Notas iniciais
Mais um capítulo da fic.... hihi sou eu a Cel...
espero que gostem... haha
Desculpe a demora... beijoos e até as notas finais.
Boa Leitura...

Pov Beatriz

Assim que o Sr. G bateu o cajado, senti um embrulho no estômago enquanto éramos transportados, parecia que um bando de lobos haviam passado por cima de meu abdômen, abri os olhos e senti um cheiro familiar e uma brisa reconfortante, estávamos no coração de uma floresta. Olhei para Rebecca, que era minha dupla e notei que não era a única que estava enjoada pela a “viagem”.

-Onde será que estamos? -pergunto e a garota nega olhando em volta. O vento ricocheteavam nos cabelos ruivos dela, e notei que ela me estudava com os olhos. A encarei e ela desvia os olhos.

-Desculpe. Você não é a imagem do que as pessoas acreditam dos ...

-Do Norte. — Completo e ela assente. — No mínimo vocês nos veem como selvagens...

-Mas não é o que realmente é ...- diz mais pra si mesma.

-Bom melhor procurarmos um lugar seguro, água e comida. Já está anoitecendo, e sabe o que dizem, horário dos lobos. — digo e começamos a andar pela floresta. Fecho os olhos e inspiro o ar, estranho mais achei que nunca mais voltaria a floresta, dava uma sensação de familiaridade e segurança. Quando escuto um estalo, volto a observar a volta, e tenho que lembrar a mim mesma que estava em um treinamento. Escuto um rosnado.

-Beatriz. — chama Rebecca. – Oque...

-Um Lobo. — digo ao me virar e deparar com o enorme animal, de porte grande era diferente dos encontrados em nosso reino, os olhos eram vermelhos escarlate e o pelo negro como a noite. –Vou tentar me comunicar. — ela assente e recua um pouco. Me aproximo do animal, como sempre fazia quando encontrava um quando estava caçando, ou quando me escondia por dias na floresta, e escuto um rosnado, a poucos metros aqueles olhos me encaravam e analisavam. É quando cometo meu primeiro erro, não pego em sua cabeça pois devido a loba que tinha como amiga, sabia que eles achavam isso um insulto. Quando pego em seu dorso, o rosnado fica mais forte e sou acertada com um golpe. Sinto uma dor em meu braço esquerdo. E o olho com horror, o ser que havia ali dentro foi morto era só uma carcaça.

-Conseguiu? — pergunta a ruiva me olhando preocupada. — Você está bem?

-A alma do lobo, não está la, só há...

-Trevas. — completa Rebecca.-Eu já devia saber.- diz e o lobo passa a analisa-la.

-O quê? — pergunto

-É magia negra. — diz com a voz sombria e percebo uma raiva em seus olhos.

-Então podemos mata-lo ou expurgar a magia, é só uma carcaça. — ela me olha como se a tivesse dado uma boa ideia. Ignoro a pontada de meu braço quando pego meu arco, e ordeno a mim mesma não olhar para o ferimento.

-Distraia ele enquanto ajeito um feitiço, vai exigir muita magia. – diz e a olho preocupada.

-Vai ficar bem?

-Vou precisar de um bom cochilo mais tarde. – diz com um sorriso e eu concordo com a cabeça.

-Ei abominação da natureza. – digo pro lobo que rosna e se vira em minha direção. – Veremos o que é, um lobo adulto, de olhos ridículos e assimétrico, cabeça pequena então não é muito ágil. — digo e ele se lança em minha direção, dou uma cambalhota e desvio do ataque, lançando uma flecha que ataca sua pata. Ele uiva mais de raiva do que de dor. –Cadê, é tão ruim que nem um bando o quer? — digo e torcendo para que este não tivesse bando, se não estaria ferrada. E ele ataca de novo, e por pouco não atinge minha cintura. – Rebecca não querendo apressá-la mais dá pra adiantar ai. — digo para a ruiva .

