Notas iniciais
Oi meu povo, eu sei que muitos de vocês não deve gostar da ideia dos dois universos misturados, para ser sincera eu também não sou muito fã, mas depois do último episódio, fiquei tão deprimida com o rumo da serie que só fazendo piada para me animar. Então conversando com a Thais Romes e com a SweetBegonia surgiu a ideia do personagem mais sem limites dos quadrinho, botar ordem naquela bagunça.

“Meu nome é Oliver Queen. Depois de cinco anos no inferno, voltei para casa com um único objetivo, salvar minha cidade. Agora outros se juntaram a minha cruzada. Para eles eu sou Oliver Queen, mas para o resto de Starlling City, eu sou outra pessoa. Sou outra coisa.”

-Okay, okay, todo mundo já entendeu. Você é o Batman. –Ihul! Deadpool chegou nessa p@&&%. –Sweet, resuminho rápido para quem está lendo, por favor!

“Todo mundo lembra do ultimo episódio. Merlin é preso, Felicity dá uns pegas no Superman, o Batman Verde vai para Nanda Parbat e a proposta indecente do velho que não deve mais dar no coro. Acho que é isso.”

-O que? Que merda é essa? Assim não dá? – Olho a tela do meu celular enquanto estou sentado no alto de um prédio. –Isso está tudo errado!- Ando de um lado para o outro entre a impaciência e a revolta. Quando um raio corta o céu. – Qual é a do Tony Stark de meia pataca?

‘É, e tem isso, esqueci de mencionar.’

-Vai construir essa armadura direito!- Grito para o vazio. Isso estava tudo errado e a culpa era tudo do Deadshot, se fosse eu, essa merda já estaria resolvida. Mas não! Contrataram um carinha ai, mais barato para fazer o serviço, deu nisso, a merda foi feita pela metade.

Sério, se eu fosse o carinha lá... Aquele de lá... Vocês sabem qual... Mano qual o nome dele? O que usa umas orelhas pontudas e mora em Gotham... Aff eu não vou lembrar o nome, ela acabou de falar o nome dele, vocês não se lembram? Mas se eu fosse ele processava, direitos autorias, uso indevido da imagem, cafonice com o patrimônio alheio, sei lá tudo isso e uma porrada de coisa a mais. Por que isso aqui é um crime contra o pobre o indivíduo. Como alguém rouba os vilões de um cara? Mano, vilão é uma coisa tão pessoal, é igual escova de dente, cada um usa a sua, ninguém fica pegando as dos outros emprestada.

-Respira Deadpool. Respira! – Tento em vão me acalmar. — Não vai ter jeito, eu só sei lidar com essa merda de uma maneira. – Tomo um espaço grande, estralo todas as minhas juntas e me jogo em uma queda livre de no mínimo vinte andares. Saco minha espada e a cravo nas paredes de um dos prédios me fazendo deslizar com certo controle. –Referência para você que está me lendo:

Não faça isso em casa, eu sou altamente treinado e isso é uma fic, não vou morrer se cair no chão, mas você vai.

Caio entre um casal, ao que parece que estava tendo o seu primeiro encontro, o carinha cai para trás e a menina prende o grito na garganta. – Oi gatinha?! – Pisco para ela. – Ele é muito fraco para você. – Saio andando na noite escura. Adoro isso em Starlling, está sempre escuro, até de dia é escuro. Será que a produtora pagou a conta de luz? Ou será que tem um racionamento de energia e eu não fui informado?

Primeiro ponto que eu preciso mexer nessa história, que está muito mal contada, e mano eu sou um personagem mutante, da Marvel. Nós cinemas fomos trolados e retrolados, mas pelo menos os nossos vilões são nossos. Preciso de uma consulta no Google.

-Alguém aí tem uma coleção de revistinha em quadrinhos do Arqueiro verde? Ah... deixa quieto, acabei de achar uma banca de jornal aqui na esquina. – Oh seu Manoel?

-Pois não meu filho? – O senhor simpático me responde.

-Tem ai umas revistinhas do Arqueiro Verde? – Pergunto animado, por que enfim eu iria conhecer alguma coisa de verdade desse sujeito.

- Tenho as últimas dez, serve? – Pergunta feliz.

-Sim. – Eu me pego pensando. – Me vê a das aves de rapina também seu Manoel. – Ele me passa outro monte, isso iria ensinar certa insuportável a ser uma pessoa melhor. – Me vê umas do ATOMO.

-De quem meu filho? – Faz uma cara de confuso.

-ATOMO, seu Manoel. -Digo pacientemente.

-Esse eu não tenho não. – Coça a cabeça pensativo.

-Me vê a do Homem de Ferro... Isso vai ter que servir. – ele me passa as revistas. – Quanto ficou?

-Cinquenta. – Diz com naturalidade e eu tenho que me segurar, caramba fazer o bem tá ficando caro.

-Quê que é isso seu Manoel? Que roubo. – Passo o dinheiro. –Mas me vê ao menos uma do Morcegão de brinde. – Ele meio de má vontade me da uma revistinha do carinha lá. Eu então sigo para o lugar onde faria a minha primeira boa ação do dia, ou da noite, sei lá que horas era nessa cidade escura.

