Nóxus: A Nova Esperança(Fic Interativa)
2 O Encontro
Notas iniciais
P.O.V. Shion
Mais um dia começa, estou no Nigthmare Hotel. Saio do quarto que estou hospedado e vou em direção ao balcão de atendimento.
–Vou fechar a conta.
–São 50 Genn – Disse o homem barrigudo, com uma cabeça pequena, careca com monocelha, olhos esbugalhados e cheios de remelas e com uma cara que até mesmo as trevas teria nojo ou arrepios de se aproximar.
–Aqui estão – Falei e entreguei o dinheiro na esperança de que ele não percebesse que este dinheiro era falso e sai o mais rápido possível.
–Espere um minuto! – Falou com uma com o tom de voz tão alto e grosso, que me virei devagar com medo de que ele fosse querer fazer algo.
–S-sim? A-algo errado? – Gaguejei
–Um cara deixou isto para você hoje mais cedo! – Eu suspirei de alívio
–O que seria? – Peguei e era uma carta dizendo “se você quer se tornar mais forte e derrotar as Trevas para vingar sua irmã, vá até a casa abandonada no lado pobre do Reino às 15:00 horas em ponto!
–Isto com certeza é uma armadilha, mas como esta pessoa sabe sobre o meu objetivo de destruir as trevas? E como ele sabe que minha irmã está morta? Mesmo que seja uma armadilha, preciso ir conferir isto o mais rápido possível – Olhei no relógio que tinha na recepção e vi que já eram 14:00 e eu estava a muito longe do local e não tinha dinheiro algum para pagar um táxi ou ônibus. Então peguei minhas adagas e corri o mais rápido que pude, me desviando de toas as pessoas e tentando chegar a tempo.
–Não vai dar tempo! – Gritei faltando pouco para chegar à casa. Felizmente consegui chegar, e quando olhei era uma casa totalmente feita de madeira caído aos pedaços, ou era o que parecia.
Entrei na casa e quando percebi era um local vazio todo branco com apenas um palco e duas portas, a que entrei e uma em cima do palco. Olhei ao redor e tinha alguém centro do local. Era uma menina, com a pele bem clara e possuía um cabelo ruivo quase que laranja.
–Olá?
P.O.V. Becca (Rebecca)
Estava caminhando pela praça oeste, estava mais bela do que nunca tinha visto. Todas as suas flores estavam desabrochadas e parecia que o asfalto estava mais brilhante do que nunca, vendo esta beleza toda nem mesmo parecia que estávamos em um período terrível lutando contra as Trevas há mil anos. Também o local estava muito cheio o que dificultava um pouco eu parar em algum local para apreciar as flores.
Enquanto estava caminhando eu acabei esbarra em mim e percebo que ele deixa cair uma carta. Abaixo para pega-la e tento ir atrás do senhor que a derrubou.
–Senhor! – Andava apressadamente atrás do homem que andava sem dificuldade entre a multidão, enquanto eu me esbarrava em todos. E quando eu finalmente penso que cheguei perto dele parar devolver, ele some e trombo com alguém – Ai!
–Becca, ainda bem que te encontrei! – Falou para mim o garoto – Vamos a mãe pediu para que fossemos para casa!
–Ah Louis é você, certo vamos então – Fui andando com ele até chegarmos em nossa casa. Era uma casa simples, construída com magia e pouca mão-de-obra.
–Então, o que é esta carta que está segurando aí com você? – Perguntou com um tom curioso.
–O que, isto? Um homem na praça esbarrou em mim e deixou cair – O respondi como se não fosse nada importante, o que achava que não era.
–Mas está endereçada com o seu nome – Olhei para a carta e acabei só percebendo agora e achando estranho.
–A pessoa devia estar levando para uma pessoa com o mesmo nome – Falei tentando negar que o homem ter esbarrado em mim não foi por acaso.
–O mesmo nome que você? Rebbecca Alison Bennet? Até parece né irmãzinha! Abra isto e leia logo o que está escrito.
