Notas iniciais
Gente, eu queria pedir reviews ok?
A fic tá ficando legal?
Boa leitura :):)

POV: Katy.

– Qualé, Katy! Dá pra parar de chorar, por favor? — pedia Alex.

É, eu estava na minha micro sala, apenas reclamando.

Tudo por causa que vou ficar tanto tempo sem ver Derek.

Eu amo tanto ele...

– Olha, ele vai fazer isso por você! Pensa bem, um dia vocês vão casar, ter filhos, e ele vai sus...

– EU TIVE UMA IDÉIA GENIAL! — exclamei interrompendo Alex.

– Qual?

– E se eu fosse para Berlin com ele? Eu vou trancar a faculdade daqui agora. — disse me levantando do sofá.

– Você pirou? Volta aqui! — exclamou Alex puxando-me pelo pulso e me fazendo sentar no sofá. — Você fai fazer sua faculdade aqui.

– E os meus sentimentos?

– Qualé? Ele vai voltar. — disse Alex.

– Depois de muito tempo.

– Mas vai voltar.

– Você é teimosa.

– Eu sei, mas você também é.

– Vamos nos arrumar para irmos ao restaurante?

– Vamos.

Alex me emprestou um de seus vestidos. O que eu peguei era LINDO! Era da cor dourado velho.

Alex usou um begezinho.

Quando vi, ainda era umas seis horas. Derek vem em trinta minutos.

– Vou buscar Stan, ok? — disse Alex saindo.

– Ok.

Coloquei em Vampire Diares, mas aquele programa não me prendia mais.

Desliguei a TV e fui para a sacada.

Nunca pensei que faria isso. Será essa a última vez que eu vejo Derek?

Espero que não.

Três batidas na porta me tiram da atenção.

Quando fui abrir, era a Sra. McPhill.

Dei um abraço nela e depois entramos.

– Querida, você está bem? — disse se sentando no sofá.

Me sentei, passei a mão por uma mecha do meu cabelo e continuei:

– Não, Sra. McPhill, Derek vai pra Berlin. E como é que eu fico? E se eu não ver mais ele?

– Para de inventar bobagens, Katy! Vocês vão se ver denovo!

– Aé! Como? Pela tela do computador ou celular? Eu tô fora, eu quero ir com ele para Berlin.

– Não, a senhorita não vai mesmo. Vai ficar aqui, até concluir a sua faculdade.

– Por que?

– Você tem futuro, Katy. Acredite em mim: ele volta. Ele volta para você. Ele pode fazer contato com você por telefone, computador, por tudo o que for necessário. Querida, ele é homem! Ele precisa fazer a faculdade!

– Eu sei.

Ela respirou fundo e passou a mão no meu rosto.

– Você consegue fazer isso? — perguntou-me.

– Não sei, mas vou tentar.

– Vou estar torcendo por você. — disse ela após respirar fundo. — Você está linda, vá ao restaurante e comemore o Natal com ele. Apenas aproveite, querida. — dizendo isso, ela se levantou e me deu um beijo na testa antes de sair.

Ela tinha razão: estava sendo dramática demais.

Mas se ela soubesse o quanto eu amava o Derek.

Me levantei do sofá e fui para a sacada.

Fiquei lá, apoiada, vendo os carros e as pessoas passar.

Fiquei lá tanto tempo, que a noite chegou para meu desperdício.

– Hey! Katy? Vamos, linda? — perguntou-me Alex entrando.

Me virei e fui em direção á ela passando a mão no cabelo.

– Você tá pronta? — perguntou-me quando eu passei perto dela.

– Tá faltando alguma coisa que eu não passei ou coloquei?

– Não é nesse sentido que eu perguntei.

– Ah... eu tô. Afinal, a vida é assim né?

Ela perguntou no sentido tipo: "Você está pronta para a sua última noite com seu namorado? O cara que você ama mais que sua própria vida?".

