Não é Comédia
13 Balançar isso aqui é BOMBA!
Notas iniciais
PS: essa história foi criada com base nas idéias de shantae. Obrigado!
Snape e McGonagall foram chamados a sala de Dumbledore e isso, por si só, já significava que algo muito ruim e sem precedentes na história da magia estava prestes a acontecer.
Snape irrompeu na sala do diretor já gritando:
— Seja lá o que for dessa vez, arranje outro para fazer, estou muito ocupado!
— E muito ocupado fazendo o quê? – perguntou Dumbledore – Posso saber?
— Estou tratando do meu cabelo, ora essa!
Dumbledore piscou uma vez, piscou duas, até que aquelas palavras – que acabaram de sair da boca do Snape – fizeram sentido. Se tinha uma frase que ele nunca esperava ouvir o professor de poções falar, sem dúvida era essa. Dumbledore soltou um assovio.
— Com certeza você está muito ocupado, então...
— Arrumando o cabelo? – Minerva já entrou gargalhando na sala – Há! Conte outra, Snape! Eu sei que você deve estar torturando aquelas criançinhas que você mantêm acorrentadas em seu porão...
— Você mantêm criancinhas em seu porão? – Dumbledore estava alarmado.
— Sim, mas relaxe, não são estudantes de Hogwarts.
O diretor respirou aliviado.
— Ah, nesse caso tudo bem... A última coisa que preciso é de mais pais me mandando cartas mal criadas. Até hoje recebo cartas reclamando do Capitão Nascimento!
— Éééé, aquilo sem dúvida não foi uma boa idéia – disse Snape.
— Mas foi você quem a sugeriu! – exclamou McGonagall.
— E nem tudo o que eu falo é uma boa idéia, ora essa! Por acaso tenho cara de voz da razão?!
— Mas se sabia que não era uma boa idéia, por que diabos sugeriu isso?!
— Ah, velha estressada, deixe-me em paz!
— VELHA?! – explodiu McGonagall – Quem você está chamando de velha?!
— Vou te dar uma dica... Começa com "Mc", termina com "Gonagall"...
Dumbledore pensou por um segundo.
— McDonalds? – sugeriu ele.
— Hã?! Aquele restaurante trouxa? Você come lá?
— CALEM-SE VOCÊS TODOS! – McGonagall já estava cansada de toda aquela confusão – Mas afinal, Dumbledore, o que é que você quer agora?
— Ah, queria pedir a opinião de vocês sobre um assunto bastante delicado.
— Delicado é como os alunos do porão vão ficar, depois que eu terminar com eles... – disse o professor num tom de voz sombrio.
— Mas você disse que não eram alunos!
Snape parou para pensar por um segundinho.
— ...E não são! Estava apenas brincando, qual é o assunto?
— Bem... – Dumbledore parecia sem graça – Queria a opinião de vocês sobre um novo corte de cabelo que eu estou querendo fazer... E chamei os dois porque, de toda Hogwarts, vocês são os que melhor tem um senso de moda capilar...
— Está me zoando, não é? – perguntou McGonagall – Já olhou pro cabelo do Snape? O penteado dele é estilo "boi lambeu". Mas que corte você quer fazer?
— Um moicano – admitiu o diretor.
Todos ficaram em silêncio por um segundo.
— Um moicano...? – perguntou Snape calmamente.
— Sim.
— ... um moicano? Você tem certeza disso?
— Sim.
— Você percebe que com esse seu cabelão, o moicano vai ficar batendo nas velas do Salão Principal, não percebe? E olha que as velas FLUTUAM NO TETO!
— Isso quer dizer que não vai ficar bom?
— Isso quer dizer que vai ficar péssimo...
— Concordo com Snape, Dumbledore. Pense no que os alunos diriam... Perderiam completamente o respeito por você.
— Perderiam o pouco respeito que já têm – consertou Snape.
— Uhum – o diretor parecia pensativo – Assim sendo, tudo bem. Essa era a parte importante da conversa, agora tem só uma outra coisinha. Não liguem, temos um professor substituto...
Snape e Minerva levantaram a sobrancelha simultaneamente.
