que acabará de aconteçer, naquele momento senti que o que havia acabado de ocorrer tinha a ver com \"minha visita\" dessa ultima noite, aquele rosnado que eu escutei, éra muito pareçido com o que Justin fez para mim, tudo se encaixava, eles estavam atrás de mim.
Os garotos claro não deram muita importancia para isso, afinal só tinha sido um \"rato\".
- Jess, o que foi aquilo? — nathi me olhava desesperada, eu tentava manter meu controle afinal, eu já sabia de certa forma o que era.
- Nada Nathi, devia ser só um \"animal\"! — respondi séria.
Nathi não acreditou em minha teoria, mas tambem não havia tempo para contestar, o intervalo havia acabado, Nathi tinha que ir para sua não necessaria aula de inglês, aliás nem sei porque uma garota que fala fluêntemente inglês faz questão de frenquentar uma aula tosca dessa do colégio, eu tambem teria que seguir para minha aula de cálculo.
O dia se arrastou, eu estava pensativa, O que o futuro me reservava? Eu iria morrer? Mas porque?. Eu estava tão atorduada que nem converssei como prometido com Miguel, mas ele entendeu que eu não estava bem.
Minha casa estava escura sombria, os raios dos trovões iluminavam seu inteior, ou melhor assombravam a casa, passei a tarde sentada na cama encarando a janela, pareçe idiotice, e é, mas eu esperava acabar logo com isso, Porque eles não vinham logo me levar não sei para onde?... mas em algum momento cai no sono.
Nesse novamente o homem branco, alto, de cabelos pretos, rosto sombrio, e sorriso malicioso, que já havia visitado meus sonhos, voltou a me visitar ele estava sentado em uma pedra, estávamos em uma floresta e ele me dizia:
- Chegou a hora Jessica! você vai reasumir seu lugar de direito! Eu estou em você, vou guia-lá, confie em mim criança!
- NÃO! — meu berro fez com que minha mãe vinhesse correndo a meu quarto, eu havia despertado daquele sonho pertubante.
- Filha!...ei calma, foi só um pesadelo! — minha mãe acariciava meus cabelos, ela me deu um abraço tão profundo, tão doce, que começei a beija-lá.
Converssamos um pouco, ela brincava com meus cabelos, fazia tranças, coques, ela sempre adorou brincar com eles, acho que é pelo fato de eles serem enormes, uma sensação de tristeza estava me invadindo, era como se aquela cena fosse a última com minha mãe! Era como se aquilo estivesse ocorrendo em câmera lenta, mirei bem o sorriso dela, insipirei bem o cheiro dela e de seus cabelos, ela cantarolou uma musica de ninar para mim, meus olhos pesavam, eu já estava inconciênte, mas antes de fechar meus olhos a ultima coisa que vi foi o lindo rosto da pessoa que eu mais amo nessa vida \"Minha adorada, amada, desajustada mãe\"!
TRINNN, TRINNN, TRINN
Sai as pressas do chuveiro, desçi corendo as escadas, quase levei um tombo por causa de meus pés molhados.
- Alô? — respondi meio mal humorada.
- Jess, minha mãe vai passar ai para te buscar ok? — nathi ao que pareçia me acelerava, acho que ela estava mas ânciosa do que eu para ir para São paulo.
- Ok Nathi, peça para ela passar daqui uns...20 min!
Subi correndo para me arrumar, coloquei meus tênis, uma jaqueta, uma calça básica jeans, minha enorme bolsa e desçi para esperar Raquel, a mãe de Nathi.
Ela não demorou muito, ainda reclamava por irmos para são paulo em plena quinta feira, não a culpo minha mãe tambem não tinha gostado, ela nos deixou no ponto de ônibus da rodovia.
O ônibus ao que pareçia demorou um século para chegar na capital, mas logo eu e Nathi estavamos rondando pelo shopping, fomos para a livraria, compramos livros, comemos na praça de alimentação, paqueramos um pouco, e fomos para o ponto de ônibus, o tempo passou tão rápido que nem tinhamos notado, mas já éra noite.
Na capital tambem fazia frio, um vento gelado fazia com que eu e Nathi nos encolheçemos, no caminho do ponto passamos por um beco, onde havia vários ambulantes, havia muitas pessoas lá, como Nathi e eu andavamosrápido, eu senti um pouco de calor, suguei um pouco para cima as mangas da jaqueta, de repente senti uma mão gelada em meu pulso eu fui puchada para dentro daquele beco, Nathi veio enganchada no meu braço, aconteçeu muito rápido...
Senti um pano com um cheiro forte em meu nariz, tentei me debater mas pareçia que era em vão, tentei olhar quem me segurava mais foi inútil, as imagens estavam retorcidas, eram como flashs, tudo me pareçia estar lento, eu consegui ouvir perfeitamente meus batimentos agora muito lentos, notei que Nathi gritava, Robert Stabler a segurava, notei isso com dificuldade, Nathi gritava muito, eu fui ficando mais enjoada, mais zonza, aquela ância, aquele cheiro penetravam em minha mente em meus sentidos,o cheiro me deixava cada vez mais inconciênte, meu corpo já estava anestesiado, eu não sentia um musculo se quer, meus olhos se fechavam involuntariamente, mas ainda consegui ouvir com muito esforço Nathi gritando.
- O que eu faço com ela, não posso mata-lá tem muitas pessoas aqui!
- Onde esta Renata?
- Não sei! eu disse que aqui era muito arriscado!
- Faça ela se calar agora!
- Deixa comigo! — era uma voz feminina, tranquila, foi as ultimas palavras que ouvi, eu não conseguia enchergar nada, a ultima coisa a escutar foi um grito apavorante de Nathi, não consegui mais resisitir me entreguei ao inconciênte...
Notas finais
como de costume, agradeço por estarem acompanhando a história, sério mesmo galera!
rs obrigada!
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