Nuestro Camino
18 Sequestro
Notas iniciais
Buenos Aires , ARGENTINA. Quarta — Feira 05 de Março 2014
POV VIOLETTA
Acordei com alguns beijos em minhas costas e aquilo estava bom demais , sabia que era o Lê então continuei com as pálpebras cerradas. Logo senti alguns beijos ser depositado em meu pescoço , depois bochechas e logo dando um selinho.
– Ah pequena , como eu te amo — ouço ele falar e soltar um logo suspiro.
– Também te amo — digo abrindo as minhas pálpebras e dando a visão do Lê sentando ao meu lado com um sorriso no rosto.
– Bom dia — fala ele depositando um beijo estalado em minha bochecha — to , preparei isso para nós , estava esperando você acordar. — explica ele pegando uma bandeija aonde havia pedaços de bolo , dois copo de suco de laranja , frutas , pão , geleia , torradas e uma flor que era a minha preferida rosa branca
– Bom dia , que horas são — sento-me puxando o lençol para cobrir a minha nudez. Lê olhou em meu celular que estava no criado mudo.
– 09:00hrs — responde ele — desculpe se eu te acordei muito cedo — fala ele dando um sorriso de lado.
– Não precisa pedir desculpas Lê — falo dando um beijo em sua bochecha — vem vamos tomar esse café maravilhoso , que o meu namorado preparou para nós — falo sorrindo e dando um selinho nele.
– Amor , eu te machuquei ontem ? — indaga ele dando um gole em seu suco de laranja.
– Não , foi simplesmente perfeito — digo mordendo o lábio inferior e passando geleia em uma torrada e dando uma mordida.
– Sabe , estava pensando .. — fala ele e começa a me fitar — eu queria o quanto antes colocar o meu sobrenome no sobrenome da nossa filha. — termina ele.
– Tudo bom , o quanto antes melhor — falo dando um sorriso para ele e o mesmo retribuiu em um sorriso lindo.
– Anjo eu preciso ir trabalhar , tenho uma reunião com uns clientes hoje — fala ele se levantando e pegando uma mochila com roupa que ele havia trazido ontem. — vou tomar um banho tá ? — indaga ele me fitando.
– Não — respondo dando um sorriso e mordendo o lábio inferior — nós vamos tomar um banho — falo puxando ele para o banheiro e o mesmo da uma risada gostosa.
Tomamos um banho juntos e não aconteceu nada de malicioso , apenas trocamos carinhos e beijos. Lê havia saído pouco tempo e olhei no visor da tela eram 11:00 e puts a Juh. Desbloqueei a tela e procurei o nome da Italiana da agenda e finalmente achei deslizando o dedo para ligar e a italiana atendeu no terceiro toque.
– Alô ? Vilu ? — indaga ela.
– Alô Fran , cadê a Juh ? — indago pondo já um shorts e uma blusa qualquer e por fim um chinelo.
– Esta aqui tomando café — responde ela calma.
– Fran , ela tem aula hoje , aliás eles né porque tem o Miguel , passa aqui no meu prédio quando terminarem pois também tenho que me trocar porque minhas roupas ainda estão na casa do meu pai — falo tudo de uma vez.
– Calma amiga , tudo bem , daqui a meia hora passo ai — fala ela e sento na cama suspirando aliviada.
– Obrigada amiga , tchau — falo agora calma.
– Tchau e quero detalhes da noite passada — responde ela dando risada.
Antes que eu pudesse responder ela encerrou a ligação e saberia que ela me encheria de perguntas.
Aproveitei essas meia hora que tinha e resolvi fazer uma compra básica pois não vou viver comendo fora e tals né. Peguei a minha chave e me tratei de sair daquele apartamento. Tranquei a porta e andei pelo o largo corredor esperando o elevador abrir e finalmente aquilo abriu e entrei e logo uma mulher com umas roupas nada comportada entrou atrás de mim. Apertei o botão que ia diretamente ao Térreo e estava rezando para que aquilo descesse logo pois aquela mulher não parava de me encarar como se fosse me matar
Me encolhi um pouco no elevador e sim sou muito medrosa. Finalmente aquelas portas se abriram e pude sair para longe daquela mulher. Passei no saguãoe deixei avisado ao porteiro se aparecesse alguma Francesca Vargas era para ele avisa-la que fui ao mercado e iria voltar logo. Sai daquele prédio e peguei um táxi avisando que queria ir ao mercado.