-Oh produção acende a luz ai. – Grito e magicamente é dia. – Obrigado. – Paro em frente a um bar, era um bar muito ruim... Entro e lá estava o sujeito que eu procurava, parado em frente a um copo de whisky. Ando despreocupadamente até ele, levanto a parte inferior da minha mascara, pego seu copo e viro de uma vez. – E ai Comissário, é comissário agora né? Cargo importante, todo engravatado. — Me olha torto, e tenta pegar a arma, eu o impeço com a bainha da minha espada. – Não ficou chateado com abebida né? Eu soube por ai que você não bebia mais, achei um desperdício de um belo trago. – me sento ao seu lado. – Não se importa se eu me sentar aqui, não é?

-Quem é você? – Pergunta sério.

-Você não era detetive? Opa... Nesse universo eu não êxito, sabe o que é um grande desperdício, por que eu sou um personagem tão legal... Seria divertido estar nessa série, na do ligeirinho, tem aquela de Gotham também, sem falar nos quadrinhos, mas sabe, tem esse lance de direito autoral, direto de criação e os escambais. Ai fico preso do lado de lá. – Ele me olha sem entender. – Mas o importante é que eu sou um amigo. Eu acho... Hoje eu sou um amigo, amanhã é outro dia. – Levanto o meu dedo, quando o garçom vem eu pego a garrafa da sua mão. – Para evitar trabalho da sua parte e espera da minha.

-O que você quer? – Ele está sério.

-Concertar essa merda toda. – Sorrio, mas ele não consegue perceber por que eu estou usando máscara, o que é uma boa coisa para ele, não são todos que estão preparados mim.

-Vai trazer minha filha de volta? -Olha de volta para frente. Como explicar que ele é um personagem de TV? Isso iria fundir a cabeça dele, ia ser divertido de ver.

-É, não dá. – Tento segurar minha careta, enquanto levantava minha mascara novamente e virava um gole direto da garrafa. -Mas eu tenho uma coisa para te animar, na verdade é uma coisa obvia, e não entendo como um detetive não matou essa charada ridícula. – Ele não desvia atenção. –Oliver Queen é o Arqueiro. Era isso! – Ele cai do banco como se realmente tivesse bebido todas. – Ah... E quem desviveu a sua filha foi o Malcom Merlin, é, ele está vivo. Ele drogou a filha dele, que é a irmã do Oliver, por que a Moira chifrou o Robert com o amigo... Então voltando, ele drogou a Thea e fez serviço na sua filha. Era isso! – Bato no ombro dele e sigo para a porta, caramba o cara merece saber a verdade.

Agora está na hora de eu encontrar essa mosca varejeira que anda circulando na cidade. Mas como eu vou fazer isso? Olho em volta e em minha frente está o prédio da Palmer Tecnologia, não é que eu não goste do Ray Palmer, por que de fato, eu não gosto, mas caramba, com tanto dinheiro que ele tem, não poderia ter feito um prédio do lado da Queen Consolidetion, não, o cara tinha que roubar do personagem principal a empresa, a mulher, e agora até a cidade do cara.

Pensando bem, agora eu sei o porquê desse Arqueiro roubar os vilões dos outros, afinal, roubaram a mulher dele. Claro que ele foi um tremendo imbecil, mas isso vamos discutir futuramente. Agora a questão é esse cara, que vem me irritando desde o primeiro episódio dessa temporada.

Entro no escritório do sujeito sem ser visto pelos seguranças, afinal, eu sou foda. E dou de cara com a barra esquisita de ginastica, só de olhar já me dá preguiça, mas vamos lá, se todos eles fazem eu vou tentar também. Mas primeiro aos negócios. Me jogo na cadeira atrás da mesa e boto meus pés em cima da mesa e pego a arma necessária nesse momento. Meu celular. Com ele tiro uma foto do local, deixando claro os meus pés sobre os seus papeis de trabalho, isso com certeza irritaria o Bruce Banner, deixaria ele verde e grande, sem falar em perigoso. Ele esmagaria tudo em volta, era o seu melhor estado de espírito. Mando a foto, não me pergunte como tenho o telefone dele, mas quem se importa com esses detalhes?

-Então, como era mesmo esse lance de Escalada do Salmão? Sério, esse nome é muito bizarro. – Mas vamos lá. Não posso dizer que é difícil, por que eu consigo de boa, mas sabe como é, sou uma pessoa que gosta de evitar exercícios além do necessário. Me jogo no sofá que tinha ali, e fico aguardando. –Isso vai ser interessante.

-Quem é você? – Ele está parado na janela da sala.

-A pergunta certa é quem é você? — Aponto para ele. –Mano olha para você... –ele se olha confuso. -Decida o que quer da vida. Você não pode andar por ai usando um protótipo mal feito do Stark... Tudo bem, eu sei que histórica mente seus poderes são mais antigos do que o Rank, mas fala sério, você até já usou um S no peito! –Palmer olha para o peito de sua armadura. -Eu acho que está sofrendo de uma crise de múltiplas personalidades, ou no caso ‘múltiplos personagens’. Ou talvez você seja só chato mesmo. – Ray me olha com a maior cara de ‘Ué?’ que se pode existir. – Ok, vamos por partes. – Me encho de paciência, que por sinal nem é o meu forte mais essa autora que está me escrevendo não está me deixando ser eu mesmo.