Ela sorriu para mim e descemos pelo elevador.

– Hey! Onde está Stan? — perguntei, me lembrando dele agora.

– Ele tá na recepção.

– Ah...

Esperamos um tempinho e o elevador se abriu.

Ando mais um pouquinho e vejo ele... É, o babaca do Kyle.

Acho que eu devia ser mais maleável com o cara. Poxa, as pessoas mudam, não é?

Me aproximei, cumprimentei todo mundo, inclusive, Derek estava junto. Quando vi ele, apenas deixei todos eles para trás e vi a Sra. McPhill piscar para mim.

Entramos em um taxi e fomos para um restaurante MUITO chique. Além do mais, para a minha surpresa, ele não estava lotado, estava até que... meio vazio.

No restaurante, eu e Derek nos sentamos em uma mesa separada, á direita de um casal.

Eu tinha que aproveitar muito bem esse último encontro.

POV: Kyle.

– ACORDA VAGAL! — berrou Stan abrindo a porta do meu quarto.

– Ah, me deixa dormir, cara! — exclamei colocando a coberta em cima de mim.

– Se você não levantar exatamente em dois segundos eu vou jogar esse balde cheio de água gelada em você.

Levantei na hora.

– Ok, ok... Que diabos vocês querem? — exclamei após me sentar na cama.

– Precisamos limpar a casa! Hoje é Natal, Soneca! — disse Stan em um modo brincalhão.

– Poxa cara! Limar a casa no Natal?

– Não reclama, bundão.

– Tá, depois do banho eu vou ajudar vocês.

– OK. Gente, vamos começar já? — disse Stan saindo e fechando a porta do meu quarto.

Ás vezes eu me pergunto como Stan consegue acordar assim tão cedo?

Peguei a minha toalha e fui tomar banho.

Deixei a água quente penetrar na minha pele. Era como se ela caísse e me amaciasse.

Logo, lavei o cabelo e o corpo e o banho tava tomado.

Saí do box, me enxuguei com a maior preguiça e coloquei uma bermuda e saí pra ajudar o povinho.

– Ok, Kyle, vai limpar seu quarto. — disse Stan, me dando um balde, uma vassoura e um rodo.

– Ok. — disse revirando os olhos de tédio e pegando as coisas.

– Qual é cara? A gente precisa contratar uma faxineira ainda! — exclamou Stan.

Apenas não respondi, começei a limpar meu quarto.

Arrumei a cama e minhas bagunças. Passei uma vassoura no quarto e já estava limpinho!

Depois, fui limpar meu banheiro. Mas não lavei a privada, o box ou a pia como vocês estão pensando.

Apenas arrumei e dei uma vassourada.

Eu sei, a preguiça é o meu segundo nome ;)

Depois, fui tomar café. Peguei um doritos e uma coca cola e fui assistir TV, esperando os outros terminar de limpar seus quartos.

E o segredo de como eu limpei meu quarto naquele dia, era um segredo que se eu contasse, Stan e o restante me matava.

– Hey Kyle! O que você tá fazendo aí? — perguntou Stan do quarto dele.

– Eu já terminei de limpar meu quarto, ué! Tô esperando por vocês. — respondi dando de ombros.

– Por que não limpa a cozinha e a sala enquanto isso?

– A gente vai receber visita?

– Vai logo, Kyle!

– Não cara, isso é coisa de mulher! Já cansei! Pensei que a gente ia fazer isso juntos!

– Kyle, se você não limpar a droga da cozinha e da sala, eu te arrebento a cara quando eu terminar de limpar meu quarto! — exclamou Cartman me ameaçando.

– Coitado! — disse pro Cartman rindo.

– Kyle, se você limpar, te dou cinquenta pratas! — exclamou Stan.

– Feito. Mas deixa eu terminar de comer aqui!

– VAI LOGO, PORRA! — exclamaram todos.

– Ok, ok... desculpem! — exclamei com as mãos para cima.