-Pronto. — ela diz em resposta e começa a proferir uma língua, o lobo assente e olha para ela, e escuto um sibilo saindo da boca do animal. Rebecca se aproxima, contenho o impulso de puxá-la para longe do lobo, algo me dizia que ela sabia o que estava acontecendo. A ruiva sussurra mais algumas palavras e o lobo fica em móvel, como se fosse uma estátua mutante e assustadora. Desembainha uma faca e crava onde fica o coração do lobo, proferi algumas palavras e o lobo desaba no chão. –Consegui. – diz Rebecca e cambaleia um pouco, a ajudo a sentar, e a poucos metros de distância, pego água de um córrego.

-Tá aquilo foi sinistro. — digo e ela rir

-Foi um exorcismo, tive que tirar as trevas de dentro do receptáculo que era o lobo.- diz Rebecca.

-Rebecca, então quer dizer que já acabou o treinamento. – digo aliviada. – Essa é a hora que voltamos. – grito para o nada.

-Pode me chamar de Becca. E acho que não acabou a missão.

— O que quer dizer?- pergunto prendendo meus cabelos da cor da neve em um rabo de cavalo.

-Quer dizer, que deve haver algum ser conjurando essa magia e vamos destruí-lo.- diz e eu a encaro surpresa.

-Então melhor descansarmos. — digo e ela rir.

-Eu estou bem, vamos acabar logo com isso. — diz , eu sorrio e concordo com a cabeça. É acho que seremos grandes amigas, penso. Continuamos andando pela a floresta.

-Ouviu isso? — pergunta Becca. E paro para ouvir, usando meus dons de controle dos elementos, e o vento traz uma risadinha infantil e irritante.

-Algo me diz que é a criatura que está conjurando magia negra. — digo e ela concorda. — Acho que sei onde encontrá-la. – digo e saio em disparada, desligando os outros sentidos e me concentrando só na risada. Minutos depois abro os olhos e percebo que andamos em círculo, estamos no coração da floresta.

-Ali. — grita Becca e lança a faca que derruba algo no chão. Nos aproximamos e ficamos cara a cara com uma garota, parecia uma menina para ser mais exata, cabelos dourados a luz do luar, usava um vestido branco com uma fenda lateral, asas prateadas brotavam de suas costas, a pele era clara e os olhos quase humanos. A primeira vista parecia inofensiva, mais observando seus olhos verdes, havia um brilho de ódio e raiva, onde fazia os pensamentos piores e mais vingativos das pessoas serem ideias tolas.

-Como ousa. – diz olhando para Becca com raiva.

-Mais uma aberração da natureza. – digo e ela me encara.

–A muito tempo que não vejo gente de sua espécie. –diz com um sorrisinho maldoso.

-É e vai ser a última. — digo já com a flecha na posição correta.

-Não vais ser tão fácil. — diz e a aparência angelical se transforma, os olhos ficam como fendas, da boca são vistas presas e as mãos viram garras. E a fada demoníaca nos encara. – Tolice do Sr. G achar que podem expulsar as trevas de todos reinos, juntando crianças como vocês.

-Tolice sua achar que vestido assim fica bem em você. – diz Becca e eu contenho o riso. Com um grito a fada lança gavinhas de trevas em nossa direção, a qual são desviadas facilmente pela a magia de Rebecca. Não aguentaríamos muito tempo se outro ataque fosse desferido como esse, olho para minha amiga e percebo que ela estava se esgotando. Lanço a flecha em direção a fada e ela se incendeia, tento manipular o fogo para cima dela, Becca lança uma faca que acerta o calcanhar da criatura, que grita de dor. Lanço outra flecha que acerta a altura da espinha, e outra faca por pouco acerta o coração dela. Preparo a mira, e antes que possa atirar, me jogo no chão desviando do ataque da fada sinistra. Dessa vez com mais rapidez, ponho a flecha e acerto o coração da fada. Que com um riso antes de virar pó grita “Não fui a única atingida, você me matou mais perdeu uma amiga, esse é só um presentinho para o G “. Becca estava no chão arquejava de dor, uma faca estava cravada em seu abdômen. Sabia que não tínhamos muito tempo. Retiro a faca, e uso meu casaco para estancar o sangue. É quando somos transportada de novo, estava tão preocupada com a garota que ignoro a sensação de embrulho.

Notas finais
E ai o que acharam do cap???
Não esqueçam de deixar reviews....
hihi beijoos até o próximo cap. o Hiraga posta!!! haha
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.