Número 002

18 Plano B.


Notas iniciais
Olá pessoas lindas do meu coração, como vocês estão? Eu sei que andei meio sumido e que demorei mais que o habitual para postar o capítulo, mas espero que me entendam, eu estava cheio de trabalhos para entregar na faculdade. O semestre esta acabando e fica uma correria da porra, e logo vem as provas... Eu vou nem pensar nisso, vamos ao que interessa. A Marchioness Dammy, toda linda fez uma fanart tão linda, awwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwm, e eu amei, amei, amei, e espero que vocês amem esse Akise psicopata, tanto quanto eu. Aqui vai o link da fanart http://kittens-of-art.tumblr.com/image/100924327073 ♥

Anúbis e eu nos olhamos e então eu desviei meu olhar para Gai.

– O que você sabe? – Perguntei.

– A-Akise... – Gai começou.

– O que você sabe Gai? – Eu o encarei sério.

– Eles estão quase com seguindo o que querem, e assim que conseguirem, eles vão explodir essa arena matando todos os participantes. – Gai disse sério.

– O que? – Laura perguntou séria. – Você não havia nos contado isso, Gai!

– Eu não queria assustar ninguém. – Gai disse em sua defesa.

– É não queria assustar, apenas nos fazer de idiota. – W disse baixo, mas pude sentir o rancor em sua voz.

– Calma... Nós todos estamos assustados. – Eu disse e olhei para Gai. – Eu acredito em você. – Disse mais sério.

Gai sorriu pra mim e então olhou para Anúbis.

Olhei para Anúbis que encarava Gai com raiva.

Eles estavam disputando alguma coisa?

Deixarei isso para depois.

– E então Gai. Continue falando. – Eu o estimulei.

– Hã... Bom! E eu descobri um jeito de fugir daqui. – Ele disse e examinou os olhos de cada um dos presentes. – Tem mais uma coisa.

– Ual. – W disse batendo palmas. – Mais uma coisa, você está se saindo melhor que a encomenda, sabia?

– Way... – Eu disse sério e olhei para ele.

W deu de ombros e se sentou num canto um pouco mais distante.

Laura me olhou feio e saiu para sentar ao lado do amigo.

Anúbis sentou-se também.

Eu e Gai continuamos em pé e nos olhando.

– Eu senti sua falta. – Gai sussurrou.

Olhei em volta, sabendo que os outros ouviram.

Anúbis deu de ombros e olhou para Laura e W.

– Eu fiquei morrendo de preocupação... Quando ouvi o Akise dizendo para os membros lhe caçarem... – Eu comecei.

– Vamos ficar bem, eu prometo. Eu vou te tirar daqui antes que me matem. – Gai sorriu de lado.

Olhei para ele, sabia que estava seguro ao seu lado.

“Não, você não está segundo. Você nunca estará seguro.”

Ouvi em minha mente. Tentei disfarçar.

– Então... Continue Gai...

– Nunca existiu um jogo televisionado. Ninguém fora daqui nos assisti, nossos pais não nos venderam. Nós somos cobaias para experiências. Só isso. Eles querem a cura... – Gai ficou em silêncio. – E você é a cura, Akise.

Olhei para Gai.

– Que palhaçada é essa? Explique direito. Fale a minha língua. – Anúbis disse sério.

Gai pareceu pensar e então se virou para Anúbis, Laura e W.

