Não Posso Mais Negar... #nalu
3 Capítulo 3
A festa continuou por um bom tempo, ficamos o dia todo na guilda. Cana passou o dia todo bebendo e mesmo assim não aparentava está bêbada...Como consegue???
Já era umas 22:00, alguns estavam deitados na mesa, a guilda estava esvaziando, Natsu estava em uma discussão com Gajeel e Gray.
Mira se aproximou.
-Então Lucy...Pretende perder a virgindade logo?
-Nossa, Mira-san, não fale assim! -Ruborizei.
-Desculpa, sou um pouco direta. -Mira sorriu.
-Um pouco? -brinquei.
-Me responda...
-Bom...Não vou negar que meu corpo deseja o Natsu...
-Só o corpo? -Mira perguntou, apoiando-se no balcão.
-...Meu coração também...
-A única coisa que te impede é o medo, Lucy...
-S-Sim...
-Não precisa ter medo, você sabe que Natsu nunca iria te machucar... E que ele não irá fazer nada que você não queira.
-Aí é que está... Eu quero muito!
-Então não prive esse seu desejo, Lucy. -Mira piscou para mim.
-O que me sugere?
-Hum...-Mira estava pensativa.-Que tal uma missão?
-Uma missão?
-Sim, apenas vocês dois...
-Nós dois e o Happy...
-Ah, é verdade... Vou tentar segurar o happy aqui comigo.
-Acha que consegue?
-Por que não?
-Bom... Então tá!
Fui até o quadro de pedidos e fui ver uma missão quer chamasse a minha atenção, até que me deparo com uma:
"Preciso de magos que façam um show de magia para os netos do Rei.
Pagaremos 20000 Jewel."
-Hum...Essa parece ser uma missão bem simples. -Falei.
-Se decidiu? -Perguntou Mira, com a lista de missões.
-Sim, vou ficar com essa!
-Essa é perfeita para vocês! -Disse Mira, piscando.
Peguei a missão e fui avisar a Natsu.
-Uma missão? Certo! Vou chamar o Happy..
-Ha-Hai...-Espero que a Mira-san tenha conseguido despistar o Happy.
-Nee Happy! Vamos em uma missão? -Natsu perguntava para Happy.
-Gomen, Natsu. Mas hoje vou sair com a Charles.
-HEEEH? Vai deixar de ir em uma missão comigo e com a Lucy?
-Sim, aproveitem e se peguem a vontade por lá.
-URUSAI NEKO! -Gritei lá do fundo.
Happy segurou o sorriso com a mão novamente.
Gato idiota...
Bom, pelo menos tudo tava ficando como eu imaginava.
-É melhor vocês pegarem o próximo ônibus das 23:00. -Disse Mira.
-Certo, tá quase na hora! Vamos, Natsu?
-Vamos, Lucy.
Chegamos na estação de trem de Magnólia, nos acomodamos no trem, e assim que o mesmo começou a partir, Natsu ficou enjoado de novo.
-Você está bem, Natsu? -Perguntei, sabendo que ele estava horrível.
-E-Eu a-acho que... gullh..-Natsu estava vomitando pela janela.
Suspirei.
Como ele é fraco com transportes...
Assim que ele parou de vomitar, fiz ele apoiar a cabeça em minhas pernas, para descansar. Comecei a fazer cafuné nele, mas ele continuava enjoando.
-Eu quero um...guhl...um travesseiro. -disse Natsu.
-Eu não trouxe.
-Oh merda... guhl...
Fiquei com pena do Natsu, apesar de tudo. Até que tive uma ideia... Não, é muito embaraçoso... Mas preciso, pelo Natsu.
-Nee natsu.
-O que? -Natsu estava segurando o vômito
-Apoie-se no meu peito.
-Uhii. gurhl,.. Tem certeza? -Não sei se era impressão, mas acho que natsu ficou empolgado.
-Sim. -Corei.
Ajudei Natsu a se levantar e apoiei a cabeça dele em meus seios, deitei um pouco, pra ficar mais confortável para ele.
Era boa a sensação de ter ele apoiado em meus seios, de uma certa forma...
Ainda bem que ele não conseguia ver o quanto eu estava corando nesse momento.
-Nee Lucy...
-O que?
-Seus seios são bem melhores que travesseiro.
Minha face entrou em chamas nessa hora.
-C-Calado, volte a descansar! -Falei.
Não demorou muito e Natsu adormeceu sobre meus seios.
[...]
Depois de 3 horas de viagem, finalmente chegamos ao nosso destino, na cidade chamada Era.
-Natsu, acorde! -Falei, dando uns tapinhas na sua cabeça.
-Ham? Já chegamos? -Ele estava sonolento.
-Sim, vamos!
-Hai.
Saímos do trem e fomos direto para o castelo do rei, confirmar nossa missão.
-Então, magos da Fairy Tail, tudo o que precisam é fazer a diversão dos netos do rei.
-Certo!
Nos apresentamos para as crianças, Natsu cuspia fogo e o mesmo se formava em desenhos de coelhos. As crianças estavam adorando.
