Notas iniciais
Olaaaaaaaar.... Bom... Eu não faço ideia do que escrever aqui em cima pra deixar essa história mais interessante *chora* E também, essa é a minha primeira fanfic/livro/história que vai ser realmente postada e levada a sério (a primeira que eu fiz foi só uma one-shot, então nem se compara com o trabalho que eu tô tendo com essa aqui~) então, se eu cometer algum erro de escrita ou qualquer coisa, por favor avisem :'D Críticas construtivas são sempre bem vindas ^^ Então... Aproveitem o capítulo ♥ PS: Ixtou com vergonha, socorr

ENTRE DEUSES E REIS

“Em um reino distante, a centenas de anos, quando os gigantes dragões ainda sobrevoavam os nossos céus, houve uma terrível guerra que assombrava as terras da nossa amada Scardia.

Duas das grandes nações existentes lutavam entre si para obter o poder que a humanidade tanto almejava desde o início da existência.

A simples demonstração de grandeza corrompia o coração de seus líderes, levando seus guerreiros a lutarem bravamente em busca de reconhecimento, para então conquistarem cada vez mais e retornarem com vitória para garantir as bençãos de seus deuses.

Os exércitos inimigos estavam em grande vantagem, pois possuiam homens e batalhões extremamente poderosos e treinados, além de algo que definitivamente garantiria sua vitória: os pactos com os deuses do submundo, que os concederam o poder de lutar ao lado dos terríveis demônios que assombrava aquele mundo coberto de trevas e caos.

Desesperados em busca de uma forma de acabarem com aquele conflito de enorme desvantagem, uma família que prezava por sua fraternidade e por seu povo, desejando o fim daquelas perdas incessantes, imploraram a benção da deusa Nyx, a mais poderosa dos deuses da luz, aquela que se manifesta a nós como nosso sol, que os concedessem a capacidade de acabar com toda aquela carnificina. A misericordiosa deusa, vendo o desespero e a sinceridade no coração daqueles que lhe intercedem por misericórdia, deu-lhes o poder que tanto almejavam: deu-lhes o seu verdadeiro poder.

E a partir daquele momento, os humanos conheceram aquilo que nunca deveriam ter descoberto. A maldição e a benção da humanidade: a magia.

Synesthia, o mais sensato e filho preferido de Vanheim, tendo recebido créditos da deusa por considerá-lo digno do seu poder, recebeu da deusa o poder supremo que ela poderia os oferecer: a Lágrima de Nyx. Uma lacrima em forma de cristal que lhe concederia a habilidade de dar aos outros um pouco de sua magia, fazendo assim com que pudessem equilibrar e ensinar aos outros o valor do poder entregue a humanidade.

Dystophilia, única filha de Vanheim, por sua completa devoção a deusa, recebeu total afeição de Nyx, que lhe concedeu o cetro da Ascensão, sua principal arma, além de ser escolhida como sua devota a partir daquele momento, atuando entre os humanos como sua avatar, aconselhando e olhando pela humanidade pela deusa.

Kallistien, o filho mais novo, por seu aspecto protetor e cuidadoso, recebeu da deusa o Escudo de Atlas, que, juntamente com a lacrima de Nyx, dava ao mesmo poder para criar grandes escudos mágicos que poderia protegê-los dos demônios e de seus inimigos facilmente.

E Yohtunheim, que poderia até ser julgado como o contra parte de Synesthia, recebeu a Esfera das Almas, jóia que a deusa confiou a ele para que a usasse para selar as almas dos demônios e dos humanos que negaram sua devoção aos deuses da luz. Mesmo que Nyx tenha visto certo desvio por parte do mesmo, ela acreditou que ele poderia usá-lo da forma correta.

Mas às vezes, até os deuses cometem erros.

Abençoados com esse novo poder, eles assumiram a frente da batalha.

Passaram seus aprendizados e suas novas habilidades mágicas para os demais guerreiros de seu exército e assim, conseguiram equilibrar os níveis de poder para com seus aliados.

Com habilidades até então desconhecidas, a união de suas forças fez com que vencessem a batalha, ganhando a vantagem de imediato.

E dessa forma, venceram a guerra.

A nação inimiga viu sua derrota diante dos seus olhos, e o que presenciaram era inimaginável.

O que eles eram, afinal? Semi-deuses? Não, mas certamente não poderiam ser humanos.

Temendo serem totalmente dizimados, admitiram sua derrota, seguidamente implorando por misericórdia em troca de rendição.

A guerra havia acabado. A era da escuridão havia acabado. As inúmeras perdas haviam se dissipado.

O mundo finalmente havia alcançado a paz.

Ou era isso que eles esperavam.

Pela conquista da vitória adquirida por seus descendentes, os filhos de Vanheim agora herdariam todo o território, sendo assim, as terras foram divididas igualmente entre os quatro filhos e aos seus fiéis súditos. Porém, não foi dessa forma que ocorreu.

