Não É Um Pedaço Do Paraíso
30 Capítulo 30
Notas iniciais
Tô sem sono, então resolvi virar a noite pois já já tenho aula -,-
ERROS ERROS E MAIS ERROS esse capítulos contém muitos erros.
E porfavor não chamem a Maryna de puta nesse capítulo !
Boa Leitura.
POV's Marry.
Ficar ali deitada com ele era a única coisa que eu precisava, e infelizmente não vô poder mais te-lo aqui perto de mim, ele não é apenas meu namorado, ele também é meu amigo, um amigo que me ajudou muito, agora eu preciso aprender a lidar com tudo isso sozinha.
-Tá com fome amor ?
-Acho que não. -me sentei na cama.
-Tem certeza, você não comeu nada o dia todo.
-Sério, tô sem fome.
-Não fica assim. -ele passou a mão no canto do meu rosto. -Vamos lá pra sala, vô pedir pizza.
-Vô ficar aqui. -cobri a cabeça.
Ele saiu do quarto e eu vi que tinha varias mensagens do meu pai e dos meninos, mais eu só queria ficar ali com o Kleber, outra hora eu explico tudo pra eles.
Sai da cama e fui para a sala, vi que o Kleber estava na de costas para a escada, desci e passei minhas mãos pela cintura dele.
-Obrigado. -ele desligou o telefone. -Achei que ia ficar lá em cima.
-Lá não tem nada pra fazer. -fui para a cozinha. -Quero suco de laranja.
-Você vai fazer eu espremer laranja Maryna ?
-Porfavor. -me sentei no balcão.
-Tem refrigerante. -ele ficou entre as minhas pernas.
-Mais suco de laranja é melhor.
-Tá. -ele se virou e pegou algumas laranjas e começou a corta-las.
Fiquei observando ele de costas e dei um pulo do balcão e abraçei ele por trás e coloquei minha cabeça nas costas dele.
-Como é bom poder te sentir. -suspirei.
-Digo o mesmo. -ele se virou e me empurrou para o balcão.
- Então diga que não vai me esquecer.
-E quem disse que eu vou ?
-Bom mesmo. -sorri.
Ficamos ali no balcão nos beijando, e senti que as coisas estavam começando a esquentar então parei o beijo.
-Vai lá terminar de fazer o suco. -o empurrei.
-Poxa.
-Kleber ...
-Fala.
-Eu acho que tem alguém na porta.
-Você acha ? -irônizou.
-Vai lá abrir.
-Calma. -ele limpou as mãos.
Desci do balcão e fui arrumar os pratos na mesa.
-Pronto. -ele colocou a caixa em cima da mesa.
-Tô arrumando, não ta vendo ?
-Tô. -ele me deu um beijo na bochecha.
Depois de ficar meia hora enrrolando pra comer eu fui lavar a louça e adivinha, quando eu estava limpando a pia o desgraçado do Kleber veio e me jogou um copo de água em cima de mim.
-V.I.A.D.O. -me afastei..
-De nada.
-Corre Kleber, corre se não você vai morrer. -ele correu. -Você acha mesmo que eu vô correr ?
Fui para o quarto procucar alguma camiseta, abri o quarda-roupas e estava tudo jogado.
-Passar a roupa é legal as vezes viu. -gritei.
Peguei uma camiseta do AC/DC e fui para o canto do quarto me trocar.
-Você é tão linda. -Kleber parou na porta do quarto.
-Não faz piada. -tirei a camiseta de costas para ele.
-É sério. -ele me puxou pela cintura.
-Deixa eu terminar de me trocar porque ta frio.
-Vem aqui. -ele me puxou para a cama.
-Tarado. -ri.
-Seu tarado.
-Kleber. -suspirei. -Acho melhor eu ir pra casa.
-Porque ?
-Porque já já os seus pais vão chegar.
-Eles estão viajando, e a Lacey tá na casa do Jojo. -ele ficou por cima de mim. -Fica aqui essa noite ?
