O Último De Nós

17 Capítulo 16 O Vilarejo/Família Nova/ Caçadores Elites -2050


Notas iniciais
Mais um capítulo e estou de volta ^^ (NÃO) se esqueça de comentar. " É sempre bom" Para mim como outros ;) neste capítulo tbm vamos ver muita violência, estrupo inclusive, a parada VAI ficar séria galera Ô/ Caçadores perguntando por Liam e tal... Boa Leitura ;D

16 ANOS DEPOIS...

A minha vida mudou. Aquela tristeza que me acompanhava, acabou indo embora. Nunca mais. Minha vida agora era com a tribo subterrânea, não mais armas de fogos, não mais mortes humanas e assim, não mais caçado pelo próprio homem. Que sempre buscou um jeito de matar seu próximo: A violência. O silêncio agora dominou o planeta, sem mais nada além de ruínas das grandes construções de nós mesmos. A taxa de mortalidade caiu, nascendo então belas crianças saudáveis, um trabalho diário que todos possam agora, ter em paz.

Os anos foram se passando como meses, passavam agora muito rapidamente, a vida humana triplicou nos últimos 16 anos. Agora, nós caçamos para sobreviver matando apenas o que precisamos alimentar a tribo, eu era agora da família deles, jamais sai de suas Terras. Nunca retornei para velha casa. Aquele era um novo mundo para mim, mas também, minha família que agora, formada por mim e Nirah. Minha esposa...

—Liam, acorde. Está na hora de levantar. —Chamou sua esposa, Nirah acordando-o.

Minutos depois, Liam acorda, Nirah na cozinha estava fazendo o café da manhã, mas de repente, sua filha apareceu. "Mamãe, nessas horas não." Reclamou sua filha quando viu fazendo barulho. Basicamente quebrando os ovos.

—Oh, não... Pare de reclamar e me ajude Lyrah. —Respondeu sua mãe e de repente lhe deu a bacia para poder por todos os ovos juntos.

—Mas mãe! A senhora têm suas irmãs... —Respondeu novamente Lyrah resmungando.

—Elas estão ocupadas arrumando a casa, agora, trate de levar para cozinhar. Seu pai logo descerá. —Respondeu Nirah novamente.

Liam desceu sobre as escadas, sentiu aquele cheiro de café da manhã sendo preparado e logo em seguida disse "Hmmm! Se continuarem com esse cheiro, daqui a pouco meio mundo vai querer provar seu café amor!" Dentre aquelas escadas e na cozinha, Nirah respondeu "Com toda certeza que sim, não." Enquanto Liam descia, ao mesmo tempo com a resposta de sua esposa riu por alguns instantes até chegar à sala, se sentar e de repente ajudou a por o café na mesa para todos.

—Está pronto? —Perguntou sua mãe sobre os ovos.

—Sim, eu vou levá-los pra mesa agora. —Respondeu Lyrah levando os ovos pra mesa.

Enquanto isso na superfície do velho planeta, diante daquela imensa paisagem das cataratas do Iguaçu, o reflexo de tudo num capacete arranhado está olhando o tudo daquilo. Um antigo mal despertou, e mais armados do que já eram, um dos daqueles soldados ativou a Sonda e saiu com toda velocidade até a cidade mais próxima. A Sonda continua analisando o terreno, pequenos drones que saíram dele começaram seus scanners em qualquer coisa.

Os soldados que estavam na beira das cataratas secas, retornaram para sua nave e foram imediatamente para outros locais. Sentados naqueles bancos, automaticamente os cintos fazem a segurança, não pilotada por homens, mas sim por si mesma. Pilotada não tripulada por pilotos. Eram sérios, eram de forma caçadores avançados. "Grupo 01 cidade A e grupo 02 nas montanhas da Argentina." Ordenou o Comandante da equipe até que de repente, prontos para ser lançados da nave a voz do computador começou sua contagem "10, 09, 08, 07, 06, 05, 04, 03, 02... 01." As capsulas são ejetadas paras as missões de cada grupo. A Sonda com aqueles Drones ainda permanecem vasculhar e analisando as áreas e, o resto de tudo. As capsulas caíram em cada local, minutos depois da queda de cada uma delas, os soldados se reuniram para avançar a missão. Se camuflando no invisível...

Na Argentina, as capsulas também. Ninguém saiu ferido, o grupo 02 se reuniu, ficando como os anteriores, invisíveis. Após a queda as formações camufladas avistaram eletricidade e começam a andar calmamente.

Enquanto Liam está passeando com sua esposa e, sua filha entrou num barco para atravessarem o rio. "Vai ser divertido..." Disse Lyrah sem animo, de repente, as tochas já estavam sendo ascendidas, mas ainda era cedo. Foram imediatamente passear sobre os confins do fim do gelo. Onde lá, um evento está começando. "Retiro que disse, vai ser DIVERTIDO!" Respondeu novamente Lyrah após ver muito mais do que um passeio com seus pais.