‘Calma Deadpool, eu vou deixar você ser você mesmo daqui a pouco, mas não pode desviver todos os personagens se não eu vou receber uma serie de xingamento nos comentários dessa fic. Sem falar que a SweetBegônia e a Thais não me deixaram apagar todos aqueles que eu queria, eu posso te garantir, você ia ter muito trabalho.’ – Que bom, me anima saber que logo vou poder me divertir mais. ‘Fico feliz em agradar.’

-Quem é você? – Ele me tira do meu diálogo com a minha autora, além de tudo sem educação, não que ele saiba... Muita coisa para entender em poucas páginas.

-Pode me chamar de guia espiritual, espirito do natal presente, abridor de xacras... Você escolhe o nome. Mas a questão aqui não sou eu. Homem de Deus! O que quer para sua vida? Aparece do nada e rouba a empresa do protagonista, ai contrata a o interesse amoroso dele, faz um cospobre o Tony Stark, além de ir para cama com a Felicity, e largá-la lá. Amigo de que planeta você veio? Quando se dorme com uma mulher daquela você fica agarrado para ela não sair, mas não você some para apertar alguns parafusos nessa sua armadura. Já pesou que os parafusos soltos podem estar na sua cabeça?

-Essa ideia já me ocorreu. – Me olha sem me enxergar. – Mas do que você está falando?

-Simples. Essa não é a sua cidade. Aquela não é a sua garota. E você não é o protagonista, seu nível de popularidade é igual ao da Laurel! – Estou aos berros.

-Laurel Lance? –questiona confuso. Mano ele tinha tudo para ser um Barry, mas se tornou uma Laurel, como isso pode acontecer? É deprimente!

-Cara tu já viu de perto os peitos da Diana, sabe quantas pessoas já viram os peitos da Diana? Poucos sortudos! –Paro na sua frente o encarando de cima. –Tudo bem, o Steve vê o tempo todo, e o Batman já viu algumas vezes, tem o Superman que está vendo agora... Mas você já foi o...

-Não conheço essa Diana. –interrompe. Esse tal de Mark sabe como destruir a popularidade de uma pessoa, mas isso é tópico para outro momento.

-A questão é, você precisa melhor esse seu traje, olha só. – Me levanto e vou até ele. -Os fios todos a mostra, isso vai entrar em curto. E tenho certeza que não tem um JARVIS ai dentro. – Dou duas batidas em seu capacete. – Eu sei o que você pode fazer para melhorar. Tem um cara em Gotham, o nome dele é Lúcios, vai lá e apresenta esse seu brinquedinho. Esse fusquinha vai virar uma Ferrari. – Eu queria mandar ele era para ter uma conversa com Tony, mas não são todos que conseguem andar entre as dimensões da Marvel e DC Comics, os que tentaram ficaram preso por um tempo naquela dimensão louca do Amalgoma, até hoje eu não entendi o que foi aquilo, ainda tenho pesadelos.

-Lúcios? Fox? – Me pergunta como se tivesse uma iluminação.

- Esse mesmo, o gênio e tudo mais. E depois, volta para a sua casa, sua cidade, tenho certeza que ela está precisando de um alguém para protege-la. Todas estão. – Passo por ele e subo na janela. – Tenta não fazer mais pessoas te odiarem, sei que no fundo você é um cara legal. – E de novo me jogo entre os prédios. Dois Já foram, faltam todos os outros.

Ando pela cidade e de novo está escuro, mas tudo bem, não vou me irritar, afinal meu destino agora é uma boate, então melhor que seja à noite. No caminho vejo Roy Harper dando uma surra em um bandidinho, até pensei em interferir, mas vamos ser francos de toda essa merda que vem acontecendo ele vem se saindo muito bem, olha só o uniforme dele, que cor mais linda! Ele já foi chato nessa vida, mas está bem melhor, acho que não precisa dos conselhos do tio aqui.

Então: toca para a boate com o covil secreto mais conhecido de todos os tempos.

Quando chego lá como esperado o Verdejante, nome mais esquisito desde Arrow Cave, ela está vazia, mas quando entro o chão brilha como se a batida mais louca fosse tocada por um DJ fantasma, o que pode ser totalmente possível, dado o que aconteceu com o último DJ daqui. -Sweet Rose?

‘Deadpool, você sabe que e não posso ficar aparecendo assim na fic, isso vai ficar cansativo.’

-Ok, eu só preciso de uma coisa?

‘Eu sei, eu estou te escrevendo.’

-Deve ser legal ser onisciente e onipresente. – Analiso enquanto Uptown Funk do Bruno Marz começa a tocar nos alto falantes. – É disso que eu estou falando! – Me jogo entre os laserque atravessavam a pista, posso te dizer que qualquer um teria dificuldade em passar por aqui, mas entrando no ritmo foi surpreendentemente fácil chegar até o outro lado. Claro que quando cheguei à musica tinha tirado todo o elemento surpresa. –Tanam! – E de repente três mulheres vem para cima de mim. – Eu sei que sou irresistível, mas tenho certeza que não era essa a ideia quando eu digo que todas querem um pedaço de mim. Me desvio de uma série de golpes, pulo para trás para me desvencilhar da espada de Thea e sou atingido no peito por uma flecha de Nyssa. – Agora vocês estão satisfeitas? – Faço a fecha sair do outro lado do meu corpo. – Dá para as três Marias pararem de me atacar.

