Notas iniciais
Sorry a demora e o cap pequeno!!! :))

Draco continuaou sentado ali até bater a fome. Levantou-se e seguiu ao Salão Principal. Sentou ao lado de Pansy e Blase, na frente de Theodore.
– Onde estava Draco? — Pansy perguntou e ele deu de ombros.
– Sentado na beira do lago.
Pansy calou-se e voltou a comer, Draco fez o mesmo.
– Sério cara, eu 'to caindo de sono. Quando forem para a primeira aula passem lá no dormitório e me chamem! — Blase falou e Pansy o olhou.
– Bom, se os panacas quiserem ir te chamar, é com eles. Minha boca vai estar ocupada com outras coisas! — ela falou adquirindo no final um tom de malícia que fez algo no peito esquerdo de Blase se apertar.
Ele saiu em seguida, tentando não deixar nenhuma lágrima escorrer. Droga! Como pequenas palavras sem significado poderiam afetá-lo tanto? Ele era um Sonserino, certo? Não deveria sentir aquilo!
Não sabia, mas as vezes achava que a menina fazia de propósito. Aquela sensação de aperto já era normal, ele já havia se acostumado. Talvez agora que estava realmente apaixonado, devesse acreditar em amor. Ou talvez devesse simplismente esquece-la. Ele não sabia ao certo o que fazer. Só sabia que certas palavras dela doíam-lhe.
Ele entrou no banheiro do dormitório, pegou a varinha e com um feitiço fez um corte não muito pequeno em seus pulso. Não poderia dizer que era a primeira vez que fazia isso, e ele sabia que talvez não seria a última. Era uma dor forte, que daquela vez, o fez esquecer do aperto. Aquilo sim machucava-o de verdade. Mas também relaxava-o.
Ele olhou para o sangue escorrendo. Com outro sussurro, um jato de água saiu da ponta de sua varinha limpando os vestígeos do líquido vermelho. Aquilo ardia, mas ainda sim, o acalmava.
Ele saiu depois de uns minutos, quando o sangue já não escorria. Pansy estava deitada em sua cama. Assim que ela o viu, abriu a boca para falar alguma gracinha sobre o tempo que ele ficou no banheiro, mas fechou-a quando viu o corte no pulso esquerdo do garoto. Já era tarde quando ele viu o que ela olhava e tentou esconder.
– Pode me explicar o que é isso, Zabini? — ela disse segurando o pulso dele, o contato da pele dela com a dele, o deixou arrepiado. Ela passou o dedo pelo machucado recém-formado e ele reprimiu uma careta.
– Não é nada, Pansy! Vamos? — ela revirou os olhos e concordou contrariada.
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– 'Tá tudo bem mesmo, cara?
– Que merda, Malfoy! Eu já falei que está tudo bem! — mas não estava, e os dois sabiam disso.
– Zabini, o que aconteceu quando a Pansy foi te chamar no quarto?
– Quer mesmo saber, Malfoy? Ela viu isso! — ele disse irritado e puxou a manga da camisa um pouco para cima, deixando a mostra a recente cicatriz. Draco ficou algum tempo em silêncio.
– Blas, eu 'to falando sério, por que fez isso?
– Por nada... — o moreno sussurrou mais calmo, sentindo a garganta fechar. Ele não teria coragem de contar para alguém. As pessoas — vulgo Draco — já tinham problemas demais para ele ficar falando dos seus sofrimentos e doideras por culpa de Pansy! Draco colocou a mão no ombro do amigo. Já tinha uma desconfiança sobre sentimento que Blase nutria pela amiga. E parece que tinha cada vez mais certeza.
– Foi pelo que Pansy falou no café da manhã, né? — talvez Draco entendesse o amigo. Pansy não era mulher de um homem só. Todos sabiam disso, e se Zabini estivesse realmente apaixonado por ela, ia sofrer por isso. Blase não respondeu, mas Draco considerou como um sim. Não ia pressionar-lo. Não naquele momento.
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– Ai Mi... O clima lá em casa não tá legal...
– Eu imagino Giny!!
– Jorge quase não saí do quarto...
– Eu sinto tanta pena dele... Os gêmeos eram tão grudados!! Ele deve 'tá desolado...
– Está mesmo! Todos estamos... — a voz embargada da ruiva dizia que poderia chorar a qualquer momento. Hermione a abraçou.
– Eu sinto tanto, Giny! — a morena declarou
– Nós todos, Mi...
– Vamos até o Salão Principal. Já devem servir o jantar! — Hermione falou para tirar o clima chato que lá se instalou.
– Falando assim 'tá parecendo o Rony! — as duas riram e secaram as lágrimas. Com um feitiço, a menina mais velha fez parecer que nunca choraram.
As duas sairam em direção ao salão. Distraídas esbarraram com duas pessoas.
– Me desculpe! — elas falaram juntas e sorriram.
– Estávamos distrídos também, nem vimos vocês! — os quatro riram.
– Peraí, não é um quarteto? — a morena reparou.
– Quarteto? — Draco retrucou.
– Sim, o Quarteto-de-prata! — Gina respondeu — Vai me dizer que não sabiam que são chamados assim?
– 'Pra ser sincero, não!
– Ai meu Merlin! Pensei que Sonserinos fossem mais espertos!
– Eu vou te ignorar Weasley!
– Como sabe que eu sou... A, esquece! — os quatro riram.
– Serio é impossível não saber que você é da família Weasley! — Théo apontou para o cabelo de Gina.
– Ei, Theo, já está reparando demais, né? Pode parar, já basta o Blase apaixonado!
– Eu não 'to... Peraí, Blase 'tá apaixonado?
– Eu tenho quase toda certeza que sim. Pela Pansy...
– Ei meninos, acho que já está na nossa hora. Tchauzinho! — Hermione falou baixo para não chamar atenção e as duas saíram correndo.