–Está bem, está bem! – Falei abrindo a carta e lendo em voz alta o que dizia — Rebbecca Alison Bennet se quiser ter alguma chance de salvar este planeta das Trevas e assim trazer paz a todo o reino vá até a casa velha na parte pobre do Reino até às 15:00 horas. Isto com certeza é brincadeira – Estava insegura do que acabei de dizer, mais a probabilidade é mínima.
–Acho que você deveria falar com a vó e seguir o que ela dizer.
–E é exatamente isto que vou fazer – Fui correndo até onde minha vó estava para saber o que ela achava – Vó! – Gritava um tanto quanto enlouquecida.
–O que foi querida? – Era como minha vó me chamava.
–Eu esbarrei com um cara na praça oeste e ele deixou esta carta para mim e não sei o que fazer! – Ela pegou a carta e a leu. Quando terminou de ler ficou com um sorriso em seu rosto — Vó? Tudo bem com você?
–Ainda melhor agora com esta notícia! – Disse com uma felicidade de espantar qualquer mau! – Querida, lembra-se de sua infância quando eu te contava sobre os guerreiros que lutaram contra as Trevas?
–É claro vó! Eu adorava ouvi-las. Mais o que isto tem a ver? – Isso estava muito estranho
–Uma coisa que eu não lhe contei era que nossa família é descendente direto de um dos guerreiros que lutavam contra as Trevas – Arregalei os olhos após saber disto – E agora com esta carta, minhas suspeitas se confirmaram.
–Q-que suspeitas vó? – A cada frase que minha vó contava eu ficava ainda mais confusa, espero que o que venha a seguir explique tudo.
–Você é a reencarnação de um dos guerreiros, e por isto você possui muito mais poderes que seus irmãos!
–Então você acha que o que está escrito na carta é verdadeiro? – Estava com medo da resposta.
–Não só é real como você deve ir rapidamente para que possa ajudar nesta batalha!
–Bem, se você tem tanta certeza disto eu vou! – Falei confiante pois se minha vó acreditava nisto eu também acredito!
–Aqui. Use o cajado de sua ancestral, ele ajuda a concentrar suas magias para focalizar em um ou mais alvos com precisão. Ele vem sido passado a cada geração até que a reencarnação dela renascesse! – Era um cajado de duas mãos de mais ou menos 1,60m verde com uma corrente dourada o enrolando da ponta do cajado até o topo e no topo possuía um cristal em formato de coração que brilhou assim que encostei nele – É lindo vó!
–O coração no topo dele só brilhou pois a reconheceu como a reencarnação da primeira dona – Fiquei vislumbrada perante tal beleza – Agora você deve ir rápido, não há tempo para que você se despeça de ninguém!, eu avisarei que você foi e que não pôde se despedir.
–Certo vó! – Eu andei de pressa, pois a casa que era dita na parte pobre do Reino era próxima daqui.
Chegando ao local entrei e percebi que não tinha ninguém, nem nada. Até que pouco tempo depois ouço um...
–Olá? – Olho para traz e vejo que é um garoto de cabelo curto, um pouco bagunçado e loiro, tinha mais ou menos 1,68 de altura, a pele pouco menos clara que a minha e usava uma blusa branca com uma listra amarela na ponta da blusa, uma jaqueta verde água, uma munhequera laranja e uma calça azul.
–Oi – Respondi ao garoto – Quem é você?
–Me chamo Shion Thanatos Percival, e por você não saber meu nome suponho que não foi você quem me chamou – Então não é ele quem me chamou aqui – E-e você, c-como se chama?
–Muito prazer Shion, me chamo Rebbecca Alison Bennet –Estendi a minha mão para ele, ele hesitou em tocar em minha mão por um breve período e pude perceber que assim que encostou nela seu rosto ficou corado – Não precisa ter vergonha de mim, eu não sou ruim nem nada
–E-eu s-sei – Admito que ele fica bem fofinho quando fica com vergonha...
–Que bom que vocês já estão se conhecendo! – Nós dois olhamos para cima do palco e lá tinha um homem velho que pareceu com o senhor que esbarrou comigo na praça.
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