-Quem é você? – Laurel coloca o seu lado racional para trabalhar.

-Longa história, depois eu trago o resumo para vocês lerem. O mais importante é que eu estou aqui para botar essa bagunça em ordem. Mas vamos começar com a Maria menos complicada das três. Maria Laurel. – Digo imponentemente. – Minha filha, você é um porre, ninguém te suporta, e sabe o por quê? Por que você está sempre bancando a coitadinha. ‘Ai meu namorado afundou em um barco, ai, minha irmã afundou em um barco, ai os dois estavam me traindo.’ Supera isso garota. –Estralo os meus dedos em sua face. – ‘Ai eu sou uma viciada, ai eu preciso de atenção.’ –Me jogo por sobre o balcão bancando a donzela em perigo. – ‘Minha irmã morreu, eu não posso contar para o meu pai, mas eu preciso contar para o meu pai.’ Mulher. – Minha voz volta ao normal. – Para de sofrer de bipolaridade, vai procurar ajuda de um profissional, mas evita uma doutora Quinzel, ela não bate bem da cabeça. – Desço do balcão. – E você realmente precisa melhorar suas habilidades de pouso, chega a ser um insulto um canário que não sabe pousar e se estatela no chão. E por final vai bater um prato descente de Arroz e feijão, uma feijoada, um tutu à mineira, vai no Mac, qualquer coisa mais engorda minha filha, se continuar assim, não via precisar de fantasia para o Halloween, você vai estar naturalmente fantasiada de esqueleto.

Me viro parando de frente para a mais nova. –Maria Thea, você era chata, ficou mais chata, se tornou insuportável, ai agora você está legal. Mas a culpa é sua de seu irmão ter perdido a assistente que nove em cada dez espectadores gostam, para o velho Superman. Pensando bem você não é tão legal assim. Tudo de ruim que vem acontecendo nesses últimos meses é culpa sua. – Pisca duas veze para mim como se tentasse entender a acusação. –Seu irmão pobre, por que você não quis assinar um maldito papel, você some e vai dar uma de pupila para o maluco do seu pai. Garota, olha o estrago que você fez só por que não pode parar cinco minutos para conversar com o seu ex, atual, futuro namorado. Me diz garota que merda você tinha na cabeça quando resolveu seguir os passos do seu tão carinhoso pai? Eu precisava falar isso. – Estralo o meu pescoço. – Foi libertador. Sem falar é claro que Merlin te drogou para acabar com Sara, sua amiga, e tudo por que você foi BURRA! – Thea estava em choque que nem ao menos conseguiu esboçar uma única palavra.

-Maria Nyssa, me diz ai, você vai dopar o Oliver para engravidar dele. – E pela primeira vez eu tiro alguma expressão dela, tirou a cara de séria e agora era de pura surpresa. – Saiba que se pretende usar as artimanhas da família pode acabar tendo problemas, afinal o Oliver já é papai. – Volto para Thea que agora parecia ter se engasgado com uma bola de pelo. –Essa você não sabia né? Você é titia. Mas não briga com o seu irmão por esconder esse segredo dele. Era um segredo tão bem guardado, mas tão bem guardado que ele até hoje não sabe que tem um filho de quase oito anos. Mas voltando para Nyssa, sério que vai continuar seguindo o seu pai? Manos o cara é um louco, e olha que eu conheço muito de louco, vejo um toda vez que olho no espelho, mas ele é um louco de um jeito mau, tipo muito. Você precisa sair da barra da calça do seu velho, olha a sua idade e ainda mora com o papai? Garota, você precisa crescer. Quem sabe saindo de casa você para de ser tão influencia pelo seu velho, mulher ele é uma pessoa sinistra!

-Quem é você? – Thea finalmente consegue dizer alguma coisa, eu estava começando a imaginar que ela tinha engolido a língua, ou sei lá.

-Sou aquele que tudo vê, tudo ouve, e tudo sabe! – As três me olham assustada. – Sou o telespectador. Mas garotas... Podem me chamar de qualquer nome. Agora se me derem licença ainda tenho dois sem juízo para colocar na linha. – Mando um beijo no ar para as três, elas teriam muita coisa para pensar, melhor deixar com os seus pensamentos, e saio por onde entrei. Já no centro da cidade me vejo em frente ao prédio do senhor quebrador de corações das fãs pelo mundo. Com certeza ele está sendo muito odiado nesse momento. Entro no prédio e sigo para o elevador até o último andar. Durante o percurso toca o clássico. – Sério? Sempre tem que ser ‘Garota de Ipanema’? Eu sou louco para conhecer a Garota de Botafogo, talvez a do Leblon, algumas da Lapa, essa garota já deve ser a avó de Ipanema, se não está velha pela idade deve ter sido desgastada pelo excesso de uso.