Depois do jantar Gina foi a biblioteca, Hermione voltou ao Lago Negro. Barulhos de passos denunciou que mais alguém teve a ideia de ir para lá também.
– Se eu falar que sou legiliments, você acredita? — ele perguntou.
– Sim. Se eu lhe falar que também sou, você acredita?
– Não sei se devo... — ele brincou e os dois riram. — E sim, eu acho que ele está! — continuou.
– O que? — ela perguntou confusa.
– Eu sou legiliments, sei o que pensa e você queria me perguntar se Blase estava mesmo apaixonado por Pansy!
– Para de entra na minha mente! Enfim queria mesmo saber. Mas é por que, se ele estiver mesmo apaixonado por ela, quer dizer, eu acho que ela não é de namorar, quer dizer... — ela falava se embolando.
– Hermione, cala a boca!
– Ok, ok! Calei! — ele riu.
– Zabini, está apaixonado e eu tenho quase toda certeza disso!
– Se você perguntar a ele, ele não responde?
– Não, já tentei, pelo pouco que vi da mente dele, ele não gosta de falar sobre, como se ''revivesse o momento"! — ele disse fazendo aspas com as mãos.
– Se eu quisesse conversar com ele, acha que ele falaria com uma sangue-ruim?
– Talvez...
Eles voltaram ao silêncio já conhecido. Cada um mergulhado no seu próprio pensamento. Hermione lenvantou-se.
– Fala com o Blase...
E saiu correndo, deixando um Draco confuso para trás.
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– GINA! Gina! Ginaaa!! — ela gritou quando entrou no Salão Comunal.
– Que é menina! Para de gritar! Estamos todos de luto!
– Sorry! — a menina sussurrou.
– Enfim, o que você quer?
– Uhnn... Sabe que esqueci... Tchau, se eu lembrar te falo depois...
E saiu. Por ironia do destino, encontrou com Pansy Parkinson no caminho, e a mesma deixou um papel disfarçadamente na mão de Hermione. Ela abriu.

"Draco me disse que quer falar comigo. Seja lá o que for, sala precisa?
Assim que te entregarem esse papel. Draco e Theo estão indo comigo, se quiser levar a Weasley pode levar.
ASS: Blase Zabini"

Voltei ao Salão Comunal.
– Gina, vamos na Sala Precisa comigo? — sussurrei e ela assentiu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.