Com aquela clássica entrada de vários barcos acompanhados por famílias, as tochas revelam as imensas construções nos entre os gelos, em seguida entraram num longo túnel. Algumas pessoas estavam fazendo shows nos locais que havia grandes quantidades de pessoas.

Depois de atravessarem aquele longo túnel repleto de shows, recebem as boas vindas para entrarem no evento, Lyrah estava surpresa com as construções, as chamas iluminaram o melhor de todos. Uma imensa arena, mas não para combate e sim para o grande espetáculo que todos esperam neste novo evento. Um evento que pode deixar todos agora mais alegres do que já eram, o show de contos. Um evento de histórias para serem contadas...

—Isso é incrível, como...? Não sabíamos disso. —Disse Nirah olhando para Liam como aquele sorriso.

—Levamos 3 anos para ser feito. —Respondeu Liam olhando ao redor.

—Então era por isso que chegava sempre tarde em casa... —Respondeu Lyrah ainda surpresa.

Após sua chegada, finalmente saíram para andar em solo firme, todas as pessoas estavam se divertindo, muitos eventos e apresentações. Como um grande parque de diversões, era enorme de dentro e por fora no mesmo, mas o verdadeiro espetáculo não havia começado. "Isso tudo é lindo, você é um gênio..." Elogiou sua esposa Nirah lhe dando um beijo na boca e, imediatamente Liam disse "Ai, que tal se divertir naquele?" Lyrah correu para entrar no barco com outras crianças, rapidamente saíram remando.

—E então, qual a nossa... Diversão? —Perguntou Nirah.

—Sabemos qual é... —Respondeu Liam.

—E é mesmo? —Perguntou novamente Nirah.

—Está lá em cima, olhe. —Respondeu novamente Liam apontando o dedo para a arena.

Chegando ao topo entre aquelas cadeiras de madeira, as pessoas estão se reunindo cada vez mais, Lyrah continua remando até pararem e ficarem no meio daquele lago com outras crianças. De repente, um golfinho surge, saltou rapidamente por cima de suas cabeças. Mais deles aparecem saltando. Em seguida após um show de golfinhos darem saltos, um deles chegou perto do barco, as crianças se encantaram com um perto e Lyrah, acariciou-o sem perigo.

Com tudo perfeito no evento especial, em outro canto, na antiga Argentina um prisioneiro acabou levando último soco de um dos soldados. Totalmente sofrido por ataques brutais, o Comandante chegou perto de seu rosto e sussurrou com sua voz baixa nos ouvidos "Me diga... E sua família sairá viva." Pai de duas meninas, uma com bela esposa e o cachorro que não parou de latir levou uma bata na cabeça na frente das crianças. "Eu não vou perguntar de novo..." Disse o Comandante outra vez, o conhecido era velho amigo de Liam, o Sr.Tuttles do bar que Thomas e seu irmão frequentavam todos os finais de semana. "Eu não sei, eu não sei... Mas por favor, não machuque minha mulher e nem filhas..." respondeu o Sr.Tuttles com medo e quase sem nem um dente na boca. O Comandante olhou para seus homens armados, com aquele olhar, os quatro de seus soldados levantaram sua esposa e suas duas filhas gêmeas pra fora de casa. "Por favor, eu imploro, digo o que QUER saber... Mas não façam nada com elas!" Respondeu novamente Sr.Tuttles e ergueu a cabeça pro Comandante.

—Tirem suas ROUPAS! Agora! —Ordenou um dos soldados.

—ELE DISSE PRA TIRAR A PORRA DAS SUAS ROUPAS!!! —Ordenou outro soldado apontando a arma para uma das meninas adolescentes.

Naquele momento, as duas meninas viram aqueles seis soldados levando sua mãe para um beco escuro, ela gritava "Não" várias, assustadas e com corações disparados, seu pai, Sr.Tuttles ficou amarrado na cadeira caído no chão com ela. Não podia ser levantando, não havia outra opção. Longe de onde seu pai está com o Comandante, ele não podia ouvi-la seus gritos de socorro. As duas meninas foram imediatamente e brutalmente estrupadas com força, suas por horas, ainda podiam ouvir sua mãe gritando. Chorando enquanto cada soldado fazia sexo com elas...

12 HORAS DEPOIS...

12 horas havia se passado, a mãe das duas meninas adolescentes foi jogada no chão se roupa, suada e, repleta de cheiro dos soldados que fizeram sexo com ela por horas, mais alguns soldados continuam fazendo sexo brutalmente até estarem realmente cansados. O sofrimento passou longas horas. 12 fora de puro estrupo com bárbaros soldados. "Sr.Tuttles, é nisso o que você não pode me contar a localização de seu amiguinho fugitivo..." Disse o Comandante sentado. Sr.Tuttles assistiu suas filhas serem estrupadas todas as horas, com os mesmos soldados.

—Por favor, por favor. Peça pra que parem de fazer aquilo com elas! Elas não têm nada ver com nosso assunto! Por favor! —Respondeu o Sr.Tuttles pela última vez.

