Notas iniciais
Aviso: a partir daqui, o drabble se aprofundará em temas gatilho, como alcoolismo, relações tóxicas e famílias desestruturadas. Se isso te incomodar demais, dê uma pausa na leitura. Não tem problema. Volte no final do mês quando a conclusão já estiver disponível. Estou muito feliz em ter vários leitores, mas a última coisa que quero é deixá-los mal. Um grande beijo!

— Tia, pelo amor de Deus — disse Maíra —, você não pode arrumar briga na porta da escola!

Daiara continuou a jogar videogame.

— Eu não fiz nada — resmungou. — O moleque que era escandaloso.

— Ela só ameaçou e o Eduardo começou a chorar — contou Maicom, arfando de rir.

— Qual Eduardo?

— Eduardo... Vileza?

— Vilela.

— Isso.

Maíra estremeceu. Eduardo Vilela tinha uma mãe barraqueira. Se ela viesse tirar satisfação com Daiara, o embate estaria armado. Merda. O conselho tutelar descobriria e estariam perdidos!

— Vou pedir desculpa para ele — decidiu Maíra, talvez ajudasse.

— Por quê? — questionou Daiara.

— Porque não aguento mais confusão, tia! Não entende?!

Notas finais
Palavra-chave: vileza