Entro devagar pelo apartamento e só vejo quadros espalhados por todas as paredes. – Para que tanta ostentação? – Chego mais perto de uma das pinturas e tento achar o significado dos rabiscos na tela. – Isso deve ter sido pintado pelo Wolverine enquanto ele estava de mal humor e usando as garras como pincel. Isso não faz sentido nem se eu visse de ponta cabeça. – Vejo algumas esculturas espalhada pelo apartamento. – Isso chega a ser brega! – Faço uma careta. – Ele precisa de uma curadora para o tanto de obras que tem aqui. – Entro no quarto e ela ainda está dormindo. Sério como o Oliver fica nessa lengalenga com uma mulher dessas ao lado dele? Nem dá para ficar com raiva do Ray Kent Palmer, se eu participasse dessa serie também tentaria alguma coisa com ela, vai que cola. Mas não é por que eu não deveria estar aqui que não vou me aproveitar da situação. Deito ao seu lado e fico ali esperando que ela acorde, e acho que a minha personalidade marcante faz com que ela perceba que tem algo diferente no ar, e aos poucos começa a despertar, até fixar os olhos em mim. – Bom dia querida! – Seus olhos se arregalam e sem jeito tenta se levantar, em outras palavras, ela se atrapalha com o lençol e cai de bunda no chão. – Calma gata! Eu uso essa máscara de duas cores, mas não sou igual aquele outro lá. Não estou tentando desviver ninguém por hora, tanto por quer ainda não me permitiram, mas até o fim dessa fic eu tenho fé que vou mudar esse jogo.

-Quem é você e o que faz aqui? – Consegue em fim balbuciar algumas palavras.

-Serio Felicity, eu espera mais de você, afinal é um gênio e tudo mais. – Movimento minhas mãos mostrando a minha decepção. –Mas fala sério, você anda bem diferente da Felicity de seis meses atrás, por acaso tem uma irmã gemia? Sofre de múltiplas personalidades? Bateu a cabeça? Sei lá alguma coisa que possa explicar você não ser você ultimamente. E nem é pelo fato de ter ido para as via de fato como o Old/New CK , por que não é certo ficar chupando o dedo por tanto tempo, mas você anda meio diferente. Vem... – Eu a puxo de volta para cama. – Por que mudou tanto? Conta para o tio.

-Você é louco! – Tenta fugir, mas eu corro e a impeço de passar pela porta.

-Provavelmente, mas isso nuca me atrapalhou. – Analiso pensando em tantas doideiras que eu já fiz nessa vida. – Isso me tornou quem eu sou, e gata... Eu sou foda! – Agora senta ai e vamos conversar. – Vendo que não tem saída ela acaba sentando.

-Cadê o Ray?

-Ele terminou aquele traje No Sence que estava fazendo depois... Bom, depois de você dar inspiração a ele. – Ela fica toda vermelha. – Calma mulher, você fez um bem ao mundo, pelo menos é isso que diz nas HQs que eu não encontrei. Mas a questão não é você ir para cama com esse carinha, mas sim o fato de você não mais parecer com você, me entende. Eu sei que conviver com o Oliver e todas a barreiras que ele coloca deve ser horrível – Serio Sweet, você está me fazendo falar feito mulherzinha aqui? Vou precisar desviver um monte para meu nível de testosterona voltar ao meu normal! – Mas sério, o que raios aconteceu com você? Por que Oliver é cabeça dura você deixa isso te influenciar dessa maneira. –Ela me olha sem entender. – Você não está entendendo nada, não é? No começo estava tudo certo. Vocês dois fazendo piadas do não relacionamento, estava até divertido, Oliver mais leve, você sabendo o que tinha que ser feito e tals. – Me levanto e começo a andar pelo quarto parando de frente para a ampla janela. – Isso é muito Cinquenta tons de cinza, e você ainda dormiu com esse sujeito. – Balanço minha cabeça para tirar a imagem de Ray e Felicity em um quarto vermelho. –Mas ai o Oliver surtou e se afastou, típico do cabeça verde e você a passou a agir como se uma irmã gêmea chamada Raquel tivesse tomado o seu Time.

-Como você sabe de tudo isso? – Me olha como se eu fosse um jacaré que tivesse acabado de sair da privada.

-Digamos que eu tenho os meus contatos. O importante é você voltar a ser você, por que se não o show não rola. Já temos que aguentar a pomba negra, o Bizarro, e a gora você a pessoa mais legal dessas bandas se torna um clone do mal?

-Eu estou tão diferente assim? – parece triste com ela mesma. – Muita coisa vem acontecendo. – Tá vendo, essa não é a Felicity.

-Você tem que tomar atitude mulher, precisamos disso de volta. Se não vão acabar cancelando isso aqui. – Me olha sem entender, mas eu faço um movimento com a mão para que ela esqueça isso. –Agora levanta dessa cama e vai parra os seus computadores que é o seu lugar. –Saio, mas dou dois passos para trás e coloco a minha cabeça no batente da porta. – A proposito o Oliver foi capturado pelo Ra’s.

-O que?

-Fui! – Saio do prédio do Palmer quando amanhece o dia. – Falta só um, e que no caminho apareçam muitas pessoas para eu descontar minhas frustrações. – Dito e feito, de uma forma tão rápida que somente em TV e cinema pode acontecer, eu estou a beira de um desfiladeiro a onde eu posso ver um castelo incrustados nas pedras.