— Um professor substituto, pra quem? – perguntaram ambos.
— Ah, tive que dar uma semana de folga pro Flitwick...
— Por quê?
FLASHBACK MODE ON
Dumbledore estava em sua sala quando Flitwick entrou.
— Dumbledore, exijo uma semana de folga!
— E me dê um bom motivo para isso...
O professor pegou um laptop e colocou em cima da mesa. Abriu um vídeo que mostrava o diretor trajando um maiô lilás e dançando loucamente "Grenade", do Bruno Mars.
— Se eu não tiver a semana de folga, esse vídeo vai parar no Youtube...
FLASHBACK MODE OFF
— Agora que vocês perguntam – disse Dumbledore – Não sei bem ao certo... A questão é, ele está de folga e eu chamei outra pessoa.
— Quem?
— Um cara loucão lá do Oriente Médio... Gente fina...
— Bom dia, turma – disse Osama Bin Laden entrando na sala de aula (N/A: imaginem um sotaque árabe, quando ele falar algo. É um "r" diferente do português, espero que saibam como é...) – Hoje nós aprender sobre como explodir as coisas...
— Ele fez o quê?! – perguntou Harry incrédulo.
— Harry, apresentamos-lhe a mais nova burrada de Dumbledore – disse Gina – Com você, Osama Bin Laden.
— Com licença, professor – Hermione levantou a mão – Você não estava morto?
— Eu? Eu não estar morto! Nunca ouvi tamanha هراء!
— Me desculpe, você nunca ouviu o quê?
— هرا ! Garota estúpida, é um termo árabe para besteira! Eu não estar morto, eu me refugiar em Hogwarts quando todos pensar que eu morrer.
— Então você estava bem aqui esse tempo todo?
— Aham. Agora, vamos à aula. Vejamos, já falei, hoje aprender a explodir coisa.
— Com Bombarda, professor?
— Claro que não! Com dinamite! Não ter a menor graça usar magia para explodir coisa, ter que ser bombas!
Todos piscaram incrédulos.
— Nenhum de nós tem bombas...
— Então estão todos reprovados! Donde já se viu não ter bombas?! Eu, por exemplo sempre trazer minhas bombas emergências...
E abriu o casaco que usava, revelando várias dinamites escondidas. Todos os alunos gritaram e recuaram.
— Não temam, não temam... Dinamites ser bom, é, ser... Vocês devem agraciá-las, entende? – e começou a fazer carinho no explosivo mais próximo ao seu braço.
Hermione estava alheia a tudo que se desenrolava a sua frente. Apenas uma palavra ecoava em sua mente. Reprovada... Ela conseguia sentir o gosto de bile na boca. A única vontade que tinha era de gritar, chorar, espernear e depois gritar mais um pouco.
— Essa não – disse Rony notando a cara de sua amiga – Hermione, fique calma, está tudo bem reprovar numa matéria de vez em quando todo mundo reprova às vezes... Calma...
— Não, não... – disse ela, com cara de desespero, como se a qualquer momento fosse desmaiar – Eu não reprovei, vocês talvez tenham reprovado, mas eu não. Isso não é normal, não para mim...
Rony suspirou.
— Ela entrou em crise de aceitação...
— Como assim? – perguntou Harry.
— Ela está tendo dificuldade em aceitar que reprovou... Agora vai ser tenso, ela vai passar pelos seguintes estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação... No momento, ela está no estágio de negação.
— Não estou negando nada – disse ela, ainda estática – Eu não reprovei, por que não entendem isso?!
— Bem – Osama chamou a atenção para si novamente – como vocês ser burrenhos e não ter explosivos, a aula acabar agora. Chispem daqui!
— Eu não reprovei...
— Vamos, Hermione, vamos... Vai ficar tudo bem... – Harry deu tapinhas no ombro da amiga – Vamos almoçar...
NO SALÃO PRINCIPAL...
— Não acredito que Dumbledore chamou mesmo um terrorista internacionalmente procurado para dar aulas aqui – confessou Snape a McGonagall, na mesa dos professores – E depois ainda diz que não quer pais reclamando.