– Lá fora, não tão longe desse jogo, as coisas não estão boas, as maiores potências mundiais caíram, a água acabou, o que todos chamavam de aquecimento global, tomou conta de tudo, a temperatura subiu bastante, explosões solares, queimadura, incêndios alarmantes, estava e agora continua um verdadeiro inferno. Mas todos lutam para sobreviver da maneira que pode. Lá fora eles vivem o que estão chamando de terceira guerra mundial. O pai do Akise, não tinha tempo para ele. Ele estava ocupado demais tentando controlar a situação. Então o Akise, – Gai deu uma pausa, talvez esperando que Anúbis se virasse para mim e me atacasse. Então ele continuou – Criou esse jogo de merda. No começo, tudo que ele queria era a atenção do pai. Então selecionou, e comprou a nós. Mas as coisas não saíram como Akise esperava. Outros países adoraram essa idéia, e tiveram uma ainda melhor. Usar esse jogo para conseguir a cura para uma doença que está instalada no mundo lá fora. Então o grande Pavlov começou a tomar conta de tudo. Ele, o Pavlov e alguns cientistas decidiram que nós seriamos a cura. Como seriamos a cura? Não sei. Eles evitam pensar nisso, eles não contam nada sobre isso. Ainda tento entender qual é a doença. Mas eu não sei essas informações elas não chegam a mim... Mas os cientistas descobriram que a cura estava no filho do Pavlov. Eles resolveram que o criador deveria participar... – Gai riu. –Então disseram que precisavam do Akise aqui dentro. Pavlov não aceitou é claro. Nunca que ele aceitaria arriscar a vida do filho. Então a coisa mais difícil nesse jogo começou. Os estudos, as pesquisas, até que eles conseguiram criar uma réplica perfeita, um clone perfeito de Akise Kane Pavlov. – Gai se calou.

Eu me ajoelhei e olhei para os três que me olhavam.

– É não me culpem... Eu sou só a cópia. Eu sou apenas o número 2;

– I-I-Isso é tudo verdade? – Anúbis me perguntou sério.

– Ei, não tenha esses pensamentos dele, ou eu te mato agora mesmo. – Gai disse sério e olhou Anúbis com fúria.

– Mas ele nos colocou aqui. – Anúbis disse sério.

– Você é burro? – W disse alto. – Qual parte do “ele é uma cópia”, você não entendeu seu tapado?

– GENTE! – Eu disse.

Então olhei todos.

– Posso conversar sozinho com Anúbis? – Eu pedi.

– Nã...

– Gai! Você pode ler a mente dele, se ele tentar qualquer coisa você saberá! – Eu disse sério.

– O.k! Vocês têm 5 minutos. Até porque tenho que explicar o plano e nós precisamos partir.

Todos saíram.

– Anúbis... – Eu comecei.

Anúbis me olhou.

– Eu não tenho culpa de nada. Eu estou sendo usado assim como qualquer um de vocês.

– E como eu vou acreditar nisso? – Anúbis perguntou.

– Eu não tenho uma prova.

– Ótimo. Posso te matar agora? – Anúbis disse sério.

– Anúbis... – Eu disse baixo.

– Qual foi? Para de repetir meu nome, porra. – Anúbis disse irritado.

Fiquei em silêncio.

Anúbis me olhou.

– Desculpa... – Ele disse.

– Você não precisa mais ficar comigo se não quiser! – Fui direto.

– O que? Acha que é fácil pra mim? – Ele me olhou sério. – Eu conheço um cara, me apaixono por ele. Descubro que ele é uma réplica do cara que me colocou nessa joça. Descubro que todos nós vamos morrer porque isso vai explodir... – Ele parou. – É tudo de boa.

– Não está sendo nada fácil pra eu descobrir tudo isso. – Eu disse sério.

– E pra ferrar tudo, a nossa salvação está nas mãos do meu rival!

– Rival? – Perguntei.

– Eu vejo como o Gai te olha...

Fiquei em silêncio.

– Mas eu vou lutar, vamos fugir dessa porra e eu vou lutar por você!

Muito rápido eu me vi nos braços de Anúbis e ele me beijou.

Esqueci de tudo.

Tudo desapareceu.

Era somente eu e ele.

Os lábios dele eram quentes, macios, e ele me beijava forte com vontade...

– O solte agora mesmo ou eu te mato, imbecil! – Gai falou.

Anúbis parou o beijo e se virou para olhar.

Tudo aconteceu mais rápido.

Um barulho, uma flecha.

A flecha voava rápido em direção a Gai, mas Anúbis foi mais rápido e se jogou na frente da fecha.

– Anúbis! – Gritei.