-Quando e disse que o Palmer era esnobe eu não sabia de nada. Agora é hora do show! Quando você é um mercenário tagarela como eu, sabe o que fazer para irritar as pessoas, é quase um dom. E agora eu preciso irritar e muito as sentinelas que estão de guarda aqui. Tiro do bolso algo que só pode ter sido inventado pela tempestade. Era uma bolinha do mesmo tamanho que uma bola de Basebol. – Isso vai ser no mínimo cômico. – Jogo a bolinha entre os dois guardas que vigiavam ‘os portões do Desvivimento’. -Serio eu estou tão dramático hoje! — E quando a bola toca o chão uma rajada elétrica percorre os corpos dos guardas e fazem cair inconsciente. – Sei que isso é apelação, mais vejam pelo lado certo. – Digo quando passo pelos homens caídos. – O certo é eu ganhar, e eu ganhei! – entro me esgueirando pelos corredores, vez o outro encontro com um guarda que, não posso negar são bons, bons mesmo, mas sabe como é... Quando você pode se curar só com a força do pensamento, é um jogo meio desleal, e eu amo jogar esse jogo. Chego até uma sala a onde tem uma banheira bem grande. – Eu realmente estava precisando de um banho. -Tiro meu capuz e minhas roupas e me jogo de cabeça. –

Você deve lembrar-se disto

Um beijo é sempre um beijo
Um suspiro é exatamente um suspiro

As coisas fundamentais se aplicam
Com o passar do tempo
E quando dois amantes namoram
Eles ainda dizem "eu te amo"
Nisso você pode confiar

Não importa o que o futuro traga

-Eu estou tão meloso hoje! –

Com o passar do tempo
Luar e canções de amor
Nunca serão obsoletos
Corações enchem-se de paixões
Ciúme e ódio
Mulher precisa de homem
E o homem deve ter sua companheira
Que ninguém pode negar

Ainda é a mesma velha história
Um combate por amor e glória...

-Quem é você? O que está fazendo no Poço de Lazaro do meu pai! – Uma mulher que nunca tinha visto na série começa a gritar a me ver na banheira, então esse era o tal poço de Lazaro, esperava mais, não senti mudança nenhum. E quanto a mulher, tudo me leva a supor que era a irmã mais nova de Nyssa, Thalia, aquela que dopou o morcegão para fazer... Você sabe o que ela fez com o Morcegão.

-Ei você não sabe que é uma lei universal não atrapalhar quem está cantando ‘As Time Goes By’ é um clássico. – Digo enquanto ela vem a mim usando uma katana, me fazendo pular da água quente feito um gato. – Não dá para esperar eu me vesti primeiro? – Desvio dos seus golpes enquanto visto a minha calça. –Você é boa. – Digo enquanto ela me atravessa com a lamina. – Mas essa luta chega a ser covardia. – Tiro a espada do meu corpo e lhe dou um único golpe que a faz cair desacordada. – Não posso te desviver, você tem um filho para tornar um Robin. Então... Bora para o próximo. Eu sai, mas havia pelo menos uns dez, não quinze, não vinte... Caramba estava pipocando ninja das parede.

‘Você queria desviver algumas pessoas, então se divirta com os figurantes.’ –Mas queria alguém de peso. Desviver Zé Ruela não é tão divertido.

Me jogo entre os ninjas e um a um eles caem feito mosca. Até chegar a sala a onde pude ver Merlin estava trancado. – Eu posso deixar ele ali? Isso ia ser tão libertador. Não para ele por que ele estaria amarrado e suspenso em cima de umas brasas sinistras. Gostei! Por essa tortura acho que nunca passei, talvez eu devesse experimentar.

-Me tira daqui. – Merlin parece em fim ter se dado conta da minha presença.

-Qual é a palavra mágica?- Lhe olho interrogativo, eu tinha que me aproveitar desse momento.

- Tem quatro soldados da Liga, atrás de você. – Sua voz sai com dificuldade.

-Não eram essas, mas vão servir. – Tiro ele das algemas enquanto me defendia dos ataques que vinha em minha direção. Senti duas punhaladas nas minhas costas. – Serio? Isso vai deixar uma mancha no meu uniforme. – Líquido os últimos ninjas enquanto Merlin parece se equilibrar com dificuldade. – Isso que dá não ser parte de uma pesquisa experimental com cobaias humanas, você fica sem o poder de regeneração. Agora seja útil, a onde está Oliver e Diggle?

-Preciso sair daqui.

-Claro não é segredo para ninguém que você é um rato, na verdade acho que estou insultando a família do Mickey, mas você é mesmo um covarde. –Eu tinha que dizer isso, precisava desabafar. – Agora para onde? –Ele andava com dificuldade me indicando o caminho. Encontramos mais alguns ninjas, mas nada que me desse trabalho. Até chegar em uma sala que:

a) estava Oliver Queen, John Diggle, e Ras’ Al Ghul;

b) Era a porta para Narina;

c) Um Sundae.

Eu preferiria as opções B e C para ficar registrado. Merlin parece um moribundo atrás de mim, sem falar o quanto fedia, e bem sou eu, eu não posso falar do fedor de ninguém, praticamente vivo em decomposição, provavelmente vocês que estão lendo isso não sabem, por que... Melhor não falar, mas eu tive um romance com uma mulher por ai, ela era atraente, personalidade forte, cheia de vivacidade, e ela tinha outra coisa também, tinha um marido, e muito forte, bem digamos apenas que ele não gostou desse nosso envolvimento, e eu acabei amaldiçoado. Mas em minha defesa, eu estava desvivido quando tudo isso aconteceu, então o que se faz quando estamos desvividos permanece no mundo dos desvividos. Pena que o cara lá não pensava assim.