-Acho me-melhor não. -ele mordeu a minha nuca.
-Por mim ? -ele passou a mão na minha coxa.
-Por nós, eu não quero que você vá embora, eu eu fizer isso vô querer que você fique, então porfavor.
-Marry, porque esse assunto agora ?
-Porque eu não quero me iludir sabendo que você não vai voltar. -me sentei na cama e coloquei a camiseta.
-Mais ...
-Kleber, por mim, por você, por nós, essa ilusão não vai adiantar.
-E você acha que eu não te amo ?
-Kleber porfavor. -coloquei minha cabeça no ombro dele. -Eu te amo, e saiba que eu nunca disse pra ninguém com tamanha vontade.
-Acho melhor eu te levar pra casa né ? -ele sorriu fraco.
-Pode deixar que eu vô sozinha, quero pensar.
-Mais já ta tarde.
-Eu sei, me leva até a porta ?
-Sim. -ele se levantou.
Peguei algumas coisas minhas que estavam em uma sacola fui para a sala.
-Vai ser a última vez que eu vô te ver ? -perguntei abrindo a porta.
-Isso só depende de você. -ele tentou sorrir.
-Posso pedir um abraço ?
-Vem aqui. -joguei a sacola no chão e o abraçei, e novamente não consegui conter as lagrimas.
-Vou te ver amanhã ? -ele perguntou.
-S-sim ! Você sabe que eu quero o seu bem né ? E só estou saindo por causa disso.
-Eu sei. -senti uma lágrima no meu ombro direito. -Apartir de agora nada de lágrimas certo ? Vamos aproveitar esse ultimo mês.
-Sim. -sorri.
-Até amanhã. -ele me deu um beijo na bochecha.
Me virei e ouvi a porta sendo fechada, espera ai, bati na porta.
-Esqueceu alguma coisa ? -ele abriu a porta.
-Sim, disso. -o agarrei ali e vi que ele ficou surpreso mais logo me puxou pra dentro.
-Achei que você não ia voltar. -ele me deitou no sofá.
-Eu preciso de você ! -arranhei as costas dele.
-Eu também. -ele começou a tirar a minha camiseta me deixando semi-nua. -Vamos para o quarto ?
-Ahãan. -coloquei minhas pernas na cintura dele e subimos.
-Você é tão perfeita. -ele me colocou na cama.
-Você sabe que com isso vai ser a última vez que eu vô te ver né ?
-Mais ...
-Você sabe né ? -insisti.
-Então acho melhor você ir. -ele se levantou.
-Foi oque eu imaginei. -suspirei e fui até o quarda roupa dele. -Vô pegar putra camiseta ok ?
-Só não pega a da ...
-Não acredito. -gritei. -Você a camiseta da Fresno e não me contou ?
-Essa não. -ele puxou a camiseta.
-Essa sim ! -puxei de volta.
-Ela é a minha preferida. -ele fez bico.
-Vamos ver se ela vai ficar bonita em mim. -coloquei a camiseta. -Só falta alguns detalhes, cade a tesoura ?
-Nem sonhando que você vai cortar ela.
-Você acha que eu vô me lembrar de você como ?
-Isso é golpe baixo.
-Eu sei. -ri pegando a tesoura.
Fui para o banheiro e com um pouco de dificuldade cortei a camiseta.
-E então ? -fui para o quarto.
-Ficou feia.
-O cu. -fechei a cara. -Agora eu tenho como me lembrar de você sempre.
-Tão folgada, tão linda. -ele me abraçou.
-Deixa eu ir porque amanhã a gente tem um dia longo certo ?
-Sim. -ele suspirou. -Você vai ir pra casa né ?
-Não sei.
-Como assim não sabe ?
-Não quero ir pra casa, só isso.
-Maryna, já é tarde, cria juizo.
Fui para a sala e peguei a sacola que agora estava no canto da porta.
-Tchau. -sai de lá com o coração na mão, mais nem olhei para trás, eu só sei que não queria ir pra casa, fiquei andando um pouco até que me lembrei.