— Bom – disse Minerva – Você tem que concordar que, depois de tudo que passamos, o Osama não pode ser tão ruim assim... Pode?
Nessa hora, Osama se virou para Snape.
— ME PASSAR O BIFE AGORA OU EU EXPLODIR TODA ESSA GERINGONÇA DE COLÉGIO!
Snape passou calmamente o prato de bifes enquanto fulminava McGonagall com o olhar.
— Não pode ser tão ruim assim, né?
— E a propósito, professor – continuou Bin Laden – Você ter que lavar esse seu cabelo, de vez em quando, sabia? Ou então, pode usar esse turbante, assim como eu uso, na cabeça, vê?
Snape fulminou Minerva novamente.
— Reprovada... Reprovada... Reprovada... – Hermione não comia nada, apenas ficava sentada em sua cadeira, avulsa a todas as conversas.
— Acho que vou ter que ir falar com Dumbledore, de novo – falou Harry – Falando sério, estou começando a achar que falo muito com ele... Acho que devíamos contratar alguém para ser a consciência de Dumbledore, entende? Impedir que ele faça besteiras...
— Ele é um dos maiores bruxos de todos os tempos – tentou Gina – Ele supostamente tem uma consciência sobre-humana.
Harry olhou para a mesa dos professores.
— Olhem lá, a consciência sobre-humana está enfiando suas azeitonas no nariz e vendo o quão longe consegue lançá-las...
— Ah, esqueçam tudo que falei – pediu Gina quando olhou para seu diretor.
— Hermione – Rony tentou novamente – Tudo bem... Acalme-se...
— COMO AQUELE TERRORISTAZINHO DE BOSTA OUSA ME REPROVAR?! – explodiu ela pegando sua faca e fincando na mesa – QUEM ELE PENSA QUE É?!
— Isso é bom – sussurrou Rony para o resto do grupo – Quer dizer que ela já passou para o estágio dois: raiva...
Harry olhou para o talher fincado na madeira da mesa da Grifinória.
— Ela tinha mesmo que passar para estágio justamente na hora em que está armada com objetos pontudos? – perguntou ele, sem tirar os olhos da faca.
— NÃO ESTOU EM ESTÁGIO NENHUM, POTTER! – disse ela – EU VOU ENSINAR PARA AQUELE PILANTRA COMO É QUE SE EXPLODE UMA COISA! – e então, apontou sua varinha para a mesa dos professores – BOMBAR...
— Expelliarmus! – Gina conseguiu impedi-la a tempo, fazendo com que a varinha da garota voasse para o outro lado do aposento.
Hermione olhou-a incrédula.
— Weasley?! Como ousa me impedir de mostrar para aquele marginal do oriente como é que funcionam as coisas aqui no ocidente?! Ele quer bombas, eu enfiar bombas nele por um lugar no qual ele não vai gostar nada!
Rony pensou por um segundo.
— Hm, seriam seus canais oculares? Eu certamente não gostaria que ninguém colocasse uma bomba nos meus canais oculares...
Hermione o matou com o olhar – figuradamente, ainda.
— Acabem logo de comer – disse Harry – Já está todo mundo saindo, adivinhem com quem temos aulas...
— O bombarda? – perguntou Rony – Não creio...
— Sim.
DE VOLTA À SALA DE BIN LADEN
— Professor... – Hermione entrou na sala e se dirigiu até Bin Laden.
— Fale, garota estranha do ocidente...
— Eu queria falar com você sobre aquela reprovação...
— Sim, falar então...
— Eu sou muito influente com Dumbledore, sabe... Se você não me reprovar, eu posso falar com ele e você poderá ter o que quiser...
Rony fez um sinal com a sobrancelha para Harry e Gina.
— Estágio três – disse ele baixinho – Barganha...
— Não, não... – falou o terrorista – Estão todos reprovados.
— Mas, professor, deve ter algo que você queira...
— Eu quero que meus alunos tenham bombas, como ter, estão reprovados...
Hermione se ajoelhou aos pés de Osama, em prantos e agarrando os joelhos do terrorista.
