O Alvorecer
13 Descoberta...um novo começo!
Notas iniciais
serio desculpa mesmo!!! rsrs
mas ferias...pois é...foi pessimo!!
mais esta ai, espero que gostem...ha...muito obrigada pessoal, o numero de leitores esta aumentando, obrigada mesmo!!
O tempo se passava lentamente, o tic tac do relógio já estava me dando nos nervos, me arrrependi de não ter aceitado o convite de Luíza, eu estava morta de fome, e nada de Nathi e Renata apareçerem, se pelo menos se algum dos rapazes apareceçem. Mas não.
Fiquei alguns minutos mais ali sentada na cama, até que escutei um batido na porta, dei um salto da cama, sai tropeçando em meus próprios pés, poderia ser Nathi, Renata, Edward, Lucius...abri rápidamente a porta, éra apenas Luíza.
- Estou vendo que seus amigos ainda não chegaram! vamos dar uma volta, se não chegaram até agora, é possível que demorem mais, aliás você deve estar morta de fome, vamos...- luíza desta vez tinha razão, o melhor mesmo éra eu comer alguma coisa e sair mesmo, afinal eles ao que pareçia demorariam a chegar e não tiveram consideração alguma, eles sabiam que eu queria conheçer a cidade, mas não, niguem pensou nisto.
- Esta bem vamos sim! — respondi um pouco desapontada, não por causa de Luíza, mas pela minha \"Familia\".
Tratei de colocar uma jaqueta mais grossa, prendi meus longos e irritantes cabelos em um coque, Luíza entrou cautelosa no quarto, ficou me obsservando, uma atitude estranha dela chamou minha atenção, Luíza pegou um lençou da cama e esfregou-o nela, me pareçia que ela queria deixar seu cheiro, seu rastro, bom eu já estava pronta, saímos rapidamente do quarto.
Passamos por uma padaria, muito perto da pousada, a rua estava meio deserta, o dia, bom, eu já estava me acostumando, cinzento, nebuloso, com um frio horripilante, o vento ruia como num filme de terror, me lembrava até Nova Esperança, tomei uma grande e quente chicará de chocolate quente, e comi uns biscoitos, tentei pagar a conta, com um dinheiro que Nathi colocará em meu bolso, mas Luíza não me permitiu, sacou de seu bolso um grande bolo de notas, até maior que o de Renata, então seguimos por um tour pela cidade, que se chamava Silverston, cidade não muito grande ao sul da Inglaterra, a cidade mesmo coberta por uma quase constante camada de neblina e frio, éra encantadora, éra uma cidade imaginada em livros infantis como em um livro que tive de ler uma vez, \"Uma história de natal, de Charles Dickens\", a cidade éra linda, Luíza éra muito divertida, fiquei meio encabulada, ela paquerava praticamente todos os poucos rapazes que estavam na rua, mas Luíza éra linda, e claro suas investidas eram retribuidas, entramos em varias lojas, Luíza e eu nos divertiamos muito.
A noite já caia, Luíza e eu andavamos ainda pela cidade, mas cada vez mais ficava mais escuro.
- Luíza, vamos para a pousada, já é tarde, meus amigos devem estar preocupados comigo! — e éra verdade, se Renata e Nathi já estivessem no quarto, provávelmente estariam furiosas.
- Ainda não! tenho mais uma coisa para te mostrar, na verdade um assunto pendente! — luíza disse sombriamente, ela não me olhava, apenas continuava a caminhar, só que em passos grandes, estava dificil de acompanha-la.
- Luíza, vamos embora! — eu não pedia mais, eu implorava, minhas pernas já doiam ao tentar acompanha-la.
- EU JÁ DISSE QUE AINDA NÃO! — luíza estava irritada, ela ainda caminhava rápidamente, aliás, quase corria, notei que aiamos para longe das luzes da rua, íamos para um canto sombrio da cidade, reconheçi o local, éra o mesmo canto da cidade onde Renata e Nathi caçaram no 1° dia, aquilo não éra bom.
- Já chega Luíza, daqui eu volto! — agachei-me um pouco tentando tomar ar, porem ela neste instante parou.
- Não!.. não volta! — luíza virou de lado seu rosto, e de repente começou a soltar seus cabelos, cujo quais ela mantinha preso, tirou aquelas roupas pesadas, ficando apenas com um pequeno colete que deixava suas curvas insinuates a mostra, a calça discreta jeans, tinha por baixo uma calça de coro preta, aquela transformação bem diante de mim me deixou paralizada, mas não o bastante para paralizar minha mente, e minhas lembranças, aqueles cabelos grandes, com enormes cachos cor de madeira, aquelas costas, aquela roupa, aquele porte físico, não! não éra possivel...
Senti minhas mãos e pernas tremerem, minhas mãos suavam, não podia ser! mas estava mais que evidente, éra...Liu, a moça que eu só vira de costas em minha visão, mas então se éra ela, isto significava que eu estava em perigo evidente, claro tudo se encaixava, a preocupação de Renata e Nathi em saber se tudo estava normal, se nada de diferente havia aconteçido, é claro o interrese e nervosismo dela quando eu recusei o convite da 1° vez, ela deixando seu cheiro no quarto, claro ela queria deixar a sua assinatura, tudo se encaixava, meu deus! senti as lágrimas caírem involuntariamente por meu rosto.