Voltando...

-Que se abram as portas da esperança! Nárnia ou sundae, Nárnia ou Sundae? – E quando as portas se abrem Oliver está de pé com John ao seu lado, e a sua frente Ra’s, parecendo ter sido interrompido durante mais uns dos seus discursos tediosos. –Opção A é o que temos para hoje. Oi para vocês. – Cumprimento só para não dizer que eu sou sem educação. –Eu vim buscar esses dois, e de quebra vou levar o carinha aqui atrás, sabe como é, só para fazer peso. E antes que me perguntem quem sou eu, por que eu já estou cansado da mesma pergunta, eu sou ... Não interessa para ninguém. A questão aqui é quem são vocês. – Aponto para Oliver e Ra’s. – Você não John, você é legal, mas esses dois ai, são de tirar qualquer do bom humor, e sou eu falando, estou sempre de bom humor. Primeiro vocês Ra’s, vai atormentar outro. Olha uma dica de amigo, vai atrás do namorado da sua filha mais nova, tenho certeza que isso te trará grandes momentos. Ele é durão, bravo, tenho certeza que vocês vão se dar muito bem... Ou mal, depende da interpretação. – O cara de Gotham que me perdoe, mas não dá para ver os vilões dele causando problemas no território alheio.

-Como você ousa invadir meus domínios? — Precisa de tanta parafernália para dizer que eu não sou bem vindo. –Você vai morrer!

-Olha que eu estou te dando uma chance de fazer o certo... – Mas ele não me deixa terminar a frase e me ataca. – Qual é, tudo tem terminar em alguém não vivo? Tudo bem para mim! –Sorrio e Ra’s Al Ghul vem com sua espada, e eu me desvio como posso, o velho é bom, tem os ataques precisos, mas ele não tem o que eu tenho... Eu tenho o gingado! Ele me ataca enquanto eu danço com a música em minha cabeça, e a música é bem sugestiva ‘That’s the way I liked’, e não demora muito o velho está sentindo o peso da idade, ele não consegue me acompanhar na dança. – Acho que você está precisando de um banho, mas acho que vai precisar trocar a água daquela sua banheira, por que eu já passei por lá no caminho para soltar o loirinho aqui. – E aponto para Oliver.

-Você vai pagar por isso! – Sinto fúria em sua voz.

-Eu tenho esses bolsos todos aqui, mas você sabe como é eu não ando com dinheiro, é perigoso, você aceita cartão? Tenho aqui alguns. – Tiro minha carteira do bolso. – Esse daqui é ótimo, nunca foi recusado, ele é do ministro da fazenda americano, peguei ante ontem da carteira, enquanto dava uns pega na filha dele. Menina legal, louca para quebrar as regras do papai.

-Você é louco? – John me olha atônico.

-Nunca descartei essa possibilidade. – Confirmo.

-Cale-se, sua hora chegou! – Vem para cima de mim feito um touro raivoso. Eu sei que estou de vermelho, mas ele não precisa bufar para cima de mim.

Dou um salto no ar, e como nas Touradas espanholas enfio a espada em suas costas. –Acho que você realmente precisa de um banho agora. — Me viro para Oliver. –Agora você! – E ele se põe em posição de combate. –Ei, eu não vim aqui para lutar com você, será que não ouviu tudo o que eu disse até agora, e apesar de a ideia de ver você desvivido, para ver se você para de fazer tantas burradas seja muito agradável, me proibiram de fazer o serviço com os personagens principais.

-Do que você está falando? – Me pergunta abobalhado.

-Vamos lá! – E magicamente as luzes ficam mais baixas e um projetor de imagens começa e reproduzir alguns vídeos da vida dele. – Bem vindo a vida de Oliver Queen. – Limpo a minha garganta. – Um compilado de imagens selecionadas pelas melhores pessoas que entende da sua vida. Suas fãs! – E o primeiro som a sair dos alto falantes imaginários é a voz de Oliver.

‘Eu sou Oliver Queen. Depois de cinco anos no inferno eu voltei para casa com um objetivo...’

-Acho que eu posso pular essa parte. – E as imagens começa a acelerar até que eu resolvo parar. – Esse é um dos momentos que você acertou na vida. – E mostra Oliver contando tudo para John, eu volto um pouquinho e paro em outro momento quando ele entra com um note todo perfurado por balas na sala da Loirinha mais legal da série, ou costumava a ser. – Aqui você ganhou pontos para toda a vida, se fosse um videogame você teria subido de nível, tipo umas três fazes. – Passo para frente de novo. – Aqui você errou. Errou feio, errou rude! Como sabendo que o seu melhor amigo está afim da garota você vai para cama com ela, e justo com a mulher mais chata da série? Ok, ok, ela não era tão insuportável assim, mas depois ficou absurdo. – Passando para frente chego em fim a segunda temporadae surge a Sara. – Eu tenho que admitir, ela era legal, mas cara quando você foi para cama com ela, ‘Oliver Queen você falhou com aquela cidade. ’ Eu sempre quis dizer isso. Cara todo mundo estava esperando você e a loirinha... A outra lourinha, a dos óculos e super inteligente... –explico gesticulando.