Cheguei ao meu ponto final , ou seja , cheguei em frente ao mercado , paguei o taxista e antes que eu pudesse adentrar aquele grande local alguma coisa me segurou pelo os dois braços e colocou um tipo de pano em meu nariz fazendo eu inalar aquele cheiro e minha visão ficou embasada , parecia que tudo em volta estava girando , minhas pernas começaram a ficar bambas e logo perco os meus sentidos.
( ... )
Acordei um pouco tonta e tentei me mexer mas algo estava me imobilizando e senti que minhas pernas e mãos estavam presas e estava com um tipo de fita na boca e uma venda nos olhos , tudo o que eu poderia fazer era ficar quieta e esperar. Não acredito que estava acontecendo isso , estava sendo sequestrada mas por quem e por que ?
– Seu idiota , não era para ser agora ? — ouço uma voz e parecia que já tinha ouvido de algum lugar aquela voz.
– Mas senhor , dona Gery pediu para mim executar hoje — ouço agora uma voz de um menino e esse não reconheci nem um pouco.
– Aquela vadia não manda em nada , só quer o Vargas. — fala novamente uma voz que estava quase reconhecendo.
– Desculpa , senhor Tomás — fala o rapaz com uma voz arrependido e não acredito ..
2 Anos atrás ..
Estava terminando de dar comida para a Juh e a criaturinha não queria dormir de jeito nenhum. Tomás estava impaciente no sofá murmurando algumas coisas que não conseguia decifrar , gosto do Tomás demais mas só que ultimamente ele anda forçando a barra , quer ir logo para a cama comigo , no começo ele foi super carinhoso comigo me tratava como uma rainha mas agora .. esta rude , agressivo , frio e isso me incomodava. Finalmente consegui por ela para dormir e coloquei a mesma lá em cima em seu quarto e desci novamente.
– Finalmente aquela peste dormiu — fala ele bufando
– Não fala assim dela Tomás — falo sentando um pouco distante dele
– É uma peste aquilo — fala ele revirando os olhos — agora vem aqui — continua se aproximando mais e segurando os meus pulsos com força
– Esta me machucando Tomás — falo tentando me livrar de suas mãos
– Cala a boca — ordena ela e engoli a seco. Tomás pegou uma faca de seu posto e me mostrou dando um sorrisinho
– To-m-ás .. pa-ra com iss-o — falo gaguejando e sentindo meus olhos ficarem marejados
– Você vai me obedecer hoje , cadelinha — fala ele rindo
– NÃO — praticamente grito e ele passa de fino em minha perna fazendo um pequeno corte. Senti minha pele arder ao rasga-la — aaaah porra — grito já chorando
– Quieta sua puta — ordena ele novamente — você anda muito santinha para o meu gosto , hoje eu vou ir para cama com você por bem ou por mal — fala ele e senti ódio em sua voz e engoli a seco
Tomás começou a rasgar a minha roupa com a faca e me debatia a toda hora mas só que o infeliz era mais forte que eu então estava em desvantagem. Única coisa que eu poderia fazer era chorar e chorar.
– Gostosinha você em sua vadiazinha — fala ele analisando o meu corpo e automaticamente cuspi em seu rosto e o mesmo cerrou as suas pálpebras com ódio e senti minha bochecha arderem praticamente queimarem igual fogo e coloquei a mão naquela região ele havia me dado um tapa — puta — única coisa que falou e começou a se despir e toda vez me encolhia no sofa
– Para Tomás por favor — imploro mas o mesmo não esta nem ligado para o que eu digo
– Cala a boca porra — grita ele rasgando mais um pouco de minha pele e vejo a porta ser derrubada e rapidamente pego as minhas roupas e cubro a minha nudez me encolhendo em um canto
Era o meu vizinho Joseph e sua mulher Clara que haviam chegado provavelmente ouviram os gritos. Clara veio em minha direção me abraçando em quanto alguns policias adentrava em meu apartamento. Desde então a única palavra que Tomás me disse era que se vingaria
Tempos Atuais ...
– Ele voltou — falo num sussurro para mim mesma.
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