Levantei do sofá e desliguei a TV.

Dessa vez, tive que limpar a cozinha certinho, por mais chato que isso fosse.

Lavei a louça de quatro metros, passei pano em todos os armários e na mesa, varri e passei pano no chão e estava brilhando.

Então, fui para a sala.

Passei pano em tudo, bati o tapete e os sofás, varri e passei pano na sala e entõ também estava brilhando.

Eu acordei nove e meia, quando terminei de arrumar tudo, era uma hora da tarde. Até lá, eles já haviam terminado de limpar seus quartos.

Stan me deu as cinquenta pratas, como prometido.

Para a minha sorte, o ar condicionado daqui era muito bom, e deixava a casa um forno, como se fosse verão.

Coloquei uma roupa mais quente e saímos para almoçar fora, de novo.

– E então, vamos para um restaurante chique hoje comemorar o Natal? — perguntou Stan.

– Hey! Eu sou judeu! — exclamei.

– Para de ser chato, Kyle! É só um jantarzinho, e nada mais!

– É cara, mais a gente também precisa arrumar um emprego né? Só gastamos... — comentou Kenny.

– É verdade, Kenny, mas isso só seria melhor na faculdade. Precisamos relaxar. — disse Stan.

– Vamos então ao restaurante lá do centro. Aquele chique lá. — respondeu Cartman.

– Detalhe, nós vamos com Alex e Katy. Katy já tem namorado, ok? — comentou Stan.

– Por que se ela tiver namorado ou não nos interessaria? — perguntou Cartman.

– Por que ela tá muito linda. Sabem o que é muito linda mesmo?

Com isso, nos entreolhamos e continuamos a comer em silêncio.

Bem, o que mais podemos dizer né? Eu só acho que o Stan tá estranho falando em relação á isso, mas eu relevei.

No apartamento, ficamos umas três horas decidindo o que iríamos vestir. Era uma ocasião extremamente especial.

E chegamos de casa umas três horas.

O telefone toca.

– EU ATENDO! — berrou Stan correndo pra atender.

Ele passou uns minutinhos conversando algo que eu não pude entender e depois retornou a berrar:

– GENTE! A ALEX VAI VIR BUSCAR A GENTE EM MAIS OU MENOS UMAS TRÊS HORAS!

– Tá, vou ligar pros meus pais. — disse Kenny.

Tomei banho, vesti um smoking e estava pronto.

Naquele momento, era Cartman que estava ligando para os pais.

Liguei meu notebook e vi que Ike estava online no msn.

"Oi irmãozinho!" — escrevi para ele.

"Oi mano! Como tá aí?" — respondeu.

"Levando né..."

"Precisa de ajuda em alguma coisa?"

"hein?"

"Eu sei como se sente."

"Como eu me sinto então?"

"Triste?"

"Não to triste não, irmãozinho. Na verdade, eu to relaxando."

"Hum... ok =)"

– Hey Kyle! Você não vai ligar para seus pais não? — perguntou Stan.

– Vai você primeiro! — disse.

"Ike, vou ligar aí, tá! Beijos!"

"Quer que eu chame eles aqui para conversar com você?"

"Não, MSN é uma coisa pessoal e é só para você ficar usando, cara. Além do mais, você deve estar conversando bobagens com alguém aí, não é?"

"É. Infelizmente."

"Bem, então, deixa que eu ligo aí. Até mais cara!"

"Hey Kyle... Feliz Natal!"

"Pra você também".

Após isso, me desconectei e fui ligar pros meus pais. Stan havia acabado de desligar o telefone.

– Alô? Mãe, Pai? — disse.

– Oi Kyle! Que saudades hein filho! Como estão as coisas aí? — respondeu minha mãe.

– Estão bem. E aí?

– Estão bem também.

– Aí mãe... Eu sei que nós não comemoramos isso mas... Feliz Natal!

Ela riu.

– Feliz Natal, Kyle.