- Bom, devo me apresentar, ou você já descobriu quem sou? — luíza se virou magestosamente, balaçou seus longos cabelos e abriu um sorriso diabolico.
- Liu não é? — eu não consegui acreditar, mas éra ela mesma, agora reconheçi perfeitamente sua voz, essa éra a voz que escutei converssando com Montack, não havia mas duvidas!
- Garota esperta! bom, creio que já sabe o que farei com você, mas não se preocupe você ainda tem algumas horas de vida! tenho de leva-lá para meu querido Montack, ele ficará muito satisfeito em recebe-la, você irá adorar a Espanha Jess, mas calma iremos de avião ok? não sou má como Renata e Gabriel! claro que antes tenho que deixa-la desacordada, irá doer apenas um pouquinho esta bem? — ela agachou-se um pouco, eu estava agora caída no chão, minhas pernas não tinham forças para se manterem firmes de pé, o rosto de Liu ficou a centimentros do meu, seus olhos éram de um castanho claríssimo, quase mel, ela éra apavorante, sua face descontrolada lembrava mais um demonio.
- NÃO! — levantei-me as presas e tentei correr, vendo o perigo evidente, tomei forças para me reerguer e correr o maxímo possível mas foi inúltil, apenas corri alguns metros, Liu apareçeu bem em minha frente, mais esvairada ainda, ela me deu um empurrão para atrás, que claro me fez cair de costas, senti uma dor agonizante na cabeça e nas costas, meu corpo tremia muito, a dor em minha cabeça éra terrivel, com dificuldade tentei me levantar novamente mais foi mais em vão, Liu agarrou em meu pescoço me suspendendo no ar, e como se estivesse segurando uma pluma lançou-me na parede do beco, não resisti, minhas lágrimas caiam sem querer, minha cabeça ardia, senti o sangue quente desçer por meu pescoço, Liu então agachou-se perto de mim, e sussurou gêntilmente em meu ouvido:
- Jess, Jess! bom eu não deveria fazer isto, Montack irá soltar farpas saídas de um vulcão mas, se desejar pode então se juntar a mim e a ele, pense bem Jess, poderá rever sua mãe, seus amigos, Brangno jamais mandaria matar sua mãe, ele não se arriscaria medindo forças com você, vou lhe dar a escolha, caso queira, me encontre na floresta, não terá erro, você estará com seus sentidos apurrados e sentirá meu cheiro, assim como eu sentirei o seu, espero que aceite, imagine, sem lei, sem ordens, você conosco seria uma rainha, e o melhor sozinha, sem ninguem para ofende-la ou te dizer o que é certo e errado!.
Eu não sabia mais qual sentimento se passava por mim, minha cabeça doia, eu tentava me mexer, mais éra inutíl, minha costas doiam demais, não havia força em meu corpo, ouvi o rosnado de Liu, e quando menos eu esperava na minha agonia de fugir dali se misturando com a dor de minha cabeça e minhas costas, senti meu pulso sendo pressionado, logo após senti algo penetrar minha pele, a dor éra terrivel, como se uma faca fosse fincada em meu pulso, virei desesperadamente para o lado, sim, Liu estava com suas presas fincadas em meu pulso, a faca éra suas presas, o sangue escorria pelo lado de sua boca, a dor éra terrivel, meu pulso começou a queimar, éra agonizante, meus gritos de dor saíram sufocados, a queimação subia pelo braço, eu o batia na esperança que acabasse, que pare-se mais não, só aumentava e subia pelo corpo, mirei entre-cerrado para Liu, que já havia liberado meu braço, Liu agora por alguma razão, cospia meu sangue e fazia uma cara de dor, mesmo em minha agônia eu via o desespero dela, éra como se algo queimasse sua boca, sua garganta, Liu então soltou um rosnado, que ao que pareçia éra de dor e furia, seus dentes estavam sujos de sangue, ela me olhava como um monstro, porém para mim já não me dava medo, seu rosnado estava mudo para mim, minha dor me consumia, praticamente todo o corpo estava nesta frenesia, eu sentia como se estivesse em chamas, apenas meu peito e minha cabeça não me passava esta sensação, eu sentia como se estivessem congelando, o efeito neles eram reverssos, enquanto o restante do corpo queimava eles esfriavam, eu batia meu corpo na esperança em que parasse, a dor éra insulportavel, eu me contorcia, tentei mirar Liu novamente, mas ela já não estava mais lá, uma poça de sangue estava ao meu lado, escorrendo para perto de mim, minha vista estava embaçada, as figuras agora em meu redor não passava de borrões, vultos, manchas, a dor cessava, mas o sono éra demais, calmo, meus olhos grudavão, e para falar a verdade eu queria fechalos, aquilo éra a morte? mas é tão boa, sucegada, tranquilha, eu não escutava nada, não sentia nada, éra tão boa, a realidade que éra dificil, pare de lutar Jess, pare, a mor...
Notas finais
não brincadeira, pessoal muito obrigada mesmo!!!
espero que continuem acopanhando a história e por favor , quero saber a opinião de vocês, critica, elogio, não importa mas quero saber o que estão achando!!!
bejus e novamente muito obrigada!!!b29;
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