— Por favor! Eu imploro! Não me reprove!
— Hermione... – sussurrou Harry – Eu sei de uma coisa que acabou de ser explodida: seu orgulho. Junte o que sobrou dele e vamos sentar...
— NÃÃÃO! Por favor!!!
Bin Laden levantou o olhar para Harry, Gina e Rony.
— Ela ser sempre assim?
— Mais do que você imagina... – disse Rony arrastando a menina, enquanto ela tentava, sem sucesso se agarrar ao chão.
Osama esperou que todos se acomodassem em seus lugares.
— Bom, turma – começou ele – Eu ter que dizer que estar decepcionado com todos vocês... Já estou aqui nesse colégio a meio dia inteiro e até agora não ver nada fazer "boom"... Acho que terei que tirar mais nota de todos vocês, para ver se aprendem...
— Tirar mais nota? – perguntou Hermione, como se estivesse a beira de um colapso nervoso. Ela se virou para Rony – Ele disse que vai tirar mais nota? Oh, céus, por que esse mundo é tão cruel comigo?! O que foi que eu fiz para merecer isso?! Na próxima vida, quero renascer como uma alga!
E ela começou a chorar nos ombros do ruivo. Ele olhou para Harry e Gina.
— Estágio quatro: depressão... Estamos quase lá, o próximo é a aceitação e o universo volta ao seu eixo normal...
— Que Merlin te ouça...
— Merlin nada! – explodiu Harry – Eu vou falar com Dumbledore imediatamente! Estou cansado de perder notas por que não tenho bombas, não estava no material escolar!
Ele levantou-se bruscamente da mesa.
— Você aí – disse Osama – Sente-se.
— Pro inferno! – e foi marchando até a saída da sala.
— Harry, espere aí! – disse Rony, levantando-se para seguir o amigo.
— Vamos Hermione – disse Gina estimulando a amiga – É melhor irmos...
— Por quê? – perguntou a garota num tom monótono, como se viver estivesse consumindo muitas forças – Tudo isso é inútil... Viver é inútil... Na próxima vida, quero renascer como um caramujo, se não for pedir muito...
— Deixa disso, vamos logo, menina.
E arrastou a garota para fora da sala.
— Vocês esperar aí! – gritou Osama – Não poder sair da sala assim! Ter que me dar bomb, digo, explicações!
E saiu correndo atrás de seus alunos fujões.
— Dumbledore – falou Snape em um tom sério – Osama tem que sair...
— Mas por quê? – perguntou o diretor incrédulo.
— Hã, não sei – se meteu Minerva – Talvez por que ele seja um terrorista que põe a vida de todos os nossos estudantes em perigo?
— Grandes coisas – disse Dumbledore – O Snape também faz isso!
— O problema não é esse... – remendou o professor de poções – O problema é que ele falou... que meu cabelo é feio...
— Grandes coisas também! Todos nós falamos, pelas suas costas, é claro...
— Vocês fazem o quê?!
— DUMBLEDOREEEEE! – a voz de Harry ecoou pelos corredores até chegar na sala.
— HARRYYYY! – gritou Rony atrás, pedindo para que o amigo o esperasse.
— HERMIONEEEE! – gritou Gina, tentando forçar a garota a sair da depressão e andar mais rápido.
— BOMBASSSSS! – gritou Osama, sem nenhum motivo aparente.
Snape suspirou.
— O que será que é agora?
Harry abriu a porta bruscamente.
— Isso é inadmissível, Dumbledore – disse ele sem rodeios.
— Também acho Harry – falou Minerva – Ou o Snape lava esse cabelo seboso, ou teremos que tomar medidas drásticas...
— Mas por que toda essa implicância com meu cabelo?!
— Não é nada disso... – disse Harry, mas depois ele analisou o cabelo do professor de poções – Mas... sim... isso também... De qualquer forma, o que eu quis dizer é: o Osama não pode ficar!
— Tu também, Harry? – perguntou Dumbledore.
Rony entrou na sala.
— E eu também.
Dumbledore o ignorou totalmente.