– Manda um beijo pro papai e pro Ike.

– Ok.

– Tchau mãe!

– Tchau! — e desligou.

– Puts, que conversa rápida! — surpreendeu-se Stan.

Stan também estava de smoking.

– É. — comentei.

– Que horas são?

– Devem ser umas... cinco e quarenta.

– É, nos arrumamos na hora.

– Poisé.

E então, chegaram Cartman e Kenny, também de smoking.

– Puta merda, vocês são muito sem criatividade. — reclamou Cartman.

Ficamos na cozinha, conversando um pouquinho esperando Alex chegar, quando ela chega, Stan é o primeiro a atendê-la.

– Acho que Stan está apaixonado pela Alex. — comentei.

– Também acho. — disse Kenny.

– Oi gente, boa noite! — exclamou.

Alex estava com um vestido bege.

– Oi... — exclamamos eu, Kenny e Cartman.

– A Katy já está esperando a gente, é melhor agente ir, senão ela surta!

Então a garota já está no restaurante? Bem... Isso é que é ser assídua.

Fomos até um prédio, onde uma gatinha cumprimentou todo mundo menos eu.

Na boa, a gente nem se conhece e ela faz o favor de não me cumprimentar.

Ela vai lá e se agarra em um garoto chamado Derek, que Stan havia me apresentado.

Contudo, no restaurante, essa menina (que eu não sei o nome e Stan não me falou nada sobre ela) se sentou ao lado de um casal, que eu jurava que a mulher era a Katy, e acho que Alex não foi lá para tirar a privacidade dos dois.

– O que vão querer? — perguntou o garçom.

– Vamos começar com coca cola, certo? — disse Alex.

O garçom olhou para ela como se ela fosse aprovada e saiu.

– Parece que ele gostou de você... — comentei.

Alex riu.

Mas eu realmente tava de olho naquela garota que nem me cumprimentou...

Tá, eu sei que é errado, ela já tme namorado e tals, mas eu realmente gostei dela...

POV: Katy.

– Sabe Katy, eu realmente sinto muito por fazer você passar por isso. — começou Derek. — Mas, em compensação, trouxe isso... — e me deu uma caixinha vermelha aveludada.

– Wow! Que linda! — disse a pegando.

Era um brinco de prata com uma pedra azul clara em formato de gotas.

– Vai ficar lindo em você. Ponha!

Pus. Ele sorriu para mim.

– Deslumbrante, como sempre. — comentou sorrindo.

– Ah, Derek! Desse jeito eu não vou deixar você ir! — disse dando um selinho nele por cima da mesa mesmo.

– Eu também não queria ficar tão longe de você.

– Tá, vamos falar de alguma coisa diferente... Bem, o que você fez hoje?

– Bem, eu fiquei em casa, arrumando minhas coisas. Nada mais.

– Isso me lembra o dia em que eu fui viajar. Acabei caindo da escada de tanta pressa.

Rimos.

– Bem, eu brincava de descer morros com um pedaço de papelão com meu primo. — ri. — Eu sei que isso é engraçado e é coisa de pobre, mas era divertido! Na verdade, ainda é divertido.

– E quando meu tio, que tinha uns vinte anos e pouco, tava com uma arainha pequenininha na cabeça e minha tia pensou que fosse piolho?

Ri dessa lembrança.

Ficamos um bom tempo falando dessas coisas. Mas ele tomava cuidado para mim não lembrar da minha mãe, ele sabia que esse machucado ainda doía, mais com menos intensidade, mas não deixava de doer de vez em quando.

O celular dele tocou. Respirei fundo. Como alguém pode interroper minha melhor noite com o meu Derek?

– Alô, Johnson? O que houve, cara?... Não posso cara, agora eu tô ocupado... Não creio... Para de brincar, Johnson!... Não? Por que?... Não acredito, cara, juro que não acredito!... Ok, ok... Eu tô aí já. — disse.