-Brian, isso ! -susurrei.
Fui até o apartamento do Brian, não sabia se ele estaria lá, mais não custa tentar certo ?
[...]
-Olá, posso ajuda-la ? -o porteiro perguntou.
-Sim .. é posso ir até o apartamento do Sr.Brian ?
-Só vô deixar a Senhorita subir pois já te vi aqui. -ele sorriu. -Pode entrar.
-Obrigado.
Fui direto para o apartamento do Brian, eu só queria um lugar pra ficar sozinha e sei que se eu pedir ele vai me deixar lá.
-Brian ? -bati na porta. -Brian tá ai ? -insisti.
Fiquei esperando por um tempo e vi que não tinha ninguém, então fui atrás de uma chave reserva.
-Cadê você chave bonitinha ? Vem aqui com a Titia Maryna vem. -sim eu estou louca.
-Achei. -disparei um sorriso assim que peguei a chave em cima da porta.
Entrei no apartamento e vi que não tinha ninguém, então fui para o quarto e me deitei na cama e começei a chorar.
POV's Syn.
Depois de passar a tarde toda gravando o nosso primeiro CD, sim, o Avenged Sevenfold está dando certo, depois de ficar lá no estúdio resolvemos ir comemorar, ficamos bebendo até mais ou menos 22h30, foi ai que eu resolvi ir para o meu apartamento, Jessy queria vir junto mais eu consegui enrrolar ela.
Depois de uma boa caminhada até o condomínio eu cheguei, estava todo quebrado com uma dor de cabeça enorme.
Cheguei na frente do meu apartamento e peguei a chave, tentei virar a própia para abrir a porta mais não deu certo, foi ai que eu vi que a porta esva aberta.
-Porra eu deixei a porta aberta ? -susurrei entrando no apartamento.
Tranquei a porta (e sim confirmei cinco vezes para ver se estava trancada mesmo) e fui para o banheiro, depois de tamar um belo de um banho fui para o meu quarto, eu ainda estava meio tonto então estava me apoiando em tudo que estava na minha frente, quando finalmente cheguei na cama senti que agarrei em uma perna então começei a gritar.
-Meu Deus, oque é isso ? Sai dai demônio. -sim eu estava assustado e bebado.
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. -alguém se levantou. -Quer me matar do coração Brian ?
-Ma-Maryna ? Oque está fazendo aqui ? E como conseguiu entrar ?
-A chave em cima da porta. -ela se sentou.
-Esperta, mais há que devo a honra de ter você aqui no meu apartamento ? -me joguei na cama.
-Acho que você não vai querer saber. -ela suspirou.
-Você terminou com o Kleber ? Obrigado Deus. -levantei as mãos.
-Isso faz piada. -ela começu a chorar.
-Desculpa, eu só estava brincando. -me sentei ao lado dela. -Oque aconteceu ?
[...]
Depois que ela me contou tudo eu não sabia se ia lá na casa do desgraçado bater nele ou se a baijava, pois sim, eu ainda gosto dela, mais sei respeita-la.
-Vem aqui. -coloquei a cabeça dela nas minhas pernas e fiquei fazendo carinho.
-Porque sempre comigo Brian ? Porque ? -ela começou a chorar denovo.
-Eu achei que você não gostava tanto dele. -suspirei.
-Eu amo ele Brian, amo mesmo.
-Eu sei pequena, eu sei. -porque ela não pode me amar ?
-Brian ... Quero uma garrafa de vodka.
-Fala sério ? -ri. -Eu sei que você não bebe.
-Mais eu quero beber ué. -ela se levantou. -Quero esquecer ele por uma noite.
-Tem certeza ?
-Ahãan. -fui até a cozinha e peguei uma garrafa de vodka e dois copos.
-Vem com a mamãe vem meu amor. -ela pegou a garrafa da minha mão e em uma golada só ela bebeu quase a metade.