Eu chamei Lyra para tocar uma música para elas. Chamei Virgo, Aries para fazerem uma dança engraçada. Invoquei Aquarius na grande fonte que tinha no jardim, a mesma ficou com raiva de mim, mas fez uns truques legais na água.
Todas as crianças ficaram maravilhadas.
Depois que nos pagaram, fomos nos registrar em um hotel, afinal, ir embora estava fora de cogitação.
Depois de registrar, fomos para o nosso quarto.
-Eu sempre gostei de me hospedar em hotéis. -Disse Natsu.
-Por que?
-São diferentes de casa, é bom sentir essa sensação...
-Você é estranho...-Falei.
Natsu sorriu e se jogou na cama.
-Nee Natsu, vou tomar um banho!
-Certo!
Mergulhei na banheira... Eu estava nervosa.
Fiquei uns 20 minutos e então sai.
-Pode ir agora, Natsu!-Falei, saindo do banheiro.
-Tudo bem!
Natsu entrou no banheiro, coloquei um vestido de dormir. Ele era branco, de seda, com um lacinho preto na parte do pescoço, e era um pouco...curto.
Penteei meus cabelos, e me deitei na cama.
Alguns minutos depois, escuto a porta do banheiro sendo aberta, olho por debaixo do pano discretamente e vejo Natsu coberto apenas pela toalha. Seu abdômen exposto, com gotas de água descendo... Que visão!
-Ainda está acordada? -Natsu perguntou, enquanto se trocava.
-...Ha-Hai..-respondi, ruborizada.
-Olha, não precisa se preocupar, não vou fazer nada com você, sendo que você não quer.
-...E você quer?
-Claro! Mas o que importa é você...
-Eu quero, Natsu! -Falei, com confiança na voz.
Percebi a surpresa de Natsu.
-..É sério?
-S-Sim...-ruborizei, como sempre.
Natsu se aproximou da cama. Ele não havia se vestido completamente, estava sem a blusa. Me levantei da cama, e encarei ele.
Natsu acariciou meu rosto, e a cada toque dele eu ficava mais quente, eu conseguia sentir as chamas de seu desejo.
-Nunca senti isso de você antes. -Falei, segurando a mão dele.
Natsu não respondeu nada, apenas selou um beijo em meus lábios, que foi se intensificando a medida em que o tempo passava, ate nos separarmos por causa do ar. Natsu, no entanto, não parou e continuou a distribuir beijos pelo meu pescoço.
-N-Natsu...-Enlacei minhas mãos em sua nuca, o puxando mais para mim.
-Sua pele tem cheiro natural de baunilha. -Disse Natsu, em meio aos beijos.
Sorri, então o puxei para trás, para que nos encarássemos, e então o beijei com fervura e paixão.
Eu tocava sua barriga bem definida, cheia de músculos... O corpo do Natsu era perfeito, um verdadeiro Deus Grego.
-Não é justo eu ser apenas o "sem blusa" daqui! -Disse Natsu, removendo meu vestido com uma certa "brutalidade" logo em seguida.
Como eu estava sem sutiã, Natsu ficou um tempo admirando meus seios, cheguei a pensar que ele tinha paralisado.
-Natsu? -Chamei sua atenção, estalando os dedos.
-S-Sim? Desculpe.
Natsu me empurrou para a cama, ficando sobre mim logo em seguida. Abocanhou meu seio esquerdo sem piedade, e massageou o direito, brincando com os mamilos. Era uma sensação ótima, eu arfava, e gemia muito. Depois ele mudou de seio, fazendo o mesmo que estava fazendo com o outro.
Depois de mordiscar, chupar, lamber e sugar meus seios, Natsu desceu os beijos para a minha barriga, e logo em seguida arrancou minha calcinha com os dentes.
Onde ele aprendeu a ser selvagem assim??
-Lucy... Você é ainda mais linda sem roupas...-Sua voz estava rouca. Que Natsu é esse??
Natsu começou a massagear meu clitóris com os dedos, em seguida começou a fazer movimentos com a língua. Eu arqueava de prazer, coloquei minha mão em sua cabeça e puxava ele mais ainda para mim. Eu estava sendo consumida pelo prazer.
Depois de 3 minutos, senti minhas pernas tremerem... Tive meu primeiro orgasmo.
Natsu subiu rapidamente e distribuiu mais beijos em meus seios, logo em seguida me encarou. Eu não ia ficar parada apenas vendo ele fazer tudo, tirei a calça dele e joguei para um canto qualquer do quarto. Vi seu membro, já ereto, roçar em minha coxa.
-Tá esperando o que, Natsu? -Minha voz estava um tanto...sensual?
Natsu não hesitou e me empalou com força. Se doeu? Óbvio, isso dói mais do que 30 socos ao mesmo tempo. Natsu beijava meu pescoço, e estava parado dentro de mim, até que eu me acostumasse com a dor. Depois de um tempo, ele começou com suas estocadas, que iam acelerando na medida em que o tempo passava.
Estávamos suados e ofegantes, o cheiro do sexo estava se alastrando pelo quarto. Até que chegamos ao ápice juntos.
Continua...
Notas finais
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