– O que aconteceu? — perguntei meio irritada.

– Esse é o último voo para Berlin, vai cair uma tempestade lá. Eu tenho que pegar esse vôo agora.

– Mas e o nosso encontro?

– Desculpe, amor, me desculpe de verdade, mas agora eu tenho que ir. — ele se levantou, me deu um beijo e foi embora.

Fiquei apenas estática.

Alex se levantou da mesa em que estava e veio conversar comigo.

– Amiga? O que houve? — perguntou.

– Esse é o último vôo para Berlin, ele tem que pegar esse vôo.

– Não creio...

– Eu também não.

– Vem com a gente! Eu quero ver você sorrir hoje!

– Tá, daquiapouco ou vou.

Ela se levantou e foi.

De repente, Kyle se levanta dali e se senta comigo.

– Oi! Qual é seu nome? — perguntou se sentando.

Tá, na boa, ele não tava me reconhecendo? Não creio...

– Eu sou Katy. E você? — fingi que não o conhecia.

– Eu sou Kyle... E aquela ali também é a Katy, não é? — disse apontando para a mulher que estava sentada do meu lado com seu namorado.

– Não. Eu nem sei quem é aquela mulher.

– Peraí... Agora eu tô confuso. Qual é seu nome completo?

– Katy Marshall.

Ele ficou impressionado.

– Depois de tanto tempo... Katy, e-eu n-não acredito! — disse gaguejando.

– Acredite. Eu também estou impressionada em te ver. — disse. Era verdade, eu não acredito que ele teve a capacidade de se levantar de lá para vir ficar comigo.

Ele respirou fundo.

– Posso jantar aqui com você?

– Bem, porque não?

Então ficamos lá. Ele chamou o garçom e pediu refrigerantes para nós.

Ele conversava sobre várias coisas.

Quer saber? Ele realmente mudou. Pra melhor.

Fiquei feliz com essa atitude.

POV: Kyle.

Logo as cocas vieram.

Eles ali conversavam sobre suas experiências malucas que já tiveram, e eu só ficava de olho naquela menina.

Vi que o namorado dela deu um brinco para ela e eles se beijaram. Como eu queria estar no lugar daquele cara.

Eles ficaram um tempão conversando e rindo.

De repente, ele atende o celular e as feições deles mudam.

Ele saí de cena e deixa a garota paralizada.

Obrigado Derek, Agora é a minha vez de entrar em cena! Mas Alex foi primeiro e logo voltou. Depois, eu fui.

– Oi! Qual é seu nome? — Perguntei me sentando do lado dela.

– Sou Katy, e você? — respondeu.

Cara, porque a Alex tem que arrumar uma amiga com o mesmo nome da sua melhor amiga?

– Eu sou Kyle... E aquela ali também é a Katy, não é? — perguntei apontando para a mulher do lado dela.

– Não. Eu nem sei quem é aquela mulher.

Mas o que está acontecendo aqui? Eu pensei que ela já estivesse aqui!

– Peraí... Agora eu tô confuso. Qual é seu nome completo? — perguntei.

– Katy Marshall.

QUE DIABOS ESTA HAVENDO AQUI?

Eu pensei que nunca mais nos veríamos.

Como assim eu pude gostar da Katy Marshall?!

Na boa, me impressionaram agora. Isso Mereceu meus aplausos.

– Depois de tanto tempo... Katy, e-eu n-não acredito! — disse não podendo parar de gaguejar.

– Acredite. Eu também estou impressionada em te ver. — disse também.

Respirei fundo. Velho, na boa...

Será que agora seria a hora perfeita de me desculpar?

– Posso jantar aqui com você? — perguntei voltando ao normal.

– Bem, porque não?

Começamos a conversar. Eu fazia de tudo para ver o sorriso dela.

Pedi ao garçom dois refrigerantes e ficamos a noite inteira só conversando e bebendo.

Notas finais
Quero reviews hein?