-Eu também quero. -peguei a garrafa bebendo o líquido.
[..................]
Já era 3h30 da manhã e a Maryna estava dançando em cima da cama mais bebada do que eu.
-Vem vamos dormir. -a puxei.
-Não...eu...quero...beber...mais.
-Você não vai beber !
-Eu...preciso...beber. -ela se jogou em cima de mim.
-Vô lá pegar o cobertor. -tentei levantar.
-Brian...você...é...tão...lindo.
-Eu você está tão bebada.
-É...sério...você...é...tão...lindo.
-Vo lá pegar o seu cobertor. -tentei me levantar novamente.
-Não. -ela fez birra e me beijou.
-Não me atenta garota ou eu não vo responder por mim.
-Só me beija. -peguei ela pelo pescoço e voltei a beija-lá, mais não era um beijo calmo e sim um beijo com desejo, um beijo de desespero.
-Briaan. -ela gemeu assim que sentiu o meu membro encostando em sua coxa.
Começei a beijar o pescoço dela, mais agora era com cuidado, e a cada beijo ela gemia o meu nome, e isso me deixava mais louco ainda.
-Tem certeza ? -perguntei tirando a camiseta dela bem devagar.
-Sim. -com o maior cuidado deitei ela na cama e fiquei em cima dela.
-Você é tão perfeita. -passei a mão pela barriga dela.
-B-Brian. -ela grudou no meu pescoço. -E-eu preciso disso.
-Eu também. -começei a tirar a calça dela deixando até o joelho, que com um pouco de dificuldade ela terminou de tirar.
Comecei a deixar chupões pela barriga dela, e não me importava com a dor dos puxões de cabelo.
-Não vô perguntar denovo, tem certeza ? -susurrei.
-Eu preciso. -dito isso tirei a minha bermuda ficando só de cueca box preta.
-Vem aqui. -ela girou e ficou por cima.
-Ui, ela gosta de comandar.
-Shiiiu. -ela colocou o dedo na minha boca. -Você é muito canalha.
-Hã ? -me assustei.
-Você sabe que eu estou sofrendo, então resolveu me enbebedar e abusar da minha pessoa. -ela riu arranhando a minha nuca.
-Isso ai. -apartei a cintura dela.
Comecei a beija-lá novamente e dessa vez fui com calma, subi minhas mãos até o sutiã dela e tirei o própio de uma vez só, e vi que ela corou.
-Hey, não precisa ficar com vergonha, você é linda. -levante o rosto dela.
Rolei na cama novamente e peguei um preservativo que estava no criado mudo, tirei a minha cueca box e entreguei o preservativo para ela.
-Você não acha que eu vou colocar né ? -ela riu.
-Pega !
-Não. -coloquei o preservativo sozinho, é, eu sofro na mão dela, e voltei a beija-la, mais agora minha mão esquerda estava no seio dela, enquanto a outra puxava o cabelo da própia.
-Tem certeza ? -começei a tirar a calçinha dela.
-Briaan -ela gemeu novamente.
-Eu te amo. -dito isso começei a penetra-la e senti as unhas dela cravadas nas minha costas.
-Ai.
-Está doendo ? -encostei minha testa na dela.
-Não...continue.
Começei a fazer os movimentos de vai e vem bem devagar.
-Passou a dor ?
-Sim. -senti ela cravando mais as unhas nas minhas costas.
-Mais rápido. -ela gemeu.
-Sim senhora. -aumentei a velocidade. -Ma-maryna. -girei na cama e fiz com ela ficase em cima de mim novamente, precionei minhas mão na cintura dela e fiz movimentos de sobe e desce.
Não demorou muito para chegarmos ao ápice, e então ela se deitou ao meu lado.
-E então ? -perguntei com um sorriso.
-Isso é muito bom. -cobri ela com o cobertor que estava na cama pegamos no sono.
Notas finais
Tentei me basear em algumas fics aqui (não copiei !!!!!!!!!!!! )
Reviews ?
Fale com o autor