—Então, vai me dizer? —Perguntou novamente o Comandante.

—Vou, vou, vou e... VOU! Mas por favor, peça pra pararem. —Respondeu outra vez Sr.Tuttles chorando de cabeça baixa.

—Pessoal, chega... Parem agora. Já gozaram demais dentro delas. Tragam a esposa dele aqui... —Ordenou o Comandante via comunicador.

A mulher é levantada do chão, mas caiu novamente. Pedindo para se vestir, estava com muita dor entre as penas para poder se levantar, minutos depois, o soldado que carregou ela deixou-a no canto da parede e o Comandante disse "Diga e ela sai viva. Quero todos foram daqui... EU DISSE AGORA!" As meninas se vestem pegando suas roupas no chão, totalmente molhadas e extremamente sujas pelo terreno.

—A última vez que o vi... Foi há 16 anos. No Norte eu presumo que esteja ele está lá. Por favor, agora, nos deixe... —Respondeu o Sr.Tuttles.

—Obrigado, Sr.Tuttles. O senhor cooperou com a gente. Adeus... —Respondeu o Comandante e lhe meteu uma bala na cabeça uma, duas, três vezes na frente da esposa dele.

—Senhor. —Chamou um dos soldados.

—Rapazes, você tem uma bela diversão hoje... —Respondeu o Comandante olhando para a esposa de Sr.Tuttles nua caída no chão olhando para ele.

—Por favor, chega... —Implorou a esposa de Sr.Tuttles.

O soldado saiu daquela casa, às meninas que eram jovens, elas tinham menos de 15 anos. Basicamente 13 anos de idade. Elas saíram correndo com aquelas roupas molhadas e sujas, mas aqueles homens maus as perseguiram para continuar fazendo aquilo com elas. Por mais horas...

Na arena o espetáculo era incrível, danças das mais belas moças da tribo e, dos homens mais fortes fazendo acrobacias nos arcos que passam com frequência. Nirah estava gostando, Lyrah junto com eles perguntou "Como eles conseguem fazer aquilo?" Encantada com o show e os movimentos de cada um, longe de todos Liam viu alguns dos homens retornando com grande dificuldade de andarem até que um deles caiu.

—Pessoal, eu já volto. —Disse Liam enquanto todos prestação atenção no show de acrobacias e danças.

Liam e o Chefe da Tribo se encontraram no mesmo lugar, acompanhados por mais homens com lanças e arco-flecha, os dois caíram no chão. "O que houve?" Perguntou o Chefe e viram o último deles chegando com cortes profundos em seu corpo. Quando ele soltou as mãos na barriga, suas tripas caíram no chão e, ele também. Havia uma pequena capsula dentro de sua barriga, ninguém tinha coragem de pegá-la, mas Liam pegou com sua coragem. Ele reconheceu aquelas letras e, ficou surpreso ao ver no final da carta: John Croowffishter estava escrito.

Eu fiquei pasmo com aquelas palavras, John Croowffishter? Como de costume, ninguém sabe como é sua real forma ou se existe de verdade. Mas aquelas palavras me deu medo. Quentando a minha paz interior, no fundo de minha Alma John Croowffishter está atrás de mim... Mas como ele me encontrou? Não sabia como ele havia me encontrado, de qualquer forma, agora, o problema é mais grave do que penso que é. Enviando osmais bravos Elites atrás de mim, o que ele quer? Minha cabeça na seu prato...

Com aquele olhar sobre as cartas, as palavras foram seriamente agressivas, com avisos violentos, planos de até mesmo quando lhe encontrar, matará o que for de dar dor. A profunda dor entre suas memórias. Liam reuniu o máximo de homens para proteger o Vilarejo, mais três dias pra estar com muto mais.

—Papai. —Chamou sua filha Lyrah fora da barraca.

—O que foi meu amor? —Respondeu Liam.

—O senhor vai caçar de novo? —Perguntou sua filha Lyrah.

—Papai vai. É, papai vai caçar pra te alimentar bem amor. —Respondeu novamente Liam mentindo para ela.

—Eu te amo, papai. —Respondeu outra vez Lyrah até abraçar seu pai.

—Os cavalos estão prontos? —Perguntou o Chefe chegando com dois homens fortes.

—Sim meu senhor, estamos trazendo mais para cá. —Respondeu um do homens se ajoelhando diante dos pés do Chefe da tribo.

Os dois grupos se encontraram no caminho, a nave está chegando para buscá-los, de repente, uma nova ordem é dada para eles. A comporta abriu a sua porta, e os soldados entraram imediatamente para o Liam está.

—Estão prontos rapazes? —Perguntou o Comandante para todos.

—ESTAMOS SENHOR! —Respondeu todos ao mesmo tempo.

—Três dias... —Respondeu novamente o Comandante sabendo da localização exata de Liam.

Notas finais
Se gostaram (NÃO) se esqueça de comentar ;) Até o próximo capítulo ;D