O pai, temendo as atrocidades cometidas por seu filho Yohtunheim durante as batalhas, decidiu guardar sua parte para quando o filho tivesse discernimento para guiar uma nação, algo que não foi bem aceito pelo mesmo.

Yohtunheim lutou para merecer o poder, mas seu pai viu a ganância e a inveja em seu coração.

Revoltado, Yohtunheim uniu seus seguidores e planejaram uma rebelião, e com sucesso em seu plano, tirou a vida de seu pai para obter o que era seu por “direito”.

Seus irmãos souberam de seus atos, e inicialmente, tentaram de todas as formas perdoar seu irmão por sua atitude, por talvez compreenderem seu estado naquele momento, mas isso se mostrou impossível vendo que o mesmo tirara a vida de seu pai com suas próprias mãos.

Mesmo não o perdoando, os irmãos resolveram deixá-lo com aquilo que havia possuído, mas mesmo isso já não era mais suficiente para Yohtunheim. Ele queria muito mais.

Desejando vingar-se de sua família, por ter sido injustamente impossibilitado de ter o que era seu, reuniu seu mais novo exército para invadir e tomar de seus irmãos as terras de seu pai, concedida a eles.

E assim se iniciava mais uma batalha, mas dessa vez, era um conflito causado apenas pelo desejo de vingança.

Uma guerra que duraria meses.

Tanta carnificina nunca havia sido presenciada antes na história.

Yohtunheim se mostrou impiedoso, abusava de métodos selvagens e covardes para com seus inimigos.

Eles tinham o poder para derrota-lo, com certeza. Mas não fariam isso com seu próprio irmão.

Yohtunheim não obteve sucesso.

Para acabar com as atrocidades do irmão e evitar novos conflitos, Dystophilia, utilizando o poder de sua deusa, ela criou uma barreira, protegendo-se de seu irmão. Não seria eterna, mas suportaria tempo o suficiente para impedi-lo de entrar em suas terras mais uma vez. Ela amaldiçoou sua linhagem, tornando-a inimiga de todas as nações, fadados ao fracasso causado pelo ódio e a sede de vingança até que Yohtunheim se arrependesse de seus feitos. No entanto, não existia mais o remorso no coração daquele homem, só podia-se ver sua ganância e seu desejo por vingança.

Após ter sido derrotado por seus irmãos, ele voltou para seu reino, porém agora, ele ameaçava voltar ainda mais poderoso e jurou vingança contra seus irmãos, não importava quanto tempo ele levaria para realizar tal feito. Mesmo que aquilo fosse a última coisa que fizesse em vida.

Abusando de todo o poder maligno concedido a si, ele entregou todas as almas que por ele foram seladas para os deuses do submundo como um sacrifício, rogando aos mesmos que o ajudassem com sua vingança, e de fato, foi atendido. Com todo o poder que recebeu, o homem amaldiçoou todos os quatro cantos de Scarnia, assim, sempre que a lua acendesse, os demônios e monstros que assombravam aquelas terras seriam ainda mais fortes e poderosos, agindo como seus guardiões enquanto vivesse, impedindo os irmãos de se aproximarem do mesmo, assim garantindo seu reinado sobre aqueles que o serviam.

Arrasados com o rumo tomado pelo irmão e temerosos pela ameaça feita pelo mesmo, Dystophilia consultou sua deusa, e como mensageira dos deuses, recebeu uma profecia:

“Quando o céu despertar toda a sua luz, e a constelação de Aris se alinhar perfeitamente perante o clarão do horizonte, se erguerá aquele que viu a própria morte e renasceu das cinzas de uma era de guerras. Ele será coroado rei e possuirá o sangue dos quatro filhos de Vanheim. Este será abençoado pelos deuses com o poder de unificar os quatro reinos e abrirá as portas da humanidade para uma nova era de paz e tranquilidade”.

A alma dos três irmãos se tranquilizou. Não haveriam mais conflitos e suas respectivas nações poderiam viver em paz enquanto a maldição pendurasse. Agora só restavam confiar no herdeiro do sangue das quatro nações e aquele que acabaria com aquela calamidade que acontecera em suas vidas.

Só o que podiam fazer era confiar no futuro e fazer dele sua esperança.

Então, alguns milênios depois

O herói da profecia nasceu

Muitos o chamam de príncipe…

Majestade…

Relâmpago escarlate…

Mas eu…



Eu o chamava de pai.

Nunca existiu tamanho poder.

Nenhum outro homem no mundo foi tão poderoso quanto ele.

Mas... nem sempre foi assim...

Uma era termina

Outra começa

Ano de 2177 (1500 anos depois da guerra)



Continua…~

Notas finais
Oi de novo gente :'3 Muito obrigado por terem lido até aqui :') de coração. Se vocês gostou, eu prometo que não vou decepcionar vocês okay? (bom, eu vou tentar -kek) Se tiver alguma coisa que não tá muito legal, por favor me digam ;u; Agradeço desde já aos meus amigos que tão lendo essa história e me deram apoio pra postar :'3 Serião, amu vcs meus lindos Até o próximo capítulo pessoal ^u^/ Fui~