— Sua opinião não é relevante – disse o diretor – Você não é famoso como Harry é... Por que você acha que ele tem que sair.
— Ele está criando uma confusão só. Quer transformar a todos nós em terroristas, está tirando nossa nota e deixou todo mundo reprovado...
Infelizmente, essa foi a hora que Gina e Hermione chegaram. Bem a tempo de ouvir a palavra "reprovado" sendo pronunciado.
— Reprovados...? – perguntou Hermione.
— Bom – sussurrou Rony para Harry – Agora vem a aceitação...
— ACEITAÇÃO É O ESCAMBAU! – explodiu a aluna exemplar – EU ESTOU É COM MAIS RAIVA QUE NUNCA!
— Às vezes – admitiu Rony -, após o estágio da depressão, vem mais raiva...
— E você avisa isso agora?
Nessa hora, Bin Laden chegou na sala.
— Vocês não poder fugir da aula assim...
— VOCÊ QUER BOMBAS, BIN LADEN?! – perguntou Hermione – POIS EU LHE DAREI BOMBAS!
A garota conjurou um montes de TNT usando magia de transfiguração tão avançada que a própria McGonagall ficou orgulhosa.
— EU VOU EXPLODIR A SUA VIDA!
— Senhorita Granger – pediu Dumbledore -, por favor se acalme.
— ENTÃO DEMITA-O!
— Sim, sim, tudo bem – disse Dumbledore – Senhor Bin Laden, infelizmente eu tenho recebido muitas queixas suas recentemente. O senhor está demitido.
— O quê?
— Não entendeu? – esbravejou Hermione, adorando cada segundo daquele momento — Está no olho da rua! Com uma mão na frente e outra atrás! Entendeu agora?!
— Não poder me demitir! Eu ser Bin Lande, o próprio!
— Na verdade – disse Snape – Ele não só pode, como demitiu.
Osama fechou a cara.
— Então vocês quer guerra, hã? Guerra vocês vão ter – e abriu o casaco, revelando as dinamites que já havia mostrado na aula –Eu vou explodi todo esse colégio aqui agora mesmo!
Dessa vez, foi Dumbledore quem fechou a cara.
— Bin Laden – disse ele sério – Eu posso admitir que ponha a vida dos meus alunos em risco, mas a estrutura do colégio não!
— E você é quem vai me impedir? Eu vou explodir tudo!
— Sabe – disse Dumbledore – Quando se trata de "explosão" ninguém me supera...
O diretor levantou-se calmamente e começou a puxar seu enorme robe.
— Oh, céus, Dumbledore – falou Minerva –Não me diga que você também esconde bombas aí debaixo...
Mas quando ele terminou de tirar o robe, todos puderam ver que o que ele tinha ali debaixo era muito pior que bombas... Era... um maiô lilás...
— Agora o bicho pega... – disse o diretor.
E então ele começou a fazer uma performance de Grenade do Bruno Mars. E, como a própria música diz, de tempos em tempos ele ia transfigurando objetos de sua sala em grandes granadas, prontas para explodir. Quando terminou sua dança e canto, a sala parecia um arsenal de guerra, de tantos explosivos que tinha ali dentro.
— Então, Osama – esnobou o diretor – Quem é que é o melhor bombardeiro agora? Tem certeza de que quer me enfrentar?
— Vocês ser tudo louco! – disse ele e explodiu uma bombinha de fumaça no chão. Quando a fumaça se dissipou, puderam ver que Bin Laden havia fugido.
— Bom, acho que ele não vai nos incomodar mais...
— Agora, vamos ao outro assunto sério que deve ser tratado – disse Minerva – O cabelo de Snape...
— PELOS CÉUS! CALEM A BOCA!
— Obrigado, Dumbledore – disse Harry – Você pode ser bem idiota às vezes, mas tem horas que acerta...
— Obrigado – disse o diretor alegremente – Eu acho...
— E, Dumbledore – começou Snape.
— Sim?
— Se lembra daquela coisa que eu te falei sobre o pouco respeito que seus alunos têm por você?
— Sim...
— Pois é, você acabou de explodi-lo com essa dança...
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