-Verdade! – John confirma. – Como você pode ter deixado a Felicity...

-Não era seguro para ela ficar comigo. –Lavem ele com essa lengalenga de novo.

-Ah! Qual é? – Tanto eu quanto Diggle perdemos de vez a paciência.

-Eu não vou falar mais disso, só uma dica básica. O cara lá, aquele que não usa mais o S... – Me olha sem entender.

-O Ray Palmer. – Diggle deduz.

-Esse mesmo. – Confirmo. –Está dando atenção para a garota, e cara que tipo de herói é você, se vai deixara mocinha nas mãos daquele cara? Sério, ele é muito chato. Mas ultimamente você anda bem mais chato do que ele, então não vou mais julgar! –Acho melhor ele descobrir sozinho que a Loirinha e o carinha lá já... Vocês viram o episódio, sabe o que eles fizeram. – Mas a questão aqui é você. Olha, sério... – Tiro uma revista amaçada de uns dos meus bolsos. – Tá vendo isso aqui? Esses vilões? Esse humor, ou melhor, esse mal humor? Esse não é você. – Viro a capa da revista para ele. – Esse é o morcegão, e você por acaso é um morcegão? NÃO! – Grito na sua fuça. – Você é um arqueiro, e deveria estar fazendo as coisas dessa outra revista aqui. – E mostro a que ele deveria ser. – Sério, para você ser mais igual aquele cara lá tá faltando só pegar a Mulher Gato. Ok, acho melhor não dá ideias. — Chego mais perto de Oliver e lhe passo uma das revistas do Arqueiro verde. – Vê se nota a semelhança, roupa verde, arco e flecha, John Stuart, ops... John Diggle, Felicity Smoak, e para a minha infelicidade Arrow Cave também. Essa parte você pode mudar, como diria uma mulher meio maluca, pode chamar de aljava ia ser muito mais coerente. Já que flechas não crescem em paredes de cavernas... – Mas a questão aqui é você, olha só, mais alegre, menos dramático, e eu sei que ainda não está com a Loirinha...

-Cara até nos quadrinhos você é lento! — John tira sarro, eu tenho que admitir, esse cara é muito mais legal, ele poderia muito bem se tornar o tal Lanterna Verde, por que se tem alguém nessa serie que merece um poder é ele. Eu não vou nem entrar na questão que a Laurel que deveria ter o poder legal, por que era a única maneira de ela ser salva da chatice que o personagem dela se tornou e olha que ela melhorou. Mas lá tem jeito na vida. Uma questão de tempo a meu ver

-Na verdade nem tanto. –me aproximo de John com outra revista, dois números depois da que Oliver está folheando e mostro o Arqueiro salvando Felicity, e a seguinte onde ele até flerta com ela.

-Pode mostrar isso a ele? –John pergunta esperançoso.

-Melhor não. – Vejo que Oliver olha a revista com o interesse em demasia. – Agora me dá essa revista antes de algum spoiler grande demais. – Pego de volta e guardo, no meu bolso que estou achando que foi enfeitiçado pela Hermione, já que tem tantas coisas lá dentro que é humanamente impossível, mas quem liga estamos em uma fic mesmo.

-Isso é ficção. — Faz menção das revistas. – E o que vivemos aqui é real. – Juro tive que me segurar para não rir na cara dele.

-Tá por que na real, você tem uma mulher daquelas e prefere ficar divagando na vida. — Aponto o dedo para ele.

- Ele tem razão. –John parece ponderar.

-Ou você tem a chance de desviver o cretino que destruiu a sua família. –Aponto para Merlin que estava escorando em uma porta. –‘Ah... Vamos deixar para outro dia.’ NÃO VELHO, SE TEM UM MANIACO QUE TE FEZ MAL, VOCÊ O DESVIVE SEM SE PREOCUPAR COM AS CONSEQUENCIA! – Era tão obvio para mim. – Agora eu vou embora. Mas antes, vou deixar com você o nome dos vilões que são de sua responsabilidade, se por acaso aparecerem outros na sua cidade, manda eles irem procurar o herói responsável por eles e parar de encher o saco. – Passo um papel para Oliver, e começo a andar para a saída.

-Você acha que isso é um o que? – Oliver me para antes de eu sair pela porta.

-Eu pensei que fosse uma série da CW, mas acho que está mais para uma novela mexicana da Televisa. Só está faltando os nomes compostos e a protagonista ser a Thalia, ou uma das atrizes do RBD.

-Do que você está falando? – Diggle me pergunta sorrindo.

-Nada, mas acho que vocês já passaram muito tempo longe de casa. E Oliver Queen, você está vivo, faça as coisas dos vivos e viva. E por sua honra, dê ao menos um soco bem dado na cara do Palmer. Lembre-se, bater primeiro, perguntar depois! – Pisco para ele. Saio de vez pela porta, agora era esperar as cenas dos próximos episódios.

Notas finais
Oi meu povo...
Não sei se gostaram, mas espero que me digam ai o que acharam da fic.
Bjs e até a próxima.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!